Notas iniciais
OOOOOOOOI povo lindo do meu core ;D hoje foi rapidinho neah? Bom, a Jazz disse q vai postar agr, então eu posto too... EU TO MT ANIMADA SABEEM? Bom, não, não tem motivo nenhum, eu so to animada mesmo. VOU POSTAR ESSE CAP RAPIDINHO PQ QUERO LER BACK TO THE DREAM... So... Lets GO, espero que curtam, e esse vai para... Milla_Jonas... DESCULPE NÃO TER TE DADO AS BOAS VINDAS NO ULTIMO CAP LINDINHA... MAS EU TAVA CORRENDO... BOM, BEM VIIIIIIIIIIIIIINDA ;D E esse cap vai for you... Espero que gostam, ate la embaixo. E AGRADEÇAM A JAJABARNES, MINHA GEMEA LINDA *-*
P.S: Ultima noticia... Esse cap veio em um surto de criatividade repentina, e eu simplesmente escrevi, li e reli, achei bom, mas nao foi um dos melhores... Enfim...

Pov’s Jamim...

- LAURA! LAURA! – gritou Pedro, finalmente a parede ruiu, e o teto junto com ela. Puxei Nick e Babi para fora, e Caspian puxou Pedro no ultimo segundo. – ME LARGA CASPIAN O TETO ESTÁ RUINDO!

Edmundo assumiu o lugar de Caspian e começou a sacudir o irmão.

- PEDRO, O TETO RUIU, LAURA É INTELIGENTE, SE SOBREVIVER VAI ENCONTRAR UMA SAIDA!

O choque que ele levou ao ouvir a frase: Se sobreviver, foi tão intenso que ele ficou estático. Os olhos desfocados, e a respiração acelerada

- Pedro... Você está bem? – perguntou Lucia, se aproximando preocupada. – Pedro? – ela tocou seus ombros levemente e ele jogou-se na rocha.

E então eu percebi uma coisa... Uma coisa que estava faltando... Não sabia se mais alguém tinha percebido, mas sabia que era importante.

- Esperem... – comecei. – Cadê a lamina?!

Todos arfaram, e nós nos viramos para o monte de pedras que já foi a sala um dia. Vimos um leve movimento, e eu me encolhi no peito de Nick. Algumas pedras foram movidas e...

- LAURA! – suspirou Paul, aliviado.

- PEDRO! – foi a primeira coisa que saiu de seus lábios. Ela estava acabada, ralada, os olhos apertados, coberta de poeira e roxa.

- Ai Aslam... Que alivio... – ele suspirou enquanto ela se jogava em seus braços. – Laura... – seus lábios se colaram, e eu desviei o olhar. Sorri levemente, e então quando ouvi vozes voltei a encará-los.

- E então... Onde está a lâmina? – perguntou.

Todos se calaram, um silencio desconfortável se prolongou, e eu praticamente pude ouvir as engrenagens do seu cérebro trabalhando. Laura se virou em direção ao pequeno buraco de onde tinha saído, e se içou para dentro. Pedro puxou seu braço.

- O que pensa que vai fazer?

- Pegar a lâmina. – ela respondeu. – Muito esforço pra vocês deixarem-na lá...

- Laura... Você não vai... Mande qualquer um, menos você.

- Não Pedro, e eu não vou discutir isso agora...

- Nem eu, você fica e ponto...

Saimos de fininho enquanto os dois continuavam discutindo...

Pov’s Laura...

- Não, eu tenho que ir, você não entende que...? – meu tom era suplicante, e ele me cortou rapidamente.

- EU QUASE PERDI VOCÊ LAURA! – ele berrou, fazendo eu me calar. – Eu quase perdi você dezenas de vezes... Mas essa é... Real demais pra mim, não sei o que faria sem você... Não suporto a idéia de te perder novamente, e dessa vez definitivo... Não suporto.

Eu segurei seu rosto entre as mãos. Dava para ver a dor e o sofrimento nos olhos dele, e eu dei um sorriso leve, tirando seus cabelos loiros dos olhos. Os olhos azuis faiscavam, e eu afaguei sua bochecha.

- Não vai... Nunca... Eu vou estar sempre com você, mesmo que não possa me ver... Mesmo que não possamos estar juntos... Estou ligada demais a você para te deixar Pedro... – respondi.

- Isso me incomoda... Não poder te tocar, te ter ao meu lado... Por favor... Não faz isso... Por mim. – ele suplicou.

- Por nós, eu tenho que pegar essa lâmina... Eu vou... – me afastei.

Ele pegou minha mão, e seus olhos eram duas esferas de uma cor anil, repletas de mágoa.

- Laura... Pela ultima vez... – sacudi a cabeça em negação. – Se você se for... Saiba que estará causando minha morte também... Eu te amo.

- Não vou morrer... Deixar-te a mercê da quantidade de meninas loucas no mundo? Você é só meu Pevensie... – ela sorriu debochada. – Também te amo Pedro...

Me virei e entrei por onde havia saído. O lugar estava escuro e quente, abafado. Eu me aprofundava cada vez mais, quanto mais fundo eu ia, mais a luz do dia sumia as minhas costas. Procurei por um tempo, passando por baixo de colunas e rochas. Agora você deve se perguntar como tinha tanto espaço lá embaixo... Bem, o Tisroc não iria querer perder toda a sua grande construção. Nem o seu cofre, então... Finalmente localizei a lâmina, a peguei com cuidado, enrolei em um pano e a coloquei na bainha da espada. Era mais grossa e desregulada, mas ainda assim coube. Rumei para a saída, quando me interceptaram.

- Ora, ora, ora... Se não é a garotinha do Tisroc... – brincou um, enquanto o outro prendia meus braços. – O que está fazendo aqui em baixo?

Um era moreno, alto e forte, o outro era baixote e gorducho, e era o baixotinho que estava me segurando, eu podia ver claramente o buraco, Pedro e os outros pareciam ter aberto-o ainda mais para facilitar minha subida. O moreno veio em minha direção com o rosto faminto.

- Ora... Você é muito bonita sabia querida? – ele passou a mão suavemente por minhas bochechas, e desceu para o meu pescoço. – Não me importaria de te ter como concubina ou até esposa do Tisroc... Ainda daria para tirar proveito da situação... – Distribuiu pequenos beijos em meu pescoço e em meu colo.

Eu comecei a me contorcer, percebi finalmente o que ele queria, e não estava disposta a me render tão facilmente... Distribui chutes para todos os lados, e isso resultou em passarem cordas em minhas pernas. Ainda estava tudo muito escuro quando senti duas mãos fortes e seguras apalparem meu tronco, minha cintura, meu quadril, minha barriga e finalmente chegou aos meus seios. Ele esticou os braços, me envolvendo e desabotoou o primeiro botão de meu vestido, e eu me admirei de não ter pensado nessa solução antes. Ele tinha terminado de desabotoar, e meu corpete estava inteiramente a vista, deixando a mostra o decote gigantesco.

Berrei, e continuei berrando insistentemente, até que vi alguém olhar para dentro da caverna, e eu estava cercada. O moreno foi arrancado de perto de mim, e ouvi socos sendo distribuídos, o retinir das espadas, e enfim o silencio. Eu chorava e tremia enquanto me levavam para cima novamente. Assim que viram meu estado, ouvi um rosnado.

- Argh! Desperdicei a chance de matá-lo com as minhas próprias mãos... – ouvi a voz de Pedro, enquanto ele me abraçava apertado.

Suspirei, finalmente me acalmando ao inalar seu perfume inebriante. Me aconcheguei melhor em seu peito e me senti protegida.

- Eu disse que era perigoso pra você andar sozinha... – ele sussurrou.

- E eu disse que voltaria para você... – respondi.

Ouvi sua risada e me senti em casa. Ele me levou até dentro de uma das barracas, e me soltou. Eu enxuguei as lágrimas, e me virei. Somente vendo seu olhar me toquei que ainda estava com o decote a mostra. Ele me encarava de cima abaixo, os olhos meio esbugalhados, e a boca entreaberta. Corei e apressei-me em subir o vestido. Pedro pareceu constrangido, e eu lhe dei um beijo. Quando saímos da cabana... Vimos o problema...

Os soldados do Tisroc mantinham uma fila ao redor de nossos amigos. Eu suspirei pesadamente, belisquei a ponte do nariz entre o dedo e o polegar, me acalmando. Pedro me apertou convulsivamente contra o seu corpo, e juntos fomos até a frente.

- O que houve lá? – perguntou o Tisroc.

- Nós estávamos no galpão de armas, e a Babi acabou se sentando no feno, fomos ver o que era, e a porta se fechou. – inventou Lucia rapidamente.

O Tisroc nos observou com desconfiança, seus olhos faiscaram ameaçadoramente, e ele se virou para falar conosco novamente.

- Bom... Creio que irão embora agora certo? – perguntou.

- Certo... – confirmou Caspian.

- Bom, eu deixarei vocês irem... Mas somente se... – ele começou.

- Tinha que ter um se... – resmungou Edmundo.

- Se... Lady Susana e Lady Laura aceitarem ficar, uma será minha esposa, e a outra irá para meu harém... Como minha concubina...

Eu engasguei com a minha saliva, e comecei a tossir automaticamente, o resto era puro e límpido silencio.

- Nunca! – responderam Caspian e Pedro juntos.

- Bom... Então, nada feito...

- Você não pode nos prender aqui... Não somos escravos... – eu arfei quando finalmente recuperei o ar.

- Mas vocês estão em meu reino... Terão até o por do Sol para decidirem... Caso contrário... Ficarão, e trabalharão para mim pelo resto de suas vidas. Os outros podem ir, mas as meninas que eu quero... Ficarão comigo. Não sei se sabem... Mas eu sempre consigo o que quero... – o Tisroc terminou e se virou, ele e suas tropas desapareceram pela floresta.

- Muito corajoso de deixar-nos aqui sozinhos... – sorriu Edmundo. – Até porque ele mal sabe... Que conseguimos um barco...

Sorrimos para Edmundo, que deu um sorriso resplandecente e presunçoso para nós. Zac, que tinha voltado pra o castelo vinha correndo com os cavalos. Cumprimentei Black Beauty, o trauma passado nas cavernas esquecido por hora.

- Qual é o nome do barco Eddie? – perguntou Eliza.

- Rei do Mar... – respondeu Nick por ele. – E para onde vamos agora capitã?

Um silencio confortável, e então eu me pronunciei...

- Ramandu... Iremos para a ilha de Ramandu atrás do metal que é o berço das estrelas do céu.

Notas finais
Enfiiiiiiim... To indo gente... Nao da tempo das notas agr, pq tipo... eu to SUPER atrasada, entrei postei e tenho q vazar... Beijinhos... FUI
Deixem reviews... ;D obrigada a todos que dedicaram um tempo lendo o cap, e Milla_Jonas, esse cap foi pra ti... BEIJINHOS LINDA, espero que tenham gostado