Chantagens
7 Pedido de desculpas negado
Notas iniciais
Peter Povs:
Assim que Deadpool saiu desabo no chão sem força alguma. O que aconteceu aqui? Ainda não dá pra acreditar. Não acredito que me excitei! Ainda estou com vergonha! Como pude ter abaixado à guarda? Se Deadpool tivesse aceitado trabalhar para Harry em segredo podia ter me matado a qualquer momento em que me prendeu. Belo herói eu sou, não consigo me defender nem de um. E pensava que tinha chances de entrar pros Vingadores.
Mas e agora? Será que vou embora? Mas pra onde eu vou? Não tem lugar algum. Talvez deva esperar Wade voltar e pedir desculpas. Não foi correto tê-lo tirado a máscara, já me disseram que seu rosto se deformou após dar errado umas das fases da Arma X, mas nunca o tinha visto. É claro que senti espanto, mas foi mais surpresa, e até pena. Deve ser horrível sentir medo que alguém veja sua cara, e ter na cabeça que se afastaria por repulsa.
Melhor espera-lo, e pedir pra continuar a ficar aqui. E principalmente desculpas. Mas pensando bem, ele também deve a mim! O que ele fez não foi certo, e além do mais acabei de fazer dezoito. Nenhum adolescente merece passar por tal vergonha. Mas antes, melhor colocar roupas, eu não quero que ele me veja pelado de novo.
oOo
Autora Povs:
Tiros e mais tiros eram ouvidos, junto com gemidos esganiçados e corpos caindo no chão.
Dominó, Silver e Deadpool eram os malfeitores disso.
A única coisa que Wade queria era extravasar a sua raiva em algum otário e ganhar uma grana fácil. Não queria voltar a seu apartamento, tanto por raiva como por medo de Peter não estar mais lá. Mas que culpa ele tem de não ter o rosto ou o corpo mais belo de todos? Culpe o governo que o fez assim!
De todos que sobreviram a Arma X ele foi o único que teve efeitos colaterais. E isso só aumenta sua raiva. Os Deadpools de outros Universos Alternativos não tinham o rosto como o seu, bom pelo menos não todos.
Não queria que Peter fugisse dele como várias outras garotas, mas ainda sente raiva toda a vez que se lembra da expressão horrorizada dele.
– Ai Deadpool, acorda! – Grita Silver tomando a frente – Só porque é imortal não tem que ficar levando esse monte de tiros.
O mercenário acorda de seu transe e vê que seu uniforme está cheio de furos, mas em sua pele não há nada, seu fator de cura regenerou tudo.
– Vamos embora. Já acabamos por aqui. – Avisa Dominó com outra maleta em mãos.
Deadpool se junta a eles, e juntos saem daquela fábrica abandonada, onde ilegalmente fabricavam drogas para vendê-las pelos estados próximos.
As duas percebem em como Wade está aéreo, ou mais que o normal, e se perguntam por quê. Mas não antes de chegarem a uma barraquinha que vende tacos.
Os dois se sentam em uma mesa e esperam os tacos. Chega um prato cheio de tacos, Silver e Dominó pegam vários ao mesmo tempo enquanto Deadpool só os olhava e virava o rosto.
– O que está acontecendo? Você nunca rejeita um taco. – Silver o questiona com a boca lotada de tacos.
– Eu só não quero hoje... – Deadpool responde cabisbaixo.
– To nem ai. – Dominó diz pegando mais alguns – Mais pra mim.
– Você tá legal? Nunca te vi assim. – Silver ainda não estava conformada.
– Estou. Não é nada.
– Ok. Faz tempo que a gente não se via. Devíamos voltar a trabalhar juntos.
– Perca as esperanças. Esse daí negou trabalhar pro Osborn. – Dominó o encara com um pouco de fúria – Porque se apaixonou por aquele cabeça de teia.
– O Homem-Aranha? – A loira o encara estupefata.
– Sim. Até estamos namorando.
– Quantos anos ele tem? Não parece ser muito velho. – Dominó indaga.
– Uns 18 anos. Por ai.
– A idade do nosso chefe. Harry parece estar gostando de alguém, um homem também. Como é mesmo o nome dele? – A morena pensa um pouco – Parker... Isso! Peter Parker.
Deadpool encara as duas sentindo uma fúria percorrer seu corpo, misturado com ciúmes. Ele cerra os punhos respirando profundamente.
– Esse ai. Vi umas fotos deles juntos quando crianças, até que são fofos juntos. – Silver diz sorridente – O Peter é bem bonitinho.
– Mesmo com aquela aparência nerd. Vi umas fotos dele agora, melhorou muito. Eles formam um belo casal. Harry também é um gatinho.
– Os dois são gatos. Pegava os dois.
As duas caem na risada.
– Eu também. – Dominó diz entre risos.
Deadpool já estava cansado de ouvir tudo isso. Cada palavra que saia da boca das duas o deixava mais furioso. Ele se levanta bruscamente saindo a passos largos e pesados. Nem se despediu de suas companheiras, não aguentava mais ouvi-las, se ficasse mais um segundo lá explodiria.
oOo
Peter Povs:
Deadpool está demorando. Já esta anoitecendo. Será que está bravo comigo?
Ouço meu celular tocar.
Harry está me ligando.
– Alô?
– Oi Peter. – Harry me saúda. – Queria sair com você qualquer dia.
– Mas você pode? Não está piorando?
– Os cientistas fizeram um soro. Não é muito bom, mas não deixa minha doença sair do estagio um. Só falta uma coisa para que esteja bom.
– Fico feliz em ouvir isso. – Digo sincero, mesmo sabendo que é meu sangue.
– Que dia pode ser?
– Amanhã ao meio dia. Podíamos ir naquele café aonde sempre vamos. O que acha?
– Perfeito. Tchau Peter.
– Tchau.
Desligo o telefone.
– Ah. – Me assusto quando vejo Deadpool me encarando – Por que não me avisou que já tinha chegado? – Não o deixo responder e continuo: — Antes de tudo eu queria pedir desculpas por hoje mais cedo. Não queria ter feito aquilo. Eu agi sem pensar, realmente sinto muito.
Deadpool não responde, apenas vem em minha direção. Recuo a cada passo mais próximo de mim.
– Por que não me disse que estava ficando com o Osborn? – Ele questiona com um olhar furioso.
– O que? Eu não estou ficando com o Harry.
– E o que foi essa ligação agora a pouco? Por que não me disse que eram amigos de infância? – Deadpool está muito transtornado – E agora pouco fiquei sabendo que o Harry está afim de você.
– O Harry? A fim de mim? Até parece, ele só pega modelos famosas.
– Parece que agora está com vontade de experimentar um nerd. – Ele me olha de cima a baixo com os olhos brilhantes – E eu também.
Ando de ré enrijecendo o corpo. Não vou abaixar a guarda outra vez.
Pulo na parede e me grudo lá com uma mão enquanto a livre lançava teias no Deadpool, mas ele cortava todas. Nunca o vi lutar tão seriamente.
Saio da parede e corro até a porta. Minha mão quase tocando a maçaneta... Sinto algo rasgar minha mão. Foi um tiro, vindo da arma que Deadpool sacava pra mim. O encaro com raiva, mas com um pouco de medo também.
– E quem disse que você pode sair? – Ele pergunta a mim.
Não tem como eu sair. Estou na mira dele. O jeito é lutar.
Jogo bolas de teias nele, mas as corta facilmente.
Ele pega uma adaga e atira em um dos meus lançadores de teias. Sai um monte de teias. Tento tapar o buraco, mas ainda continua saindo.
Deadpool aproveita minha distração e segura meus pulsos. Ele quebra meu outro lançador, fazendo jorrar mais teias. Ele me ergue e joga-me em sua cama. Antes que pudesse me mexer ele se atira em cima de mim com minhas teias em suas mãos.
Ele puxa meus pulsos pra cima e os amarra na cabeceira da cama com as teias. Não posso me mexer!
Deadpool ergue sua máscara até o começo do nariz e sorri malicioso.
Seu lábio vem de encontro ao meu levando a um beijo quente e selvagem. Deadpool movimenta sua cabeça jogando todo o peso de seu corpo sobre mim, aumentando ainda mais minha falta de ar. Ele adentra com sua língua explorando cada canto de minha boca. Arfo perdendo todo o ar. Mas ele nem se importa, somente aprofunda mais o beijo.
Ele desgruda nossos lábios. Respiro o máximo que posso.
Deadpool rasga minha blusa e a atira longe. Sinto um frio percorrer a minha espinha.
Ele desce a meus mamilos e com o dedo começa os movimentos circulares. Debato-me tentando escapar de tudo isso. Mas parece que cada vez que movo meus pulsos às teias o apertam mais.
Sinto sua língua sobre meus mamilos, lambendo e chupando. Não consigo segurar um gemido. Ele sorri e volta a lamber enquanto brincava com seus dedos a pontinha do outro.
Seus lábios vão descendo distribuindo beijos por onde passava. Ele para no feixe da calça. Arregalo os olhos voltando a me debater, dane-se a dor no pulso. Não posso mais aguentar isso!
– Quietinho se você não quiser que eu te machuque. – Ele me ameaça apontando as suas armas presas no cinto. Engulo em seco parando de me debater. – Bom menino.
Ele sai de cima de mim puxando minha calça, até me deixar só com uma cueca boxer azul cristal.
Isso é tão vergonhoso!
Deadpool toca em meu pênis por cima da cueca. Ele começa a masturba-lo e a coisa vai ficando ereta. Viro meu rosto. Não quero olha-lo. Ele aumenta os movimentos bem lentamente. Mordo os lábios para não gemer. Recuso-me a dar esse gostinho a ele.
– Duvido que agora você não geme. – Ele diz com a voz rouca de desejo.
– O que voc... Ah! – Gemo sentindo algo quente lamber meu órgão. Involuntariamente olho para baixo. É a sua língua.
Ele sorri vitorioso e arranca a minha cueca.
Deadpool começa a lamber a glande. Gemo. Ele enfia tudo em sua boca indo bem devagar no vai e vem. Mordo meus lábios e cerro os punhos. Ele continua desse jeito lento me torturando.
Ele tira tudo de sua boca e volta a lamber.
– Ah... Ah...!
– Eu quero ouvir mais. – Ele diz lambendo os lábios.
Deadpool volta a chupar, mas agora com mais rapidez. Está impossível de segurar os gemidos.
– Deadpool... Eu vou... – Não consigo terminar.
Mas ele não para, aumenta ainda mais o ritmo dando chupões na glande.
– Ah...!
Solto um longo gemido e gozo na boca de Deadpool. Coro violentamente. Ele engole tudo e sorri no final.
Ele pega mais teias e prende as minhas pernas no final de cada lado da cama.
– Agora vamos ao finalmente... – Ele sussurra com um sorriso diabólico nos lábios. Isso já está ficando assustador.
Ele arregala as minhas pernas e apertas as teias para permanecerem assim. Meu coração está em disparada.
Wade puxa os meus cabelos com força.
– Lamba! – Ele literalmente ordena. Com medo e vergonha lambo dois de seus dedos.
Ele passa o indicador por minhas coxas até a minha entrada. Arregalo os olhos. Sinto dor ao entrar em mim. Arqueio minhas costas vendo todo meu corpo enrijecer.
Sinto aquilo entrando e saindo de mim todo momento.
Grito ao sentir o segundo. Deadpool começa a fazer movimentos de tesouras. Não consigo mais aguentar. Isso dói muito.
Sinto um alivio quando eles saem. Mas minha felicidade durou pouco. Deadpool fica de quatro em cima de mim e abre as suas calças, seu pênis ereto sai pra fora. Ele se posiciona em cima de mim. Arregalo os olhos entrando em desespero.
– Não! Deadpool não. – Grito perdendo até a voz.
– Tarde demais... – Ele diz em um tom sombrio.
Sinto seu pênis forçar a entrada em mim. Wade aumenta a força e entra a ponta.
– AH!
Mas ele nem se importa. Entra de pouco a pouco, até ir tudo. Dói, dói demais. Parece que meu corpo está se rachando ao meio.
Deadpool começa a se locomover bem devagar nem dando tempo de passar a dor.
Ele retira quase tudo e vai até o fim. Cada vez que isso aumenta a dor só piora.
– Deadpool... Por favor... Pare... – Imploro com lágrimas em meus olhos.
Mas ele não me dá ouvidos. Grito quando ele abre ainda mais minhas pernas.
As estocadas estão indo cada vez mais forte. Parece que a dor só aumenta. Mais lágrimas escorrem por meu rosto.
– Sai de dentro de mim... – Imploro sentindo todo meu corpo doer – Isso dói muito.
– Não dá. Não consigo. Você não faz ideia de como isso está bom. – Ele diz entre gemidos. Continua com o vai e vem gemendo cada vez mais alto. Deve estar quase em seu ápice. Ele arqueia seu corpo pra frente e sinto algo quente entrar em mim.
– AH...!!! – Grito sentindo seu pênis sair de dentro de mim. Deadpool desaba sobre meu lado na cama. Viro meu rosto para o lado sentindo um ódio percorrer meu corpo. Ainda estou dolorido. E muito!
Deadpool se levanta com uma faca na mão. Minha visão fica embaçada. Ele corta as teias. Tento me levantar, mas a dor em meu quadril não permite, a ultima coisa que vejo é algo branco saindo de dentro de mim e meu corpo desabando na cama onde desmaio.
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