Chasing The Sun

3 What Makes You Beautiful


Notas iniciais
Desculpe não ter postado ontem, amanhã -hoje- recompenso com mais dois, talvez três. Boa Leitura ! ;)

You're insecure

Don't know what for

You're turning heads when you walk through the door

Don't need make up

To cover up

Being the way that you are is enough

What makes you beautiful — One Direction

Narradora

Todos da sala olhavam os irmãos, não era diferente dos quatro meninos que Alex percebeu que olhava-as.

Luccas fez sua caça, e deu tempo de voltar ainda para a primeira aula. Sua sede estava amenizada, mas era melhor prevenir para o dia seguinte.

Demetria e Amanda conversavam animadamente -só Amanda, Demetria estava com seu humor carrasca de sempre- sobre as últimas vitimas, o jeito de tortura-las antes de mata-las. Taylor conversavam sobre as roupas do dia seguinte com Dakotta, pelo celular. Alex, Russel e Luccas estavam conversando sobre carros, apesar de Alex saber pouco, Russel e Luccas explicava para ela.

Luccas

Percebi que um menino olhava para Alex, e ela ignorava. Você percebeu que tem um menino te olhando?, pensei e vi ela me olhar. Ele está me olhando desde o começo da aula. Tem algo errado comigo?, ela perguntou desviando o olhar de mim para si mesma. Você está linda, deve ser por isso, pensei dando de ombros e ela riu, mas era verdade. Que foi?, perguntei, franzindo o cenho. Se Ollive tivesse aqui estaria com ciúmes, ela pensou e eu ri. Ele só está te protegendo, pequena, pensei, e vi ela me olhar com um olhar interrogativo. Pequena?, pensou indignada. Eu ri, e voltei a prestar atenção na aula, apesar de saber já a matéria de cor. Logo a aula passou, era história. A professora parecia chata. Alex a ignorou, e continuou conversando com Russel, e eu fiquei prestando atenção.

Alexandra

-Senhorita Carter? –Escutei a professora chamar, ela apontava para mim, olhei para ela com meu melhor sorriso.

-Sim? –Perguntei inocentemente e a vi sorrir, maleficamente. Balancei a cabeça negativamente, que loucura, ela ia sorrir maleficamente para mim?

-Já que está prestando atenção na minha aula, me explique sobre o que eu falava. –Ela disse, escutei Luccas pensar.Ela estava falando da Monarquia Absolutista.

-PartilharomesmoIdiomaeamesmaculturaajudou;•Porém,foramasclassessociais:nobres,burguesesecamponesesquedecertaformamedianteàexploraçãoservileàcrisedoséculoXIV,influenciaramaformaçãodaMonarquiaAbsolutista. –Falei tudo em um fôlego só, e Luccas riu.

-Repita. –A professora falou, revirei os olhos.

-Partilhar o mesmo Idioma e a mesma cultura ajudou; Porém, foram as classes sociais: nobres, burgueses e camponeses que de certa forma mediante à exploração servil e à crise do século XIV, influenciaram a formação da Monarquia Absolutista. –Disse, introduzindo o assunto. A professora me olhou.

-Me fale mais. –Ela disse com um sorriso, eu apenas dei de ombros.

-Tudo bem. –Disse, e comecei a explicar.- Monarquia absoluta ou absolutista, segundo a definição clássica, é a forma de governo onde o Monarca ou Rei exerce o poder absoluto, sem o uso dos preceitos constitucionais. Tem como principal característica a inexistência da divisão dos três poderes, que se concentram nas mãos de uma só pessoa. Esse tipo de governo foi muito comum até o século XVII, atingindo meados do Século XIX. Atualmente ainda existem monarquias absolutas, apesar de mais atenuadas e com um pouco mais de distribuição do poder. Um exemplo de Estado que teve monarquia absoluta foi a Inglaterra, que adaptou essa forma de governo até à criação da sua Constituição, pôr volta de 1750. Atualmente, é uma Monarquia Constitucional. De fato, a grande maioria das nações européias, nos seus primórdios, teve um estreito relacionamento com o absolutismo. A Áustria, pôr exemplo, já foi absolutista. Do lado asiático, temos como exemplos absolutistas o antigo Império Otomano, onde a Turquia exercia o poder absoluto na região. Algumas formas de monarquias absolutistas ainda sobrevivem nos dias de hoje. Algumas são mais atenuadas (mistas), enquanto outras são completamente absolutas. –Disse, e ela me olhou com raiva.

-Tudo bem, já que você sabe tudo Senhorita Sabe Tudo, não atrapalhe quem não sabe. –Ela disse de mau gosto, dei de ombros e olhei Russel que queria rir. O que eu fiz?, perguntei olhando-o. Desafiou-a?, perguntei ele irônico e eu dei a língua para ele, que riu solenemente.

Olhei ao redor, e vi que aquele mesmo menino me olhava admirado. Quando percebeu que eu o olhei, sorriu, eu abri um pequeno sorriso para ele, e escutei o pensamento dele. Ela sorriu para mim, ela sorriu para mim, comecei a rir, silenciosamente, e Russel e Luccas, me encararam confusos, seguiram meu olhar, e escutaram o pensamento dele, e riram.Olha, o apaixonadinho, disse Russel zuando-o. Espera quando Ollive souber, pensou Luccas. Eu souber do que?, perguntou Ollive. Olhei ao redor a procura dele, mas não o achei. Cadê você muleke? Virou fantasma?, perguntou Russel, olhando ao redor junto a mim. Não, eu estou aqui fora, esperando o sinal bater, pensou ele inocente. Matando aula, Sr.Olliver?, perguntei brava, mesmo sabendo a resposta. Não, na verdade a professora me deixou sair, depois que eu respondi uma questão que ela passou, ele pensou inocente.

Ri com isso, Olliver era sempre o primeiro da turma, desde a humanidade. Vi que a professora lançou um olhar mortal sobre mim, e dei de ombros, eu já estou morta mesmo, ela que não está, e por esse motivo, devia se proteger, ela pode morrer nesse mesmo instante, sem uma gota de sangue no corpo. Vi Russel, Luccas, Taylor e Amanda rirem do meu pensamento. Demetria me olhou. Agora falou a minha língua, Querida Alex, ela pensou e eu arregalei os olhos, eu pensei isso mesmo? ( ºOº ). A professora olhou para eles espantada, eles começaram a rir juntos, do nada.

-Alguma coisa engraçada na matéria, Senhores? –Ela perguntou e todos olharam para ela.

-Nada. –Disse Luccas, prendendo o riso.

-É que eles perceberam que você explicou errado. –Disse dando de ombros, e vi eles me olharem sem entender nada. Eu pelo menos estava prestando atenção na matéria.

-Hum... Então já que você sabe a matéria Senhorita Sabe Tudo, porque não sai da minha sala? –Ela perguntou com uma sobrancelha arqueada.

-Saio com o maior prazer. –Disse pegando minhas coisas e me mandando no pé, olhei novamente para trás, para Luccas e Russel, e percebi outro olhar sobre mim, na verdade todos me olhavam, chocados. Ri e sai totalmente dali. Pode parecer estranho, mas eu continuo do mesmo jeito que era quando humana, sempre fui a primeira da classe, mas sempre, a mais bagunceira, sempre saia da sala de aula, mas tirava um A nas provas.

Sai da sala e me encontrei com Ollive, ele estava encostado na parede, ele escutou barulho de passos e se escondeu. Parei de andar, e ele olhou para ver o barulho tinha sumido, e quando me viu, revirou os olhos.

-Porque você adora sair da sala? Eu heim, não sei como você não repetiu. –Ele disse, abismado. Ele odiava Ter de sair da sala.

-Eu sou rara. –Disse, andando pelo corredor, indo em direção ao jardim da escola. Me sentei debaixo de uma árvore, e vi Olliver se sentar ao meu lado. Coloquei minha cabeça em seu ombro, como sempre fazemos nesses momentos. Isso sempre acontece, ele sai sempre antes, e eu nunca fico na sala.

-Ficou rotineiro isso. –Ollive disse pensativo.

-As vezes a rotina é boa. –Disse dando de ombros.

-Não vejo motivos para você Ter saído da sala. –Ele disse, esclarecendo.

-Eu podia ficar lá, mas sabe, é melhor ficar aqui. Fico relaxada. –Dei de ombros.

-Alex, Alex... –Começou Ollive.- Você nunca muda. –Concluiu ele.

-Você sabe, eu tenho uma ótima memória, eu consigo ir rápido, e fazer o que, quando eu era uma humana eu sabia das coisas. –Disse me gabando. Ele riu.

-Você sabe a matéria pois sempre estuda ela, nunca muda. –Ele deu de ombros.

-Fazer o que? –Dei novamente de ombros.

-Vamos esperar o sinal bater. –Ele disse, me ajeitando sobre seus braços.

E os minutos foram passando, apesar de tudo. Ficar com Ollive sempre é rápido, é fácil eu me encaixar sobre seus pequenos braços, ele me acolhe, e eu acolho ele.

Fechei os olhos, me lembrando das coisas, como são boas, como as coisas eram quando eu era humana. Suspirei ao lembrar de minha mãe, eu que antes era grudada com ela, tive que ve-la sofrer, pelo que sou hoje, eu vi suas lágrimas.

-Tudo bem. Está tudo bem. –Disse Ollive, tentando me acalmar, ele sempre estava ali, observando atento as lembranças, ele sabia como eu me sentia. Ele era o único.

Justin

Vi uma garota, linda perfeita, inteligente. Eu a olhava descaradamente, e percebi que ela e os dois amigos, irmãos perceberam. Não sei o que eles eram, mas percebi que a garota tinha um afeto grande com um dos garotos. Será que é um namorado? Acho que não. Percebi que ela não prestava atenção na aula da Senhorita Staley, e ela odeia pessoas que não prestam atenção.

-Senhorita Carter? –Escutei a Professora chamar a garota.

-Sim? –Perguntou a garota, inocente, a professora sorriu, com aquele sorriso maldoso, como se estivesse planejando algo.

-Já que está prestando atenção na minha aula, me explique sobre o que eu falava. –Pediu a professora. Vi o garoto que estava com ela a olhar, como se falasse algo sobre isso, em pensamentos.

-PartilharomesmoIdiomaeamesmaculturaajudou;•Porém,foramasclassessociais:nobres,burguesesecamponesesquedecertaformamedianteàexploraçãoservileàcrisedoséculoXIV,influenciaramaformaçãodaMonarquiaAbsolutista. –A garota falou tudo em um fôlego só, e o garoto riu.

-Repita. –A professora falou, a garota revirou os olhos.

-Partilhar o mesmo Idioma e a mesma cultura ajudou; Porém, foram as classes sociais: nobres, burgueses e camponeses que de certa forma mediante à exploração servil e à crise do século XIV, influenciaram a formação da Monarquia Absolutista. –A garota disse, parecia introduzir o assunto. A professora olhou para ela, debochada.

-Me fale mais. –Ela disse com um sorriso, a garota deu de ombros, como se soubesse.

-Tudo bem. –Ela disse, e começou a explicar.- Monarquia absoluta ou absolutista, segundo a definição clássica, é a forma de governo onde o Monarca ou Rei exerce o poder absoluto, sem o uso dos preceitos constitucionais. Tem como principal característica a inexistência da divisão dos três poderes, que se concentram nas mãos de uma só pessoa. –Dei um bocejo, ninguém percebeu. -Esse tipo de governo foi muito comum até o século XVII, atingindo meados do Século XIX. Atualmente ainda existem monarquias absolutas, apesar de mais atenuadas e com um pouco mais de distribuição do poder. Um exemplo de Estado que teve monarquia absoluta foi a Inglaterra, que adaptou essa forma de governo até à criação da sua Constituição, pôr volta de 1750. Atualmente, é uma Monarquia Constitucional. De fato, a grande maioria das nações européias, nos seus primórdios, teve um estreito relacionamento com o absolutismo. A Áustria, pôr exemplo, já foi absolutista. Do lado asiático, temos como exemplos absolutistas o antigo Império Otomano, onde a Turquia exercia o poder absoluto na região. Algumas formas de monarquias absolutistas ainda sobrevivem nos dias de hoje. Algumas são mais atenuadas (mistas), enquanto outras são completamente absolutas. –Disse, e ela olhou para a garota com raiva.

-Tudo bem, já que você sabe tudo Senhorita Sabe Tudo, não atrapalhe quem não sabe. –Ela disse de mal gosto, ela odiava quando isso acontecia, na verdade isso não acontecia.

Olhei ao redor, e vi que todos prestaram atenção naquela garota. A olhei admirado, ela consguiu calar a boca da Senhorita Staley.

Percebi que ela me olhou, sorri e recebi um sorriso pequeno em troca. Pera! Ela sorriu para mim? Ela sorriu para mim.

Continuei olhando aquela garota, ela era linda, era inteligente, tinha uns olhos lindos, ela era perfeita, e o que a deixava mais linda do que era, é que ela nem parecia se importar com isso. Sorri, ainda a encarando.

Logo os amigos / irmãos da garota começaram a rir, menos ela e uma outra garota, que olhou para ela com um sorriso satisfeito. Senhorita Staley não gostou muito e logo foi perguntando.

-Alguma coisa engraçada na matéria, Senhores? –Ela perguntou e todos olharam para ela.

-Nada. –Disse o garoto que ela parece ter afeto, prendendo o riso.

-É que eles perceberam que você explicou errado. –Disse a garota dando de ombros, e vi que eles a olharam confusos. Ela estava prestando atenção na aula, né.

-Hum... Então já que você sabe a matéria Senhorita Sabe Tudo, porque não sai da minha sala? –Perguntou a professora com uma sobrancelha arqueada.

-Saio com o maior prazer. –Disse a garota pegando suas coisas saindo da sala, antes ela olhou para os amigos, e acabou me vendo olhando-a, ela logo saiu.

Quando ela saiu, a professora sorriu satisfeita e continuou sua aula chata e eu fiquei prestando atenção.

Ryan

Percebi uma garota, com um estilo rebelde sentada do lado de uma garota que parecia fofa. Ela falava as coisas com um sorriso maldoso, como se ela falasse como estava matando uma pessoa, na verdade a torturando.

Ela tinha algo diferente. Talvez seu jeito de se vestir, ou talvez o jeito que seu cabelo caia perfeitamente nela, ou talvez o jeito medonho que ela falava. Suspirei e escutei Chaz rindo.

-Que foi cara? –Perguntou rindo da minha cara.

-Sabe aquela garota ali? –Disse apontando para a mesma.

-O que tem? Não me diga, que chamou a atenção desse pegador aqui? –Perguntou Chaz rindo, apontando para mim.

-Sim. –Disse suspirando novamente, e voltando a olhar a garota.

-Tem alguém apaixonado aqui. –Ele disse e eu revirei os olhos.

Aquela garota, o jeito dela se vestir, o jeito dela se maquiar, o jeito que o cabelo dela é, o formato do rosto, a fazia mais linda do que ela era.

If only you saw what I can see

You'll understand why I want you so desperately

Right now I'm looking at you and I can't believe

You don't know, oh oh

You don't know you're beautiful, oh oh

You don't know you're beautiful, oh oh

That's what makes you beautiful