Uma semana se passou e nada de Jecie, era tão normal a menina passar dias fora de casa que ninguém ligava mais, mas Hannah não conhecia a rotina da Jecie em casa depois que todos se reuniram na hora do almoço ela resolveu pergunta a eles sobre esse desaparecimento de dias dela os meninos explicaram que era normal essas sumidas dela. No dia seguinte Dyllan foi o primeira a chegar e casa depois de um dia de trabalho de repente seus olhos se aumentaram o que merda é essa? — Jecie? Meu Deus... Jecie... . Hadrian escolheu essa hora para chegar – Que merda é essa, irmão? — pega a merda do celular e liga para a ambulancia. Hadrian obedece desnorteado vendo o corpo da companheira de quarto caido no chão da sua sala respirando com dificuldade ele da todas as informações que sabe em seguida Kell e Hannah chega conversando sobre alguma coisa aleatoria os olhos de Kell se arregalam então Hannah resolve olhar para o que provocou isso então ela vê Dyllan tentando checar a pulsação de Jecie e o seu irmão desesperado no telefone — O que esta acontecendo? ... Mano, D. O que está acontecendo? ... Alguém pode me responder — Não sabemos Na só que o D. encontrou ela assim. Kell pega no braço de Hannah e a leva para sentar em uns dos bancos e pede para ela ficar calma que entrar em pânico que ela vai ficar bem e ela abraça ele muito apertado ... Alguns minutos se passaram e os paramédicos chegaram e levaram o corpo, Jecie foi levada para um hospital Dyllan e Hadrian tava dando todas as informações que sabiam enquanto Kell ainda tava segurando Hannah – querida, você quer ser psicóloga certo? Então mantenha a calma. Hannah respirou fundo — E se ela tiver morta? — Sem “e se” Na sem “e se”... – ok. Eles observaram os paramédicos levando a amiga para o hospital em uma maca No hospital os quatro estavam esperando notícia. O médico lentamente se a próxima dos quatro perguntando quem era parente dela foi nessa hora que chegou uma mulher com o cabelo castanho escuro baixo parecendo com Jecie só que a única diferencia é que ela parecia bem mais sofisticada do que a Jecie seria em anos. — Eu sou a mãe dela. Os quatro se entreolharam como assim ninguém avisou a mãe dela ninguém sabia quem era a mãe de Jecie nem sabiam que ela tinha uma mãe Jecie sempre foi reservada nesse lance de família e ninguém sabia o porquê todos só sabiam o que ela permitia. O médico balançou a cabeça ela tinha uma expressão neutra olhando pros quatro ali perguntou se ela queria ir para um lugar mais reservado e a mulher concordou. – como assim eles não vão dizer a gente? Hadrian estourou – foi a gente que ligou para a emergência, a gente encontrou ela no nosso apartamento isso é uma injustiça. — Cala a boca imbecil ela é mãe e mesmo que não fosse elas são bem parecidas. Hannah exclamou. Ela tinha tomado um remédio para relaxar só que não ajudou muito ela tá nervosa principalmente depois de ver a suposta mãe de Jecie gritando e chorando feito uma louca. Que por Deus não seja o que eles estavam pensando. Depois de um tempo a mãe de Jecie se recompõe e tanto ela quanto o médico olharam para os quatro, ela falou algo e ele concordou com a cabeça e ela veio andando para eles. — Bom eu sei que nós não nos conhecemos, mas eu sou a Margot Matheus a mãe de Jecie eu sabia que ela dividia apartamento, suponho que é com vocês, certo? — Sim. Dyllan falou rapidamente – Senhora Margot, é... sinto muito, mas o que o médico falou para a senhora? — Não sabia que ela tinha mãe. Sussurrou Kell. Margot olhou para Kell de cima a baixo suspirou pesadamente voltando a atenção para Dyllan e continuou. – Não cheguei nessa parte meu filho. Bem como eu ia dizendo eu sou a mãe apesar dela não falar muito de mim. — Deu uma olhada para Kell e continuou. – eu não sei o que aconteceu com minha filha o tempo que ela tava lá e não sei como ela... ela... – A mulher começou a chorar. — Morreu? Hannah pergunta segurando a mão de Kell e do irmão apesar de não acreditar nisso. — Sim, minha filha morreu. Eu... Eu nunca pensei que ela... Oh meu Deus me desculpem o médico falou que ela já chegou sem vida aqui e que tinha algumas escoriações . Vocês... Não saberiam me dizer quem fez isso, não é? Todos se olharam balançando a cabeça Hadrian falou: — Não fazemos a mínima ideia. Não conhecemos muito bem os amigos da Jecie fora da nossa casa ela sempre foi reservada nem sabíamos que ela tinha família. a margot assentiu — Ah sei, assim como seu pai, ela era uma pessoa reservada me desculpe aqui tá o meu cartão – disse a mulher pegando um cartão e entregando a Hadrian. – me liguem se souberem de algo. Agora tenho que reconhecer o corpo da minha menininha. — Estranho como ela soube que a “menininha” dela tava aqui? – Hannah se colocou na frente dos meninos cruzando os braços no peito e levantando uma sobrancelha.
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