Notas iniciais
Oiii gente... Serio... Eu AMEI os reviews de voces... De verdade, vocês são tããão perfects... Amo muito... Nesse cap tem algumas cenas que foram pedidas nos reviews, e talz... Jazz minha magic fofa *-*. Bom, esse capitulo vai dedicado a alguém que eu admiro de corpo e alma... O revolucionário argentino Ernesto Guevara Lynch de la Sierna... Popularmente conhecido como "Che" Guevara...
Nos vemos lá em baixo, boa leitura.

Pov's Caspian...

Saímos da cozinha, e eu já estava de mau humor, considerando que seriam necessárias mais sete horas longe de Susana. E ainda piorou quando um criado veio correndo até nós.

- Vocês vão trabalhar com os esgrimistas hoje. — anunciou. — Nos jardins de trás.

E saiu. Encarei Pedro, que tinha o semblante cansado, eu ri, pelo menos não teriamos mais que carregar adubo.

- Pelo menos... Nada de sacos pesados e fétidos. — eu observei, dando de ombros. Ele me lançou um olhar irônico.

- Em contrapartida, teremos que carregar guerreiros inúteis para a enfermaria... — suspirou, cansado. — Já estou até vendo.

- Deixa de babaquice Pedro... Vamos, daqui a sete horas você vai ver a Laura de novo...

Ele deu um sorriso de lado e nós fomos até os quartos, colocamos as armaduras, pegamos as armas, e voltamos a descer. Andamos pelos corredores imensos, e então passamos por uma caverna escura, iluminada somente por archotes, e demos em um jardin com alguns bonecos de treinamento, e uns seis rapazes.

Alguns pareciam ser mais velhos que nós, mas os outros eram mais novos com certeza.

- Formem um círculo aqui. — mandou Pedro. — Assim todos podem observar bem o que estamos fazendo.

Eles se apressaram a obedecer. Demos uma breve explicação de como se usavam as armas, depois uma demonstração de uma luta em tempo real, e eles estavam quicando nos lugares para praticarem também.

- Ótimo, agora vocês... Formem duplas, e comecem a praticar, um vai estocar e o outro defender... Simples assim. — eu ordenei, empurrara-se, e por fim todos ficaram em seus lugares.

Eu observei enquanto eles agitavam a arma pra qualquer lado, seguravam errado e um ainda deixou-a voar sobre a cabeça.

- PÁREM! — gritou Pedro. — Vocês não são polvos brincando com dardos, são soldados em treinamento, então procurem pelo menos... — uma espada veio em sua direção de um dos soldados que não estava prestando a minima atenção. Ele abaixou rápidamente, e eu tive um acesso de riso. — Ai Aslam... Eu faço qualquer coisa somente para eles encontrarem logo essa porcaria de lâmina...

Eu rolei pela grama, enquanto ele observava os inúteis espada chin. No fim do dia tinhamos feito bem pouco progresso. Nos dirigimos esgotados para a cozinha. As meninas nos esperavam, eu dei um abraço em Susana, e fui recompensado com um beijo caloroso.

- Ai Pedro! Você está todo suado! — esse veio de Laura, que recuou um pouco.

- Eu estava treinando soldados completamente inúteis agora, e tive que desviar de umas... Quatro Cas? — assenti. — Umas quatro espadas, o que esperava?

Ela riu e o beijou, depois de comermos subimos até o quarto destinado a nós. Eu tomei um banho rápido e caí na cama.

Pov's Susana...

Acordei coçando os olhos, mais um dia... Para evitar me decepcionar, eu imaginava que só encontraríamos a espada em três meses. Já havia se passado um... Suspirei e me arrumei para o trabalho.

Seguimos até o quarto de Leonora, que estava acabando de acordar.

- Bom dia madame... — cumprimentamos, com uma leve reverência.

- Bom dia meninas...

- Precisa que façamos alguma coisa? — perguntou Laura.

- Bom... Já que perguntou, poderiam esquentar o banho para mim? Preciso de um quente, estou meio enjoada...

- Claro... — e Jazz foi até as cozinhas para pegar água quente.

- Eu pego os sais de banho. — respondi, e rumei para a despensa. Encontrei logo o que queria, e voltei para a porta.

O Tisroc bloqueou meu caminho, segurando em meus braços. O encarei torto.

- Olá Susana... Tenho uma proposta a te fazer... — ele tentou colocar sedução em sua voz, mas eu o encarava com nojo. — Que tal você sair desse seu trabalhinho chato? É simples, eu preciso de uma esposa, e de um herdeiro... O que acha?

- Nojento... — admiti enquanto ele me prensava na parede. — Eu recuso, muito obrigada.

- Aaah! Mas não é tão fácil assim. — respondeu ele, minhas pernas começarm a tremer, senti o sangue sumir de meu rosto enquanto uma nova cena entrava em minha mente.

Uma cena que eu havia vivido fazia muito tempo. E que tentara esquecer durante tantos anos... Enquanto estava em meu momento de nostalgia, podia observá-lo se aproximando.

- Susana porque demora tan...? — ouvi a voz de Laura, e em seguida um arquejo. Alcancei uma vela que estava em um pedestal, e joguei a cera derretida em seu rosto. Depois corri em direção ao quarto, os sais de banho apertados em minha mão direita.

- Temos que ir embora... Hoje... — eu resmunguei, entregamos os sais para a senhora, e nos sentamos para planejar.

Pov's Zac...

- ZAC! — gritou Babi, vindo a toda do castelo.

Eu a amparei, enquanto batia em meu braço, ela me encarou afobada, a respiração desregulada, e os lábios levemente separados enquanto arfava.

- Oi Babi.

- A Laura... A Susana... A Laura disse... A... A Susana.

Eu ri.

- Peraí... A Laura ou a Susana? — perguntei divertido.

- A Laura disse... Que a Susana... Foi atacada... Pelo Tisroc... Então... Temos que partir... Ainda hoje...

- Sim, mas... Como vamos encontrar a lâmina?

- Ela disse... Que... Que sonhou com um lugar onde tinham muitas armas, e umas botas.

Eu a encarei, e ela assentiu. Largamos o que estava na mão, e corremos pro galpão de armas.

- Ok... Como vamos encontrar uma lâmina no meio de todas essas? — perguntei, ficando estático.

- Pode estar... Em uma espécie de... Passagem, ou porão secreto, sei lá...

Considerei a idéia, procurei por um tempo, quando por fim cansamos.

- Ai Aslam... Isso é impossível, esse lugar é enorme...

Ela se apoiou em um monte de feno, que eu não fazia idéia do porque estava aqui, e ele desceu, revelando uma passagem na parede.

- Você é incrivel... — eu disse. — Por isso que eu te amo.

E não pensei em nada, simplesmente a beijei. E surpreendentemente ela retornou. Sorriu, e piscou pra mim.

- Vem... Temos que chamar a Laura. — e saiu do galpão me puxando pela mão.

Notas finais
E então? Gostaraam? kkk a Trilha Sonora do capítulo foi uma música da minha infancia... Beije a Moça (The Little Mermeid) Uma fofura nheh? Eu sei, eu também amo...
Enfim, mereço reviews? Ein? Ein? Recomendações? Tomatadas? Alguma coisa?
OOOOI LEITORES NOOOVOS... Meu nome é Lia, ou Juh, ou Julia msm... E o de vocês?
Brigada, e pros que leem até aqui um beijo, pros que gostam da minhas notas testamentos... sigam... ¬
ALGUEM AQUI VIU O RAFAEL NADAL DANÇANDO AI SE EU TE PEGO? AAAAAAAAAAAAAAAH EU QUASE TIVE UM TRECOOOO!!!! PODEM PERGUNTAR PRA MANDY... CHOREI, GRITEI, ESPERNEEI... Quase tanto quanto eu chorei contando a história do Che pra ela... Sério, eu estava aos prantos nessa hora. Amo tanto ele T-T Isso não é saudável, mas enfim...
CHE, LOVE YOU FOREVER AND ALWAYS, e esse cap foi pra vc, onde quer que esteja, mas eu sei que também está comigo, em meu coração e pensamentos. (profundo... ¬¬')
Beijos amores que leem a te o final, amo voces demais... Ate os reviews? ein? ein? hehe saudades... :3 nhac