Notas iniciais
Ganhamos mais uma recomendação! Aaaaaaaaaaaaaaaa meu coração disparou quando vi. EarthSong, obrigada pelo carinho e pelas paravras. Dedico esse capítulo para você! ♥

Encarava Melanei dormindo tranquilamente ao meu lado na cama, ela dormia com um belo sorriso no rosto e isso acalmava meu coração. Ela não tinha mais aquele semblante pálido que me deixava desesperada. Ela parecia tranqüila, arriscaria dizer que estava feliz. Feliz por ter descoberto sobre o pai, saber que era tão amada quanto poderia imaginar.

Tirar ela da casa de Oliver ontem foi um sacrifício. Ela alegou que passou muito tempo longe do papai dela e então tinha que aproveitar. Eles correram no quintal – e a cada tropeço de Melanie era um infarto meu -, eles fizeram biscoitos na cozinha, e depois prepararam o melhor almoço de todos. Depois de comer Melanie dormiu, e só assim eu consegui tirar ela de lá.

Ela ficou super frustrada quando acordou e viu que não estava mais na casa de Oliver, mas entendeu quando disse que eu voltaria lá com ela quando ela quisesse.

Minha filha estava bem.

Minha filha ia ficar bem.

Eu estava abrindo mão de tudo, eu estava abrindo mão de uma promessa que fiz a anos atrás, promessa de nunca deixar Oliver ciente de sua paternidade. Mas eu via que era o que minha filha precisava, ela precisava de um pai e se ter Oliver por perto significava fazer Melanie ficar bem, então eu faria e aceitaria de bom grado.

Passar a manhã com eles foi gratificante e eu me senti bem, me senti leve. Admito que gostei da sensação. Mas eu preferi pensar que me senti assim por ver Melanie bem e não por ter Oliver tão perto. Mesmo que ainda não tenhamos conversado sobre o beijo, tudo parecia toa leve.

Quando cheguei ao loft encontrei um Ray de carranca e decidi ignorar, ele tinha que entender que eu só estava fazendo aquilo pelo bem da minha filha, e pelo bem dela eu iria até o inferno se fosse preciso. Mas Ray não tinha filhos, Ray nunca iria entender. E então quando eu cheguei, ele saiu. Não falou nada, apenas saiu e ainda não tinha voltado.

Eu já liguei e deixei várias mensagens de texto, e ele ainda não tinha aparecido.

Suspirei e me levantei indo em direção ao banheiro. Fiz minha higiene matinal, coloquei um vestido larguinho e desci. Mamãe, Laurel e Sara estavam de papo na cozinha quando entrei na mesma, a gêmea mais velha estava arrumada para sair, a mais nova estava toda descabelada igual a mamãe.

— Bom dia, flor do dia – Donna falou sorrindo e se sentando no banco

— Bom dia, mamãe – sorri – Bom dia, meninas

— Mau dia! Laurel me acordou andando pra lá e pra cá. – Sara bufou se debruçando na bancada

— Você reclama demais – Lau riu

— E eu posso saber pra onde você vai? – arqueei a sobrancelha olhando Laurel de cima abaixo. Ela estava bonita, usava uma saia lápis e uma blusa por dentro soltinha.

— Ela vai encontrar com o Senhor Merda – Sara riu

— Sara! – Laurel repreendeu e eu e mamãe rimos

— Onde você e Tommy Merda irão? – perguntei

— Vamos tomar café e depois iremos ao Museu Histórico de Starling City – falou animada – E parem de chamar ele de merda. – revirou os olhos rindo – Vou carregar a sua filha comigo – apontou para mim e eu apenas assenti

— O apelido que Melanie deu a ele pegou, aceite — pisquei

— E por falar em Melanie... – Sara começou

— Não... Esse assunto não. – falei andando e me sentando no banco ao lado da minha mãe que comia calada – Me defende. – pedi olhando pra ela.

— Te defender de que? Eu também quero saber – riu – Sara, por favor, continue

— Então... Por falar em Melanie, como foi com pai dela?

— Foi muito legal com o meu pai príncipe – a vozinha soou pela cozinha e eu sorri.

Salva pela Melanie!

— Bom dia! – nós três falamos ao mesmo tempo e Melanie correu para os braços de Laurel.

— Nossa, você ama mais essa magrela do que eu? – Sara fingiu mumuxo

— Ela vai me levar para sair, dindinha Sara – Melanie falou se sentindo culpada

— Sara, para de fazer isso com a menina – Laurel falou.

Eu apenas observava a cena rindo. Eu me sentia gratificada pelo amor que elas duas sentiam por Melanie, eu sabia que qualquer coisa me acontecesse, elas cuidariam da minha filha.

— É que a Didinha Laurel vai me levar pra passear. – Melanie falou

— Você só me abraçou primeiro por que vamos sair?

— Parem de massacrar minha neta – mamãe levantou e puxou uma Melanie de beicinho para seus braços – Vou cuidar de você meu amor – e saíram em direção ao segundo andar.

— Agora você – Laurel apontou para mim – Como foi com Oliver?

— Onde está Ray? – Sara perguntou

— Ainda vai ter casamento?

— Ray sabe que você e Oliver se beijaram? – Laurel falou e eu arregalei os olhos

— Como você..?

— Bem que falou que se jogasse verde ela se entregaria – Sara riu e eu passei as duas mãos no rosto – Como foi?

— Eu não quero falar disso – suspirei e fechei os olhos. Eu não queria falar disso , mas eu precisava falar disso. E qual é!? Era Laurel e Sara ali, minhas irmãs de coração – Tudo bem – abri os olhos – Foi na noite que Laurel e Mel saíram pro cinema.

— Não queremos saber quando... – Lau cruzou os braços

— Foi bom, foi um beijo cheio de saudade e...

— E desejo, amor – Sara completou – Vocês se amam ainda, Felicity. Não amor assim não se esvai com o tempo, muito pelo contrario, o tempo só faz ele ficar mais forte. E você tem um elo, um laço que sempre vai cruzar a vida de vocês dois. Melanie. Ela é o fruto desse amor que ainda ta ai vivo dentro de você.

— A Sara tem razão. – Laurel se aproximou e segurou minha mão – Você se sente mal por ter traído Ray?

— Me sinto culpada. – admiti – Não me sinto mal, só sinto...

— Sente pena. – Sara falou e eu assenti.

— Olha como Mel está feliz por ter contato com o pai dela, eu acredito que Oliver tenha te pedido desculpas pelo que aconteceu no passado. Mas a culpa não é só dele... Se ele não estava acreditando na gravidez você devia ter mostrado que era verdade.

— Eu sei que fui egoísta, mas que aconteceu, aconteceu. Não posso mudar.

— Sim – Sara pegou a outra mão – Não pode mudar o passado, mas pode fazer o futuro ser diferente. – sorriu – Olha como aquele homem te olha, Lissy, ele é louco por você! Você disse que ele foi atrás de você em Ivy tempos atrás. Ray foi o empecilho de vocês não estarem juntos desde de início, não deixe que ele seja o empecilho de você ser feliz agora.

— Olha todas as coisas que Ray já fez por mim, eu não posso simplesmente abandoná-lo.

— Arrume outra forma de agradecer – Laurel falou – Não sacrifique a sua felicidade e a de Melanie por isso. Entre você e Ray foi bom o tempo que tinha que ser, mas Oliver é o seu amor, não ele. Oliver é o pai da sua filha, Oliver é o seu marido.

— Eu sei – suspirei – Só de pensar que eu vim aqui por um divórcio.

— Não se prive de ser feliz, Lissy, não tenha medo disso. – Sara beijou a minha testa – Vou voltar a dormir – pegou uma xícara de café e sumiu escada acima.

— Obrigada – falei olhando para a Laurel

— Converse com Oliver, converse com Ray. – beijou minha testa – Não se prive de ser feliz.

Assenti e suspirei. Mesmo que eu não quisesse admitir, mesmo que eu lutasse contra tudo isso, eu tinha que dar razão a elas. Elas estavam certas.

Quem eu queria enganar? Eu sempre amei Oliver, isso nunca vai mudar. Tentei usar Ray para esquecê-lo, mas eu estava sendo egoísta, eu estava privando Ray de encontrar alguém que realmente o amasse. Alguém que o amasse como eu amo Oliver.

Tomei meu café da manhã e uns minutos depois a miniatura de Oliver desceu as escadas correndo. Estava linda de vestido rosa e jaqueta jeans. Ela tomou os remédios e uma vitamina, e então saiu com a Laurel. Sara realmente tinha apagado e mamãe foi bater perna pela cidade.

Sozinha. Abandonada.

Ri com esse pensamento e me joguei no sofá. Não percebi quando peguei no sono.

POV LAUREL

— Eu achei que a Lissy não ia deixar a Queenzinha sair com a gente – Tommy falou enquanto andávamos no parque que tinha em volta no Museu, eu havia alugado uma bicicleta com rodinhas para Melanie andar.

— Ela está mudando seus conceitos...

— O coração de pedra esta se derretendo? – ele riu – Tomei a liberdade de chama outra pessoa para nosso passeio, fiquei com medo de falar e...

— PAPAI! – Melanie gritou largando a bicicleta alugada e correndo para Oliver que carregava uma bicicleta completamente rosa com fitas penduradas.

— Você chamou o Oliver? – arqueei a sobrancelha

— Ele fica com a filha e eu com a madrinha – piscou

Espertinho! Ri e lhe dei um selinho.

Digamos que eu e Tommy tenhamos avançado bastante. Não era um namoro, mas estavamos nos conhecendo melhor e eu estava feliz. Por estar tão feliz, eu queria que Felicity ficasse também. E eu sabia que a felicidade dela estava bem ali, na minha frente, abraçando forte a filha deles.

— Eu posso conviver com isso – falei

— Laurel – Oliver falou quando se aproximou com Melanie em um braço e a bicicleta no outro – Senhor Merda – cumprimentou Tommy e eu prendi o riso assim como Melanie.

— Vocês são ridículos – Tommy falou e me abraçou – Só não respondo a altura porque estou com a minha namorada

— Eu sou sua namorada? – arqueei a sobrancelha

— Desculpe – ele ficou de joelhos no meio do parque e me olhou – Dinah Laurel Lance, você quer namorar comigo? Eu não tenho um anel, mas se as coisas continuarem andando como eu previ, em breve eu estarei com um em minhas mão e nessa mesma posição.

— Aaaa a dindinha quer sim – Melanie falou e nós três rimos

— Eu aceito ser sua namorada, Senhor Merda – sorri me jogando em seus braços.

Eu simplesmente não pensei que eu morava em Ivy Town e ele em Starling City. Eu só queria ser feliz com Tommy, e nós daríamos um jeito.

POV OLIVER

Passar a manhã com Melanie e Felicity foi tão bom. Meu coração pedia por mais e eu estava começando a sentir o gostinho do que é realmente ser um pai. O sentimento de amor por Melanie só crescia e se tornava mais forte. A vontade de estar com ela a todo o tempo, me chamando de “papai”. Era inexplicável.

Eu ainda tinha que lidar com meu pai falando que Felicity estava me dando um golpe, mas qualquer um sabia que ela era mais rica que eu... Ela fez seu futuro, ela saiu de Starling em busca de algo e conseguiu. E isso me orgulhava. Agora eu só queria tê-las comigo a todo o tempo.

E eu lutaria por isso.

Era o que eu mais queria.

E eu conseguiria.

— Papai, eu não consigo – Melanie falou choramingando sentada na bicicleta nova e sem rodinhas

— Você consegue sim. – disse segurando o banco. – Pedale, princesa

— Você não vai me soltar?

— Nunca.

Fiquei feliz em saber que isso eu não perdi na vida da minha filha, perdi tanta coisa... Mas aqui estava eu a ensinando a andar de bicicleta. Felicity não sabia andar, nunca soube. Então meu palpite de que Melanie não sabia estava certo.

Laurel e Tommy tinham saído para namorar e eu fiquei encarregado de devolver Melanie inteira para Felicity mais tarde.

Melanie pedalou feliz e eu as poucos fui soltando-a e ela nem percebeu que estava sozinha.

— Não me deixe ir sozinha papai – falou

— Não deixarei, querida – sorri e fui andando ao seu lado, e ela pedalando sozinha sem as rodinhas.

Sorri abertamente ao perceber que eu havia feito algo pela minha filha. Fiz um pequeno vídeo dela pedalando sozinha e enviei para Felicity.

Oliver: Meu primeiro progresso como pai.

Estranhei porque não houve uma resposta imediata. Será que tinha acontecido algo? Eu esperava que ela esbravejasse algo como “Cuida direito da menina”. Mas nada aconteceu.

— Papai, você me soltou – ela riu nervosa

— Sim, está tudo bem para você? – perguntei

— Eu sei papai! – ela abriu um sorriso – Eu sei andar sozinha

— Sabe sim.

— Eu quero contar para a mamãe – ela freou e desequilibrou, mas segurei a tempo – Ops!

— Que tal buscarmos sua mãe para almoçarmos?

— Vamos! – saiu correndo na minha frente e eu fiquei nervoso com a possibilidade de perder a minha filha no meio daquelas outras crianças no nosso primeiro passeio.

— Melanie, é por aqui – apontei para o estacionamento e peguei a bicicleta nos braços, agradeci por ter vindo de carro e não de moto.

Dirigi em direção ao loft e Melanie passou o caminho todo me fazendo milhares de perguntas. Falou que conhecia a rainha e a princesa da minha família, perguntou se tinha um rei e falou que queria conhecer o avô.

Eu sabia que esse encontro tinha que acontecer, meu pai seria um problema, mas eu não deixaria ele destratar a minha filha.

— Chegamos. – falei descendo do carro e abrindo a porta para a Melanie.

— Mamãe gosta de comer macarrão – ela falou vindo para o meu colo, andamos para a portaria – Olá, Sr Charles – ela sorriu com cumprimentou o porteiro

— Oi, pequena Melanie – o senhor grisalho olhou para mim – Acredito que eu não precise anunciar.

— Não precisa – falei assentindo e fomos para o elevador.

Eu tinha um sorriso bobo no rosto, eu estava orgulhoso demais da filha que eu tinha.

— Papai

— Sim – olhei para ela

— Vai mais rápido, eu quero a minha mãe – faz beicinho

— Não gostou do nosso passeio?

— Eu gostei, mas a mamãe tem que estar aqui também – ela falou deitando a cabeça no meu ombro – É perigoso a mamãe ficar sozinha

— Vamos buscar a mamãe, ok? – falei e as portas do elevador se abriram.

Felicity estava no último andar onde só tinha o apartamento dela, o corredor tinha umas decorações com plantas e a porta do loft estava escancarada e vozes altas vinham la de dentro, Melanie se apertou em mim. Ela sentiu que tinha algo errado com a mãe.

Ray, para— ela gritou e isso me fez ficar com alerta. Eu precisava tirar as duas daqui.

— Olha pra mim – falei e Melanie olhou – Fica aqui, ok? – ela assistiu olhando para a porta de onde um barulho alto de um tapa veio. Se aquele desgraçado tivesse levantado a mão pra ele, eu ia matá-lo

— Você vai buscar a mamãe? – ela tremeu

— Me larga, Ray— ela gritou fazendo Melanie fungar

— Vou, meu amor – beijei sua testa e a deixei no corredor.

Eu estava imaginando diversas maneiras de acabar com a vida de Raymond Palmer, eu conhecia assassinos da lutas clandestinas. Ou eu mesmo faria isso com as minhas próprias mãos.

Entrei no loft e estagnei com a cena a minha frente. Raymond estava pressionando Felicity contra parede. Ver seu vestido rasgado deixando um dos seios para fora, seu rabo de cavalo bagunçado, seu olhar de assustada e seu rosto cheio de lágrimas me fez soltar um rosnado de ódio. Ray a segurava pelo pescoço e outra mão tapava a sua boca, ele se concentrava em sugar o seio que o rasgo do vestido deixava amostra.

Eu sai do meu transe quando ela me viu e soltou um grito abafado pela mão dele, avancei para cima de Ray acertando meu melhor soco em sua costela. Ele caiu no chão gemendo e dor e Felicity escorregou pela parede sentando no chão e chorando compulsivamente.

Eu via vermelho, eu queria acabar com Ray. Eu queria matá-lo por encostar em Felicity sem ela permitir.

— O que você pensa que está fazendo? – ele perguntou se levantando com a mão na costela

— Essa pergunta eu faço para você – parti pra cima dele lhe acertando um soco no nariz, ouvi o mesmo quebrar e Ray voltou para o chão. Mas ele se levantou mesmo jorrando sangue e tentou avançar em mim, desviei e acertei um soco em sua mandíbula. Ele não caiu, mas cambaleou. Acertei outro soco com a intenção de fazê-lo cair, conseguindo meu objetivo eu montei nele e dei uma sequência de socos em seu rosto. Eu podia matá-lo, eu queria matá-lo.

O sangue se Ray já estava sujando a minha roupa, ele não fazia nada para se soltar e isso me deixou com mais ódio. Socava seu rosto de uma forma que seu sangue espirrava até para o chão. Eu estava fazendo um estrago naquele rosto cínico. E eu estava gostando.

— Oliver, chega – a voz de Felicity alto me fez para e olha-la, eu acredito que ela devia estar falando aquilo a bastante tempo, mas eu estava entretido demais na minha bolha de ódio e raiva – Chega, vamos embora. — chorou

— Olha o que ele estava fazendo com você. Eu tenho que matá-lo — rosnei e preparei outro soco

— Melanie... – olhou para a porta e eu segui seu olhar.

Por isso o desgraçado parou de revidar, ele viu que Melanie estava vendo. Aquilo me fez ter vontade de matá-lo ainda mais.

Minha filha me olhava assustada, e isso me fez levantar em um rompante. Ela me olhava com medo. Melanie me viu quase matar o único homem que ela conhecia, o homem que estava com ela desde sempre e por mais que ela dissesse não gostar dele, ele ainda era a única visão de pai que ela teve desde o seu nascimento. E estava quase o matando.

— Mamãe — ela chorou – O que está acontecendo? Porque o Oliver está machucando o tio Ray? Ele vai me machucar também?

— Não – Felicity levantou tremendo e segurando o rasgo do vestido – Seu pai não vai fazer nada com você, nunca.

— Porque ele fez isso? – olhou para Ray e depois para a mãe. Mas nunca me encarava.

— Amor, o Ray estava machucando a mamãe – Felicity fungou – O papai só estava me ajudando e...

— Mas você falou que não podemos machucar as pessoas que machucam a gente.

— Melanie... – comecei me aproximando dela

— Não – me olhou – Mamãe – olhou para a mãe – Eu estou com medo, podemos ir pra casa?

Notas finais
Demorei, mas voltei! Estava em provas na faculdade... Gente, esse é o último capítulo do ano :( Vou viajar agora dia 20 para passar o Natal, e depois iria viajar para passar o ano novo. Mas juro que vou continuar escrevendo e voltarei com um cap já pronto. Amanhã atualizarei Dinastia e então voltarei apenas em 2018. Desejo para vocês um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de realizações. Obrigada por acompanharem City of Angles ♥ Beijos! Comentem! Recomendem! (presente de Natal para mim) ♥♥♥