Notas iniciais
Certo gente, esse é o fim. Demorei, mas aqui está... Não sei se é o fim que vocês estão esperando há um mês, maaaaaas acho que ficou bom u.u Leiam as notas finais, okay?

Fazer 25 anos não é fácil.

Significa que já está óbvio que seus braços são muito curtos para abraçar o mundo e que a única forma de conquistá-lo é dando a mão a alguém.

Eu gostava da ideia de contorná-lo sozinha, com uma corda talvez. Porém, eu meio que já tenho alguém que segure a outra ponta da corda para mim.

– Alguém ai viu o Jeremy?

– Não!

Todos se viram para mim, negando com a cabeça. É, parece que minha corda está meio frouxa. Onde aquele pirralho se meteu?

– E alguém por acaso sabe para onde ele foi?

– Não o vejo desde a hora do café, querida.

Observo meu pai com os braços nos ombros de minha mãe... É um pouco tosco, mas essa cena quase me faz chorar de emoção. Eu disse quase. Sorrio para eles e Kari me cega com seus dentes de marfim. Argh, Rainha das Ninfas perfeita do caramba!

Dou um suspiro incontido e ajeito as folhas do buquê. É o dia mais especial da minha vida e aquele idiota desaparece!

Alguém cutuca minhas costelas e olho para trás esperando encontrar aquele sorrisinho infantil, mas é Christian chamando minha atenção.

“A que horas temos que estar lá?”

“A festa começa as 19:00, então temos que estar lá por volta das 16:30. Saímos em 40 minutos.”

“Ok.”

Isso aqui está parecendo um encontro de casais: Mamãe e Papai, Agatha e Christian, Zoe e Andrew, Madson e Cal, Jay e Anna, eu e a Vassoura.

Desenvolvi um relacionamento lesbiônico com ela.

Certo, isso foi estranho. Esqueça!

Ajeito o ultimo buquê no vaso e o coloco na caixa ao lado de seus irmãos. Coisas mais lindinhas da mamãe! Pequenos arranjos com flores brancas e azuis dentro de vasinhos de alumínio envoltos com laços dourados. Meus deuses, eu sou tão boa nisso que deveria receber um prêmio! Algo como “A Pessoa Mais Incapacitada do Mundo Que Sabe Fazer Alguma Coisa de Útil”.

Empurro o carrinho carregado de caixas até a van e sorrio quando Jay começa a guardá-los ao lado das outras flores. Estou quase me virando para entrar quando ele me chama.

– Que foi Jay?

– Er, eu meio que queria te pedir um conselho...

Ele dá uma coçadinha na cabeça e me encara envergonhado. O que esse marmanjo quer de mim? Faço cara de interrogação.

– Olha Dona Chefa –

– Por favor, Jay, não me chame assim.

– Ok, desculpa... Olha Sarah, até sei que você nem é a pessoa mais adequada pra eu perguntar isso, eu preferiria falar com o Calvin ou com o Jeremy, mas estou entrando em desespero e você é a pessoa, entre aquele povo lá dentro, em quem eu mais confio pra perguntar isso.

Meus olhos viram fendas obscuras e cruzo os braços. Jason, Jason...

– Er, eu, bem, eu quero meio que pedir a Anna em casamento, mas não sei como fazer isso...

– E porque eu não sou a pessoa mais adequada pra te ajudar?

– Por que, em primeiro lugar: você é uma garota; em segundo: você provavelmente vai acabar contado para as gêmeas que por sua vez vão contar para a Anna; e em terceiro: você é péssima com relacionamentos.

Eu dou um emprego a esse bastardo pra ele poder pagar seu aluguel (ele trabalhava com Cal para o Senhor Prince, mas achou que trabalhar num escritório era muito perigoso para alguém que ama o ar livre... Então eu o contratei, já que aqui era o mais perto da natureza que ele chegaria em New York) e ele me fala uma coisa dessas?

Certo, provavelmente é a verdade.

Na verdade, acho que é a mais pura de todas.

Então dou a ele meu melhor sorriso genuíno e isso parece acalmá-lo um pouco. Só um pouco, por que logo volto a encará-lo. Não sei bem o que dizer, já que não sou boa com conselhos e não entendo nada de relacionamentos, então opto por dar um conselho genérico, desses que se dá certo em qualquer ocasião.

– Mantenha-se sempre em guarda, ó infortunado guerreiro, pronto para a batalha com a espada em punho. E mais importante: mantenha-se sereno e atento ao tempo.

– Quê?

Enquanto fazia esse lindo discurso, tentei me manter o mais séria possível, imitando a poker-face de Jeremy, mas não aguentei e acabei soltando todo o riso numa única lufada. Resultado final: Jay está me segurando pelos ombros enquanto tento voltar a respirar. Me endireito e passo a mão no vestido para desamassar o que definitivamente não está amassado.

– Olha Jason, apenas... Apenas tente não pensar muito sobre isso, tá? Não fique nervoso, nem nada do tipo... Só preste atenção na hora.

– Hora? Que hora Sarah?

Sem pensar muito minha mão estala em sua testa. Como pode ser tão grande, tão bonito e tão lerdo?

– Na hora certa Jay, na hora certa!

Deixo-o para trás murmurando o que eu acabei de lhe dizer e encontro todos reunidos no meio da loja: Hans com uma garrafa de champanhe na mão prestes a estourar a rolha.

– Mas o que...?

– Parabéns filha!

– Parabéns!

Todos batem palmas e minutos depois já estão segurando copos descartáveis vermelhos cheios de borbulhas flutuantes.

Me sinto vazia.

Mas me mantenho sorrindo e agradecendo a todos.

Ai que inferno. Os casais voltam a se formar e fico ali no meio, deslocada com o copo numa mão e o celular na outra. Jeremy não ligou, nem mandou mensagem.

Deuses, será que ele morreu? Foi sequestrado? Abduzido? Uau, que sorte a minha, menos um pra eu ter de lidar.

Trato de acabar com a festinha alheia e, minutos depois, estou seguindo a van com o logotipo da loja de perto, na solidão do meu lindo carrinho azul.

Exatamente trinta segundos depois de sair da frente da floricultura, paramos num engarrafamento e encosto a cabeça no volante, bufando. O nome da loja foi ideia do pirralho: “Ah, qual é Sarah, vai ser épico!”. Épico é aquele cabelo cacheado dele. Mas acabei aceitando o fato de que Maison de La Ninfa ( A Casa da Ninfa) já estava predestinado.

Hoje é o evento de número cem que estou decorando com minhas flores em seis meses. Tá, tá, eu sei que demorei pra conseguir montar meu negócio, mas dois anos atrás, quando nos mudamos permanentemente para NY, eu precisava de um lugar adequado para abrir a loja, de fornecedores, autorizações e o mais importante: dinheiro! Então, as coisas acabaram ficando um pouquinho atrasadas...

Trabalhei como assistente para um cara famoso por um tempo, mas ele era um saco, então voltei a trabalhar para Maureen, porém minha inveja da sua floricultura estava me matando, por fim acabei indo trabalhar numa cafeteria fofinha do bairro enquanto Jeremy escrevia obituários num pequeno jornal. E enquanto eu evitava as investidas que meu pai tentava dar ao meu negócio, o pirralho ia subindo mais e mais no jornal, mesmo sem ter estudado jornalismo. Ele acabou virando redator chefe sem diploma e em apenas um ano.

Eu o vejo mais na foto em sua coluna semanal sobre critica de filmes, do que em casa, mas essas coisas são superáveis quando se tem uma corda e lâminas de barbear na gaveta da cozinha.

Passei meses andando pra lá e pra cá atrás de tudo o que precisava, e quando encontrei o lugar perfeito, já tinha todo o dinheiro necessário para cobrir um mês de despesas. Aceitei, então, a ajuda de Hans e de repente eu já tinha três eventos para organizar no mês.

Seis meses depois já consigo decorar vinte por mês, considerando que sou apenas eu, Jay e Anna, e ocasionalmente o resto do povo, pra dar conta de tudo, como hoje.

Olho o relógio no painel e percebo que se essa fila não andar logo toda a festa vai descer pelo ralo. Suspiro longamente e ligo o rádio.

Uma música da época em que conheci Jeremy está tocando. Cigarette Smoke dá uma nostalgia tão grande que chego a estremecer. Quando finalmente faço meu coração voltar a bater normalmente, já está no meio da música.

– Hey!

Dou um pulo e grudo todo meu corpo na porta. Olho para a janela do lado do passageiro e vejo Jeremy ali, sorrindo como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo para ele.

Ah, esse pirralho maldito!

P.o.V Jeremy

Bato na janela e observo realizado ela se encolher no canto, com medo. Aceno e Sarah bufa, ficando vermelha até a raiz do cabelo louro, mas mesmo brava, estica o braço e abre a porta para mim.

– Olá Ninfa. Está muito gostosa nesse vestido.

Sarah me olha como se fosse me matar e segundos depois, seus dedos estão ao redor do meu pescoço. É cara, acho que ela quer mesmo me matar.

– Seu pirralho desgraçado! Onde foi que você se meteu? Eu estava morrendo de preocupação! Seu imbecil! Nunca mais faça isso comigo!

Eu sei que deveria estar assustado, com medo de morrer e tal, mas isso me deixa tão excitado que seguro seus braços magros e violentos e grudo minha boca na sua. No começo era só para acalmá-la, mas como sempre acontece quando estou com Sarah, meu autocontrole desaparece e o que fica é todo o desejo que sinto por ela. Ainda. Acho que sou meio masoquista.

Minhas mãos sobem de seus braços para seu rosto, enquanto seus dedos se cruzam em minha cabeça. Isso me faz sorrir e interromper o beijo.

– Desculpa Ninfa.

Ela parece prestes a voltar a me enforcar, mas buzinas enlouquecidas soam atrás de nós e Sarah volta sua atenção ao carro. Depois volta a me encarar.

– Onde você estava?

– Tinha umas coisas para resolver.

Ela arregala os olhos, as mãos na boca. Sinto vontade de rir, mas parece que ela está assustada, então relevo.

– Ai meus deuses Jemy!

– O quê? Que foi?

– Você por acaso não está metido com a máfia japonesa, está?

– Hã? Claro que não! Tá louca Ninfa?

Sarah ri e percebo que era tudo zoação.

Cria do diabo!

– Certo, então me fala.

– Ah, que droga! Não consigo fazer nada escondido de você!

– Não mesmo, principalmente quando você some o dia inteiro.

Quando ela diz isso, primeiramente entendo como uma brincadeira, mas quando me viro para dar uma tirada épica, vejo que ela está chorando. Epa.

– Sarah? Olha, desculpa... Tive uns problemas no jornal e se eu não fosse resolver naquela hora não iria dar tempo de ir à sua festa.

Nem uma olhadinha sequer pra mim... Acho que a magoei de verdade dessa vez.

– E por que não me avisou?

– Desculpa... De verdade, sinto muito.

Ela balança a cabeça e limpa as lágrimas das bochechas.

Não posso contar a verdade pra ela agora, iria acabar com a coisa toda! Como vou dizer que passei o dia na Tiffany’s escolhendo a aliança perfeita? Na real, isso é tão gay que nem posso acreditar que realmente tenha feito isso... Decido mudar de assunto.

– Essa música me lembra de quando eu te conheci e você era uma Maria-fumaça total.

– Há-há.

– Bons tempos.

Sinto a atmosfera tensa dentro do carro se amenizar e suspiro aliviado. Ficamos em silêncio quando a fila de carros começa a se mover e logo chegamos ao local do evento de Sarah. Descemos juntos do Mark e eu a ajudo a arrumar as flores, junto com Jay e Anna.

Jay está sorrindo demais. Hum... Decido perguntar por que enquanto as meninas fazem o inventário completo das flores e se estão no lugar certo.

– Ei Jason, que cara de pateta é essa?

– Pedi a Anna em casamento.

– Ah, você não fez isso! A gente tinha combinado, lembra?

– Eu sei cara, foi mal! Mas eu falei com a Sarah e ela disse pra eu esperar a hora certa e bem... A hora certa foi há dez minutos.

Olho cheio de ódio pro babaca, tentando me controlar pra não lhe dar um soco. Acho que minha postura muda totalmente, porque Jay coloca as mãos na frente do corpo e se afasta dois passos. Eu sei que não deveria ter ficado puto, mas porra, a gente tinha combinado!

– Eu disse que faria primeiro Jason!

– Que diferença faz quem fez o pedido primeiro Jeremy?

– Ela vai achar... Vai achar que eu te copiei mané!

Jason ri e meu punho coça pra acertar seu queixo, mas então ele estende o braço e segura meu ombro. Eu deveria ficar mais bravo ainda, mas por incrível que pareça, isso me ajuda a relaxar.

– Ela não vai pensar isso Jeremy, sabe por quê?

– Por quê?

– Porque ela te ama panaca.

É, bom argumento. Tiro sua mão de meu ombro e vou para perto de Sarah emburrado. Ela me faz carregar alguns vasos e arrastar outros, mas nem ligo: estou no modo automático.

Quando finalmente está tudo pronto, faltam quinze minutos para a tal festa começar. Jason e Anna vão embora e fico com Sarah para esperar os donos da festa. Observo-a de longe enquanto conversa com um garçom do Buffett. Quando o dono chega, espero pacientemente ela falar com ele (mentira) e faço o favor de arrastá-la de lá o mais rápido possível.

– Pronto, pronto, estamos saindo! Pra que essa pressa?

– Quero levar você em um lugar.

Enfio-a dentro do carro no banco do carona e, correndo, dou a volta no Mark e me sento ao volante. Dou a partida e praticamente voo pelas ruas até ao Central Park. Estaciono numa vaga qualquer e salto praticamente trotando. Sarah está em pé de braços cruzados, a barra do vestido está dobrada em sua coxa de um jeito tão sexy que quase me ajoelho no chão e peço a Zeus jogue um raio na minha cabeça. Ao invés disso chego bem perto de Sarah, coloco uma mão em sua cintura e a outra desliza sobre sua perna e puxa a barra para baixo.

– O que você está fazendo Jemy?

– Arrumando seu vestido.

– Não, quero dizer, eu sei! Quero saber por que me trouxe aqui, de novo.

Seguro sua mão e a faço caminhar ao meu lado. A noite está fria, mas confortável. Andamos por bastante tempo sobre a grama verde, tempo o suficiente para eu tomar coragem.

– Sarah, e se nós nos casássemos?

– Por que isso agora?

– Como assim?

Paro de andar e me viro para ela. Sua testa está franzida e por causa das luzes dos postes, suas sardas praticamente brilham.

– Porque casar agora? Já moramos juntos há anos, compramos uma casa juntos, temos conta bancária conjunta e tudo! Pra que casar agora?

– Por que eu te amo e quero que você seja minha para sempre?

– Eu também te amo, e já sou sua para sempre, com casamento ou sem casamento.

– Mas Ninfa...

Sarah coloca as mãos no meu rosto, macias e quentes. A sensação é tão boa que fecho os olhos e suspiro. De repente sinto um medo covarde de perdê-la e, cara, dói pra cacete! Passo os braços pelo seu corpo e a aperto contra mim violentamente.

– Olha Jemy... Se você realmente, realmente, quer casar...

– Sim, sim!

– Que meigo... Mas você nem tem uma aliança...

– Não tenho?

– Não

– Então, o que seria isso?

Tiro a caixa de veludo do bolso e a abro mostrando o anel para Sarah. É uma margarida, com o aro dourado e de pétalas pratas. Não é bem uma aliança, mas quando bati os olhos nele foi como vê-lo na mão dela. E é onde o estou colocando agora.

Seus olhos se arregalam, e antes que ela fale qualquer coisa, seguro sua perna e a faço cair no chão. O gritinho que sai de sua garganta me faz gargalhar descaradamente, e ela me estapeia. Seguro seus braços sob seu corpo e ela ri de olhos fechados, mordo seu queixo e depois beijo o mesmo lugar. Sarah quase morre de tanto rir.

– Ninfa... Eu amo você.

Finalmente ela se acalma e me encara, seu cabelo está todo esparramado pela grama e seus olhos brilham.

– Eu amo você também pirralho.

Me aproximo vagarosamente e, como já esperava, ela estica o queixo e fecha os centímetros que nos separam. Beijo-a bem devagar no inicio, mas me empolgo tanto que já nem sei mais o que é respirar.

– Ei, os dois ai, procurem um quarto!

Ajudo Sarah a se levantar e limpo a grama da minha roupa. Ela não está vermelha, está praticamente roxa! Sorrio e a puxo para perto de mim. Andamos abraçados até o carro e ela dirige dessa vez, até o nosso apartamento. Subimos de elevador lançando olhares significativos um para o outro. Porra, isso não vai mais rápido?

Quando finalmente chegamos ao nosso andar, pego a chave no bolso e enfio na fechadura, a porta se abre e empurro Sarah para dentro.

– Somos apenas nós dois agora, Ninfa.

– Parece que sim.

– O que acha de jogarmos pôquer?

Sarah sorri, coloca a bolsa e a jaqueta em cima do sofá, depois chuta as botas e vem até mim. Não sei o que fazer, não respiro nem me movo. Ela coloca os braços nos meus ombros e fica na ponta dos pés para me encarar.

– Jeremy Evans, você tem certeza que quer passar o resto de sua vida comigo?

– O que você acha?

– Eu acho que você não tem escolha pirralho, nenhuma escolha.

Enquanto tiro meu casaco, minha camisa e minhas botas, eu só consigo pensar na frase em que escrevi em sua parede tempos atrás: “Por algum motivo imbecil algo nos uniu, e é por isso que sempre estarei com você”. Puxo-a para cima, segurando suas pernas na minha cintura e a carrego até o quarto. Deitamos na cama, seus tornozelos ainda bem presos em minhas costas, meus braços seguros em sua cintura e tenho plena consciência da veracidade daquelas palavras. Testo dizê-las em voz alta.

– Eu sempre estarei com você, Sarah.

– Eu sei Jeremy, eu sei.

Perco a conta de quantas vezes repito, e quanta vezes ela diz a mesma coisa, mas em algum momento acredito tanto em suas palavras quanto nas minhas e acabo mais do que aceitando o fato, eu praticamente o tatuo em meu cérebro: não importa o que aconteça, nós sempre vamos acabar voltando um para o outro. Sempre.

Notas finais
Esse é o epilogo mais longo que já escrevi, porque precisava colocar várias coisas em ordem e também fazer uma visão do Jeremy dos fatos... Achei meio estranho terminar por ele e não pela Sarah, mas se querem saber: os pensamentos dela eram praticamente idênticos aos dele :DDD Eu disse que essa era a minha última fic, e continuo com essa ideia, pelo menos por esse ano, porém nada me impede de postar algo curto ou até mesmo formar parcerias (se alguém estiver interessado em escrever alguma coisa comigo, heim? heim?)... Continuo por aqui lendo fanfics e tal, não vou sumir. Então é isso, espero que tenham gostado de conviver com Sarah e Jeremy, e se por algum motivo obscuro vocês sentirem saudade de ler essas panaquices que eu escrevo, sintam-se a vontade para ler Um Jeito de Amar, Pessoa Certa e New Start, Looking For Stars (oneshot). Beijos, e até mais o/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!