Notas iniciais
Gente, aqui é o Gabriel de novo, espero que gostem do capítulo... Boa leitura.

Depois de toda aquela comemoração, os patrulheiros trataram de organizar logo o casamento, porque para eles, quanto mais rápido eles se casassem, menos risco eles correriam, então, arrumaram as cadeiras, improvisaram um alta feito com flores, tapete vermelho, ainda tinha o ambiente, que era em volta de árvores, ainda tinha o canto dos pássaros, ficou tudo uma beleza. Os patrulheiros se sentaram nas cadeiras, o S.Mario estava com um terno preto e gravata vermelha igual ao de um alfaiate que lhe caía bem demais, a princesa Peach estava com um vestido branco longo que arrastava pelo gramado. Já Luigi estava quase igual à S.Mario, apenas uma flor e uma gravata verde os diferenciava, mas sua noiva era a Princesa Daisy, o padre é Donkey, quem mais seria? Com a roupa de padre, nem um chimpanzé ele se parecia.

No final da cerimônia, marcada por muita emoção e lágrimas derrubadas, S.Mario e Luigi foram embora com suas princesas em uma nave espacial que levava latinhas presas na parte de trás, com o vento forte, elas faziam um barulho bem gostoso de se ouvir. A nave era a que Bowser usava e estava sendo pilotada por Sonic e Daniel.

–É gente. Depois de muito esforço, finalmente nós estamos aqui, de volta, felizes e com as Esmeraldas.-disse Paulo.

–Isso mesmo, graças ao Kokimoto, que derrotou o guardião das Esmeraldas.- disse Maria Joaquina toda orgulhosa.

–Ele não era o guardião das Esmeraldas, ele queria as Esmeraldas pra ele.- disse Sonic.

–Ah tá. Pensei que ele estivesse protegendo elas.-disse Paulo.

Foi nesse momento que eles chegaram na superfície e pousaram no chão, Sonic preferiu ficar, pois ainda tinha muita coisa pra resolver lá, somente S.Mario e Luigi foram junto com os patrulheiros.

Chegando no mundo real, E-Gadd deu um longo abraço em S.Mario, Luigi e em suas esposas, depois ele parabenizou os patrulheiros pela missão de sucesso, depois, todos se despediram e foram embora de volta para seus mundos.

Chegando no QG, os patrulheiros ficaram felizes em voltarem para casa, mas Valéria e Luiza ficaram completamente desesperadas quando viram Davi e Cirilo petrificados, elas correram de volta pra eles, mas Daniel explicou tudo:

–Calma meninas, um beijo de vocês é a única coisa que pode fazê-los voltar ao normal, isso aconteceu com todos nós.

As duas se acalmaram e logo depois, conseguiram dar o beijo necessário pra trazê-los de volta, nisso, todos comemoraram a volta completa da Patrulha Salvadora.

Quando já estava tarde da noite, foram todos acordados por Júpiter, Daniel, ainda meio sonolento, foi atender, mas ficou intrigado e chateado ao mesmo tempo quando viu que era S.Mario e E-Gadd novamente.

–O que foi?-perguntou ele.

–Daniel, você não vai acreditar, o Dry Bowser conseguiu derrubar a nave em que estávamos, roubou as Esmeraldas e ainda assumiu o trono do Bowser para se vingar por ele sempre ter sido melhor que ele. Mas agora nós não sabemos mais o que fazer, ajude a gente por favor.- disse E-Gadd.

–Ai Meu Deus.-sussurrou Daniel, mas não era de desespero, era de desgosto por ter que voltar para o lugar onde teve a sua maior aventura e a missão mais difícil depois de lutar sem parar, será que ele deveria aceitar ou recusar? Como líder, ele teria que decidir, não haveria outro jeito.

Depois de conversar com os patrulheiros, Daniel e a patrulha resolvem voltar à ativa, porém, agora eles estão menos motivados a continuar do que estavam antes, porque Kauzópolis estava em perigo enquanto eles estavam lá, o que fazia todos pensarem que não havia mais super heróis e todas as pessoas que as admiravam muito, podem não querer saber mais deles.

De volta ao Reino dos Cogumelos, os patrulheiros agora estavam tendo um trabalho ainda mais dobrado porque eles não tinham mais a espaçonave que os trouxe até lá, mas como bons patrulheiros, eles não desistiriam tão fácil assim.

Enquanto isso, Dry Bowser, irmão de Bowser, estava aproveitando que o irmão estava sendo julgado para assumir o trono como ele sempre desejou, mas ele nunca foi aceito por causa de seu irmão, que sempre demonstrou ser melhor que ele, o que levou ele a sentir inveja de Bowser, portanto, ele não ia desperdiçar uma oportunidade dessas, estava lá, todo tranquilo, relaxado no trono que pertencia à Bowser, quando sua bola de cristal começou a brilhar fortemente, quando ele viu o que ela estava mostrando, viu que a Patrulha Salvadora estava de volta e não percebeu o desânimo deles de voltarem pra lá, sendo assim, ele decidiu que o melhor mesmo era contratar dois guarda-costas ou até mesmo seguranças para ele, mas se ninguém lá no Reino dos Cogumelos nem no castelo gostava dele, quem poderia ajudá-lo e ser seu segurança? Foi quando ele teve a ideia de fazer um, já que ele não tinha ninguém.

–Se esses patrulheiros inúteis pensam que vão me derrotar, estão muito enganados.- ele disse, dirigindo-se ao laboratório pra criar seus seguranças.

Depois de criar o Mecha Mario e o Mecha Luigi (inspirado no Mecha Sonic, que ele recrutou para proteger as Esmeraldas) ele ordenou que eles ficassem na porta do castelo como seguranças dele e não deixasse ninguém entrar. A Patrulha Salvadora, sem saber de nada, foi até o castelo porque segundo E-Gadd, as Esmeraldas estavam com o cara do trono, que não era Bowser, então, ao chegarem na porta, eles perguntam à Mecha Mario, por não saberem que ele não é o verdadeiro S.Mario que se casou, mas são pegos pelos dois Mechas e jogados dentro do calabouço do castelo.

–Gente, e agora? O que vamos fazer aqui dentro?- perguntou Cirilo.

–Cirilo, eu não sei, mas vou me concentrar o máximo que eu puder pra mandar uma mensagem telepática para o Júpiter e ver se as meninas conseguem entrar em contato com o E-Gadd pra ver se ele pode nos tirar daqui.- disse Daniel, sem saber que as meninas haviam desligado Júpiter para dar uma limpeza na tela dele.

–Isso Dan, boa ideia amor, faz isso, agora.- disse Maria Joaquina.

–Poxa Marcelina, eu sei que estamos aqui presos, sem nada pra fazer, mas pelo menos não é o fim do mundo né?- disse Paulo.

–É verdade, pelo menos o Mário está aqui comigo.- ela pegou na mão de Mário, que lhe deu um sorriso e os dois se beijam, deixando Paulo um pouco enciumado.

–Nossa Seu Madruga, agora me deu uma fome, será que eles não vão nos dar um sanduíche de presunto pelo menos?- perguntou Chapolin.

–Claro que não Chapolin, o que eles querem é nos manter preso aqui.- disse Super Sam, rispidamente.

–É Davi, tá complicado agora, nós não temos armas, não podemos sair daqui sem ter algo que possa nos tirar daqui.- disse Kokimoto.

–A culpa foi toda minha, se eu tivesse usado minha Marreta Biônica ou minha corneta paralisadora neles, a gente podia ter escapado.- disse Chapolin.

–E por quê que ao invés de ficar aqui se lamentando, você não compensa a oportunidade que perdeu e usa elas pra tentarmos fugir daqui?-disse Super Sam.

–Boa ideia, esperem aqui que eu já volto.

Daniel ficou meio enciumado com isso, já não bastasse o acontecido de quase um ano atrás quando Cirilo quase saiu da Patrulha Salvadora porque ele pensou e fez todos pensarem também que Cirilo queria tomar o seu lugar de líder e agora Chapolin estava quase tomando o seu lugar de líder, toda vez que eles se metiam numa emboscada que não podiam sair, era somente Chapolin quem podia tirá-los delas por causa de suas armas super-poderosas, ele já está quase se arrependendo de ter convidado Chapolin e Super Sam a entrar na Patrulha, embora Super Sam não demonstre ter capacidade para liderar a patrulha.

Chapolin, sozinho, estava mexendo em uma parte mais funda do calabouço quando vê que, em um fundo falso que ficava na parede, tipo aqueles que se guarda ferro de passar roupa, tinha uma escada, isso mesmo, uma escada. É isso! Bastava ver se a escada dava altura até a porta do calabouço, se desse, Chapolin poderia usar a Marreta ou outra coisa da bolsa da Maria Joaquina pra saírem de lá, sem pensar duas vezes, ele pega a escada e mostra para os patrulheiros e explica o seu plano:

–Boa ideia Chapolin, vamos nessa!- disse Alícia.

Logo, deram início ao plano, Chapolin subiu e, qao chegar no topo da escada, percebeu que seus braços alcançariam a porta, mas não teria como sair de lá com sua Marreta, o que poderia ser usado como abertura daquela porta?

–Maria Joaquina, você tem alguma coisa que pode servir pra abrir essa porta?- perguntou Chapolin.

–Eu tenho isso aqui, mas não sei se deve funcionar.

Chapolin logo percebeu que se tratava de uma máquina que soltava fogo, não era um lança-chamas, talvez uma soldadeira, mas o importante é que soltava fogo, que poderia tornar o material da porta fraco demais para que a Marreta aguentasse. Quando uma enorme mancha preta surgiu na porta do calabouço, Jaime se pronunciou pela primeira vez em horas.

–Chapolin, pode deixar que eu dou um jeito de abrir isso.- e ele tinha razão, com um soco, ele abriu um buraco na porta e com as mãos, abriu ainda mais o buraco até ficar do tamanho grande o suficiente pra que todos eles pudessem passar. Ah, finalmente livres novamente.

Quando eles retornaram ao corredor em que estavam os dois seguranças de Dry Bowser, Super Sam sussurrou para ele:

–Não esquece de usar suas armas contra eles viu?

–Pode deixar.

–Então vamos.

Todos os patrulheiros foram juntos até os dois robôs, que quando os viram, correram em direção à eles, mas quando eles estavam muito perto um dos outros Chapolin se meteu na frente e gritou:

–Não dessa vez!- e pulou na direção deles, golpeando-os com sua Marreta, mas isso não funcionou, pois eles eram feitos de metal e ferro, então, ele precisou usar sua corneta, conseguiu paralisá-los a tempo, sem deixar os robôs danificados.

Depois, ao chegarem na porta, eles puderam ouvir Dry Bowser dizendo provavelmente ao telefone:

–Ok Wario e Waluigi, então tragam-as pra mim o mais rápido possível ok? Então tá tchau.

Diante disso, eles perceberam que era hora de atacar, então Jaime, com sua força, derrubou a porta e Dry Bowser deu um salto da sua cadeira quando os viu ali, como eles passaram pelos robôs?

–A sua hora chegou Dry Bowser!!!- disse Daniel, apontando uma arma que Maria Joaquina tirou de sua bolsa para ele.

–A hora de vocês, você quis dizer!! HAHAHAHAHAHAHAHA- disse Dry Bowser, apontando um tridente bem grande e maior que a arma de Daniel para eles.

Com dez patrulheiros, um homem poderoso e forte, três armas e um tridente, quem sairia vivo de uma batalha? O mais forte ou o mais esperto? Nem sempre o mais esperto ganha, e agora, era a hora da decisão.

Notas finais
É isso aí gente, o próximo é com o Matheus, abraços.