Chosen By Worlds

10 1300 Anos Depois...


Notas iniciais
Oieee gente... Olha, 3 vez que eu tento postar esse cap... Putz merdz, cansei... Enfim, estou aqui novamente, agradecendo aos 61 reviews... Siiiim, 61, a fic deu um pulo de 54 pra 61 reviews...
Hoho' *maos na boca, e cara porca*
Eu sei, n eh mt, mas todos que eu leio eu fico rindo igual uma idiota, é sim. Enfim, vamos ao cap, e sejam bem vindos leitores novos. Se quiserem divulgar a fic, eu agradeço muito ;D beijooos ate la embaixo

Pov's Eliza...

Eu me sentei em uma árvore com Edmundo, ele estava recostado nela, e eu por minha vez, estava recostada nele. Estávamos de mãos dadas, e ele fazia circulos com o polegar nas costas da minha mão. Observávamos tranquilos a movimentação do acampamento.

Faunos, guardas, anões, ratos, leopardos, tigres, reis e tudo o mais andando de um lado pro outro, apertando e martelando estacas, levando lenha, ajeitando cabanas, afofando colchões, penteando cavalos, puxando-os de um lado pro outro, afiando espadas, fabricando armas... Enfim, deu pra entender né?

Caspian e Susana estavam agarrados em um canto, Jazz e Nick em outro, Lúcia ajudava Babi e Zac a cuidar dos cavalos. Pedro e Laura ainda estávam desaparecidos, sim, eles tinham sumido logo que chegamos no acampamento, e já estava escurecendo. Nos levantamos, e Edmundo foi ajudar Caspian, que limpava a marca de batom da boca, a cortar lenha. Eu fui em direção a Jazz e Nick.

- JAZZY!!! — gritei, assustando-os.

- Aff! Eliza! Para de me encher garota! — ela gritou, estressada.

- Calma ai estressadinha... Só vim pra avisar que agente tá indo pra barraca... — eu inventei a desculpa, na verdade eu só amava chamá-la de Jazzy na frente do namorado.

- To indo... Me deixa curtir o meu namorado primeiro... — ela disse, virando-se para Nick.

- Tá... Só saiba que o meu é muito melhor... — fui saindo de fininho. — E beija bem melhor também.

- Como você sabe disso? — ela perguntou, irônica.

- Palpite... — irônizei de volta.

De presente desviei de um pedaço de madeira que tinha o dobro do meu peso. Passei pelos guardas ainda rindo, e entrei na cabana. Babi e Su estavam ali, e Lucy entrou logo atrás de mim. Eu me sentei de pernas cruzadas, e nós começamos a conversar.

- Será que o pessoal que foi pra lá está bem? — perguntou Lúcia, quase dormindo.

- Acho que está... — respondeu Susana.

- Eu tenho quase certeza... Os narnianos são fortes. — bocejei.

- É... Disso nós sabemos. — riu Lúcia, e as meninas a acompanharam.

E então eu adormeci...

Pov's Laura...

Acordei na manhã seguinte, deviam ser umas 5 horas da manhã. Senti um peso sobre mim, e percebi que era o braço de Pedro. Estremeci, e ele acordou, o cabelo bagunçado, e o rosto meio inchado de sono.

- Bom dia... — bocejou.

- Bom dia... — respondi, e dei um sorriso resplandescente pra ele. Em troca recebi outro que me tirou o fôlego.

- Que horas são? — ele perguntou, esticando os braços, e se arrepiando, enquanto dava mais um bom bocejo. (isso é mais conhecido como se espreguiçar ou algo do tipo)

- Ham... — olhei para a posição do sol, sim, eu havia aprendido isso com a Babi. — Cerca de cinco e meia da manhã.

- O que?! Tá maluca Lara? Vem, vamos voltar a dormir. — ele resmungou, fingindo-se de irritado.

- Não... O pessoal deve estar preocupado com agente... — respondi, tentando me desvencilhar do abraço. — Vamos levantaar.

- Não! Só mais cinco minutinhos. — ele reclamou, e eu ri.

- Você parece uma criança birrenta.

- Mas e se eu for? — ele me desafiou.

- Crianças não ganham beijo de bom dia... — eu respondi, fazendo bico.

- Tá... Você ganhou. — suspirou, e então me puxou pra cima, colando nosso lábios.

- Agora podemos ir? — perguntei, com o rosto vermelho.

- Podemos...

*º*º*º*º*º*º*º

Chegamos no acampamento, e eles estavam retirando as coisas, colocando nos cavalos, e desmontando tudo. Eu larguei a mão de Pedro, e fui na direção das meninas, que davam maçãs a Black Beauty.

- LARA! Você está horrível! — gritou Eliza, me sobressaltando.

- Pra quem dormiu na relva, acho que devo estar bem. — eu respondi, mal humorada.

- É... Bom, vamos ver... — ela começou a me examinar, e então tirou algumas folhas do meu cabelo, e me entregou uma escova, depois me deu roupas limpas e me indicou o riacho.

Eu ri, e tomei um banho rápido, colocando o vestido logo depois, e voltando ao acampamento. Montei em Black Beauty, e Pedro em seu lindo unicornio branco. As meninas montaram em Calistra, Shine e Luna.

Edmundo foi com Eliza em Shine, eles voavam baixo, seguindo-nos.

Foram mais ou menos umas três horas de cavalgada, e duas paradas de meia hora para os cavalos beberem água e descansarem um pouco, por entre paisagens com riachos e cachoeiras cristalinas, folhagens verdes, árvores balançando, Babi tocando flauta (sim, ela tocava, e muito bem) enquanto eu a acompanhava com meu violão improvisado.

Chegamos finalmente ao local desejado. Uma imensa montanha, na base tinha cerca de umas 23 cavernas, e por dentro todas elas eram interligadas, criando antecamaras, tampadas por portas improvisadas, formando assim casas para cada um deles. Assim que nos viu chegar, Elizabeth, mãe da Eliza chegou correndo, com os trigêmeos, Gabriella, Manoel e Miguel em sua cola.

- ELIZA! — ela gritou. Eliza desmontou, pegou a mão de Edmundo, e juntos correram em direção a mãe dela.

- Mamãe! Gabi, Manoel, Miguel! — eles se abraçaram, e então todos estavam procurando seus familiares.

Eu fiquei somente observando os laços pais e filhos. Sorri com ternura, e senti alguém me observando. Pedro sorriu pra mim, e passou o braço por meus ombros.

E então começaram as complicações. Algumas pessoas acabaram por não encontrar seus familiares, e tinha chego a hora das explicações. Caspian cumprimentou a todos calorosamente, e em seguida subiu em um palanque improvisado.

- Narnianos! Infelizmente, nosso palácio foi tomado. Nosso reino foi tomado pelas feiticeiras. Muitos de nós acabaram por não sair dessa vivos, eles deram a vida por Nárnia... — assim que disse isso, mães, irmãos, pais, filhos, esposas, amigos... Todos os parentes e amigos próximos daqueles que tinham morrido, entraram em prantos. Os outros condoidos, derramavam lágrimas silenciosas de pesar. — Mas não podemos desistir. Não podemos nos acuar e amedrontar diante disso. É isso que nos dará força para continuar lutando. Mais, e cada vez mais. Essas pessoas... Que morreram, morreram por uma causa, e temos que continuar com isso. Eles nos acompanharão, e nos darão força para concluír a tarefa que eles começaram. Eles nos darão força para lutar por uma Nárnia livre! Como desde sempre lutamos para que seja. E é por essas pessoas, e pela vida de tantos outros que a feiticeira tirou, e pelo nosso reino, que lutaremos. Lutaremos por Nárnia!

- LUTAREMOS! — ergueu-se o brado da multidão.

Por um momento, eu me senti feliz, senti uma lágrima descer por meu rosto, mas rapidamente a enxuguei.Todos tinham começado a se abraçar, e a se oferece para ajudar na reestruturação das famílias. Quando uma voz fria e feroz se ergueu da multidão.

- Então... Comecem a lutar, e rezar por suas vidas. — um tirou o manto, e revelou uma cabeça peluda. Logo muitos tiravam seus capuzes, e outros surgiam das florestas, a torto e a direito.

- SAQUEM AS ARMAS! — gritou Pedro, enquanto as mulheres e as crianças entravam as pressas nas cavernas, rapidamente fechadas pelos homens.

E tudo virou um caus. Sons de espadas retinindo, pessoas berrando, monstros rosnando. Eu via as pessoas cairem ao chão, Pedro passou como um borrão por mim, Caspian foi para o outro lado, Susana e Babi davam cabo em um lobisomem mais adiante. Eliza e Edmundo lutavam contra um gigante, e Jazz e Nick evitavam que os inimigos entrassem nas cavernas. Zac ia de um lado para o outro, onde mais precisasse dele, e eu corria como um borrão negro acertando a torto e a direito.

Pessoas gritando, correndo, caindo, não era uma cena muito bonita. Então ouvi berros.

- LÚCIA! SUSANA! LAURA!

E finalmente, silêncio...

*º*º*º*º*º*º*º*º*º*º

“Não se preocupe, os narnianos serão mandados para o sul, até que tenham um plano para escondê-los, e um lugar para planejarem como derrotar as feiticeiras”

Acordei cedo, na minha cama. Não, eu não digo cama do internato, digo a MINHA cama, da MINHA casa. Me levantei de um salto e olhei pros pôsteres dos Jonas sobre a minha cama, as fotos de quando eu era pequena, a televisão, tudo normal. Não... Não podia ser um sonho... Eu me recuso a acreditar. Eu não podia ter sonhado com Nárnia, minha imaginação não é tão fértil assim. Corri desesperada pelo meu quarto, desci as escadas, e encontrei Margo subindo.

- Laurinha! Que bom que acordou querida. Eu fiz um café especial pra você, já que segunda feira você vai ter que voltar para o internato.

- Ah! Obrigada Margo... – eu disse, descendo as escadas e indo em direção a cozinha, minha cabeça girando, e eu me recusava a acreditar que era um sonho. Não podia ser, não mesmo. Até que um grito me despertou dos meus devaneios...

- LAURA! – era Paty.

- PATY!

- AMIGA! QUE SAUDADES! – ela gritou de volta. – Meu Deus,fazem apenas dois meses, parece que foram dois anos!

- É verdade... Pera... Dois meses?! – me exasperei.

- É... Dois meses desde que você foi pro internato, na verdade três meses, mas tem somente dois meses que não nos vemos. – ela falava tudo como uma metralhadora.

Então... Faziam dois meses? Nesse momento o telefone tocou. Margo correu para atender, e em breve ela que gritava.

- Laura! É pra você.

- Já vou, valeu Margo. – corri até o telefone, tinha que ser ele, tinha que ser ele.

“- Alô? – atendi, afobada.

- Que animação é essa?! – perguntou a voz mais linda do mundo, do outro lado da linha.

- PEDRO! – gritei, e então tampei minha boca com a mão. Ele riu, e eu o acompanhei. – Oi!

- Oi linda... Tudo bem?

- Tudo, e você?

- Tudo bem... Só me explica, o que estamos fazendo aqui? – ele parecia confuso.

- Se você que já foi para lá está confuso, imagine eu... – respondi, bufando.

Ele riu.

- Tem razão... E temos um pequeno probleminha... – ele murmurou.

- Que probleminha? – perguntei, desde a minha ida a Nárnia, probleminha pra mim já era uma coisa bem séria.

- Bom... Não dá pra explicar...

- Então passa aqui... O mais rápido possível. – repliquei, já me animando. – Susana, Edmundo e Lúcia vieram com você?

- Sim, e talvez eu leve alguns amigos aí. – ele respondeu.

- Ok... Te vejo em...

- Vinte minutos. – ele respondeu.

- Então até daqui a vinte minutos. – eu sorri, e ouvi a risadinha dele do outro lado.

- Até. Saudades.

- Eu também.

- Tchau.

- Tchau.”

Assim que desliguei o telefone, eu fiquei encarando a parede durante uns dois minutos, perdida em pensamentos, e então... Subi correndo, tomei um banho, coloquei uma roupa, e fui pra sala ver TV. Remexi alguns papéis, e encontrei um folder: Baile de Inverno.

Franzi o nariz, nunca tinha ouvido falar de baile de inverno... 10 minutos depois, eu ouvi a campainha, corri para abrir, e assim se revelaram não quatro, mas nove pessoas.

- Temos que ver como voltaremos... – disse Caspian.

Notas finais
Entaaao flores e cravo? Vai, nao foi tao curto, na verdade eu achei ate longo, foram 8 paginas segundo o word. Enfim, mereço reviews amores mios? Espero que mereçaa... Estou meio deprimida, eu já falei isso antes, mas enfim, estou postando pra voces. Espero que tenham gostado. Eu e a Jajabarnes acabamos fazendo esse cap juntas, e tivemos ótimas idéias para a fic no calor de nossa malícia, espero que tenham curtido, e que continuem curtindo a fic. Quem gostou, divulgue ou recomende, eu adoraria ;D ou então mande reviews. Amo vocês, espero vocês no proximo cap, e espero também mais leitores. E se tiver algum leitor fantasma, adoraria se voce se apresentasse. Eu não mordo... Não, não... :3
Enfim... Beijooooos