Chase

18 02x02 - Londres


Notas iniciais
Oh My God! Vocês querem me matar não é? Me perdoem, eu tive um MEGA bloqueio por que são muitas ideias e canaliza-las aqui se tornou meio difícil mas não desisti. Depois de ler a recomendação perfeita da diva Ingrid ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ me animei e votei a escrever e não sei se consigo parar rsrsrs' Se ainda existem leitores por aqui, boa leitura ^.~

Elena Gilbert deslizou a blusa azul marinho e fez uma careta ao sentir o tecido de seda tocar suas feridas. Lavou o rosto algumas vezes e prendeu os longos cabelos lisos em um rabo de cavalo. Seu estômago reclamava constantemente e depois de sentir cheiro de walffle seu estômago revirou de fome. A morena evitou encarar-se no espelho e saiu do banheiro encontrando

Lucy sentada ao lado do corpo franziu da garota que avia lhe salvado.

O louro que havia lhe ajudado a sair do carro tinha um prato de café da manha, ela salivou encarando os walffles, não sabia a quanto tempo tinha se alimentado de comida humana.

– Então... — Começou Lucy se levantando, Derrick deixou o prato em cima da uma pequena mesa e foi para perto da garota adormecida a encarando sem dar muita atenção para Elena. — O que fazia quase morta em New Orleans?

Elena caminhou até a pequena mesa e pegou um walffle o mordendo, era tão bom, fechou os olhos enquanto o saboreava.

– Humana? — Lucy sussurrou para si mesma percebendo que a aura da Petrova já não era a mesma de anos atrás quando a encontrou. — O que eles fizeram com você garota?

A Petrova encolheu os ombros e tomou um copo com suco, aparentemente, de laranja. Estava tão faminta.

– Eles me capturaram a alguns anos... Eu não faço ideia de que dia seja hoje ou em que ano estamos. — Elena sentou-se em uma cadeira cor de café e abraçou seu próprio corpo. — Niklaus me capturou, colocou-me em uma masmorra, ou se lá o que era aquele lugar horrível, ele deu a cura e usou meu sangue para criar um exercito de híbridos.

Derrick se virou para encara-la com os olhos azuis arregalados.

– Me diga uma coisa doppelganger. — Ele se sentou na ponta na cama, os olhos azuis faiscavam. — Hope... Ela estava lá?

Elena sorriu minimamente.

– Seu nome é Derrick? — Perguntou, confuso o louro assentiu. — Ela me disse algo sobre os imortais... Hope me alimentava com comida humana as vezes, Hayley é muito protetora.

Derrick apenas suspirou e voltou-se para Bonnie que remexia-se na cama.

– Para quê Klaus usará seus híbridos? — Perguntou Lucy se aproximando de Elena.

A Petrova ouviu a porta da frente se trancando e engoliu seco.

– Ouvi algo sobre uma guerra contra clãs de bruxas... — Elena franziu a testa tentando se lembrar das conversas que conseguiu ouvir. — É algo grande... São piores do que Mikael, Esther, Silas ou qualquer outro. Eles dizimaram uma cidade de vampiros aliados aos Originais, Elijah estava lá e quase foi destruído, mataram bruxas e queimaram seus corpos em praça publica. Fizeram um massacre e prometeram destruir todos os sobrenaturais para purificar o mundo.

Derrick balançou a cabeça negativamente.

– Essa cidade que destruíram, foi na América do Sul. — Explicou o louro. — Vou ligar para Hope, eles estão indo para Mystic Falls, não vão demorar a chegar em New Orleans. — Derrick pegou o celular no bolso de sua calça jeans e se afastou.

Elena engasgou e encolheu-se mais.

– Vocês vieram de Mystic Falls? — Perguntou ela olhando para Lucy que revirou os olhos.

– Damon. — Bonnie murmurou revirando-se na cama. — Damon, não! — Elena a olhou assustada, a cama ao lado começou a tremer, o prato de waffles, quase vazio, voou em direção a parede. — Damon... Por favor... — O pequeno corpo se afastou da cama, levitando. O quarto tremeu enquanto a bruxa gritava.

– Acorde-a. — Pediu Lucy levantando os braços, as camas pararam de tremer, o corpo de Bonnie repousou sobre a cama novamente.

Derrick deixou o celular e se aproximou, tocou o rosto da Bennett mais nova que abriu os olhos assustada. Elena percebeu que os olhos verde esmeralda brilhavam.

– Onde está Damon? — Perguntou Bonnie assustada e Derrick lhe abraçou, a morena de olhos verdes se agarrou ao louro chorando compulsivamente.

– Ele está bem Bonnie. — Sussurrou Derrick com a voz suave.

Elena franziu a testa confusa, voltou a olhar para Lucy procurando por respostas.

– Você perdeu seu Salvatore predileto.– Lucy piscou para Elena. — Agora arrume suas coisas, você ira conosco para Londres.

:::

Ethan Griffiths desceu as escadas da grande mansão preguiçosamente, ainda em sua calça de moletom cinza e um robe preto de lã. Coçou os olhos negros levemente inchados enquanto caminhava silenciosamente até a cozinha.

– Espero que tenha feito um grande banquete Haidee. — Murmurou Ethan enquanto abria a geladeira em busca de leite.

A ruiva soltou um pequeno grito e colocou a mão esquerda sobre o coração exibindo sua bela aliança de ouro branco.

– Oh espíritos! — Exclamou enquanto terminava de tirar uma porção de panquecas da frigideira. — Eu ainda não me acostumei com você se esgueirando por ai como um vampiro.

O moreno fez uma careta enquanto fechava a geladeira com uma caixa de leite em sua mão direita.

– Você é sempre tão dramática Haidee. — Ele revirou os olhos negros e se sentou em uma cadeira observando sua amiga terminar o preparo do café da manha. — Onde está Gareth?

Haidee deu os ombros.

– Em algum lugar da mansão. — Explicou colocando as panquecas sob a mesa redonda e voltando para frente do cooktop. — Disse que apareceria quando eles chegarem.

– Derrick disse que chegariam pela manhã. — Comentou o moreno pegando uma das panquecas. — Por isso está fazendo um típico café da manhã americano?

Haidee riu.

– Só quero agradar Bonnie. — A ruiva sorriu e bateu palmas como uma criança. — Derrick disse que ela é tão linda e sensível...

Ethan revirou os olhos.

– Aposto que sim. — Resmungou ele pegando um pedaço de panqueca e colocando na boca.

O táxi parou em frente a uma enorme mansão, parecia uma construção medieval, como um castelo.

Derrick ajudou Bonnie, que ainda estava um pouco fraca, a sair do veiculo. Ela se impressionou com o lugar, parecia ter voltado ao século XVI. Depois de ter feito o feitiço suas forças pareciam ter sido sugadas, a morena apenas dormia como se precisasse recarregar suas energias sempre.

Bonnie deitou a cabeça no ombro de Derrick enquanto caminhavam em direção as portas que foram abertas por um homem alto, a Bennett não reparou nele apenas que usava roupas pretas e sua voz lhe lembrava a de Stefan Salvatore.

– Vou pegar as malas, a leve para a cozinha. Haidee disse algo sobre ela precisar de um café da manhã reforçado, você sabe como ela é. — Ouviu o homem dizer e sentiu um sotaque italiano forte em seu inglês.

– Eu acho que vou dormir aqui mesmo. — Resmungou Bonnie e o louro riu passando o braço por sua cintura a ajudando a se apoiar.

Os dois caminharam abraçados calmamente enquanto Elena e Lucy vinham atrás.

– Gareth onde está sua esposa? — Lucy perguntou retirando suas botas pretas de salto, suspirou aliviada e seguiu para a cozinha acompanhada de Elena que encarava Gareth com os olhos castanhos assombrados.

– Haidee está na cozinha com Ethan. — Gareth se virou para encarar Elena que ofegou, ele era assustadoramente parecido com os Salvatore, como se fosse uma mistura dos dois, tinha os olhos que brilhavam como diamantes azuis, sua pele extremamente branca e os cabelos eram castanhos escuros, quase negros. — É um prazer Srta. Petrova.

– Como você me conhece? — Perguntou a morena com voz falha.

Lucy riu e passou o braço pelo ombro de Elena.

– Bem... Você é uma doppelganger, todos conhecem as histórias sobre Katherine e os Salvatore. — Explicou a Bennett divertida. — Bem... Este é Gareth Salvatore, um dos últimos bruxos da linhagem, não se preocupe querida, ele é imune a qualquer Petrova. — O moreno levantou a mão esquerda que continha uma aliança de ouro branco e sorriu para as duas. — Esta é a ultima da geração doppelganger, Elena Petrova.

– Elena Gilbert. — Corrigiu a morena revirando os olhos, ainda se sentia desconfortável com a situação.

– Temos um café da manhã feito por minha senhora. — O Salvatore fez um pequeno gesto em direção ao corredor e Lucy guiou Elena até a cozinha.

As duas garotas acompanharam o casal, Derrick conversava com Bonnie distraidamente.

– Eles estão juntos? — Perguntou Elena em um sussurro.

Lucy balançou a cabeça negando.

– São apenas amigos, se você visse a aura dela saberia a quem ela pertence. — Elena olhou para a Bennett mais velha confusa. — Vamos comer, estou com fome.

A Petrova assentiu.

– Oh, vamos Ethan, ajude-me. — Pediu a ruiva, o morena levantou-se preguiçosamente e a ajudou a colocar o resto do café na mesa.

– Me explique outra vez por que dispensamos a empregada por uma semana? — Perguntou Ethan com uma expressão sofrida.

Haidee riu.

– Deixe de drama Ethan. — Pediu e virou-se para a porta onde Derrick entrou abraçado a uma pequena garota morena, os cabelos castanhos eram curtos, um pouco acima dos ombros, a pele em tom caramelo e os olhos tão verdes como esmeraldas. Haidee sorriu e correu em direção aos dois, seu sorriso vacilou quando sentiu o poder dela. — Oh, você deve ser Bonnie.

Bonnie arregalou os olhos a apoiou-se em Derrick. A garota a sua frente era ruiva mas os olhos eram verdes mas o formato do rosto, a boca, o sorriso. Tudo lembrava Caroline Forbes, bem, uma versão ruiva de sua melhor amiga.

– Hmmm. — Bonnie limpou a garganta. — Sou Bonnie Bennett.

A morena arfou quando a ruiva lhe abraçou forte, Derrick riu e pegou uma maçã sobre a mesa a mordendo.

– Eu sou Haidee Knigth. — Se apresentou afastando-se de Bonnie, Derrick voltou para o lado da morena a guiando para uma cadeira.

– Salvatore. — Corrigiram Derrick e Ethan, Haidee deu os ombros e sentou-se a frente deles, o louro tinha se sentado ao lado de Bonnie e estava fazendo um prato de café da manhã para a morena.

– Eu sou Ethan Griffiths. — Disse um moreno pegando na mão de Bonnie e depositando um beijo, ela percebeu o sotaque inglês e sorriu, ele parecia ter uns 26 anos, no máximo, os olhos dele eram negros como a noite, a barba por fazer, o corpo amostra era magro mas definido. Ethan Griffiths era um homem lindo. — Derrick disse que você era linda. — Bonnie olhou para o louro ao seu lado que sorriu e deu os ombros. — Mas não imaginei que fosse tanto...

Ouch. — Resmungou Haidee. — Você deveria ser francês, não inglês.

Ethan olhou para ruiva fingindo estar ofendido.

– Você sempre tão doce Dee. — O moreno voltou-se para Bonnie, que achava o jeito deles muito divertido, e beijou as costas de sua mão outra vez. — Seja bem vinda Mrs. Bennett, é um prazer ter uma bruxa tão bela e poderosa entre nós.

– Já estão sufocando minha prima? — Perguntou Lucy entrando acompanhada de Elena que parecia deslocada em uma mansão com tantas bruxas e bruxos. — Voltamos a Hogwarts com nossa própria versão de Harry Potter, com peitos e olhos verdes. Não se preocupem Voldemort está ocupado demais com os trouxas para tentar nos rastrear. Onde está a musiquinha e minha vassoura?– Lucy se apoiou em Ethan que a olhava com as sobrancelhas levantadas. — Oh, agora temos mais jogadores para o quadribol!

– Suas piadas são horríveis Lucy querida. — Comentou Haidee alegremente, ela se levantou e caminhou até seu marido que sorriu a puxando pela cintura e beijando-lhe nos lábios.

– Ah, este cara enorme e assustadoramente parecido com os Salvatore, é Gareth Salvatore. — Explicou Lucy para Bonnie que assentiu atordoada com a semelhança entre Gareth e os irmãos Salvatore. — Não se preocupe, ele não é seu sogro nem nada parecido, apenas um dos últimos bruxos da linhagem, quase tão velho quanto os Originais. Se o casal pudesse arrumar um quarto ou se desgrudar para que eu possa apresentar nossa nova hospede doppelganger, seria muito agradável.

Haidee se afastou do marido e virou-se para encarar Lucy, as bochechas da ruiva estavam quase tão avermelhadas quanto seus cabelos.

Obrigada Haidee querida. — A Bennett mais velha sorriu. — Essa é Elena Gibert ou Petrova, seja lá como for. Ela ira ficar conosco por um tempo. — Elena sorriu timidamente para o grupo de bruxos. — Elena, estes são Ethan, Haidee e Gareth você já foi apresentada. Agora sente-se vamos comer por que eu estou morrendo de fome e acho que falei tanto que gastei minha saliva do resto do dia.

Ethan sorriu para Elena que corou mas retribuiu o sorriso. Ele puxou a cadeira para ela que se sentou ao lado de Bonnie que conversava algo com Derrick e comia. Lucy sentou a frente, propositalmente, entre o casal de recém casados.

– Elena, não é? — Perguntou Haidee sorrindo gentilmente e servindo um copo de suco para a Gilbert que sorriu agradecida. Elena não podia deixar de lembrar de Caroline Forbes todas as vezes que olhava para a ruiva. — Você me parece mais cansada que nossa Bonnie aqui, eu irei preparar uma bandeja com seu café e Ethan te acompanhara a um dos quartos de hospedes para que você descanse um pouco.

Elena procurou os olhos de Lucy, a única pessoa que realmente confiava naquele lugar, a Bennett assentiu.

– Você precisa descansar Gilbert. — Disse a morena dos olhos mais escuros. — Vá, mais tarde conversamos.

Ethan se levantou seguido por Elena que despediu-se de todos na mesa e assim foram pelos longos corredores da mansão.

Elena se impressionou com aquele lugar, era como estar de volta ao século XVI, tudo tão delicado, tão claro e cheio de vida. Como se a magia emanasse das paredes amarelas. Ela caminhou em silencio com o belo inglês ao seu lado, ele não lhe lembrava nada os homens que conheceu, não lhe lembrava os Salvatore como Gareth fazia, e estranhamente a agradava bastante.

O corredor que Ethan a guiava era grande e claro, as paredes repletas de pinturas de pessoas que Elena jamais ouviu falar.

– Você é sempre calada? — Perguntou o moreno a encarando com os olhos ônix.

– Hmm... É apenas estranho para mim. — A Gilbert não entendeu por que sentia-se como se estivesse no colegial outra vez e Ethan fosse o cara mais bonito que jamais a olharia, este era o problema, os caras sempre a olhavam e caiam aos seus pés. Ethan apenas parecia educado, não interessado.

– Uma mansão repleta de bruxos? — Questionou, Elena confirmou com a cabeça então ele riu. — Soube de histórias sobre as doppelgangers...

A morena se virou para encara-lo com as sobrancelhas levantadas.

– Como o que? — Perguntou ela cruzando os braços.

– Que doppelgangers gostam de vampiros. — O Griffiths fez uma careta. — Eu nunca tinha visto uma doppelganger Petrova pessoalmente, é... Peculiar...

– Você se refere a mim como um objeto raro. — Elena encolheu os ombros e passou o peso do corpo de um lado para outro.

– Oh, desculpe-me Mrs. Petrova... — Ethan desviou o olhar e a morena sorriu ao perceber que ele estava envergonhado.

– Gilbert. — Corrigiu ela ainda sorrindo. — Prefiro Gilbert, Elena Gilbert.

Ethan voltou a encarar os olhos grandes castanhos da bela doppelganger, ele percebeu o rubor em sua pele oliva. Ele entendeu por que os homens se encantavam pelas mulheres Petrova.

– Bem Mrs. Gilbert. — Ele parou em frente a uma porta marrom com detalhes dourados, existiam outras idênticas pelo corredor. — Este é seu quarto.

– Obrigada. — Agradeceu, Ethan beijou as costas de sua mão delicadamente, o olhar nunca deixando o dela. Ela pode sentir o rubor tomar conta de seu rosto.

O Griffiths sorriu e virou-se caminhando calmamente pelo corredor.

– Hey! — Ele se virou ao ouvi-la o chamar. — Prefiro que me chame pelo nome. — Elena sorriu e entrou no quarto o deixando parado no meio do corredor.

Realmente, as Petrova eram um perigo para os homens.

Lucy deitou a cabeça sobre a mesa, depois de Haidee tê-la obrigado a ajudar a tirar a mesa do café, Gareth estava ajudando Haidee a lavar a louça e Bonnie estava quase adormecida a sua frente, Derrick também parecia prestes a dormir.

– Leve Bonnie para um dos quartos Derrick e vá para o seu. — Disse Lucy se levantando. — Preciso de uma garrafa whisky e meu grimorio. Acho melhor vocês irem logo antes que o casal whitch comece a estrear a cozinha.

– Eu ouvi isso. — Haidee disse enquanto lavava os pratos.

Derrick riu.

– Vamos Bonnie. — Sussurrou para a Bennett mais nova que resmungou e deitou a cabeça sobre o ombro do louro.

Derrick se levantou a pegando no colo.

– Até mais casal. — Se despediu. — E Lucy.

– Vá se foder Knitgh. — Resmungou Lucy e riu quando viu sua prima adormecida nos braços do louro.

Bonnie acordou quando ouviu um click, abriu os olhos e percebeu que estava em um grande quarto estilo vitoriano, as paredes eram verdes claras, a cama tão grande quanto a da pensão Salvatore, avia um guarda-roupa branco com detalhes dourados no canto esquerdo e uma penteadeira com espelho do mesmo tom. Na cadeira em frente a penteadeira estavam suas malas.

– Desculpe por te acordar. — Ela se virou para Derrick que tinha um sorriso sem graça nos lábios.

– Tudo bem. — Bonnie deu os ombros e se sentou.

Quando saiu da pensão dos Salvatore a dias atrás achou que as coisas seriam difíceis. Achou estranho Derrick conhecer sua prima e ter se infiltrado na mansão para protege-la, missão que não cumpriu com perfeição, mas o louro era uma boa pessoa e Bonnie sentia-se a vontade perto dele, como se fossem grandes amigos uma vida inteira e depois que descobriu que viveria eternamente era bom saber que pessoas como Derrick e Lucy estariam ao seu lado. Quando conversava com Derrick a dor de não estar junto a Damon, de perder seus momentos com Caroline, Matt e Stefan, parecia menor. O louro tornou-se seu ponto de conforto, assim como Lucy.

– Você está bem? — Perguntou ele se aproximando da cama. — Deve ser estranho estar do outro lado do mundo e sem seu vampiro.

Bonnie riu da careta que seu amigo fez com as ultimas palavras.

– Me sinto confortável aqui... Como se tivesse estado nessa casa a vida toda. — A morena sorriu e Derrick sabia que era um sorriso verdadeiro.

Bem vinda a Hogwarts!– O louro abriu os braços dramaticamente a fazendo revirar os olhos verdes. — Mas você sabe o que eu quero saber Bon.

– Eu só quero esquecer Damon. — Ela suspirou triste. — Não fomos feitos para ficarmos juntos... Eu deveria ter desfeito, mas não consegui.

Derrick se sentou ao lado dela e pegou sua mão a colocando entre as suas.

– Não se trata de essências sobrenaturais Bon. — Explicou a olhando nos olhos. — Trata-se do que você sente, eu sei que você o ama. Eu senti quando os vi juntos.

Bonnie mordeu o lábio inferior nervosamente.

– Mas eu quero esquece-lo... Ele foi meu primeiro grande amor mas não sei se ainda quero viver algo tão... Perigoso... — A morena bufou. — É como se os espíritos nos alertassem que o melhor é a distancia. Grams sabia, por isso o apagou da minha memória.

– Esqueça os espíritos Bon... É apenas você e o vampiro... São apenas seus sentimentos.

– Não quero esses sentimentos Derrick. — Choramingou se jogando contra o colchão, sentiu seu amigo deitando-se ao seu lado. — Por que não me apaixonei por um cara como você?! — Ela se virou para encara-lo, eles se encararam por alguns instantes, azul claro e verde esmeralda.

– Eu também acho que poderia me apaixonar por mim. — Derrick piscou e Bonnie se virou ficando de bruços, ele choramingou quando recebeu um tapa no peito. — Ai... Sua mão é pesada... — Ele a agarrou pela mão e a puxou, Bonnie gritou e riu. — Vai dar tudo certo Bon, eu prometo.

Assentindo a morena se deitou apoiando a cabeça no peito de seu amigo e suspirou, fechou os olhos cedendo ao sono, podia sentir o carinho de Derrick em seus cabelos, sorriu e sussurrou um boa noite Derrick.

Notas finais
Eai? Lucy sendo Lucy U.u Ethan divo *-------------------* Ethan e Derrick são meus divos. Haidee e Gareth são a versão bruxos de Caroline e Stefan rsrsrsrs' Elena sendo Elesma de sempre, de olho no Ethan. Quem shippa? Sem Damon, pois é, não me matem. Bonnie está confusa, mas não deixou de amar o Damon ok? Só eu que gosto da amizade Donnie?(Derrick&Bonnie) Quero saber o que estão achando dessa segunda fase. Comentem. Amo muito vocês guys ^ ^ Xoxo.