Clérigos...

1 Clérigos...


Notas iniciais
Uma história sobre Clérigos! ^___^
Clérigos...

Guerreiros que lutam pelos Deuses que servem...

Em um mundo como Arton não existem Ateus, somente alguém muito idiota duvidária da presença dos Deuses...

Ele não seguia fanáticamente o Deus da Guerra, só o servia por terem interesses semelhantes. Existiam discussões.

Arsenal utilizou toda a sua força contra a Tamaraniana, mas ela tinha uma força equivalente à sua. Sem armadura, sem itens mágicos. Soltava raios pelos olhos e concentrava energia verde esmeralda em sua mão, causando ggrandes explosões. A armadura do clérigo da guerra quebrava a cada impacto, mas ele não se importava. Aquela raça, Tamuraniana, era a mais poderosa que este universo havia criado. Foi a raça que destruiu seu plano natal, a raça que não conseguiu elimina-lo.

Ele sorria à cada golpe. Os nativos de Arton não se comparavam com o poder dela. Seus clérigos lutavam contra os outros sacerdotes que serviam ao Deus da conquista, uma nova religião que surgiu à alguns anos. E Keen sempre o odiou, por ser estrangeiro, por não ter nascido Deus, e sim conquistado este posto com as próprias mãos. Arsenal não odiava o Deus da conquista, mas como clérigo ele teria que lutar contra os sacerdotes inimigos de seu Deus. A própria clériga Tamaraniana havia se demonstrado uma pessoa extremamente agradavel dias atrás, quando apenas visitara seu templo. A batalha terminou com um empate entre ele e a Tamuraniana, os dois inconcientes. Cada grupo protegeu seus lideres como pode, mas não havia mais razão para lutar. Os servos de Arsenal eram inteligentes e pararam com a luta. Os servos da conquista, após isso, foram hospitaleiros com os guerreiros do Deus da guerra, e curaram seus ferimentos, pois o Deus da conquista aceita qualquer um que queira conquistar a si mesmo.

Nem mesmo a doutrina de Keen pode impedir a festa depois. Uma batalha cheia de honra, sem trapaças. Dois deuses inimigos, mas os servos destes se reconheciam como oponentes de valor. Comemoram a luta, contaram histórias, discutiam religião, como em um encontro amigavél de clérigos. Encontros este que os servos do Deus da guerra nunca tiveram, pois ninguém nunca havia tentado comprêende-los.

No fim da noite, todos se empenharam na limpeza do templo. Laços de amizades foram forjados. Mas Keen não estava satisfeito, havia mandado seu Avatar para punir seus servos, por terem festejado uma batalha honrada com os servos do seu inimigo. Resolveu destruir o templo que os clérigos tanto se empenharam em invadir, proteger e, depois de tudo, limpar. Aquela que liderava os guerreiros da conquista se pôs a frente da rajada de destruição que Keen lançou em seu templo. Arsenal, como um homem orgulhoso que não abaixa a cabeça ao ver seu Deus tentando destruir todo o trabalho que se empenhou em fazer, desafia o proprio avatar do Deus a um combate. Mesmo sem sua armadura de batalha que fora destruída, decide lutar, e sem querer acaba superando uma barreira pessoal. Sempre dependeu dos itens mágicos para se defender, dessa vez ele teria a batalha mais importante de sua vida. Não, toda a baalha que ele havia enfrentado era a mais importante da vida dele. Neste momento ele aprendeu à dar valor a cada segundo da sua existência, e com essa força ele venceu o Avatar de seu Deus.

Keen, embora irritado, sentia orgulho do servo que o enfrentou, que não o bajulou como vários outros sumo-sacerdotes. Olhou para a clériga do Deus da conquista, que o fitava com o ódio dos fiéis. A culpa desta rebeldia era dela, e ela iria pagar. Mas não agora, pois por mais maligno que seja o Deus da guerra, este sabe quando perdeu. Indo embora com o olhar cheio de ódio.

Arsenal triunfará sobre ele mesmo. Iria continuar servindo a Keen, mas em seu coração, havia algo que ele havia aprendido com o Deus da Conquista...

Sempre, sempre se superar!

Batalha terminada, clérigos feridos.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.