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....... . . . . . . . . . . .inzas Queimadas

Não aqui estamos

Neste pútrido e fúnebre lugar

Atos, ou consequencias deles

Portas trancadas, sangue a jorrar

Posso ver seu sofrimento

Pobre homem sem pão

Da qual as mãos calejadas

Ossos, mizéria e perdão

Deus, seus filhos padecem

Nos pecados, sol frio

Refém de nossas vidas

Almas naquele rio

Somos aqueles malditos

Na luz escura de viver

Tão escuro que posso ouvir

Tão claro, não posso ver

Este caminho não

Ele não se faz formar

Já há muito está feito

E por ele, me deixo levar

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.