Chronicles Of Snow: Tears Of The Moon And Blood

1 Chapter 1: The requiem of the night


Notas iniciais
Quando a noite chegar meu uivo ira ecoar o mais forte possível por essas montanhas. Para que todos saibam o quão forte sou, para que todos me temam, para que todos me respeitem e acima de tudo para que eu perca o medo de mim mesmo.

Kuuga

Nas dolorosas noites frias que passei sozinho perdido por este lugar, sempre me perguntei: “ Será que existe por ai seres semelhantes a mim?”. Sempre fui sozinho nunca senti um calor de um abraço, o doce beijo de uma mulher ou até mesmo o calor da amizade. Somente vaguei pelas sombras feito um demônio que devora as almas na noite, era visto como um aberração por ser diferente dos outros, por ver o lado deste mundo que ninguém que caçava um lobo via, a visão de medo das fortes armas que os matavam.

Seria para mim este medo comum? Ou seria apenas algo idiota e sem sentido imaginado pela minha mente conturbada pela solidão? Bem a resposta para essas perguntas até hoje nunca achei, mas uma coisa lhes digo o medo que me consome hoje é o medo que você humanos iram sentir o dia que nos revoltarmos.

Durantes anos e anos de minha vida vaguei por este paraíso de gelo, até que um dia achei os meus semelhantes eles me acolheram de uma forma tão bondosa e gentil, aquilo era o amor e o afeto de semelhantes que eu nunca senti? Sim, era exatamente isso o calor que sempre desejei sentir. Mas novamente em uma certa noite tudo me foi arrancado vi meus amigos morrem na minha frente. E o que eu fiz? Corri para longe para me salvar a pedido deles, eles confiavam que minha força de vontade um dia ira nos fazer triunfar. Mas novamente estava sozinho vagando pela noite.

Ó cruel e impiedoso Deus do destino! Por que sente prazer em me fazer sofrer? Seria eu apenas um mero brinquedo para sua diversão cruel? Se isso for, saiba que um dia irei lhe arrancar as mãos, pois não só posso como devo morder a mão que me estraçalha a felicidade.

Novamente após dias, semanas, meses e anos novamente encontrei um bando, maior que o antigo e mais forte também lá cresci mais e mais, até que o antigo mestre morreu e me concedeu a liderança. Seria eu um mero lobo de classe baixa capaz de governar um grupo grande orgulhoso? Disso eu só saberia após a chegada da noite sagrada da Flor Lunar.

Depois de dias e dias de festa para comemorar a fertilidade de nossas terras, resolvi sair para andar em meio selva desarmar armadilhas de caçadores, até que perto de uma antiga casa queimada escutei um choro perdido em meio aos destroços. Era apenas um pequeno e pobre garoto, mas algo nele me dizia que ao mesmo tempo que ele traria a catástrofe ele nos traria a felicidade, via nele os olhos da lua. O acolhi e levei para aldeia aquele garotinho de nada cresceu em um forte e astuto lobo.

Mas ouve um noite em que a lua ficou vermelha, a aldeia foi massacrada mas dessa vez não fugi e sim mandei aquele pobre garoto fugir, e enquanto ele corria vi diante de meus olhos cada momento bom de minha vida, vi aquele pobre e fraco pirralho se tornar um grande e forte homem pronto enfrentar as batalhas da vida.

Mas agora quem estiver lendo isto deve estar se perguntando como escrevi isso sendo que estava morrendo? Simples dediquei meu último sopro de vida para contar essa história a história escrita com meu sangue e minhas lágrimas. Não desejo morrer, mas tenho de partir minhas família nos céus me chama.

E os uivos dessa noite destrutiva nunca saíram de minha mente para todo o sempre, pois nunca mais nunca vou esquecer o quão cruel é...o Requiem da Noite.

Notas finais
Quem sou eu para questionar a vida e morte, sendo que estou a mercê das suas doces e traiçoeiras armadilhas, mas uma coisa lhes digo. Quando escutarem o Requiem da Noite preparem-se, pois sua morte é certa. Ó doce e cruel vida por que castigas esse corpo que somente deseja viver? Essa respostar tu iras achar no fim do mundo.

Night Emperor
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.