Cinco Garotas e o SHINee

9 Capítulo 8 - O romance está no ar.


Notas iniciais
Oi, pessoal! Aqui está mais um capítulo para vocês. Boa leitura!

Líh P.D.V.

Eu entrei novamente, corada e cantando a letra de Life. Eu tinha no rosto um sorriso que não iria se desfazer nem que o mundo desabasse em mim agora. A letra de Life não saia da minha cabeça. Eu queria que nosso relacionamento fosse como a letra da música: Suave, romantico, verdadeiro, forte e inquebrável.As meninas logo viram minha evidente felicidade e corremos para o meu quarto para conversar. Elas me puxaram pela mão e sentamo-nos no chão como fazíamos quando crianças.

- Conta tudinho, Líh. — disse Lina, empolgada.

- Vocês vão mesmo sair? — perguntou Sulley.

- Vamos... — respondi, com o rosto corado e olhando para o chão.

- Ah, que lindo! — exclamou Bruna, com os olhos brilhando e dando mais um de seus ataques de pulinhos e palmas.

- Bruna, pára, ela vai parar de falar. — disse Lina, repreendendo a Bruh — Ela já 'tá olhando pro chão de novo.

- Mas o que é que tem? — perguntou Sam — E se eu vi bem... Ele estava todo animadinho.

- Cala a boca! — exclamei, corando mais.

Eu parei um momento. Todas elas já se apaixonaram, já namoraram e eu era a única que só tinha dado um beijo — eu tinha 15 anos, na época — na vida e estava apaixonda pela primeira vez por um cara que conhecia a menos de duas semanas.

- Mas será que vai rolar beijo? — perguntou Sulley, com um sorriso malicioso nos lábios.

- Se não rolar, eu vou bater nos dois! — respondeu Bruna — Vocês vão formar um casal lindo!

- Bruh, nem todo mundo é apressadinho que nem você, não, ok? — revidou Sam, rolando os olhos.

- É verdade! — dissemos todas, em coro.

- Olha quem fala! A senhorita que agarrou o TaeMin no banheiro masculino!

- Ok, meninas, estamos perdendo o foco! — repreendeu Lina, vendo que Samy corava e que o rumo da conversa estava mudando — O caso aqui é a Líh e o Jong.

Eu estava literalmente flutuando. Não ligava para o que acontecia ao meu redor. Eu só queria pensar nele e sorrir feito uma boba. Os poucos momentos que passamos conversando foram melhores que todas as — poucas — vezes que realmente conversei ou fiquei com outros meninos. Ele era diferente, era especial.

Meu coração disparava, voltava a bater normalmente quando minha atenção era desviada e disparava novamente só de pensar no sorriso dele. Era um sorriso quente, sincero e enlouquecedor.

- Terra para Líh! — dizia Sulley, passando a mão em frente aos meus olhos — Está viva?

- Hã? — perguntei, voltando a realidade — Qual foi a pergunta mesmo?

- Quantas moléculas são necessárias para formar o sorriso do JongHyun? — brincou Samy.

- Não duvida, porque se deixar ela sabe mesmo. — disse Lina, rindo.

- Parem! — exclamei, corando mais.

- Isso mesmo! — defendeu Sulley — Até porque você, Lina, com certeza, também deve saber quantas moléculas tem o sorriso do MinHo.

- 70 mil e 400 molecuLinas. — brincou ela.

- NOSSA, QUE FAIL! — exclamamos juntas.

- Muito fail, Lina. — eu disse — Depois eu sou a boba apaixonada.

- Nunca mais tente fazer piada na vida, Lina. — disse Bruna.

-Falando de piadas e de coisa fail... — disse Sam — Como ficou o seu lance com o Onew oppa, Bruna?

Bruna corou, mas resolveu desconversar como sempre fazia quando o assunto tomava um rumo que ela não gostava. Ela parecia ter uma pilha que não acabava nunca, mas, às vezes — com isso, eu quis dizer: MUITO RARAMENTE — ela sossegava e se comportava como alguém normal.

- Não teve lance, Samy unnie! Foi só um beijo! — respondeu Bruh, já sorrindo maliciosamente e se preparando para mudar o assunto de novo — Mas se ele quiser eu posso dar mais!

- Credo, sua pervertida! — exclamou Sulley, fazendo uma careta de nojo.

- Eu não ouvi isso. — eu dizia como se fosse um mantra — Eu não ouvi isso.

- Ouviu sim. — disse Sulley, novamente — É a Bruna, esqueceu?

- Não... — disse — Não mesmo.

Continuamos a conversar por mais um longo tempo. Eu gostava quando nos reuníamos assim, mas naquele dia em especial, eu só conseguia pensar no Jong. Eu tinha que ter certeza que tudo daria certo e se dependesse de mim seria uma noite pra lembrar pro resto da minha vida!

MinHo P.D.V.

Eu estava prostado na minha cama. Houvera outro escândalo no corredor e eu não queria aturar os ataques de omma/diva do Key.Era um tédio mais que total ficar olhando pro teto sem pensar nada coerente, mas me dava uma vontade louca de sair dali e parar para conversar com a primeira pessoa que eu ver — desde que não resida aqui.

Levantei e saí um pouco. Fui para o terraço do prédio onde morávamos. Às vezes, ia para lá para pensar um pouco. O lugar era bem calmo, já que ninguém ia lá, exceto os funcionários que raramente apareciam. Lá de cima, fiquei parado enquanto sentia a brisa de fim de tarde bater em meu rosto. Aquela sensação era tão boa que se eu pudesse a sentiria para sempre.Fui tirado do meu transe quando a porta enferrujada se abriu, e uma das novas vizinhas apareceu no terraço. Ela corou violentamente e olhou para o chão.

- D-desculpe. — disse ela — Eu volto mais tarde.

- Ei! — chamei, fazendo-a voltar — Fique aqui. Eu queria mesmo conversar com alguém.

Senti que ela corava por completo, mas ainda assim um sorriso encantador apareceu em seu rosto e ela entrou. Veio em minha direção e se apoiou na grade de segurança para olhar a paisagem, mas aí eu lembrei de uma coisinha: Eu havia esquecido o nome dela.

- Qual é o seu nome mesmo?

- Ana Carolina, mas me chame de Lina.

- Por que todo mundo aqui ama ter apelidos? — perguntei, irritado com tantos mini-nomes para lembrar. Ela riu — Prazer. Sou Choi MinHo!

Eu sabia que ela já sabia meu nome, mas ainda assim uma apresentação formal parecia ser a mais adequada para o momento.Não sei porque, mas algo me impulsionava a querer impressionar aquela garota. Ela parecia ser melhor e menos comum que o resto das garotas que eu conhecia.

- Prazer! Deve ser porque ninguém aqui gosta dos próprios nomes. — respondeu ela, sorrindo novamente — Ana Carolina... Que nome enorme e é tão comum no Brasil. A maioria pede para ser chamada de Carol, eu quis me diferenciar das outras Ana Carolinas e resolvi pedir para que me chamassem de Lina.

É, ela tinha a mesma mania do Key. "Faz noção da quantidade de Kim Kibum's que existem nesse país?", a frase voltava a minha mente, me fazendo rir um pouco. Ela fez uma careta confusa.

- Você tem a mesma mania do Key, sabia? — eu perguntei. Ela negou com a cabeça, fazendo uma careta de desgosto.

- O Key já criou muita confusão e ofendeu duas das minhas melhores amigas! Por favor, não me compare a ele. — disse ela, firme — Desculpe. Eu sei que vocês são amigos, mas eu simplesmente não posso ignorar os sentimentos do meu coração.

Suas palavras soaram verdadeiras e firmes, mas ainda assim extremamente suaves. Sua presença me acalmava e eu me sentia feliz ao seu lado. Por algum motivo, eu estava gostando de ficar ao seu lado muito mais do que esperava.

Me aproximei dela devagar, ela estava distraída olhando a paisagem. Abracei-a por trás e ela se virou. Nós estávamos perto, muito perto. Os lábios dela eram rosados e pareciam me pedir para tocá-los. Eu aproximei nossos rostos e, finalmente, quebrei toda a distância, selando nossos lábios.

O beijo era calmo e doce, mas, ao mesmo tempo, intoxicante e fazia com que eu queresse mais daqueles lábios. Paramos quando sentimos falta de ar.

Olhei em seus olhos negros e procurei saber o que sentia. Ela tinha o rosto parado em choque, mas seus olhos eram expressivos. Ela estava com vergonha, mas sabia que ela queria mais e, novamente, selei nossos lábios. Ela se assustou e, hesitante, me concedeu passagem quando eu a pedi. Logo, paramos novamente para respirar.

- MinHo, gosto de você. Na verdade, antes de eu te conhecer... — ela se interrompeu, corando, mas respirou fundo e continuou — Você era o meu bias.

Neste momento, senti meus olhos aumentarem de tamanho e eu meio que congelei. Eu não sabia o que falar. Saber que ela gostava de mim, me fez extremamente feliz, mas ao mesmo tempo, eu fiquei decepcionado também, porque isso significava que ela só gostava de mim como um ídolo.

Eu fiquei completamente confuso e sem saber o que dizer ou sentir. Me afastei lentamente enquanto ela me encarava com seus olhos brilhantes e encantadores.

- Não, não faz essa cara, Min, por favor! — ela pediu, manhosa — Eu gostei de você como pessoa e como alguém que eu queria ficar depois do dia passei na sua casa.

- M-me desculpe, eu estou confuso e tenho que ir! — disse, por fim, saindo.

Senti que meu coração implorava para que eu voltasse lá e a tomasse em meus braços novamente, mas eu não tinha certeza do que estava sentindo e, principalmente, não tinha certeza do que ELA estivesse sentindo.

Onew P.D.V.

Eu conversava com o Minnie na sala, já que Key havia — finalmente — chamado o namorado para sair. TaeMin estava confuso e me pediu ajuda. Sou mesmo sensato com certas coisas, mas sou um desastre como conselheiro amoroso.E eu, por mim mesmo, estava com problemas amorosos. Há um ano, eu tento desenrolar alguma coisa com a Luna das F(x), mas ela não me dá bola e sempre que deixo uma indireta, ela entende e muda de assunto com uma facilidade inacreditável. Só que agora chegou a brasileira loira para me deixar completamente perdido.

Bruna era doce, meiga, gentil e muito animada. Ela conversava sobre tudo, sempre fazia as pessoas rirem com seu jeito meio louco e, eu admito, era uma ótima maratonista. Meu Deus, nunca vi uma pessoa correr tanto por tão pouco como chamar a atenção com a qual conversava.

- Hyung, ottoke? — perguntou TaeMin, afundando o rosto nas mãos.

- Olha, Tae, se fosse a alguns dias atrás, eu diria pra você tomar vergonha na cara e dizer logo pra garota que você a ama para ficar junto com ela! — respondi, sincero, era realmente o que eu faria — Mas, no momento, estou na mesma situação que você, então... Maknae, ottoke?

- Você 'tá de brincadeira, né?! — perguntou ele, me encarando. Neguei com a cabeça e ele apoiou a cabeça em meu ombro.

- É, hyung, pelo visto, somos dois ferrados no amor! — disse ele, rindo sem ânimo.

Eu ri com a inocência com que ele tinha dito aquilo. Não importa o quanto o TaeMin crescesse, ele sempre terá essa inocência angelical que o torna tão fofo.

- É, Tae, somos sim! — respondi, bagunçando seu cabelo.

Nesse momento, vimos MinHo entrar em casa completamente atordoado e não conseguimos conter a curiosidade. Nós o seguimos até seu quarto e lá ele se jogou em sua cama e ficou encarando o teto.

- O que houve, MinHo? — perguntei, curioso.

- Não foi nada! — respondeu ele, irritado.

- Se não fosse nada, você não estaria desse jeito! — disse TaeMin — Pode falar, hyung!

- É que... — ele começou a falar, mas logo parou tentando escolher a melhor maneira de falar — Por que as mulheres são tão complicadas, hein?

- Você também? — perguntou TaeMin, incrédulo.

- Bem-vindo ao clube! — brinquei, sentando no chão e afundando minha cabeça numa almofada que eu roubei da cama do MinHo.

É uma ótima pergunta, MinHo. Porque as mulheres são tão complicadas? E isso ficaria martelando na minha cabeça até eu não aguentar mais. E agora? Quem eu deveria escolher? Luna ou Bruna?

JongHyun P.D.V.

Hoje era a tão aguardada sexta-feira. Eu estava extremamente ansioso. O acordo que eu tinha feito com o pai dela era: "Você pode vê-la sempre que quiser, mas se eu notar que ela está magoada com você, nunca mais chega perto dela". Líh era louca por pizza, então resolvi levá-la a uma pizzaria.

Eu seria o melhor cara do mundo pra Líh, até mesmo pelo bem da minha vida. Ainda assim, eu sentia que o nosso relacionamento iria muito além disso, pois ela me fez descobrir sentimentos que nem eu sabia que eram possíveis de se sentir.Ela era diferente, era dela eu queria ficar perto o máximo que pudesse.

Então, o dia finalmente havia chegado e devo dizer que eu estava digamos... Completamente desesperado! Eu não sabia o que usar, o que comprar para ela, o que dizer, o que fazer! Essa garota conseguiu me afetar de todos os jeitos possíveis. Enfim, como eu sabia que se pedisse conselhos de roupas para os meus amigos, eu teria problemas, imaginei o que me aconteceria: o Key arremessaria tudo o que visse pela frente na minha cara, o TaeMin me vestiria de man-doll e o Onew — provavelmente — me vestiria de frango. Então, fui pedir ajuda ao MinHo que foi como a luz no fim do túnel naquele momento.

Ele ria de mim o tempo todo, mas eu nem ligava, estava mesmo feliz e não tinha vergonha de demonstrar pra ninguém. Me arrumei com algo simples como calça jeans skinny, uma blusa branca, jaqueta de couro e coturnos pretos. E, antes de sair, vi uma pequena comitiva de três pessoas que me esperavam na porta.

- Boa sorte, hyung! — desejou TaeMin.

- Vê se não faz besteira! JongHyun tá apaixonado! — brincou MinHo. Onew me entregou uma rosa vermelha e eu o olhei asustado.

- Você não vai me pedir em namoro, né?! — perguntei, brincando, mas para dar um toque de emoção, arregalei os olhos. Ele me deu um soco no meu ombro e riu.

- Não, seu idiota! Isso é pra você dar pra Líh! — respondeu ele — Ser romântico não custa nada.

- Obrigado, Onew. — agradeci, sincero. Acenei para todos e saí.

Bati na porta, nervoso. O pai da Líh atendeu a porta e pediu para eu esperar um minuto. Só espero que a Líh não demore. A minha ansiedade me consumia por dentro e eu ficava a cada minuto mais nervoso.

Ela saiu e eu parei para admirá-la. Ela estava tão linda. O vestido tomara-que-caia preto com saia aberta naquele tecido de saia de balé que eu não sei o nome e um sobretudo de veludo preto com detalhes em renda vermelha nos bolsos e nos botões de bronze, os pés em sapatilhas. Eu agradeci por isso. Eu já sou baixinho e ela também, mas ela ficaria mais alta que eu em saltos. Ela olhou para o chão e corou.

- Annyeonghaseyo, JongHyun oppa. — ela disse, com a sua voz angelical.

- A-a-annyeonghaseyo! — eu disse, completamente nervoso. Eu consegui falar na velocidade da luz e ainda gaguejar! Olhei pra baixo com o rosto corado.

- Lívia, não chegue tarde. — ordenou seu pai, mandando um olhar frio para mim — E, você, cuida da minha filha direito!

Apenas assenti e esperei o pai dela fechar a porta. Enlacei minha mão na dela e a levei para o estacionamento. Entramos no meu carro e conversamos bastante durante o trajeto até a pizzaria. Líh estava radiante, sorria por qualquer coisa e parecia uma criança em dia de Natal.

Antes de irmos a pizzaria, ela pediu para nós irmos na praça que ficava em frente a ela. Fiz a vontade dela e fomos caminhando pela praça. Ela sorria abertamente. Os lábios cor de rosa pareceram mais convidativos que nunca. Líh me olhava nos olhos que, de repente, me fizeram olhar nas esmeraldas dos olhos dela. Perdi meus pensamentos ali durante um tempo. Tempo suficiente para eu me aproximar dela.

Passei meu braço pela sua cintura, enlaçando-a e a trazendo para mais perto. Aproximei nossos rostos delicadamente e toquei os lábios dela, em um simples selo. Ela passou as mãos em volta do meu pescoço e pedi permissão para realmente beijá-la. Ela aceitou, receosa, mas logo correspondeu. O beijo era lento, calmo e intenso. As nossas respirações se encontravam no mesmo ritmo acelerado, ansioso e apaixonado. Explorávamos cada minímo canto de nossas bocas, nossas línguas dançavam suavemente, trazendo a mim o doce gosto de morango do brilho que ela usava nos lábios. Nós paramos sem ar. Aquele foi o melhor momento da minha vida.

Ela olhou ao redor e foi aí que ela viu o enorme panda de pelúcia na barraca de tiro ao alvo. Os olhos dela brilharam e ela olhou para mim, implorando por ele. Eu iria ganhar aquele panda para ela. Assim como o previsto, consegui ganhar o panda e ela abriu um sorriso lindo em resposta.

- Kansahamnida, Jjong. — ela disse, agradecida e sorrindo tanto quanto podia — Vamos comer?

- Vamos. — eu disse e a levei para o interior da pizzaria.

O lugar era imenso e a comida era ótima. Eu tinha reservado uma mesa para nós anteontem e nos sentamos numa mesa afastada para termos privacidade para conversarmos sem sermos interrompidos por fãs ou qualquer outra pessoa que nos reconhecesse.

Líh comia devagar, mas eu via a vontade de comer a pizza com a mão. Ela havia me dito que gostava de comer pizza com as mãos em casa e que detestava comer pizza com garfo e faca. Conversamos mais um pouco e eu aprovetei cada segundo ao lado dela. Isso até ela me informar as horas.

- Oppa, são quase dez horas. — ela disse, com o olhar triste e sem graça — É melhor voltarmos.

No carro, enquanto cantávamos No Other o mais alto que podíamos, eu ouvi a voz dela pela primeira vez. A voz era perfeitamente afinada, calma, melodiosa, aguda e suave. Nunca tinha ouvido ninguém cantar que nem ela.

E eu me apaixonava por ela a cada segundo que passava. Beijamo-nos uma última vez antes de eu bater na porta da casa dela. O panda de pelúcia estava sendo quase esmagado de tanto que ela o apertava. Ela estava nervosa. Ricardo abriu a porta e sorriu ao ver Líh sorrindo também.

- Kansahamnida, oppa. — disse ela — Nunca me diverti tanto na vida.

- Não por isso, Líh. — respondi, corando um pouco. — Boa noite, sr. Moraes. Boa noite, Líh.

- Boa noite. — disseram os dois, em uníssono.

Líh entrou em casa e a porta foi fechada e era hora de eu ir para a minha. Atravessei o corredor e entrei em casa, mas antes dei um olhada na porta do apartamento da frente.

Lívia Moraes, não retiro minha promessa, você ainda vai ter Kim como sobrenome.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.