Notas iniciais
obrigada, JuliaLuciano, Peter França, Dan (do canal dan dub), Roama Marina, e os outros que aparecem na fic.

Eu estava me despedindo de minha família e amigos no aeroporto, incrível como a personalidade deles infligiam em seus atos:

Roama(minha amiga retardada que só fala idiotice)- “atê…foi legal…vou sentir saudade”, dois tapinhas nas costas e um abraço tímido.

André (amigo carismático e EXTREMAMENTE CARENTE POR ALGUÉM)- “ eu vou chorar...” um risinho sem graça que logo se tornou uma careta, seguida de um abraço comun.

alana(amiga desde o maternal onde comíamos massinha e brincávamos de pique-esconde)- “vai me abandonar né…eu nunca mais vou ser feliz”, eu a repreendi dizendo coisas como,“eu volto logo” ou “se você chorar assim eu choro também”

Guilherme(primo amado, fabuloso e melhor amigo gay PORÉM ELE É HÉTERO)- “tchau…te vejo…depois…hehe”, eu sentiria muita falta dele, meu primo que conviveu comigo durante toda minha vida…deixei escorrer uma lágrima quente enquanto o abraçava.

pai- foi tão doloroso que meu cérebro apagou a maior parte da despedida, oque me lembro era de um abraço cheio de ternura, ele disse algumas coisas…tipo…“papai te ama viu filha?” E “estude”,

Observei minha mãe dando um abraço no meu pai, eles eram separados mas o amor ainda existia em algum lugar…

Eles ainda só não sabiam aonde.

Eu ia me virar para o carrinho de malas que era de onde minha cadelinha Mel me encarava, porém senti Roama puxar meu braço,

" Roama, isso tudo é amor?" Disse encarando ela que parecia nervosa "sai piranha, eu só queria te entregar algo, mas…você só vai abrir dentro do avião, ESCUTOU? " ok …ela parecia muito nervosa "ta bom! já entendi."peguei um pacote de embrulho cinza que ela me entregou e sai acenando pros meus adorados trouxas…ah! E pai.

Passamos pelo portão de embarque, entreguei meus documentos para uma moça que apesar de jovem parecia precisar de café, e fui me sentar ao lado de minha mãe que observava algum ponto do chão,

“mãe…você está bem?”

Ela me encarou com olhos vazios,

“será que o caminhão de mudança já chegou na casa da sua vó?”

E o rosto dela voltou ao normal.

Passamos o resto da viagem em silencio, porém houve um momento de puro tédio no qual eu não aguentava mais ficar olhando pro assento à minha frente e resolvi abrir o pacote, nele havia um sketchbook preto com um guarda -chuva preto na frente, o virei e vi outro guarda-chuva porém este era vermelho, eu abri o pequeno caderno deixando um bilhete cair.

"Nunca mais deixe que digam que seus sonhos Te atrapalham ."

Notas finais
*chorando* espero que gostem, capitulo 2 em breve.