Claim Piece
1 Conhecendo novas fronteiras
Notas iniciais
A fanfic tem em outro site também, caso essa seja excluída do site e tudo mais: http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-one-direction-claim-piece-730810/
E, também tem a interativa: http://angelsanddemons1d.tumblr.com/ (Sou muito chik ;33' IUHEIUEHEUIH)
Enfim... É só isso, irei parar de enrolar... Boa leitura!
Consultou seu relógio, olhou em volta mais uma vez... E, dirigiu-se rapidamente para a porta de saída. Não sabia se era o certo ou o errado á se fazer, mas teria que tentar.
– Que raiva — Pigarreou enquanto sua vista ficava embaçada por lagrimas.
O que estava acontecendo em sua vida? Uma maré de azar estava vinda em sua direção e levando-a para um poço sem fundo.
Mas ela não desistiria tão fácil.
Ela já não sabia mais o que fazer. Á algum tempo estava feliz, com sua Tia, com seus amigos. Agora, sem ninguém, procurava entender o que fez de tão errado pra merecer isso.
As pessoas ao redor diziam, “Espero que você fique bem”, “Meus pêsames”. Mas na verdade, ela sabia que pensavam “Pobre coitada, nunca foi ninguém na vida, provavelmente, ficou louca”. Ela tinha certeza disso...
Era um dia como qualquer outro, sua rotina chata de sempre. Levantou-se esperando que algo de emocionante acontecesse e foi logo se arrumar. Um pressentimento ruim veio e ela apenas tentou afastar tal pensamento. Correu para a cozinha e viu a Tia Jane fazendo o que faz de melhor: Comida. Ninguém fazia um café da manhã melhor do que ela.
–Luce! Finalmente... – Ela disse sorrindo e colocando na mesa alguns waffles.
– Não sei se dá tempo, Tia... Está muito tarde! – Eu disse confusa, olhando para a porta e a mesa, sentindo o cheiro delicioso que vinha da mesma.
– Não se preocupe querida – Disse tirando a bolsa dela de seus ombros e a fazendo se sentar á mesa. não recusou e começou a comer.
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Corria o mais rápido que podia.
O sinal havia tocado á bastante tempo e ela iria perder a primeira aula, tinha certeza. Teria que aguentar a Diretora reclamando e dizendo o quanto é importante ser pontual. Tente ser pontual, quando sua Tia lhe oferece seus deliciosos Waffles.
Chegou perto da porta de entrada, respirou fundo e tentou abrir. Estava aberta, para a alegria de Laura. Entrou, e, começou á andar depressa. Chegando á porta de sua sala sorriu e bateu na mesma. Era aula de Literatura e o professor olhou com um sorriso no rosto e á mandou entrar. Enquanto ia para seu lugar de sempre, meninas que sempre irritavam ela diziam as coisas mais infantis possíveis. Ás vezes achava que sua mentalidade era muito avançada, mas perto daquelas meninas, acho que qualquer um se sentia superior.
Logo que se sentou e pegou seu material, algo lhe atingiu á cabeça, um aviãozinho de papel. Virou-se e viu Grace sorrindo alegremente para ela.
“Dá próxima vez, acho que o Mr. Mathews não vai deixar você entrar... Isso está virando costume?
Ps: Sua tia te fez chegar atrasada por causa dos Waffles de novo?
Pss: Sabia que a Megan está se gabando por que foi convidada para a festa do Nicholas? Que vadia! Mas não ligue amiga, tenho certeza que só á convidou por ser popular.”
Virei o bilhete e escrevi atrás:
“Eu vou tentar superar minha fome... Mas horas, estou em fase de crescimento.
PRESTE ATENÇÃO NA AULA!”
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A primeira aula do dia passou mais rápido do que no normal, e as outras continuaram da mesma forma... Até o intervalo. Grace, Emma e Mia estavam ao redor de Laura.
— Você não está triste, não é? – Grace dizia sem parar.
— Não vai entrar em nenhum tipo de depressão, né? – Continuava Emma, com suas neuroses.
— Parem! Ela me parece muito bem – Disse Mia se sentando ao lado de Laura e logo depois Emma e Grace em frente á elas. Colocaram seus lanches na mesa e as duas ficaram quietas.
Laura assentiu.
— Acho perca de tempo ficar perguntando algo para ela sendo que sempre terão a mesma resposta – Continuou Mia colocando ketchup em suas batatas.
— Olha quem vem ali – Disse Emma. Quando ela olhou na mesma direção que as outras meninas seu coração se acelerou ao mesmo tempo em que se sentiu fraca e triste. Megan e Nicholas... De mãos dadas!
— Agora sim, ela me parece triste – Mia disse com medo da reação de Laura.
— Lah, ela está fazendo isso para te provocar – Disse Grace que se manteve quieta por tanto tempo.
Megan chegou perto da mesa onde Laura e suas amigas estavam.
— Olá perdedoras – Disse em baixo tom, para que apenas elas quatro ouvissem e saiu de lá em direção a sua mesa.
Com seu mais novo ‘Namorado’.
O menino que, ela tivera amado á tantos anos... Laura sempre amou Nicholas, desde que o viu pela primeira vez na Quarta Série. Tão bobinho, não sabia nada sobre o mundo, assim como Laura. Os dois dividiam os materiais, lanche, até mesmo segredos.
Os dois cresceram e se separaram quando entraram no colegial. Nicholas sempre dizia um “Oi, como vai você?” para ela, e era o máximo. Agora, era do time de Basquete do Colégio. Era popular. Quem seria louco de andar com ela? Apenas uma pessoa normal – e chata – que tinha uma vida idêntica a ela.
Descobriu seus sentimentos por ele quando perdeu seus pais. Todos tentavam entender, mas ele realmente lhe entendeu. Ela podia ver essa cena como se fosse á apenas uma semana atrás, não á anos. Ele dizia coisas bonitas e abraçava-a, o abraço mais reconfortante de todos. Agora, vendo ele de mãos dadas à pessoa que mais odeia na vida, se sentia traída.
Estava andando no corredor quando viu um moço de terno andando por lá, parecia procurar alguém. Quando chegou mais perto dela, sentiu um arrepio.
— Olá, você sabe onde posso encontrar Laura Moroe? – Seus olhos se arregalaram e aquela sensação que sentiu logo cedo havia voltado.
— Sou eu... – Disse com medo do que vinha á seguir. O moço, até então desconhecido, colocou as mãos nas costas dela e á guiou para um lugar menos movimentado do que o corredor que estavam.
— Eu tenho uma noticia, que, bom... Pode te abalar bastante – Ele parou e respirou fundo – Tem haver com a sua tia – Olhou para baixo e ficou com medo de continuar.
— O que aconteceu com ela? Ela está bem? – Laura não conseguia pensar em mais nada de bom. Apenas coisas ruins lhe vinham á cabeça.
— Sua Tia sofreu um acidente – Ele disse e lagrimas rebeldes correram pelos olhos dela, não queria chorar ali, onde todos pudessem vê-la, mas ela não se importava mais. Queria saber onde estava a sua Tia, a única pessoa que cuidou dela sua vida toda.
— Ela está bem? – Sua voz falhou.
— Temo dizer que... Não – Logo ao terminar essas palavras, as lagrimas que temia em prender saíram.
Ela balançou a cabeça.
— É só mais uma das brincadeiras da Megan, né?
— Sei que é difícil... Mas você precisa ser forte. Laura se levantou.
Ela não poderia ser forte, ela não queria ser forte.
Andou de volta aos corredores e voltou para sua sala. Não pediu licença, não disse nada... Apenas entrou. Pegou sua bolsa e caminhou com a cabeça abaixada em direção á porta.
— Onde você pensa que vai, menina? – Disse Megan levantando e empurrando Laura.
— Sai da minha frente... – Foi tudo que Laura disse, mesmo com a voz falha.
— Está tristinha por que eu sou melhor do que você? – Deu um risinho maligno.
— Você não sabe de nada! – Gritou.
Megan gargalhou e olhou ao redor para checar que todos estavam vendo aquilo.
— Você é uma piada, Moroe.
— A única piada aqui é você – Laura se virou em direção a porta e Megan segurou em seu braço.
— Não fique nervosa, o Nicholas nunca iria gostar de você mesmo – e sorriu.
A única coisa que Laura pensou, ela fez.
— Sua idiota! – Foi tudo que Megan disse antes de Laura sair da sala.
Acabara de dar um tapa na cara de Megan Edwards... Estava pasma.
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Ela precisa morar com algum parente! – Disse alguém.
— O parente mais próximo mora muito longe, ela precisaria dizer que quer isso. – O moço que falou com ela mais cedo, disse. Parecia nervoso, e, ao mesmo tempo preocupado.
— Então, faremos isso.
Laura correu para a cama, e se sentou. Logo, abriram a porta de seu quarto.
— Olá, como se sente? – Perguntaram.
— O que acham? – Eles se sentiram mal e ela continuou – Pra onde eu vou?
— Você decide... Se quiser ficar com uma família adotiva ou sua família, em outra cidade.
-Eu... Preciso pensar.
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E, ali estava ela. Na calçada da sua – agora – antiga casa, chorando.
Olhou novamente seu relógio.
Em seu ombro, havia sua mochila. Suas mãos estavam ocupadas com seu skate de um lado e do outro lado á passagem. Em seu pescoço sua câmera que tanto amava. Era isso. Estava no caminho certo? Talvez sim, talvez não. Mas arriscaria. O destino não poderia ser tão cruel.
Quais seriam as consequências de seus atos?
Sentou-se em um banco que havia ali para quem esperava o ônibus.
Logo, apareceu o mesmo. Não havia ninguém esperando, além de Laura e um rapaz. Sentiu-se solitária e sozinha.
A plaquinha do ônibus estava correta... Rosewood.
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