Cidades azuis

4 Nova geração


Jorge foi pra escola, chegando lá ele avista Benetti e Gabriel.

*J* —Preciso falar com você. — Diz Jorge à Benetti.

*B*—Então seja direto.

*J*—Vaza Gabriel, é particular.

*G*—NÃO VOU VAZAR SEU BRANCO!

*J*—Aff.

*J*—Meu amigo Eros morreu, preciso que você me ajude com uns negócios. — Diz Jorge à Benetti.

*G*—E EU?????????? EU QUE SOU SEU PARCEIRO!!!!!!!!

*B*—O negócio de sempre?

*J*—Sim. Gabriel pode ir também, você pode ser chato mas admito que é bem competente, e tô pensando em fazer umas coisinhas com meu amigo João...

*B*—O.K, mas o que eu ganho com isso?

*J*—Muito dinheiro, todos vocês.

*G*—TÔ DENTROOO!!!! — Disse Gabriel, quase explodindo de tão animado.

*B*—Estamos dentro.

15:30 Jorge levou Benetti e Gabriel no laboratório com a brasília.

*JP*—POR QUE TEM UM NEGRO AQUI?!

Gabriel fica muito nervoso.

*G*—VOCÊ ME CHAMOU DO QUEEEEEE?????!!!!!!! ME SEGURA!!!!!! VOU MATAR ESSE BRANCO METIDO!!!!!!!!

*B*—Então é aqui que vocês cozinham?

*JP*—É aqui que A GENTE cozinha, e você nunca vai cozinhar.

*J*—Não quer eles aqui?

Jorge finge de confuso.

*JP*—Você escolhe: eu ou eles!

*J*—Tinha certeza que você ia dizer isso, cara.

*JP*—DIZ LOGO!

Jorge começou a rir e olhar fixamente para João Paulo, esperando uma reação.

João Paulo avança pra cima de Jorge, Jorge não demonstra sentimentos e olha para Gabriel e Benetti, que impedem João de bater em Jorge, e o ajoelham, segurando seus braços para ele não escapar.

*J*—É o seguinte, você vai vazar, e eu nunca mais quero ver sua cara, também quero que você nunca veja a minha, então para assegurar que você nunca vai me ver vou te dar um presentinho.

Jorge enfia o dedo anelar de cada mão nos olhos de João e espreme, João grita intensamente.

*J*—Tampem a boca dele.

Gabriel tampa a boca de João.

*G*—Agora você enxerga tudo da minha cor! HAHAHAHA!

*B*—Gostei disso, cara!

*J*—Acho que mudei de ideia... quer saber, tranquem ele no quarto, vamos tortura-lo até ele não aguentar mais. HAHA!

Benetti tranca João Paulo em um quarto vazio de 3 metros quadrados, apenas com um buraco para sair ar.

*B*—Especifique nossas posições agora.

*J*—É o seguinte, eu sou o responsável pela fabricação de cristal, Benetti vai me ajudar com isso e Gabriel vai cuidar dos vendedores. Aliás... é muito importante que vocês larguem tudo pra morar aqui, família da muito problema...

*G*—Gostei.

*B*—A gente poderia expandir os negócios, não acha?

*J*—Como assim?

*B*—Só o cristal não rende tanto assim.

*J*—Tenho mais de 30 mil reais guardados aqui só com a venda de cristal, acho que rende sim...

*B*—Mas poderia fazer mais coisas...

*J*—Tipo o que?

*B*—Tráfico negreiro.

*G*—NÃO GOSTEI!

*J*—É... um pouco difícil.

*B*—E o ramo da política também está muito lucrativo, e ia ajudar nos negócios, já que iríamos comandar a cidade.

*J*—Hum... Vamos tentar então, mas quando se candidatar em um cargo um pouco mais alto trate de me dar poder também.

*B*—Fechado então.

*J*—Por favor, fiquem a vontade, vamos tirar o resto desse dia de folga, se quiserem podem brincar com nosso novo mascote no quarto, só não podem deixa-lo fugir! Amanhã começaremos.