Notas iniciais
Esse cap tá muito zuera XP

Ele abriu a porta para que eu passasse e em seguida trancou-a eu estava com o casaco na mão porque eu não estava com frio nem com calor, ele se virou.

–Espera só um pouquinho -entrou na garagem do meu pai, mas o que ele queria ali? Se o meu pai sai pra trabalhar com o carro. Só se agente fosse de bicicleta oque pra mim iria se divertido porque eu amo andar -.

Ele veio empurrando o guidom de uma moto muito louca (positivamente) –Jesuss !!!

–Não, é apenas uma Harley Davidson-. –Sarcástico esse Leonel.

–Haha engraçadinho.

Ele subiu na moto:

–Coloca o casaco, capacete e vem. -Coloquei.

–Como é que eu subo?

–Nunca subisse em uma antes?

–Pra falar a verdade não ... –Fiquei envergonhada

–Sem problemas, coloca o seu pé direito no pedal, ai é só passar sua perna esquerda pro outro lado, é fácil – me deu a mão – se apoie na minha mão pra subir.

Segurei a mão dele e fiz exatamente o que ele disse, coube direitinho na garupa da moto ele olhou pra mim- Viu foi mais fácil que conseguir 5 estrelas naquele teu jogo – começamos a rir-.

Ligou a moto.

–Kate...

–Sim?

–É melhor se segurar em mim.

–A sim –eu não tinha a mínima Idea de como me segurar nele, tentei mas não deu certo -.

–Com licença – pegou minhas duas mãos e colocou em volta da seu abdômen bem definido, corei mais uma vez ainda bem que ele tava olhando pra frente-.

Deu partida na moto, e fomos voando pra um restaurante, perto de um avenida que eu não me lembro o nome no momento. Durante toda a viagem eu devo ter apertado muito o abdômen dele porque cada curva que ele dava parecia que eu ia me esfolar no chão do asfalto. Parou a moto e a desligou e eu não me mexi nem um centímetro estava louca de frio.

–Chegamos. –desci logo em seguida ele desceu- o que achou da sua primeira volta em uma moto?

–Nada mal, até gostei... mas cá entre nos... ainda bem que meu cabelo ta preso. E pra você?

–Acho que você ficaria ainda mais linda com o cabelo solto... Foi um ótimo passeio tirando a parte que você quase me esgoelou pelo abdômen. –Comecei a rir a reveria.

Aí meu deus to começando a ter medo ou outra coisa...ainda não sei bem mais achei fofo ele dizer isso, afinal nenhuma pessoa do gênero masculino falou isso pra mim antes, nem mesmo meu pai.

–Obrigada... e desculpe por te apertar tanto foi sem querer

–Por nada. Nem esquenta, como foi a primeira vez que você andou em uma moto acho perfeitamente normal sua reação.

Fomos entrando no restaurante, escolhemos um lugar bem no canto, não demorou muito pra vir um garçom polaquinho nos atender.

–Bom dia, o que o casal deseja? –Não pude resistir tive que rir.

–Ela não é minha parceira é minha irmã. –disse meio sem jeito

–Perdoe-me senhor não foi minha intenção.

–Não foi nada...

Escolhemos os pratos e em seguida o rapaz foi embora.

Vi que Leonel estava meio distante, para disfarçar ficava olhando para os vinhos nas partilheiras do restaurante.

–Você gosta de vinho?

–Adoro, mas não posso tomar estou dirigindo, e seria uma falta de respeito com você não lhe acompanhar num suco de laranja--começamos a dar risadas no meio do restaurante ainda bem que nossas risadas são baixas pelo menos ali dentro.

A comida venho, nos comemos em silencio, enquanto isso eu não parava de pensar na hora que eu caí,´´ porque ele me puxou de volta?`` essa frase se repetia cada vez mais na minha cabeça.

Terminamos, então ele quebrou o silencio:

–Quer sobremesa?

Dessa vez era eu que estava distante nos meus pensamentos então não prestei a atenção. Ele repetiu mais uma vez a frase e me fez voltar à realidade.

–Foi mal, estava meia distante... como disse?

–Eu perguntei se você quer uma sobremesa. Queria saber onde você estava na sua mente...

–Virasse psicólogo agora Leonel? Achei que tu tinha se formado em arquitetura e não em desordem da mente. –Irônica eu to agora. – Não precisa já comi bastante obrigado. Posso lhe fazer uma pergunta?

–Pode.

–Porque você não chama o Richard de pai?

Continuava calmo como sempre:

–Motivos pessoais....

–hum... que motivos são esses?

Trocou de assunto num piscar de olhos -Sabes guardar segredo? –seu rosto passou de brincalhão para 100% serio.

–Sim.

–Mesmo?

– Sempre.

–Confio em você, espero que você não conte nada nem pro Richard e nem pra mãe... eu não fiz faculdade de arquitetura, fiz de História.

To de boca aberta, bem na frente dele, não sei se fico feliz ou triste.

–Tais maluco? Imagina se o pai descobre isso! É capaz ate dele te dar uma cossa.

–Sim mais confio no seu bom senso para que não fale nada disso lá em casa com nenhum dos dois. E isso não seria novidade pra mim, afinal já perdi a conta de quantas vezes ele me bateu quando eu era pequeno.

–Pode deixar eu não vou falar...QUE? Ele te batia? ? ?

–Sim, espera um pouco a mãe nunca te contou isso?

–Nunca, eu ate sabia que ele era temperamental mas isso já é demais! Isso é terrível!- Fiquei ate nervosa com essa noticia-.

–Shhh calminha, agora eu quero que você me prometa duas coisas.

–O que?

–Guarda esses dois segredos com você, se você falar isso pro Richard é capaz dele te bater, e se ele fazer isso sou capaz de...

–De?

–Nada não.

–Eu prometo Leonel, não precisa se preocupar com isso.

–É bom saber que posso contar com você – ele pegou minha mão e começou a acaricia-la-. Depois de uns minutos em silencio nos dois. Ele finalmente disse alguma coisa:

–Vamos?

–Vamos.

Notas finais
Procurem no Google depois , o nome da moto , na verdade é uma baitaaaa moto hsuahsuahsuahsu Bjoss Comentem aí
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.