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11 Capitulo 10- A Inacreditável Lana.
Notas iniciais
Capitulo 9- A Inacreditável Lana.
Lana não tardou a chegar. Bruce observou atentamente ela entrar e ir para seu quarto. Ela parecia de “bom humor”. Refletiu brevemente.
–Sr. Banner, a Srt. Lana esta o chamando no quarto. -diz Jarvis assustando Bruce que estava preso em pensamentos.
Steve que mudava os canais da TV apenas o olhou brevemente, enquanto Tony soltou uma risada da cozinha onde estava conversando com Clint. Natasha havia saído para uma missão e Thor havia ido passar um tempo em asgard;
–você contou?-disse se levantando irritado e encontrando Tony já entrando na sala.
–não...-murmurou de imediato. -mas estou curioso para saber o que ela quer com você...-sorriu malicioso.
–BRUCE!-o grito estridente de lana provavelmente fora ouvido pela metade da torre. Bruce engoliu a seco indo ate a porta dela sobre o olhar curioso dos outros três homens na sala.
Deu duas batidinhas na porta entes de ouvir um entra engasgado. Abriu a porta e se surpreendeu com o cheiro suave que estava no lugar. Fechou a porta atras de si e olhou o quarto a sua volta.
–a-aqui...-a voz dela saiu fraca. Ele se aproximou do banheiro sentindo o cheiro um pouco mais forte. Ao aparecer na porta observou ela sentada na beirada da banheira.
–seu pai sabe disso?-riu ele escorando no batente da porta observando-a usufruir de uma marijuana. Ela revirou os olhos com o comentário e ofereceu. Bruce não pode deixar de lembrar quando tentou a erva para manter a calma.
Em resposta a ela, ele sorriu acenando que não. Ela deu de ombros puxando mais uma vez, antes de apagá-lo e guarda em baixo da prateleira onde estavam os absorventes dela. Fora uma boa escolha guardar ali, refletiu.
–o que posso fazer por você, srt. Lana.-suspirou curioso pelo chamado dela. Ela se levantou e ligou o chuveiro no quente deixando o vapor ir sumindo com o cheiro ainda presente no local. Ela se aproximou e sorriu maliciosa.
–quero que faça sexo oral em mim, Bruce...-pediu ela olhando no fundo dos olhos dele.
Bruce sentiu seu corpo gelar brevemente, enquanto sua respiração se descontrolou e seus batimentos cardíacos aceleraram. Ele realmente havia ouvido aquele pedido?
–o-o... o-o que?-era difícil de acreditar no que ela havia pedido a ele de maneira tão... calma, como se comentasse sobre o tempo.
–você ouviu...-murmurou seca.-quer que eu repita?-questionou maliciosa.
Ele engoliu a seco, não sabia se ele estava sonhando acordado ou foi apenas o cheiro da droga que já o fez alucinar. Então logo percebeu, era obvio que ela estava um pouco... “alterada”. Porem a forma como pediu foi da mais pura decisão.
“O que vem fácil, vai fácil...Fácil demais...”. Sua mente gritava o avisando.
–o que eu ganho em troca?-criou coragem.
–deveria se sentir satisfeito só com isso não acha?-riu ela cruzando os braços na frente do corpo. Ela estava com aquele olhar matador e desafiador. Ele riu brevemente descruzando os braços e olhando para o chão enquanto coçava a cabeça.
–ô srt. Toda poderosa... as coisas não são bem assim...-riu ele ainda sem voltar a encará-la nos olhos.
–diz isso pelo pedido ou por eu não o remunerar seu serviço Doutor...- a voz dela era arrastada, “quente”, provocante e muito, muito maliciosa.
–os dois, senhorita...-devolveu rouco e a provocando ao frisar o senhorita.
–hum...-ela pareceu pensativa por alguns segundos antes de sua expressão mudar para algo que entregava que ela estava viajando longe. Ela algum tempo retornou e mordeu o lábio voltando a olhá-lo. — se você me fizer o sexo oral perfeito eu lhe concedo...-ela fez uma careta se decidindo.-uns 15 minutos de uma conversa “saudável” sem eu lhe “alfinetar”, mas não garanto que não usarei depois tudo o que me disser contra você.
Ele riu a principio, mas logo deu um riso mais sarcástico passando a mão no rosto.
–você e inacreditável Lana.
–o que... o premio e maravilhoso... não deveria reclamar... -acusou ela.
–porque eu?-questionou cruzando novamente os braços. Talvez aquela fosse a luz no fim do túnel mostrando que ,talvez, Lana o quisesse.
–se não quiser posso chamar o Steve ou algum outro amigo meu... minha lista de contatos e grande...-sorriu marota o provocando. -então aceita? Ou já devo pegar meu celular?
–o que eu vou ganhar em troca?-questionou novamente. Não queria perde mais uma chance.
–quer dinheiro?-riu ela. Ele apenas revirou os olhos devido a brincadeira. Ele levou seu olhar ao seu membro fazendo-a seguir com o olhar.- não vou tocar em você...-riu ela.
–então porque eu deveria tocar em você?-devolveu.
–porque ao contrario de você, eu não quero... -riu ela. Ela estava mais risonha, porem não era exatamente o sorriso que ele queria e havia pedido a ela no dia da lanchonete era vagos e sem motivo. Ele queria o real, espontâneo e divertido.
–quem te garante que eu quero realmente isso.-se contraditou.
–por esta aqui e esta negociando?-apontou rindo. Ele riu desviando o olhar. Suspirou pesadamente.
–Lana vai para cama,deita e dorme... você esta viajando...-pediu ele calmo.
–só depois... caso você seja capaz de me fazer gozar só com a sua boca...-provocou ela parando bem, bem próxima dele, a ponto de qualquer movimento fazer o corpo deles roçarem um no outro. Ele riu ainda fitando o chão e voltou o olhar para ela enquanto ia beijá-la.-beijo, só lá embaixo... -disse ela.
–mas e você que quero beijar, a sua boca...-disse ele olho a olho. Ele pode perceber a respiração dela se descontrolar rapidamente enquanto ela engolia a seco, “elaquer...”ele riu mentalmente.
–alem de eu ter que te tocar vou ter que te beijar?-questionou ela incrédula. Ele segurou a cintura dela e foi a empurrando calmamente contra a parede e pressionou seu corpo contra o dela.
–nos sabemos que você quer...-disse rouco olhando profundamente na imensidão castanho esverdeado.
–você e tão convencido Doutor...
–você pode negar o quanto quiser mas sabemos muito bem que nos dois queremos um ao outro...-sussurrou contra os lábios dela, e sem dar tempo a ela responder a beijou com luxuria.
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