Cidades azuis
11 Cristal divino
Todos voltaram pro laboratório no Mustang.
*G* -E aí, tudo certo? — Diz Gabriel à Dustin.
*D* -Tudo certo, eu cozinhei uns cristais aqui, mas não segui essa formula que ta gravada na parede.
*J* -COMO ASSIM?!
*J* -Eros, experimente esses cristais. — Diz Jorge à Eros.
Eros experimentou e depois de dois minutos disse:
*E* -É o melhor cristal que já experimentei! Posso pegar mais? — Diz Eros à Dustin, com cara de viciado em cristal.
*J* -NÃO É POSSÍVEL! Você já trabalhou nisso?!
*D* -Não, só gosto de química.
*B* -Pode anotar a formula pra gente?
*D* -É... Eu não sei dizer nem escrever formula, eu só fui fazendo do meu jeito.
*G* -Pode fazer de novo? aí a gente vê e decora.
*D* -Até posso, mas agora eu preciso resolver umas coisas nessa cidade.
*E* -OK, outro dia então.
*D* -Então... Eu vou indo.
*E* -ESPERA!
Eros foi acompanhando Dustin até a saída.
*E* -Você usou aquilo, não foi?
*D* -Sim...
*E* -E vai resolver aquele negócio, né?
*D* -Sim.
*E* -Eu vou junto.
*D* -Não. Não quero te colocar em perigo.
*E* -Vai precisar de ajuda, por que não chama eles?
*D* -Vocês são muito jovens para tal perigo.
*E* -E o senhor é muito velho.
Dustin riu.
*D* -Obrigado pela preocupação, mas eu vou ficar bem.
Dustin partiu.
*G* -HAHA! Aquele velho otário nem descobriu da escola!
*J* -Pois é! HEHE!
Jorge recebe uma ligação, depois de um tempo ele desliga.
*J* -Mortos.
*B* -Quem?
*J* -Brenda e Davi.
*J* -Todos no carro, agora.
Todos entraram no carro e foram até a avenida principal. Estava os corpos de Davi e Brenda jogados um do lado do outro, Benetti foi ver se tinha pulso nos dois.
*B* -Morta — Diz Benetti ao lado de Brenda.
*B* -Esse ta vivo! — Diz Benetti ao lado de Davi.
Benetti pegou Davi no colo, o carregou até o Mustang e o levou pro hospital.
*E* -HAHA! Parece que não fizeram o trabalho completo!
*J* -Que sorte.
*G* -Já que a gente ta aqui, por que não compramos um sorvete?
*E* -Também quero ficar estiloso igual vocês.
*J* -OK, vamos gastar umas notas então.
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