Chocolate e Sedução
11 Capitulo Dez
Capitulo Dez.
Espero em silencio ate America me deixar sozinha do quarto, a mesma sensação que tive quando sai do prédio do Peter no nosso primeiro jantar, Isabela venceu, de novo, e de novo. Sinto falta do tempo te não tínhamos sofá e tudo que eu conseguia pensar é comida.
Meu telefone toca. Atento esperando ser o Peter.
– Alô?
– Julie?
– Isaac?
– Você esta bem?
– Porque eu não estaria?
– Eu tava assistindo o noticiário, e então...?
– E então o que?
A porta se abre lentamente, Isaac com uma roupa similar a sua farda, ele é tão bonito me olhando assim, com cara de preocupado e celular na orelha.
– Então eu resolvi passar aqui pra te ver. – Ele sorri. Tento me esforçar e não pensar em agarrá-lo. Eu amo o Peter. Isso, eu o amo. Minha voz so estranha na minha cabeça, acho que essa é a primeira vez que eu digo que amo alguém depois do Gustin. – Trouxe café.
Ele vem até mim e senta na cama, me entrega o copo do Starbucks , dou um gole, esta muito amargo, quero cuspir,m as engulo, um pouco de dor agora não me faz sentir nenhuma diferença.
– Está muito amargo. – Digo.
Isaac pega um saco menor na caixa-placa suportes dos cafés, há alguns cubos de açúcar.
– Um novo amigo se ensinou esse truque caso eu quisesse arrancar alguma coisa de você.
– O que mais esse seu amigo disse?
– Ele disse que você era muito inteligente.
Minhas bochechas queimam, meus olhos ardem, e sinto uma dor no nariz como se eu tivesse levado um soco, meus lábios tremem, abraço o Isaac. Meus braços envolvem sua barrica, deixo uma mão repousar na lateral a bermuda e com a outra consigo sentir a barra da sua cueca, ele poderia se aproveitar de mim agora, e eu acabaria cedendo. Minha cabeça esta sobre seu peito, forço meu rosto contra seus músculos, como se eu quisesse me aquecer.
Isaac fica tenso por um tempo e depois me abraça de volta, com os braços sobre os meus e as mãos e minhas costas, ele beija meu cabelo. Tiro a Mão do estado inerte e seco as lagrimas, e olho para o rosto dele.
– A quanto tempo você e o Peter se falam?
– Não muito, mas foi antes de vocês irem conhecer minha sogra. – Rio pelo falo dele chamar minha mãe assim, como se tivéssemos alguma coisa. – Mais assim que ele chegou ele veio me procurar, disso que me odiava e queria me matar por eu gostar da você, mas se isso fosse tão errado assim, ele teria que morrer tambem. Então ele me pediu desculpas, e explicou a situação, ai eu resolvi ajudá-lo com a Isabela.
– Você esta insinuando que ele não me traiu com ela?
– Achei que eu que deveria fazer perguntas aqui, mas isso aqui, tenho quase certeza que agora você já sabe o que esta acontecendo.
– Na verdade não.
– Julie, serio que tinha um contrato?
Não consigo segurar, dou risada.
– Sim.
Ele faz uma cara como se estivesse com nojo de mim, mas sei que é brincadeira.
– Você atravessou os estados unidos só pra vir me dar apoio?
– Sim, eu estava lá embaixo esperando você descer, quando eu e sua irmã vimos a reportagem e ela subiu correndo.
– Nossa. – Não sei mais o que dizer.
– Sabe, o Peter disse que se fosse te fazer bem eu poderia... beijar você.
Olho pra ele e fecho os olhos, não será o que eu esperava para agora, mas aceito, os lábios de Isaac tocam os meus, abro a boca, e deixo que ele faça o que for preciso, sua mão sobe de minhas costas para meu cabelo, segurando minha cabeça com firmeza.
Penso no Peter, nenhum toque, por mais amado que seja nunca será igual a ele, me deito na cama, Isaac sobre mim, sinto-o pressionado contra meu corpo, paro, Isaac fica rígido e para tambem.
– Desculpa.
– Tudo bem. – ele diz. – Estou feliz pra caso eu morra pelo menos você foi minha por algum segundos.
Queria poder dizer a verdade, que eu nunca fui dele, em todo momento meu ex namorado estava no meu pensamento. Coloco os cubos de açúcar e engulo o café agora já quase frio.
– Hora de voltar, não acha?
Não digo nada, apenas me levanto e concordo com ele.
***
Voltar no avião com o Issac invés do Peter é ainda mais estranho, não brigamos e nem dormimos. Ele faz alguns batuques com os dedos na cadeira, mas não me incomoda.
– Sabe, eu gostaria de conhecer Londres um dia. E você?
– O Único lugar que eu gostaria de estar agora é com um antigo milionário agora ferrado pela vida.
Ele tenta mudar de assunto:
– Outro dia na rua eu vi um cara muito parecido com o Henry, foi assustador.
– Duvido que seja ele de verdade. – Minto sobre meus pensamentos. – Mortos não caminham.
Nem mandam cartas.
De repente a idéia mais insana se passa pela minha cabeça. Imagino a Renata teclando com o Gustin e dando todas as noticias possíveis sobre a minha atual vida, enquanto ele divide uma cama de uma quarto de hotel com a Isabela. Sim, eu sei o que eles fizeram. E sei o que planejam pra esta manha.
– O Peter te falou de alguma carta? – Pergunto para o Isaac.
– Ele falou sim, era só um aviso do que a Kovalic estava querendo.
– O que exatamente ela fez?
– Ela convenceu todos os sócios dele a se venderem pra ela, assim sem fornecedores e um lucro como base principal a renda da impressa foi caindo, mesmo com o aumento do dólar a Isabela conseguiu forjar um documento provando que seu investimento antigo na impressa não tinha sido reembolsado. Isso foi como se o Jack Estripador tivesse arrancado as Tripas da Eagles, Inc. e Levado o coração da mala.
– Assim que ela comprou a empresa? E por isso o Peter ficou pobre?
– Esse documento funcionava como um casamento fantasma, todos bens adquirido eram de ambos, mas como o pouco que ele tinha já não era nada ele deixou ela ficar com tudo.
Escuto com atenção. Um das frases do maldito livro que usei pra estudar para as provas finais voa em minha cabeça.
Pego o notebook na bolsa, sem sinais que atrapalhem o volto abro uma folha em branco e começo a digitar um contra processo.
Usamos o resto das cinco horas pra ver um filme e comer. Quando chegamos em Seattle, só há uma pessoa que eu gostaria de ver.
Yamaha esta nos esperando com meu ex carro, talvez, não consigo pensar em um motivo, mas a Witija pode ter pedido para ele vir nos buscar.
– Leve-me até o Peter. Por favor. Eu o amo. – Digo em voz alta. É tão estranho e verdadeiro. Ambos no carro ficam assustados.
Queria que o motorista acelerasse o carro como e minha vida dependesse disso, metaforicamente ela depende, mas minha raiva é maior que meu desejo pelo Peter agora.
Espero que ele me leve por ruas diferentes. Mas, estamos no caminho da minha casa. Penso e voar no pescoço do namorado da Witija, mas ele é mais rápido e diz:
– Ele ta ai dentro. A casa é de vocês... Por hoje. Então nós moraremos com o Isaac esta noite.
Abro a porta do carro e corro como se fosse a Katniss indo em direção a cornucópia dos jogos vorazes. Empurro a porta de casa. Ele esta sentado do meu sofá com um cupnodles. Ele esta tão triste que nem consegue cozinha.
Respiro fundo e tranco a porta. Ele está olhando pra mim, esta descalço, usa um short curto e folgado como dos caras que praticam futebol em casa, e com uma camiseta regata.
– Tudo bem com você? – Pergunto.
Ele olha pra mim, e não diz nada, então pega uma folha de papel sobre a mesinha de centro.
Com canetas hidrográficas ele escreve.
Jurei pra mim que eu não ia mais dizer uma palavra.
Ele escreve outro papel.
Até que tivesse você de novo em meus braços.
Ele escreve a ultima folha e olha pra mim sorrindo.
Pois mil palavras não tem significado nenhum sem você para beijar minha boca. – P
Corro até ele, e pego um piloto.
Isso não será um problema, mil palavras estarão a sua disposição, você agora eu tenho certeza que amo você. – J
Peter coloca o pote de macarrão sobre a meta de diz:
– Tá, agora vamos nos beijar e depois sair pra escrever nossas digitais em uma arvore.
Pulo sobre ele, caímos no sofá onde foi nossa primeira vez. Beijo como se fosse a primeira e ultima, lembranças e comprovações só ressaltam o fato de que ele é o cara pra mim.
– Amor, — Começo. – escrevi um livro nesse tempo que você esteve fora, e agora sei como terminá-lo. Só um minutinho.
Levanto correndo, o ligo o notebook, abro o relato e comecei a escrever, acho que tem o numero de paginas bom para ser publicado, e eu trabalharei mais nisso.
Quando volto pra sala o Peter já acabou de comer o macarrão e esta mastigando um chocolate. Ele me oferece um pedaço quando abaixo-me para morder ele me puxa.
– Eu queria que você lesse isso... É sobre você.
Ele parece curioso e assustado.
– E quando a nossa...
– Temos o resto da noite pra isso.
Enquanto Peter lê eu arrumo as roupas de volta no quarto, lavo a louça, falo com a Renata pelo telefone, e digo a minha idéia sobre o livro, ela pede para eu a enviá-lo. Digo que farei.
Peter Finalmente acaba quando já esta escurecendo e eu já vi metade da temporada de Roma, ele olha para mim sem que sua expressão diga muito sobre o que achou.
Minha cabeça esta em chamas é como se você escrevesse uma musica pro Ed Sheeran e ele recusasse, o que é quase impossível pelo Grau de fofura daquele homem.
– Estou um pouco surpreso.
– Porque? Esta muito metálico ou artificial?
– Santo Cristo! Julie! Esta perfeito. É como se tudo o tempo que eu tentei subornar o Senhor parar conseguir ler seus pensamentos tivessem sido em vão, pois eu tenho tudo aqui agora. E estou admirado porque em tão pouco tempo você sentiu isso tudo por mim.
Agora eu que não tenho o que dizer.
– Sabe o que você merece?
– Diga.
– Já experimento sorvete frito?
Ele esta indo para a cozinha. Sigo-o.
– Não.
– Nem vai experimentar agora.
Peter tira minha camisa, beija meus lábios ferozmente, sua língua descendo pelo meu corpo até a ponta dos meus seios. Gemo. E puxo seu cabelo. Ele o segura entra as mãos.
– Agora quando você esta sem sutiã.
– Isso nunca aconteceu antes.
– Por isso eu tenho certeza que essa vai ser minha vez favorita.
Ele desce mais, descendo a calcinha devagar, e beijando os lugares onde ela estava.
– Talvez devêssemos ir pra cama.
– Não precisa.
Peter se levanta, e me Poe sobre o balcão da cozinha. Beijo sua boca como se fosse a ultima vez que eu vou vê-lo.
Ele abaixa as calças e me penetra. Sinto-o dentro de mim como o Gustin nunca tinha feito. Deslizo a mão pelas costas dele, arranhando-o, quando pego em lugares que não deveria, ele para de me beijar e começa a rir.
– Serio?
– Não é culpa minha se você tem um bumbum gostoso.
Ele revira os olhos e volta a me beijar, pressionando meu corpo para trás até que eu encosto-me à parede.
“Estamos quase acabando por aqui” Sussurro. Ele sai de dentro de mim.
– Obrigado.
– Pela transa? Não precisa agradecer.
Ele Poe o dedo indicador sobre meus lábios pedindo silencio. Peter me beija.
– Obrigado por me deixar ficar essa noite.
Deitados na cama, observo o Peter dormindo, a luz da lua ilumina o quarto, posso ver seu pulmão inflar enquanto ele respira. E sua boca perfeitamente desenhada. Beijo-o. Ele pisca algumas vezes.
– Desculpe, não queria te acordar. –Digo.
– Tudo bem, parece que meu plano de observar você pegar no sono não meu muito certo, pode fechar os olhos e eu vou tentar novamente.
Rio.
– Eu tava pensando, já sei como conseguir seu dinheiro de volta.
– Serio? – Ele não contem o sorriso.
– Sim, eu já escrevi todo o processo, agora so preciso me formar, mais até o sábado você pode ficar pobre aqui comigo.
– Você escondeu de mim que era rica.
– Mas, não vou esconder que beijei o Isaac.
Ele engole em seco.
– Tudo bem, eu deixei, precisava ter você de volta e fiz o necessário pois ele tinha que ajudar, então...
Fico corada.
– Então, qual seu plano?
Sussurro no ouvido dele, e voltamos a dormir.
Peter
Primeiro dia como pobre, acordo e fico estudando o coração da Julie bater devagar enquanto ela ainda dorme. Levanto e vou para a cozinha, pego um saco de pães no armário, passo manteiga e ponho na torradeira.
Ponho pó e na cafeteira, enquanto procuro uma caneca e uma bandeja, então arrumo tudo e levo para o quarto, onde Julie ta acabando de se sentar na cama.
– O que vamos fazer hoje? – Pergunto.
– Primeiramente, bom dia, segundo, hoje vai ser uma dia chato, tenho que ajeitar nossa derrubada, por isso vou chamar o Richie pra corrigir os termos, e com seus argumentos poderemos pegar o dinheiro de volta.
Faço sim com a cabeça, e ponho a bandeira sobre os lençóis da cama ao seu lado, ela da uma mordida na torrada, e mastiga devagar.
– A quanto tempo eu não comia nada que você preparava?
– Acho que não ouvi nada desde as receitas francês.
Ela sorri para mim, fico observando-a comer, e beber o café.
– Acho tambem que eu deveria por uma roupa.
– Com certeza. – Ela zomba. – Eu posso acabar vomitando o que eu ainda nem acabei de comer se olha pra sua barriga sarada mais uma vez.
– É mais perigoso você me agarra.
Ela faz uma cara de zangada, mas sei que é apenas brincadeira.
– Você tem minha permissão pra se retirar.
Sorrio e caminho até a mala de roupa, pego uma camisa, e uma bermuda, visto-me, posso sentir os olhos de Julie me observando.
– Pega meu celular? – Ela pede, juntando as mãos como se estivesse rezando.
Vou até a sala e procuro o aparelho telefone sobre o sofá e o acha sobre o carpete, como não lembro de ter feito nada aqui ontem não sei como ele caiu. Volto pra onde eu estava e o entrego pra Julie, ela disca o numero e começa a falar com o Richie.
Agora estou na cozinha, vim preparar algo para eu comer, não quero nada especial então ponho apenas umas fatias de pão para torrar enquanto pego um copo de suco de laranja na geladeira.
Richard não demora de chegar, porem o tempo que ele gasta aqui toma metade do dia, ele revista os termos, e me pergunta coisas que serão necessária informar.
A noite traz de volta a Witija e o Yamaha, Isaac tambem veio junto, mesmo não que eu veja necessidade dele continuar aqui, afinal eu já fiz um grande sacrifício o deixando beijar minha namorada.
Me sinto inútil por isso preparo macarrão de panela de pressão para todos jantarem, comprovo o que já era de se esperar, eles não faziam idéia da receita que aprendi quando viajei para America do Sul.
O clima de lá é bem quente, fantasio caminhar com Julie pela areia de uma das mais famosas praias, Ipanema, tive bastante interesse no lugar depois de assistir o filme Rio com Mila e com o Rafe.
Evitei qualquer tipo de publicidade para não ver o que falavam sobre mim, mas antes de dormir acabado abrindo o twitter, assim que leio coisas do tipo “O homem do sofá suíço é apenas ‘Homem do Sofá’ agora?” eu acabo desistindo e desligando o celular.
Sexta feira costumava ser sinônimo de festa e pré-comemoração do tipo, agora vejo a diferença e tudo que faço as dez horas da manha é olhas o DVDs da prateleira da Witija.
“Xmen” Encaro o Box da trilogia, e pulo pro próximo. “Preciosa” Lindo filme, próximo “12 anos de escravidão” muito bom, próximo. “Azul é a cor mais quente” Opa.
Todos outros que são: “Historias cruzadas”, “Django livre”, “Clube de leitura de Jane Austen” e o “Sol é para todos” somem da minha visão.
Com os lábios afastados, queixo caído, olho para Julie que me observa xeretando suas coisas, ela me examina e encara o filme na minha mão.
– É, não vamos assistir isso, deixa eu pegar minha bolsa, e saímos daqui.
Olho o que estou vestindo pra ter certeza que não pareço um mendigo, então pego a chave do carro e espero Julie na garagem.
Quando ela chega toda o chaveiro da minha mão.
– Eu dirijo.
Sento no banco do carona, e vejo observando-a concentrada na pista me perco com qualquer visão do futuro.
Chegamos no shopping, Julie desce a rampa para o estacionamento, saímos, ela trava o carro e vamos pela escada.
– Tudo que temos que fazer esta aqui, oremos para não encontrar repórteres.
Passamos primeiro em uma loja de DVDs e CDs, eu insisti, comprei, “O garoto de Liverpool”, “Acroos the Universe” Julie escolhe “Austenland” e um Cd internacional de uma banda antiga do Brasil. Eu pago e vamos até a praça de alimentação, pegamos dois Milk Shakes e voltamos a rodar.
Julie entra na loja da Calvin Klein, acaba me obrigando a não pegar pelas peças intimas que ela comprou para mim, abro a carteira, ainda tenho dinheiro, consigo sobreviver até segunda com ele, eu acho. Como “vingança” como uma camisa com estampa de gatos para ela.
– Eu tenho que escolher um vestido para a formatura, que é amanha, você me ajuda?
– Você não deveria usar beca?
– Sim, mas você não espera que eu vá ficar com aquilo pra sempre.
Não respondo, ela nos guia até uma loja que não consigo ler o titulo pela velocidade que passamos, apenas as letras douradas da palavra Maison, ficam na minha cabeça.
Com ode se esperar há muitos vestidos aqui, e roupa masculina tambem, decide comprarei um terno novo pra estar ao lado dela.
Julie conversa com a vendedora e ela traz uma arara com vestidos selecionados, o primeiro deles é azul marinho e bem longe, tomara que caia, com um pequeno devote quadrático. o segundo é azul tambem, mas Julie nega, o terceiro é vermelho ela tambem diz não e continua fazendo o mesmo com os dez vestidos seguinte, até que finalmente escolhe provar.
Ela veste o primeiro azul, porem ele fica muito apertado no quadril, o outro é vermelho tecido fino, e tem u decote aberto até a cintura, realmente gosto desse, mas Julie reclama que suas pernas ficam muito a mostra com o corte na saia longa. Ela escolhe comprar o terceiro.
Minha vez de escolher um terno, quando entro pra provar, Julie me acompanha, e acabamos nos beijando e com todos os movimentos a vendedora do lado de fora pergunta:
“Algum problema com zíper, senhor?”
“Não, nenhum problema, vamos levar.”
Saímos e vamos até o caixa.
– 1.165 Dólares senhor. – A moça diz.
Pego o cartão que fiz com o nome do Yamaha e entrego pra ele, a vendedora passa duas vezes e olha pra mim.
– Desculpe, senhor, não há limite suficiente.
Não sei para onde olhar nem o que fazer, Nunca achei que tão pouco dinheiro não estaria a minha disposição.
– Aqui, passe com esse. – Julie estica a mão, e entrega o cartão dela. Ela olha pra mim, percebo que estou suando.
“Esta tudo bem” Julie sussurra. A moça pega as roupa embaladas e entregam para nós.
– Vamos embora. – Ela diz.
– É... Agora eu realmente gostaria de ter uma própria casa.
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