Chase

9 Don't Stop...


Notas iniciais
Hey dudes! Capítulo novinho pra vocês... Estou meio sem jeito por que DEMOREI PRA CARALHO. Então boa leitura ^.~ Capítulo dedica a Uzumaki Yasmim e Querubin que favoritaram, oh thaks *-------* LEIAM AS NOTAS FINAIS, PLEASE.

Sua respiração estava pesada, suas mãos tremulas, sentia as gotas de suor em sua nuca e rosto. Mais um pesadelo. Puxou o ar desesperada, quase machucando seus pulmões, apertou os dedos entre o lençol de seda olhando para a parede no escuro. As coisas não estavam indo bem durante as noites, tinha pesadelos e não dormia bem, passava os dias na biblioteca dos Salvatore lendo o grimório de Emily Bennett e as vezes conversando com Stefan, que Bonnie descobriu ser uma boa e agradável companhia, evitava Damon ao máximo, na verdade mal o via pela pensão.

Sentia-se quase desapontada por isso.

Esqueça isso, se repreendeu mentalmente.

Levantou-se quando sua respiração já estava controlada e sentiu o frio contra seus pés, caminhou cegamente nos corredores do segundo andar, as vezes tinha lembranças de correr por esses mesmos corredores quebrando as lâmpadas, pareciam séculos desde aquele dia, na verdade eram quase dois ou três meses. Nem sentia mais o tempo passar, não como antes. Não aguentava mais ficar na pensão, sentia falta de casa, da faculdade, de sentir-se livre outra vez.

Abriu a geladeira, que agora, sempre se mantinha com comida humana em meio a bolsas de sangue de Damon, que estranhamente mudara seus "hábitos", isso já era comum aos seus olhos. Pegou uma jarra com água colocando-a contra a bancada e ficou na ponta dos pés afim de achar um copo.

Um arrepio passou por si ao ver um braço forte e de cor alva lhe entregar um copo, prendendo a respiração ela se virou para encara-lo. Sentia que aqueles olhos azuis podiam ver em sua alma, seu estômago revirou e sentiu-se adoentada. Oferecendo um sorriso de agradecimento ela se virou querendo se afastar ao máximo. Mordeu o lábio inferior nervosamente enquanto levava o copo com água a boca, suas costas queimavam e ela sabia ele estava olhando-a.

Não tinha coragem para encara-lo, não queria falar. Deus, sabia que iria fraquejar no momento em que aqueles olhos azuis a olhassem intensamente e o sorriso arrogante iluminasse em seu rosto.

Ela suspirou soltando a respiração.

Coragem Bennett, exclamou mentalmente.

Passou tanto tempo sem vê-lo, sem toca-lo. Preferia passar os dias na biblioteca estudando como ser uma bruxa melhor, toda vez que esse pensamento vinha em sua mente ela tinha vontade de rir, nunca imaginou ser uma bruxa. Também nunca imaginou passar metade de seu dia pensando no vampiro que tentou mata-la.

– Então está fugindo de mim Sabrina. — Bonnie revirou os olhos e ignorou o arrepio de sua pele a ouvir a voz dele, depositou o copo sobre a bancada e reprimiu um suspiro.

– Pare de me chamar assim. — Sua voz estava incrivelmente rouca e baixa, se ele não fosse vampiro não teria ouvido.

Não ouviu os passos do vampiro mais sentiu sua presença, a respiração dele em seu pescoço, de repente seus pés não queriam se mover. Quase inclinou a cabeça para trás ao sentir o peito dele em suas costas. Bonnie estava fracassando em sua missão de se afastar do vampiro, e não estava exatamente triste em saber disso na verdade o toque era tão familiar, tão bom... Quando finalmente conseguiu mexer-se o braço dele envolveu sua cintura e a respiração estava em sua orelha direita, Bonnie sentiu seu coração quase saltar pela boca, ele podia ouvir os batimentos acelerados.

Recomponha-se, gritou mentalmente mais realmente não queria se afastar do toque das mãos geladas do vampiro, não queria fugir dele nem por mais um segundo.

Sentiu o aperto em sua cintura aumentar.

– Diga-me, por que Bonnie? — Perguntou ele e seus lábios roçaram em sua orelha, calor subia em seu corpo e ela mordeu o lábio inferior até sentir gosto de sangue em sua boca. — Diga-me Bonnie. — Ela sentiu a mão gelada dele em sua coxa levantando sua camisola lilás de seda lentamente. — Você não pode fugir de mim para sempre. — A bruxa gemeu quando a mão dele pousou em seu centro, mesmo por cima de sua calcinha, já arruinada, ele levou os dedos arrastando a calcinha de lado e então beijou seu ombro.

– Você quer isso Bon. — Ele sussurrou e intruduziu um dedo em sua entrada. — Você está tão molhada. — Outro dedo e os movimentos começaram lentamente a fazendo jogar a cabeça para trás, sua boca aberta, a respiração pesada e ofegante. — Você não pode fugir de mim.

Ele jogou seu quadril contra as costas dela para faze-la sentir o quanto esperou por aquilo e um gemido mutuo foi ouvido pela pensão. Seus dedos trabalhavam em sua entrada molhada, quente e muito apertada, levou sua mão livre a um de seus seios e apertou levemente.

– Damon... — O vampiro sorrio ao ouvir seu nome entre os gemidos da bruxinha.

Bonnie abriu os olhos procurando por Damon mais seu quarto estava vazio, o céu estava escuro. Ela levou as mãos ao rosto tentando se recuperar do sonho e percebeu que estava suada, não tinha sido a primeira vez que tinha sonhado com isso... Na verdade, vinha tendo sonhos eróticos com um certo vampiro de olhos azuis a algum tempo, sentia que estava enlouquecendo aos poucos ficando presa naquela pensão, a maior parte do tempo perdido no grimório de Emily. Passava noites pensando em Damon e os malditos sonhos que faziam sentir-se uma pervertida.

Caminhou até o banheiro, retirando suas roupas rapidamente, seus músculos estavam tensos e ela estava excitada.

– Maldito seja Damon. — Murmurou entrando na banheira.

A culpa não era dele e sim de si mesma, as vezes se arrependia de tê-lo rejeitado no dia em que acordou de seu coma. Eles tinham estabelecido uma relação formal, passavam metade de seu pouco tempo junto discutindo sobre algo aleatório e sem importância.

Stefan, que agora passava muito tempo com Caroline, ela suspeitava que logo ele se mudaria para o apartamento da amiga loura ou Care viria para a pensão, tentava, sem muito sucesso, acalmar os ânimos mais toda vez em que ela estava em um mesmo cômodo da casa com Damon as coisas ficavam tensas, o ar mudava.

Ela nunca se afastou dele realmente, apenas voltaram ao estagio que nunca deveriam ter saído. Bufando Bonnie saiu do banheiro percebendo que o sol já estava nascendo, levantou as sobrancelhas se perguntando quanto tempo teria ficado no banheiro, bem, seus dedos estavam enrugados e o sono lhe abateu mais uma vez.

A bruxa não iria dormir, não queria encontrar-se perdida em mais uma fantasia ridícula envolvendo o Salvatore mais velho. Seu estômago reclamou e ela tratou de colocar roupas e ir preparar seu café da manhã.

Assim que estava no primeiro andar da pensão pode sentir o cheio que bacon fritando e seu estômago reclamou mais uma vez, se perguntou quem estaria cozinhando. Caminhou lentamente e ouviu risos.

Stefan e Caroline, pensou com um pequeno sorriso.

Se encostou na porta observando o casal conversar enquanto fazia o café da manhã, Stefan se aproximava de Caroline sempre sussurrando algo que a fazia rir ou balançara a cabeça em negativo, um sorriso nunca deixava seus lábios. Eles pareciam apenas um casal comum e isso deixava Bonnie feliz, pelo menos sua amiga estava bem.

– Oh, se não são Barbie Vamp e seu Ken. — Disse Damon passando por Bonnie e acabando com o momento do casal. — Vocês dois poderiam fazer um comercial de margarina, ficaria perfeito. — Damon comentou sarcástico enquanto abria a porta da geladeira retirando um saco de sangue.

– Bom dia para você também Damon. — Resmungou Stefan revirando os olhos.

Caroline atravessou a cozinha e puxou Bonnie para se juntar a eles.

– Bom dia. — A bruxa cumprimentou a todos com um pequeno sorriso.
Stefan sorriu, Caroline passou o braço sobre seus ombros sorrindo e Damon pegou uma xícara e despejou sangue antes de coloca-lo no micro-ondas.

– Se não é Sabrina, a bruxa adolescente.– Ele forçou um sorriso e Bonnie fez uma careta.

– Fizemos seu café Bon. — Disse Care com um sorriso. — Temos uma surpresa para você.

Bonnie olhou para a amiga desconfiada, afinal ela não podia sair daquela casa e sentia-se cada vez mais paranoica com tudo ao redor. Estava infeliz em estar trancada, quase podia sentir a loucura batendo a sua porta cada vez que estava na biblioteca estudando o grimório de Emily.

– A não ser que aja um jeito de me tirar dessa casa não precisa nem dizer Care. — Resmungou ela saindo do aperto da vampira loura que fez biquinho.

A bruxa se sentou longe do alcance de Damon que a olhava com os olhos azuis frios quase divertidos.

– Oh, alguém teve uma noite ruim. — Comentou ele venenoso.

A Bennett estremeceu lembrando-se do sonho, respirou fundo lembrando-se que estava em uma cozinha repleta de vampiros curiosos. Olhou para Damon semicerrando os olhos, se perguntou se vampiros podiam invadir mentes, ou talvez lê-las, balançou a cabeça voltando a atenção a Caroline que tinha os braços cruzados e olhos azuis arregalados.

Stefan riu, passando o braço sobre os ombros da vampira.

– Nós vamos dar uma festa. — Disse o Salvatore mais novo e Bonnie deixou a cabeça cair para o lado direito.

– Não vamos não. — Discordou Damon. — Essas crianças de hoje só sabem quebrar tudo e sujar as coisas, não quero adolescentes cheios de hormônios sujando meus tapetes persas.

Bonnie virou-se para ele rindo.

– Você soa como um velho. — Comentou ela divertida.

Eu tenho quase 200 anos.– Ele revirou os olhos. — E ainda não quero uma festa na minha casa.

Stefan limpou a garganta fazendo os dois o olharem, Caroline mordeu o lábio inferior e abaixou a cabeça.

– Na verdade, a casa é de Bonnie.

– O QUE? — Exclamou Damon. — Não podemos dar nossa casa para Glinda!

– Eu não quero sua casa! — Exclamou Bonnie cruzando os braços.

– Você é a única humana por aqui Bonnie. — Explicou Stefan. — Bem, quase humana, enquanto a pensão estava em nome dos Salvatore qualquer vampiro poderia entrar, será mais seguro.

– Mais eu não convidei nenhum de vocês. — Bonnie fez uma careta.

Caroline correu para longe da cozinha e voltou com uma escritura em mãos e entregou para a amiga.

– Basta assinar e a pensão estará em seu nome. — Explicou a Forbes com um sorriso.

Um pequeno sorriso surgiu nos lábios de Bonnie.

– Então terei que convidar vocês para possam entrar aqui certo? — Perguntou mordendo o lábio inferior.

Stefan assentiu.

– Será que eu podia deixar ele. — Apontou para Damon. — De fora?

– Não vai me expulsar da minha própria casa bruxa. — Disse Damon rispido.

– Se eu assinar isso. — Ela levantou a excritura. — Poderei.

Damon usou sua velocidade sobre humana para pegar o papel mais quando estava a três passos da escritura Bonnie levantou as mãos o fazendo parar instantaneamente, a bruxa sorriu, e os pés do vampiro não tocavam mais o chão.

Ela se virou para Stefan e Caroline e riu.

– Eu acho que tenho uma escritura a assinar.

– Me tire daqui bruxa. — Damon grunhiu tentando mexer seu corpo que continuava paralisado. — Bonnie.

– Oh, só se você pedir por favor. — Brincou ela sentindo seu humor melhorar consideravelmente.

– Bruxa... — Bonnie revirou os olhos e bufou, estendeu a mão fazendo Damon voar para fora quebrando a porta da cozinha no trajeto.

Ela soltou uma risada e olhou para Caroline que tinha os olhos arregalados.

– Acho melhor vocês saírem também.

A Bennett caminhou até a porta da frente encontrando um vampiro sujo e zangado a encarando raivoso. Ela pegou uma caneta assinando seu nome na escritura.

– Deixe-me entrar. — Ordenou ele com as mãos fechadas em punhos.

Bonnie deixou sua cabeça tombar para o lado.

– Está de castigo por ser um idiota. — Disse ela vendo Caroline e Stefan atrás do vampiro mais velho. — Caroline e Stefan, entrem por favor.

Os dois vampiros entraram deixando Damon parado a espero do convite da pequena bruxa.

– Bruxa. — A palavra saiu como uma ameaça mortal.

– Talvez na festa eu decida te deixar entrar. — Bonnie piscou para e saiu andando pelo corredor. — Então Caroline quando será essa festa?

Caroline soltou um pequeno grito e pulou puxando a amiga para o quarto afim de conversarem melhor.

Notas finais
DON'T STOP THE PARTY! UUUUUUUUUUH O que será que vai rolar eim? Festa e mil problemas! Sim uma cena hot, um sonho, mais ainda sim, hot! Será que tem algum vampiro(Damon) mexendo com a mente da Bon? Eu acho que sim hihi' Nã, ainda não chegou a hora de Bamon na fic, mais podemos brincar um pouco né? *-----------------------* Bem eu ando demorado pra caramba com os novos capítulos por dois problemas, falta de tempo e bloqueio criativo. EU ESTAVA ESCREVENDO O CAPÍTULO TREZE QUANDO PUF! FIM DA INSPIRAÇÃO... TRAVEI, ISSO ME DEIXA MUITO PUTA! ARGH! ESTOU CHATEADA PRA CARALHO! É isso amores da minha vida, me entendam um pouco... ME AJUDEM, sei lá, me mandem chocolate com morango ou M&M's, quem sabe assim minha inspiração volte ^,~ Não deixem de comentar! Prometo responder a todos. Qualquer erro me avisam ok? Tá, chega de baboseira ~ Sou meio bipolar. Bye. Xoxo. Até próximo cap ♥'