Cicatrizes
14 Capitulo 14 - Primeira nota
Regina mandou um lindo buque para casa de Emma, para lhe deseja boa sorte da Inauguração da escola naquele início de semana, ao longo dos dias que se seguiram após aquela ligação a Mills começou a pensar mais em seu passado, de como ela era quando tinha seus vinte e poucos anos, seus sonhos e planos na época — aquela era a primeira vez que fazia isso, sem se sentir angustiada como sempre ficava.
Vera encontra Regina olhando sua caixa de memórias — Tudo bem, filha? — a senhora entra no quarto e sentar ao lado da morena — Há anos que não toca nessa caixa.
Regina sorri de canto — Acredito que as conversas com a Emma, tem me ajudado a acessas minhas memórias e sentimentos do passado sem me causar tanto dano como antes — ela tira uma foto da última viagem com Killian, antes do acidente de carro após o “show” — Fiquei imaginando qual teria sido o próximo local que iriamos visita — na imagem Killian abraça Regina de lado próximo a uma grande arvore no meio da savana africana — Será que um dia poderia me libertar? — encara sua governanta que é mais que uma funcionaria, é sua mãe de coração.
Vera aproxima da jovem e abraça apertado — Se deseja isso do fundo do coração e permitir que Emma te leve para fora dos muros alto, sim, não é porque suas asas foram feridas e elas não possam te leva o mais alto novamente, basta confia em quem realmente merece — a senhora beijar a face da menor e sai do quarto.
Regina suspirar profundamente — Como queria ser aquela Regina de antigamente se lançava sem medo nos sonhos — abraça a foto, é tirada dos pensamentos com a ligação da Swan — Emma!
Emma — Oi! Ajuda com a roupa, vestido formal ou um terno feminino? — a loira passou a manhã toda vestindo e tirando roupas para escolhe a peça perfeita para inauguração.
Regina sorri com o tom de desespero da loira — Ok, manda as fotos das peças — pelas duas horas seguintes Mills conheceu metade do guarda-roupa da loira até que conseguiu ajuda Emma a escolhe a roupa perfeita — Com certeza vai ficar linda em você.
Emma estava descabela e meio ofegante pela movimentação da tarde — Obrigada, você me salvo — se jogar em cima da pilha de roupas — Queria que você pudesse ir — eleva um pouco o pescoço para vê a morena pela tela do notebook, já que pelo celular não dava para vê bem as peças.
Regina suspira — Também gostaria de ir, mas espero que tudo ocorra nos conformes.
Emma deu um lindo sorriso — Por fala nisso, amei as flores, coloquei no meu ateliê já que passo mais tem por lá, bem precisos organizar essa zona para pode ir à festa, se cuidar pequena — manda um beijo para Mills.
Regina acena de volta e desligar a chamada, pegar a caixa e fecha indo até o closet para guarda a mesma em seu lugar de costume — depois desce para o escritório tinha algumas coisas para ler e assinar até a hora que Killian iria busca Henry para a festa, assim aproveitaria para pegar a papelada e entregar na empresa pela manhã.
Vera jantou com Regina e acabou por conta algumas histórias de quando Regina era muito pequena para lembra o que acabou sendo um grande presente para Mills, Vera percebeu ser a primeira vez em anos que Regina não teve uma crise de pânico ou de ansiedade por toca no seu passado — Pelo jeito está conseguindo Emma — sussurra a velha senhora.
Regina se sentia leve aquela noite — Falou alguma Vera? — a morena encara a senhora que tinha sua cabeça em seu colo.
Vera — Nada minha criança, é hora de ir dormir mocinha amanhã com aquela tropa aqui será um dia bem agitado — beija sua testa.
Regina faz bico — Não sou mais criança Vera — faz manha cruzando os braços.
Vera — Se não for dormir agora não faço seu doce favorito amanhã.
Mills se coloca senta num pulo — Você jogar sujo — abraça a mãe de consideração e sobe para o quarto.
Primeiros meses
Henry conversar com Regina a respeito do curso de escrita que Tinker havia lhe entregado um folheto de anúncio, Regina após pedir que Killian verificasse o local e tudo o corpo docente faz a matricular do filho no curso. — Espero que dê tudo certo em seu primeiro dia filho — abraça o jovem.
Henry — Obrigado mamãe! — ele retribui o carinho e correr até o carro onde o motorista o esperava, o caminho foi regrado em uma conversa animada entre os dois — O prédio era bem espaço e tinha uma quantidade absurda de alunos espalhados pelos arredores, logo os monitores aparecem para guia os grupos para seus devidos cursos — Então que comece minha nova aventura.
Regina fica encantada com o desenvolvimento do rapaz, cada dia via seu menino se tornando um belo adolescente de caráter e bom coração, olhar para a foto do seu falecido pai — Ele se parece muito com o senhor, sei que de onde estive está valando por nós — sorrir de lado, volta sua atenção para os documentos da empresa.
Escola de arte
Emma estava tão eufórica com o projeto que nem tinha tempo para si, mas ainda assim se sente realizada — Olha turma, hoje iremos iniciar nossa aula com os princípios básicos da observação de objetos — ela tira alguns objetos do dia a dia e coloca na mesa e pedir para os alunos se aproximaram e começa a fazer os estudos de observação.
Aquela turma era mista e tinha por volta de vinte alunos de 12 a 18 anos, apesar de pouco tempo a loira via o número de alunos cresce rápido, o público que mais lhe deixava feliz eram os de baixa rende, seu maior sonho é proporcionar esses jovens a oportunidade de aprimora suas habilidades, teria uma reunião com reitores de algumas universidades locais para tentar bolsas para esses jovens.
Emma estacionar o carro na entrada da mansão Mills e demora um pouco para sai, estava exausta a semana foi bem corrida, ela então sai do veículo e entra na casa, encontrando Regina vindo do corredor do escritório — Boa tarde, desculpe por não ter vindo ao almoço — sorrir de maneira acanhada e aproxima da morena e lhe beijar a testa.
Regina ficar preocupada com a expressão exausta que a mulher mais alta tinha — Tudo bem-querida? — aperta de leve seu antebraço — Me parece bem cansada? Deveria ter permanecido em casa — não queria que a jovem se colocasse em perigo dirigindo tão casada.
Emma sorri à nota o tom de preocupação da Mills — Estou só cansada! A semana foi mais cansativa do que esperava — se espreguiça — Onde estão os demais? — não ouvir som algum pela mansão.
Regina — Killian e as crianças estão jogando na sala de jogos, Milah está ao telefone na varanda a irmã dela ligou — ela pegar a loira pela mão e guia até o quarto do andar de baixo e abrir a porta e faz com que Emma entre consigo — Durma um pouco, te conheço bem, vai querer entra na disputar e só deus sabe quando vocês iriam parar — seu tom não dava brecha para discutir.
Emma dessa não estava em condição de discutir com a morena e elevar as mãos no alto — Sim, senhora, dessa não irei discordar, obrigada — ela abraça Mills e caminha até a cama e tira a jaqueta e as botas, mal deitou e apagou de tão exausta que se encontrava.
Regina balança a cabeça e puxar a coberta para cobrir a loira — Quem te olhar assim acreditaria que não passar de uma adolescente avoada, mas de grande coração, obrigada por não desistir de mim — beijar a face da jovem adormecida e percebe um leve sorriso no rosto alvo — Swan — ela então faz o caminho de volta parar sala.
Swan acorda duas horas depois e fica meio assustada e início, no entanto, ao recorda do convite de Regina, lembra estar em um dos quartos de hóspedes da morena, faz sua higiene e desce as escadas indo à busca do grupo — Boa tarde gente — o primeiro a cumprimenta a loira é Henry que correr até a artista que o recebe de bom grado — É impressão minha ou está mais alto?
Henry — Ganhei cinco centímetros esses ultimo verão, tio Killian que vou ficar mais alto que a mamãe — sorri.
Emma — Tudo mundo é maior que sua mãe garoto — faz graça e bagunça os cabelos do menino.
Regina — Nem todo mundo parece um poste meu bem — falou atrás da loira que dá um salto, o tom da morena era puro deboche — O quê o gato comeu sua língua?
Emma sorrir de maneira amuada — Oi! ela coça a nuca sem graça — Espera aí você me chamou de poste?
Regina — cruzar os braços e coloca a sua melhor cara de brava — Alguma objeção Miss Swan? — ela nunca admitira mais adorava mete medo à loira era engraçado como a loira tremia diante dela, mas mesmo assim não deixar de se fazer presente em sua rotina.
Emma não sabia onde enfiar a cabeça, mas logo a Mills sorrir e entrega um prato com bolo e aponta para mesa que tinha algumas jarras de suco e garrafas de refrigerante — Obrigada — logo se servir de suco e outros petiscos, em dado momento, Emma notou o sumiço da Mills e resolve ir atrás da morena e encontra na sala com o olhar perdido — Tudo bem?
Regina desperta do transe e encarar as esmeraldas — Sim, só me pedir em memórias distantes — ela repensar por alguns minutos e caminha em silêncio até a porta e segura a maçaneta, ela tinha que decide se daria aquele passo ou não, por mais que Emma e seu filho não tivesse ideia que ela sabia sobre a tal operação, uma voz família interna lhe pedia que abrisse finalmente essa porta, que permitir que Emma Swan entrasse por completo em seu refúgio era o certo — Não ira embora? — sua voz era baixar.
Emma coloca as mãos no bolso da calça — Não há lugar melhor que esse então — sorrir e caminha até a morena e aperta seu ombro — Esse passo só pode ser dado por você, todavia, estarei aqui para o que for Regina, já falei mil vezes, é meu desejo estar aqui com você pelo tempo que você me querer ao seu lado — beijar sua face.
Regina deitar a cabeça no ombro da loira e respirar fundo tomando coragem para tal tarefa, num ato de bravura a morena pegar a mão da loira que acaba causando uma corrente em seu corpo, mas resolve ignorar e abri a porta dando passos para fora, assim levando a loira consigo — Aceitar dá um passeio? — encarou a mulher maior e encontrou uma expressão tão serena e de paz que sentiu seu peito abranda um pouco mais das dores acumuladas.
Emma permitir que Regina dite o ritmo das coisas, então o passeio pelos belos jardins frontais da mansão foi inicialmente em silêncio, mas nada desconfortável como poderia se imaginar, era algo cômodo e até prazeroso — Sim, eu sei meio clichê o primeiro beijo ser no parque de diversões — rir de leve — Mas foi no dia anterior ao meu aniversário.
Regina sorrir imaginando uma Emma adolescente nervosa dando seu primeiro beijo a cena que surgiu foi doce e engraçada — Meu pai sempre contava como meus avós se amavam, que a morte precoce da minha abuela tornou meu avó alguém amargo, suponho que algo parecido aconteceu comigo — suspirar ela parar e ficar em frente a chafariz — Permitir que as sombras me engolisse por inteira, nem lutei.
Emma se sentar na borda do chafariz — Nem sempre conseguimos lutar de primeira Mills, minhas lutas não foram as mesma que as suas, então não posso opinar, mas posso dizer que não é tarde, ainda há tempo para viver plenamente pequena, é assustador, com toda certeza, nunca é tarde, basta querer e aceita ajudar — bate ao seu lado e a morena se sentar ao seu lado.
Regina suspirar — Meu pai te daria um grande abraço agora sabia, era o típico discurso do senhor Mills, vocês têm pontos parecidos, o coração imenso, gênero e dois otimistas de primeira — sorrir de lado — lembro que ele contou que na juventude ele quase foi beijado pelo melhor amigo — gargalhou quando recordou a expressão cômica do velho pai.
Emma — Serio? Meu deus — ela rir — Como foi isso?
Regina — Jullian era o filho do melhor amigo do meu avô, era fazia parte do mesmo grupo de estudos do meu pai no internado, um dia após uma briga entre o Jullian e o pai, ele voltou para o internado totalmente bêbado e no momento que meu pai foi ajudar ele roubou um beijo, Jullian fingiu no outro dia que nada aconteceu — suspiro — Meu pai continuou amigo dele até sua morte, Jullian cometeu suicídio seis anos antes da morte do meu pai.
Emma segura a mão da morena — Sinto muito! Não deve ter sido fácil para seu pai.
Regina — Não foi, o pior que o pai do Jullian mentiu para empresa contou que o filho morreu de infarto em casa, só anos depois meu pai encontrou Thomas o filho mais velho do amigo e ele contou a verdade sobre a morte do pai dele — ela encosta a cabeça no ombro da loira — Nunca vi meu pai chorar tanto na vida, ele se culpou por não ter ajudado o melhor amigo, o Dominique o pai do Killian também era do grupo, esses dois eram os únicos amigos de verdade do papai.
Emma — Quando amamos de verdade nossos amigos, se algo ruim acontecer ruim, nós culpamos — puxa a morena para perto um abraço lateral — Por isso naquele dia da tempestade não me preocupei com meu emprego, escolhe seguir meu coração que pedia para trazer o Henry para casa, você fez um trabalho incrível com ele, seu pai deve está orgulhoso — beijar sua testa.
Regina — Você descreveu bem ele, levou um tempo para ele se recuperar da perda — ela tira a foto que leva sempre no bolso, nela Henry se encontrava em frente ao piano e tinha um belo sorriso na face — Ele amava música, era seu refúgio, fico imaginando o que teria sido dele se acaso tivesse seguido seu coração — entrega a foto para a loira.
Emma tremia de leve quando pegou a foto e analisou bem, Regina tinha a mesma estrutura do pai, ambos eram baixinhos e tinha um ar risonho em seus olhos — Você tem muito dele — olhou de canto de olho para morena — Ele trabalhava em quê? — devolve a foto para a dona.
Regina sorrir com o que a loira diz — Ele era advogado, ele foi juiz durante vinte anos, o estresse do cargo o matou, ele tinha o coração bondoso demais para encarar uma sociedade tão corrupta como era na cidade que morávamos.
Emma — Fico triste de não poder conhecer seu pai! Pela maneira orgulhosa e amorosa que fala dele, não duvido que tenha sido um grande homem, pois ele criou uma mulher incrível — aperta mais a morena ao seu lado, queria de alguma maneira aliviar as dores que a Mills carregar.
Regina seca uma lágrima teimosa — Tenho certeza que os dois iriam me dar muita dor de cabeça isso sim, principalmente com competições de quem comer mais besteira, por exemplo — belisca a cintura da Swan.
Emma dá um pulinho, no entanto, como ela estava tão presa a Mills que acaba perdendo o equilíbrio e ambas caiam no chafariz — Qual a escala da minha morte? — a loira se sentar e encarar uma morena com o olhar assassino — Mil provavelmente — olha em volta calculando a melhor rota de fuga.
Regina por dentro ria para se acaba vendo o olhar de medo da loira — Vai pagar Swan — mas para o choque da loira a Mills lhe puxar pela gola da jaqueta e joga-la na água novamente enquanto ria alto — Estamos quites Miss Swan.
Emma ficava encarando a Mills feito boba, o som da risada espontânea da morena era música para seus ouvidos isso era um fato — Deve vez morena — ela saiu da fonte e ajudou a morena a sair da água o que nenhuma delas sabia era que a cena foi vista pela família da morena que estavam em choque.
Regina e Emma tomaram um banho quente devido ao tempo frio típico da cidade, para não correrem o risco de pegar um resfriado, o grupo ficou até depois do jantar, mas logo se despediram da pequena família Mills, Emma entrou em casa e ficou até uma da manhã pintando, ela decidiu pintar algo para Mills, para simboliza aquela tarde de grande importância para a amizade entre elas e para própria Mills também.
Dias depois
Era uma quinta-feira a tarde quando Emma tem sua aula interrompida pela secretaria avisando que ela tinha visita — Quem é? Estou no meu horário de aula Rebeca — a Swan estranha não tinha nenhuma reunião marcada para aquele dia — Turma repassem o que dei na última aula e comecem a responder o questionário em seguida — contra gosto segue para sua sala que ficava no segundo piso do prédio ao entra no corredor toma um susto — Sra. Blue?
Blue encara a jovem Swan que tinha o rosto salpicado de tintar e usava algo categoria de avental com pincéis para pintura dentro — Quero conversar — seu tom não era nada amigável.
Emma — Tenho pouco tempo, tenho uma turma a minha espera — entra na sala e dá passagem para senhora — Então o que devo a visita? Se sentar e encara a mulher mais velha que inspecionava seu escritório.
Blue examina o local e ver um busto feminino em gesto no canto da sala — Quero de chefe esse lugar o mais rápido possível — diz sem rodeios.
Emma fica sem acreditar e começa a rir descontroladamente — Olhar eu intendo, que minha demissão foi pela quebra da sua regra e em partes entendo ser para segurança dos alunos, mas o que não podia era fecha os olhos para o desespero do meu aluno, que estava sozinho e preocupado com a mãe.
Blue — Me poupe desse discurso ensaiado, sabemos bem que a tal Mills está pouco se linchando para o filho julgou que daria um golpe dando em cima do Sr. Killian? Você não deveria ser professora, não sabe delimita a linha entre o pessoal e o profissional, não quero que minha escola seja manchada por usa causar.
Emma fica de pé e soca mesa fazendo alguns objetos caírem — Nunca mais abra sua boca para fala nada sobre Regina! — sua veia do pescoço estava a ponto de explode tamanha era sua raiva — Pegue sua arrogância e sai agora da minha escola, não admito que diga nada contra a Regina na minha frente, sou bem profissional, sua escola — então uma luz se acende em sua cabeça — VOCÊ SABIA DO Bullying que o Henry sofria e nunca fez nada? — sua raiva aumento num nível que a diretora deu dois passos para trás — Suma agora — gritou a loira.
Blue — Vai se arrepender de não me dá ouvidos — sai da sala não antes de ouvir a última sentença da loira.
Emma — Verá quem vai se arrepender — Pega um caixa de madeira e jogar contra a parede, ela precisa se controlar ainda tinha três aulas para ministra aquele dia.
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