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7 Capítulo 6-As decepções de nem sempre conseguir...


Notas iniciais
mil desculpas pelo atraso!!!mas a ganhadora foi: Ana Beatriz Stark Everdeen(me adiciona no face Elabeth Werth(quem quiser pode me add também))ai esta mais um capitulo!P.s.: o que acharam da nova capa?

Capítulo 5 — As decepções de nem sempre conseguir o que quer.



Lana se voltou irritada para o pai, enquanto Bruce apenas engoliu a seco.

Era óbvio que eles estariam vigiando quem entrava e saía da Torre, principalmente por Lana estar lá. Mas não pensaram na possibilidade de que Fury viria atrás dos dois ao saber que estavam em um encontro.

– Não é da sua conta! – rosnou Lana se pondo de pé – Você pode até ser meu pai, mas eu já tenho 24 anos. Posso ir e vir com quem eu bem entender. E afinal de contas... Todo mundo diz que eu tenho que sair mais e encontrar pessoas. Agora que eu fiz você vem com essa de “o que esta acontecendo aqui?”.

Ele a encarou demoradamente.

– Diretor... – Bruce começou, mas logo foi interrompido.

– Calado doutor! – Nick cortou ainda fitando a filha – Lana, você não pode simplesmente sair assim...

– Pare de tentar me proteger. – rosnou ela entre dentes – Você não conseguiu fazer isso com minha mãe, por que esperaria ter mais sucesso comigo? – sua voz dela e seus olhos esverdeados brilhavam cheios de veneno puro.

Fury estava realmente furioso¹. Num movimento repentino ele levou a mão para o alto, preparando-se para desferir um tapa em Lana, mas Bruce segurou seu braço. Talvez que ela realmente merecesse, mas ali não era o melhor lugar para resolver a boca “suja” de Lana, mesmo que, novamente, talvez merecesse.

Bruce o encarou demoradamente e tentou, de alguma forma, passar alguma calma para o chefe e relembrá-lo que toda a lanchonete os observava. Quanto Nick transpareceu estar mais calmo, Bruce soltou seu braço.

Nick fitou a filha tristemente ao constatar o que ela iria fazer. Bruce, meio confuso, seguiu o olhar de Nick que direcionava a faca que Lana, com olhar impassível, segurava. “Ela ia revidar?!”

– Sempre soube que você não... gostava da minha presença, mas você ia me agredir? –começou ele, embora a pergunta fosse mais uma afirmação. – Sou seu pai Lana, mesmo que você não queira. – dizendo isso ele se virou para ir embora, e Bruce notou que havia alguns agentes do lado de fora da lanchonete. Antes de se afastar mais, ainda de costas, Nick murmurou – Só não... Só não chegue em casa tarde, não quero passar a noite em claro novamente preocupado com você.

Logo as pessoas da lanchonete foram voltando aos seus lugares, enquanto Bruce olhava a faca na mão dela. Riu se sentindo um idiota. Deveria mesmo tentar acalmar a fera?

Ela, vendo-o daquela forma, arqueou uma sobrancelha e não conteve o veneno que inundava sua boca.

– Mesmo? Eu te avisei, disse para não tentar... Mas o que você fez? Você e sádico, gosta de sofrer e se decepcionar... – ela riu friamente, sentando-se à mesa e largando a faca, enquanto Bruce fitava o chão, ainda de pé.

Aquilo foi passara dos limites para ele. Aquele simples ato dela empunhar uma faca contra seu próprio pai. Era além de “mimo” de Lana, ia contra qualquer valor que ele, ou qualquer um tinha. Lana estava certa, ela o tinha avisado...

– Claro... – ele assentiu, pegando seu paletó.

– Eu não vou pagar... – Lana resmungou, enquanto o garçom servia os pedidos. Bruce se limitou a pegar a carteira e retirar algumas notas para jogar de qualquer jeito na mesa.

– Obrigado... – cantarolou ela – Toma cuidado para não destruir a cidade antes de chegar à torre. – alfinetou.

Ele decidiu fazer imitá-la. Parando de pé ao seu lado.

– E você para não acabar como sua mãe...

– Todos nos vamos acabar num caixão como ela... – rebateu fitando-o com olhos raivosos e um sorriso cínico – Você pode demorar um pouquinho, mas cedo ou tarde seus inimigos vão encontrar um jeito de acabar com você...

Bruce sorriu brevemente conteve firme e forte as lágrimas que quiseram sair naquele momento. Apenas se retirou, indignado da pequena lanchonete rumando sem olhar nada a sua volta, apenas o caminho que tinha que tomar até a Torre dos vingadores.

Como há um longo tempo não fazia, Bruce, ao chegar à torre e se enfiar no quarto, chorou. Chorou mesmo. Sem se importar de parecer idiota com isso. Ignorou seu interior que o dizia “Você parece uma criança que ralou joelho e que tem que passar remédio.”

Ele sabia que não seria fácil, mas precisava ser tão difícil assim? Iria valer à pena ouvir o que foi só o começo, para um mero luxo no final? Algo que conseguiria num bar qualquer? Claro, Bruce desejava ter aquele corpo moreno, de curvas tão pecaminosas e cheias de veneno tanto quando a boca daquela garota!

Ela poderia ter 24 anos, porém seu jeito “mimado” de falar o que queria a fazia parecer uma garotinha. Garotinha essa por quem ele sentia algo que não sabia definir. Desejava-a inegável e desafiadoramente! Sim desafiadoramente, sabia que esse luxo de ter aquela que era filha do espião mais perigoso do mundo, era mais que um desafio, porém não tinha controle sobre aquilo. Talvez tivesse, mas com as afrontas dela contra deus e o mundo, ele perdia o controle e apenas queria domar aquela fera de qualquer forma!

Já havia se passado umas três horas e ele ainda não tinha visto Lana voltar. Por uma fração de segundos chegou a se preocupar, mas lembrou de que se tivesse acontecido algo com ela Nick já estaria ali e haveria uma grande movimentação pela Torre. Por sinal, estava tudo calmo. Aparentemente todos estavam em seus quartos, ou fazendo fosse lá o que fosse.

Após jogar uma água no rosto, Bruce foi até a sala onde Natasha e Clint tinha dormido juntos assistindo TV. Caminhou com desânimo até a cozinha, pegou um copo de leite e esquentou no microondas. Ouviu a porta ser aberta e fechada e o “toc toc” do salto que não demorou muito a ser tirado já que o barulho cessou. As chaves foram postas em qualquer lugar numa superfície de vidro. Ouviu o tecido da roupa acompanhado por passos que vinham para a cozinha, eles pararam na porta, e a risada debochada de Lana tomou seu lugar.

– Fazes o que? – ela perguntou indo e se sentar na bancada, solvendo um gole da cerveja que trazia com si.

– Esquentando meu leite... – resmungou abrindo a porta do microondas ao apitar. Ele fez menção de se virar e ir embora.

– Não terminei... – disse esticando a perna me mantê-lo ali. Com descaso, ele a segurou seu tornozelo e o abaixou, livrando-se do obstáculo.

– Nem sempre temos tudo o que queremos. – ele deu dois passos, mas a voz dela o impediu de prosseguir.

– Diga por si mesmo... – ela desceu colocando a garrafa na bancada e indo até ele.

– Sabe, me arrependo de não ter deixado seu pai lhe dar uns bons tapas naquela hora. –disse amargo e cruel. Lana riu e se aproximou dele, apoiando as mãos em seus ombros, ele sentiu sua respiração ao pé do ouvido. Ela ronronava com uma gata.

– Que tal então você me dar esses tapas que, segundo você, eu mereço? – sua voz tinha uma malicia muito grande. E com aquele tom sensual, bem ao pé do ouvido, sentiu uma chama se acender dentro dele enquanto pensava como um resmungo: “O que ela faz comigo?”– Que tal eu ficar de quatro e você fazer isso? – sugeriu, irresistível, arrepiando-o dos pés a cabeça.

Bruce engoliu a seco e se manteve calmo, embora todo o seu corpo gritasse para soltar aquele copo e possuí-la ali mesmo no chão da cozinha. Ele chegou a “sentir” o sorriso dela. Lana sabia que isso mexeria com qualquer homem. Reunindo toda sua dignidade e controle para resistir, ele respondeu:

– Porque nem sempre podemos fazer o que queremos... – sorriu triunfante saindo. Mas ela o seguiu até seu quarto.

– Por isso as pessoas perdem as melhores oportunidades... – disse da porta sorrindo e indo para o seu próprio quarto.

Ele se trancou sentindo-se divido.

Realmente, deixara passar a oportunidade de tê-la naquele momento... Mas acabou pensando melhor, a proposta delas estava fácil demais, provavelmente ela iria aprontar caso ele entrasse em seu jogo.

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Nova fanfic por vir....

Quando as pessoas dizem que pequenas coisas as vezes podem ser grandes, provavelmente elas já tenha passado por pequenas coisas que se tornaram grandes ou algo do gênero. Um simples olhar poderia mudar toda uma convicção, tudo o que você pensa, deseja é e.

Um único olhar bastou para mim, tudo o que eu era desmoronou naquele momento, toda minha mente se confundiu e minha alma achou o seu lugar após anos vagando dentre sangue, gritos e caça. Era mais um possível conto de amor, mas dessa vez entre dois monstros, duas bestas irracionais. Uma mulher fria e semimorta e um homem com um ego gigante, verde e raivoso dentro de si.

Quando as pessoas dizem que pequenas coisas as vezes podem ser grandes, provavelmente elas já tenha passado por pequenas coisas que se tornaram grandes ou algo do gênero. Um simples olhar poderia mudar toda uma convicção, tudo o que você pensa, deseja é e.

Um único olhar bastou para mim, tudo o que eu era desmoronou naquele momento, toda minha mente se confundiu e minha alma achou o seu lugar após anos vagando dentre sangue, gritos e caça. Era mais um possível conto de amor, mas dessa vez entre dois monstros, duas bestas irracionais. Uma mulher fria e semimorta e um homem com um ego gigante, verde e raivoso dentro de si.

Appear

Notas finais
eai o que acharam, no cap. e da nova fic por vir??a nova fic " Appear" sera um crossover de vingadores com crepúsculo (mas sem vampiros que brilham no sol)enfim, digam o que acham de tudo. '3'