Notas iniciais
Olá, aqui estou eu novamente com mais um capítulo para vocês, seus lindos u.u Bom, eu acho que fiz algumas coisas aqui que eu acho que vocês não vão gostar muito, mas eu espero que gostem mesmo assim.. Principalmente pelo modo como ele acaba :v Boa leitura meus lindos.

POV’s Niall

Ligo para Luke e pergunto se ele pode vir me buscar. Ele diz que sim, então me sento no Campus da faculdade. Enquanto Luke não chega, eu resolvo pegar o meu celular e começo a jogar Band Stars. É um jogo no qual você cria uma banda, compõe músicas, grava as músicas e elas estreiam nas paradas. O chato é que para eu poder começar uma World Tour, tenho que ter uma música de estreia em primeiro lugar. Só que o máximo que eu consegui, foi o oitavo lugar.

Assim que ouço uma buzina familiar, eu levanto a cabeça. Olho para o outro lado da rua e Luke está me esperando. Me levantando e guardo meu celular na mochila, então caminho até ele. Luke está todo arrumadinho. Blusa xadrez, calça jeans apertada. Cabelo arrepiado como sempre. É, ele está um gato. Mas não precisava se arrumar todo só para vir me buscar.

Entro dentro do carro e me sento no banco do carona. Luke entra e liga o carro. Durante o caminho ele fica quieto. Nenhum ai, nenhum som, nada. O que eu achei meio estranho no começo, mas depois eu fui me acostumando. Não demora muito até que chegamos em casa. Luke estaciona o carro perto do meio-fio. Noto que há mais dois carros parados, mas não em frente á nossa casa. Um carro eu sei a quem pertence. Um carro é de Zendaya o outro eu não sei.

Saio do carro e entro pela garagem. Deixo minha mochila sobre a máquina de lavar roupas, e tiro minha roupa ali mesmo. Há algo diferente aqui. Está faltando alguma coisa. Eu não sei o quê, mas algo aqui está muito errado.

Pego a minha toalha que está esticada sobre a mesa, e enrolo em volta de minha cintura. Abro a porta e subo os degraus que tem para dar acesso á cozinha. A cozinha está escura. Mas a luz que vem do poste, do outro lado da rua entra pelo basculante e ilumina uma pequena parte perto da geladeira. Ouço o som da televisão ligada, ela vem do quarto de cima. Vem do meu quarto. Liam deve ter dormido mais uma vez assistindo tevê.

Caminho pelo corredor em direção á sala. Vejo alguns pequenos movimentos ali, mas deve ser somente a minha imaginação. Assim que chego perto da televisão, as luzes se acendem. Meus olhos se apertam e saem pessoas de todos os cantos da casa. Olho para o lado e está escrito “Feliz Aniversário Niall”. Estão todos cantando parabéns, para mim. Fico sem graça.

— Eu não acredito nisso. – Digo com as bochechas coradas.

— Ah, você merece Niall. – Diz Liam se aproximando de mim e me dando um selinho.

— Isso mesmo, mas cadê o bolo? – Pergunta Michael

— Louis ainda não trouxe? – Diz Harry franzindo a testa.

— Ainda não. – Completou Bella.

Agora sei o que está errado. Louis não está aqui. O seu carro também não está.

— Já faz muito tempo que ele saiu?

— Tem quase uma hora e meia.

O telefone toca. Eu pulo no mesmo instante, e todos ficam quietos por um tempo. O telefone continua a tocar, até que Harry caminha até a parede e o atende. Harry apoia o seu corpo sobre a cômoda que envolve metade da parede. Ele fica quieto, e tudo o que faz é fazer que sim com a cabeça. A expressão de Harry foi de pavor. Ele ficou branco e pálido. Ele perdeu toda a sua cor natural. Ele está paralisado. Ele solta o telefone e o mesmo cai sobre o chão fazendo um barulho tão alto, que fez com o eco se ecoasse sobre toda a casa. Todos olham com uma expressão estranha para Harry. Dá última vez que ele ficou assim, foi quando sua tia faleceu. E vendo isso agora de novo, não sei o que dizer exatamente.

Harry se levanta e quase cai, mas Luke e Liam foram rápidos o bastante.

— Harry, você está bem? O quê houve? Quem era ao telefone?

Ele não diz nada.

— Harry! – Insiste Luke

O silêncio de Harry permanece. Então tudo começou a fazer sentido em minha cabeça. Bom, eu acho. Alguma coisa aconteceu com Louis.

Hospital

POV’s Demi

Estou ficando irritada! Ninguém fala nada, estamos aqui há quase três horas e ninguém nos fala nada, nenhuma notícia. Porra nenhuma!

Minha bunda já está dormente de tanto ficar aqui esperando. Harry está sentado ao meu lado e não fala e não faz nada. Niall anda de um lado para o outro como se estivesse com vontade de ir ao banheiro. Liam está sentado no chão, com a cabeça entre os joelhos.

— ALGUÉM ME DIZ O QUE ESTÁ ACONTECENDO? EU NÃO AGUENTO MAIS! – Eu berro.

Uma mulher caminha até a gente. Obviamente ela é a enfermeira, já que está toda de branco. Ela está vindo com uma plaqueta nas mãos. Ela caminha diretamente em vossa direção, quando ela é parada por um médico. Ele falava algumas coisas em seus ouvidos, enquanto apenas assentia com a cabeça.

Assim que eles terminam de conversar ela vem, só que dessa vez mais depressa. Assim que ela chega, ela abre um sorriso.

— Qual de vocês é o Harry?

— Aquele ali. – Digo apontando com a cabeça.

— Hm, obrigada. – Ela caminha até ele e fala. – Harry, eu preciso que você venha comigo.

Ele faz que sim com a cabeça.

— Como? Me desculpe, mas eu também vou. Você está pensando que eu fiquei esperando aqui por três horas a toa? Ah, não. Você está enganada, eu vou entrar e sim e saber o que está acontecendo.

E sem hesitar, ela deu permissão.

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POV’s Michael

Luke não quis ir ao hospital. Bom, nem eu. Mas a diferença é que eu tive que fazer algumas coisas em casa.

Sentado no meu sofá, sem nada para fazer eu começo a ficar no tédio. Nenhum telefonema, nenhum jogo, nenhum filme bom. Nada que preste passando na televisão. Olho para o relógio e já são quase sete horas da noite.

Pego meu celular e resolvo ligar para alguém na tentativa de conseguir alguém para conversar, jogar, ver um filme ou sair. Não tenho muitos contatos. Ashley está no trabalho, Zendaya está no curso, Bella está no hospital com o resto do povo. Zayn está na casa de Jennifer. Não sei o que tanto ele está fazendo lá, mas tudo bem.

Ligo para Paul e ele disse que está livre esta noite, mas não quer que isso seja um encontro, e não vai ser. Até porque já tem um tempinho que venho querendo apresentar Paul para alguém. Combinamos de nos encontrar no sul da cidade.

Entro no banheiro e tomo meu banho. Demoro cerca de vinte minutos, até que meu celular vibra. Seco minhas mãos e o pego, é uma mensagem de Matt. Ele disse que já está quase pronto, e eu respondo dizendo que já estou pondo a roupa. Saio do banheiro, e visto minha boxer. Coloco minha calça jeans preta apertada, ponho meu All Star e uma blusa regata do Capitão América. Ponho o meu perfume favorito “Le Chan”. Pego as chaves do meu carro, tranco tudo e vou até a garagem. Assim que abro a porta do carro, meu celular toca. É Luke! Meu coração começa a palpitar, começa a ficar acelerado. Então eu atendo.

— Oie, Luke.

— Oi, Michael. – Sua voz está tensa. Como se ele tivesse passado o dia inteiro chorando.

— Luke, aconteceu alguma coisa?

— ... ... ... ...

Tudo o que ouço é sua respiração.

— LUKE!

Então a ligação cai.

Entro no carro, o ligo e corro para casa de Luke. Vou o mais rápido que consigo, eu nunca corri tanto assim na minha vida. Freio! Coloco a cabeça para da janela e vejo que está o maior trânsito. Tudo engarrafado.

Quase impaciente eu desligo o carro, retiro minhas chaves e o deixo ali mesmo. Então vou correndo até a casa de Luke. Paro um pouco para retomar o meu fôlego e volto a correr. De cinco em cinco em minutos eu paro e retomo o meu fôlego. Assim que chego na esquina da casa dele, eu corro sem parar para respirar.

Tento abrir a porta, mas ela está trancada. Tento abrir a janela, mas ela também está trancada. Ponho meu rosto sobre a janela e a sala está escura.

— LUKE. – Eu grito

Ele não responde.

— LUKE, SOU EU. MICHAEL.

Ele não vem. Dou a volta pela casa e vejo a janela do quarto de Ashton aberta. Subo cuidadosamente sobre a cerca, logo em seguida passo para o telhado. E então pulo para o quarto de Ashton.

A casa está um silêncio. Vou em direção ao quarto de Luke e não o encontro por lá. Olho no quarto dos meninos e ele também não está lá. Vou correndo até o banheiro, e só vejo uma banheira cheia d’água. Luke não está ali, graças a Deus.

Desço as escadas e acendo as luzes da casa. Vou na cozinha e não há ninguém em casa. Pego um copo d’água e vou bebendo até a sala. Assim que chego na sala deixo o copo cair. Vejo Luke caindo no chão da sala, com cartelas e cartelas de remédios diferentes ao seu redor. Uma garrafa de vodca caída e quebrada perto de seus pés. Seus pulsos, braços, pernas ... todos .. todos .. todos cortados.

— LUKE. – Eu berro

A cabeça dele se mexe e eu pulo no chão imediatamente o pego no colo, e o ponho no sofá.

— Luke o que você fez? Você tem de ir para o hospital, agora!

Seus olhos estão semicerrados.

— Luke! Acorde! Acorde! Não se atreva a fechar estes olhos.

Notas finais
Espero que tenham gostado deste capítulo e se gostaram, por favor não deixem de comentar, pois a opinião de vocês é muito importante para mim. Deixem suas opiniões, sejam elas negativas ou positivas. Vejo vocês na próxima, meus lindos. Bjoooos