Chaotic Days
1 Jin Starkson
Notas iniciais
Dia. Reino Magno. Magnum City.
Narrador: Jin Starkson
Parte 1: Becos esquisitos
O primeiro é forte e musculoso, aparenta grande força braçal, escapei do primeiro soco e depois do segundo realizado com mais força. Um chute forte nos joelhos, apenas isso foi necessário, o primeiro caiu de joelhos no chão e depois ficou derrubado ardendo de dor, eu finalizei socando-o na cara cinco vezes e depois apenas quebrando a sua mandíbula, ele é pouco resistente. Que fácil. O segundo é mais rápido e estava com uma faca, não foi uma atitude inteligente pensar ser superior por uma mísera faca. Rápidos desvios e eu logo ensino ao terceiro que está chegando como apunhalar uma faca num desgraçado, eu sempre tenho uma faca a mais. Que rápido de morrer. O terceiro infelizmente não tem chance de aprender porque eu arremesso a mesma faca no coração dele. Que mira e que desperdício de faca. O quarto é mais rápido mas eu sou mais e... Droga! Uma falha de cálculo. O quarto consegue me golpear com uma porcaria metálica. Me soca e eu caio no chão. Ele vai vir para cima de mim, mas aqui entre nós eu não sou do tipo que gosto de homem em cima de mim então tenho que tomar certas medidas. Ele vem com tudo com seu pedaço metálico para me golpear e eu estendo lhe o braço acionando um dispositivo escondido na manga preso no braço que ao força-lo estendendo libera uma corrente com uma ponta afiada que atravessa o pescoço do meu adversário, isso tudo logicamente em poucos segundos. Que entediante. Chegando perto do quinto, enquanto o mecanismo retorna ao meu braço em poucos segundos, percebo que ele está tenso e assustado.
— Ora, ora... Não seria sábio de sua parte tentar fugir. — disse sarcástico- Eu acho que não posso mais considerar uma gangue. Mas não se preocupe porque não vai precisar sofrer com a morte de seus parceiros... – continuei debochado – Você vai para o inferno junto com eles.
— Vo-você é um filho da... – falou o nojento.
— Você está muito confiante no seu destino para ainda tentar me xingar. — falo com um sorriso sarcástico.
Ele corre desesperadamente. Eu uso minha corrente pontiaguda para enrolar os pés dele e derruba-lo. Funciona com êxito e eu chego perto e coloco meu em cima da cabeça dele.
— Eu disse que não seria sábio tentar fugir. Esse é um problema dos tolos: não seguir um conselho dito. Que peninha... – eu realmente estou muito sarcástico mas usarei um tom mais sério — Vou ter que te matar.
Pisoteio a cabeça do imbecil até ele realmente está morto e depois pego minha espada que deixei encostada na parede. Eu poderia ter usado minha espada mas... Para que? Pelo menos eu tentei me divertir um pouco. Mais um trabalho concluído com sucesso. Foi fácil de mais... me retiro do lugar... uns becos esquisitos onde tinham vários criminosos e malfeitores de Magnum City. Essa cidade...
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Parte 2: Meu nome é Jin Starkson
Tarde. Reino Magno. Magnum City.
Narrador: Jin Starkson
Sou Jin Starkson, um andarilho do continente, cabelos escuros, olhos verdes penetrantes, nem muito alto nem muito baixo, jaqueta, roupa escura com tons vermelhos, genial, muito habilidoso com a espada, treinado 6 anos da vida com um homem obcecado apenas pela vitória, disponível para as gostosas e 20 anos. Bem, por enquanto só isso que você precisa saber. Eu sou apenas mais um sobrevivente e vítima do mundo cruel dominado por uma rede de alienação imensa. Eu não sou um alienado. Não sou como as pessoas que acreditam nos discursos apelativos do GGM (Governo Global do Mundo) que sempre existe mentiras, distorções da realidade e todo tipo de persuasão forçada que possa existir. Eu odeio a FJG (Frente de Justiça Global) pelo jeito que ela oprime os indefesos do sistema, eles dizem fazer isso pela justiça mas todos escutam o psicopata do Tarry Fuzaskhi (general-mor da FJG), um cara tão desgraçado quanto Michael Gordman (Líder da GGM). Massacres por causa de atraso de impostos, perseguição aos dotados de energia ômega, ilusão econômica e de melhores condições... É... O mundo é uma droga... E gira em torno do Reino Magno, um Reino central que controla todos os outros diretamente ou indiretamente, e de Magnum City, cidade principal do Reino Magno e sede do GGM. Se pensou que estou disposto a aguentar essa palhaçada está errado meu caro. Eu sobrevivo como posso mas não vou me entregar para o sistema. Bem...Eu tenho um trabalho que não é para qualquer um: sou caçador de recompensas. Como o sistema é cheio de falhas os que deveriam se encarregar de cuidar do crime (esses oficiais não pertencem a FJG) não dão conta do recado e contratam pessoas como eu e nós acabamos com a raça dos malfeitores para sempre cobrando um preço “justo e amigável”. Não é um trabalho para qualquer um, existem poucos caçadores de recompensas, as pessoas são alienadas, tem medo de algo ousado e sem falar que minha nobre profissão é caçada e fortemente não aprovada pela FJG. Eu possuo energia alfa. Ok...vou ter que explicar... Energia alfa é um dos tipos de energia que uma pessoa pode ser dotada nesse mundo. Não sabe-se ao certo de onde veio as energias, dizem que por compostos mágicos (cristais, orbes, qualquer coisa do tipo) que foram descobertos por uma revolução de exploração e então nossas raça superdotada de sabedoria utilizou como arma e bem... como chegou até nós... não temos muita certeza... por radiação... o GGM deve ter tudo guardado e escondido é claro. Voltando... a energia alfa fortalece o seu portador de dia, nós de energia alfa somos chamados de “semideuses”, somos considerados dominadores de poderes “imperialmente divinos”. Que baboseira. Os de energia ômega são os mais fu... bem... que são dão mal. Eles são mais fortes durante a noite, mas diferentes dos alfa são considerados aberrações, isso principalmente porque eles tem uma forma sobrenatural durante o período noturno e além de tudo isso são perseguidos e mortos sem piedade pela FJG. Que loucura. Os neutros são pessoas comuns, essa é apenas uma definição especial para os “normais”. E também tem os zetas que eu não sei praticamente nada, apenas que tem alguma coisa haver com um projeto governamental ou algo do tipo. Seja lá o que o governo pretende com esses zetas vai dar merda. Bem... é esse o adorável mundo em que vivo.
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Parte 3: Boa ação
Tarde. Reino Magno. Magnum City.
Narrador: Jin Starkson
Estou vagando por ruas vazias de Magnum City, uma cidade majestosa em tamanho e em esconder as tramoias do governo. Que é isso?! Minha cabeça do nada tá doendo fortemente e minha boca... tá saindo sangue! Eu cuspi sangue! Enquanto eu sentia dor uma imagem de uma garota chorando num lugar... sei lá! E depois a imagem de uma cabana. Eu limpo minha boca. Isso foi um distúrbio psíquico, espécie de visão que pode ou não acontecer, é exclusivo dos energia alfa. Eu olhei para o meu redor. Já não vi uma pessoa sequer a essa hora. As ruas em que eu estou andando são perigosas e o período de tarde é de já está quase está escurecendo, de noite já até consigo imaginar como é: criminosos, prostitutas, etc. Que loucura! Não acredito no que estou vendo: uma cabana velha no alto de uma montanha. Caramba! Bem... eu vou lá... não sei porque... mas vou. Correndo eu subo essa montanha e chego dando um chute com impulso na porta da cabana. Que cena esclarecedora. Três caras com uma garota. Isso me soa a tentativa de estupro. A garota está em um estado de incômodo. Ela parece cansada... parece ter resistido aos seus supostos violentadores mas por quanto tempo? Eu acho que coincidentemente cheguei na hora certa para aquela garota.
— Quem é você? – perguntou um idiota que usava um uniforme preto, ele e outro, esse era baixo e outro alto – Responda! – gritou.
— Talvez eu não os considere tão ignorantes se deixarem essa garota em paz e saírem da cabana nos próximos segundos.
Um de jaqueta todo desarrumado ficou rindo, ele se aproximou e falou:
— E se não fizermos o que você disse? Vai bater em nós?
— Tenta e você descobre. – eu disse já preparado para socar um desses garotinhos, com certeza um desses que vão estudar nas academias e se acham.
A cabana era velha e acabada, com uns móveis velhos, a garota se encolhia no chão e estava assustada. Medo. Ela estava com muito medo. O alto e o baixo atacaram juntos, o outro atrevido só ficou olhando. Dois socos. Um acertou no meu braço. Estavam me cercando enquanto a outra besta se divertia olhando. Andavam me rodeando e eu aguardava a segunda investida. Dois socos de novo. Eu me agacho e dou um chute em 360° derrubando as duas pestes. Uma vez no chão... aproveito para socar o alto (que tinha conseguido me acertar anteriormente) até ele sangrar muito. O baixo se levanta rápido e vem golpear logicamente, eu me viro e o vejo levantar o braço. Um soco forte, muito forte. Infelizmente eu segurei e torci o braço do nojento até quebrar, o trouxa cai no chão ardendo de dor. O alto tenta se levantar mas eu chuto a cara dele o nocauteando. Sobrou um. Que ria loucamente. Odeio esses tipos que se acham.
— Nada mal vagabundo, mas agora você irá encarar o poder de um semideus. – disse o imbecil confiante.
— De você agora só obtive palavras, vamos lá, prove que seu nível não é tão baixo quanto aparenta. Ou é pior? – disse provocando.
Ele me socou com raiva na barriga, foi rápido e muito doloroso, esse soco... É muito doloroso! Uma rajada de calor atacou minha barriga, um soco fervendo de raiva. Percebo que suas mãos estão pegando fogo, literalmente, um poder que ele desenvolveu por ser de energia alfa. Ele rindo avançou novamente, desviei rapidamente porque não poderia segurar aquilo, ele riu novamente o fogo de sua mão ficou... Maior! Ele jogou em minha direção mas consegui desviar daquela coisa, que acabou incendiando a cabana. Ele riu e pediu debochadamente para eu avançar porque já estava cansado. Avanço com tudo, esse soco vai ser com tudo na cara do nojento. Ele lança suas chamas loucas e desvio das duas lançadas, chego perto e... Maldito! Seu corpo entra em chamas, eu me queimo um pouco. Chega! Agora é pessoal! Eu não pensei que iria chegar a esse ponto com esse imbecil mas a cabana já está em chamas e preciso tomar uma atitude. Eu finjo está muito machucado e mando ele parar porque não aguento mais. Ele sorri e vem correndo finalizar dizendo algo do tipo “amador!”. Eu pego nos dois braços do idiota e uma corrente de energia passa rapidamente pelo meu corpo chegando ao dele. Eletricidade. Ele não estava aguentado o choque mas não conseguia largar, eu sofria uma parte do dano mas a descarga realmente era descarregada nele. Ele caiu no chão. Cheguei perto dele e disse “Tão pouco resistente?” e minha mão começara a ter uma espécie de energia azul envolvente, uni as duas formando uma grande esfera de eletricidade e joguei na barriga dele. Sangue, ele liberou muito sangue agora. A cabana em chamas me fez tirar rapidamente a garota, voltei e mostrando algo para eles disse:
— Estão vendo essa espada? Se eu a tivesse usado perderia o mínimo de diversão que obtive com vocês. Mas se vocês se acham superiores não é tão difícil provar: é só conseguir sair vivo dessa cabana na condição em que estão. – sorri vendo a cabana em ruínas, eles mereceram, me virei e disse em desprezo – Amadores.
Voltei para a garota com lesão leves, eles tentaram algo antes de eu chegar mas não obtiveram êxito, e a observei. Está sentada e ainda está assustada. Sei que não é momento certo mas ela é linda. Cabelos lisos e pretos, pele branca, seios fartos (não sou pervertido, sou sincero), olhos pretos, barriga bem definida, quadris largos o que devem fazer suas nádegas serem avantajadas, belas coxas que estavam expostas... estou me dispersando do foco... Cheguei próximo a ela e falei:
— Vamos, se levanta, vou te levar para a sua casa. E não faça drama negando porque você não está em condições para fazer esforço. Está abalada e eu entendo. Colabore.
— Tá...– disse baixinho – Mi-minha casa é do... do ou-outro lado. – continuou nervosa.
— Tente ficar um pouco mais tranquila, eu não vou deixar nenhum mal te acontecer. – disse tentando deixa-la mais confiante em minha presença. – Vamos andando, você diz o caminho.
Começamos a andar, já sei que o caminho vai ser longo. De vez em quando eu olhava disfarçadamente para ela, realmente é muito linda. Droga de pensamentos... Eu não podia pensar uma coisa dessas... Concentre-se Jin... Ela não é o seu tipo... Você e ela não dão certo...
— O-obrigado... – ela disse baixinho olhando para o chão. – Você é corajoso.
— Eu fiz o que um homem de verdade deveria fazer, o que aqueles idiotas não eram, porém isso não faz eu um herói ou uma pessoa boa. – eu disse sério olhando para ela e percebi uma reação de espanto.
— Han? Você é bom! Você é um herói! – ela disse reclamando comigo que tive que me segurar para não rir. – Qual o seu nome? Preciso saber.
— Não, não precisa. Mas é Starkson, Jin Starkson. – respondi friamente. — Sou Helenna Akashi, tenho 18 anos e estudo em uma academia. Aqueles tarados me convenceram de encontra-los nessa cabana, disseram que iria ter mais gente, até umas amigas deles, e tentaram fazer atrocidades. Eu tentei fugir mas sabia que estava perdida porém você chegou e me salvou. Estou eternamente agradecida. – disse um tanto etusiasmada. Eu suspiro e dispenso rebater, não quero implicar com ela. Ela beija a minha bochecha. Eu não reajo, permaneço frio. E ficamos calados o resto da viagem. Não me leve a mal mas essa garota não pode me ver como um exemplo ou algo parecido, eu sou um caçador de recompensas, um andarilho matador, ela parece ser pura e inocente, não me merece. Já andado por um longo tempo e pego viagem em umas carroças.
— Chegamos Jin. – Helenna falou contente. Era uma fazenda, grande e com produção agrícola e pecuária, está na cara que a condição dela é alta. Já podia ver na entrada um arco com emblema da família Akashi. Não era para qualquer um. Eu olhava no alto de um morro com ela.
— Adeus. – eu disse ficando de costas para ela e voltando o caminho.
— Espera! Eu quero recompensa-lo! Não pode ir assim! – disse me segurando pelo braço. Soltei-me dela que me segurava e disse friamente: — Me esquece garota, não sou a ilusão que você pensa. Me deixe ir e não tente nada.Fui na direção oposta à fazenda andando rapidamente.
— Jin! – Helenna gritou e eu nada fiz a não ser continuar com meus rápidos passos. Eu já estou longe daquele lugar, não vou olhar para trás. Já é noite. Tenho assuntos noturnos para resolver. Talvez eu tenha sido um tanto cruel. É melhor que as coisas sejam assim.
------x---- Parte 4: Caçador de Recompensas
Noite. Reino Magno. Magnum City.
Narrador: Jin Starkson
De volta ao caçador de recompensas Jin Starkson vou resolver agora uns assuntos do trabalho na boate em que foi combinado o encontro com o contratador. Eu entrei com estilo no lugar que fedia a bandidos, sexo e prostitutas. Me sentei numa mesa vazia e pedi apenas uma garrafa de vinho. Sou um tanto que enófilo. Duas vadias chegaram perto de mim, uma loira e outra morena, belos decotes, e começaram me acariciar. A loira me fazia uma massagem nas costas enquanto a morena sentou no meu colo e começou a rebolar. Eu permiti mas as duas estavam equivocadas sobre mim. Eu estou gostando mas não sou de ficar excitado facilmente. A festa acabou. Já vejo meu contratador com chapéu de couro todo coberto com roupas e faixas na cara, seus olhos negros fixantes em mim e a enorme cicatriz no pescoço. Mandei as duas se retirarem, elas ficaram zangadas porque pensavam que eu iria pagar por um futuro programa, eu disse sarcástico: “Pensei que vocês gostaram de fazer isso porque gostam de mim, quase fiquei excitado.” Meu contratador se sentou e me encarou, depois falou:
— Aqui está sua recompensa pelo trabalho, agora vou falar sobre o próximo – disse rapidamente e incomodado.
Peguei a recompensa e meu vinho chegou, enchi uma taça e perguntei:
— Quer uma garrafa de vinho para você?
— Não tenho tempo para brincadeiras nem vinho, vamos logo com isso. – ele disse um tanto estressado, não gosto desse tipo de contratador.
— Você não está em condições de fazer exigências, esta é a sua cidade e você não a protege, e da próxima vez cobre essa cicatriz porque alguém pode te reconhecer. – eu disse apreciando meu vinho para o Hugo Trollargh, um dos oficiais de segurança de Magnum City.
— O nome dele é Hanfreld, um entregador de armamento clandestino para criminosos maiores, ele tá tentando entrar na soberania do crime. Você descobre, executa e ganha a sua recompensa. – disse o oficial rapidamente.
— Ok... só lembrando... o outro serviço foi muito barato, eu até entendo que você não me conhecia, mas negócios são negócios... O peixe dessa vez parece ser maior. – disse sorrindo e terminando a garrafa de vinho.
— Você é um desgraçado. – bufou.
— Não sou o único, você sabe. – completei.
Notas finais
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