Chantagens
9 Entre quatro paredes
Notas iniciais
Autora Povs:
Os Vingadores já estavam no jato Stark indo para sua missão.
Natasha e Bruce trocavam olhares, mas no final o moreno sempre desvia seus olhos dos da ruiva constrangido, enquanto ela sorria achando isso divertido.
Thor ficava ao longe com cara emburrada bufando a todo o momento. Ninguém sabia o porquê, mas não era o momento para lhe perguntar.
Tony e Steve se sentaram o mais longe possível, buscavam nem olhar na direção um do outro, com medo de no final se encarar.
Tony ainda pensava no sonho que tivera, e estava confuso de porque sonhar justo aquilo com Steve, sendo que sempre o viu como um general e um companheiro de batalha, e nada mais que isso.
O silêncio naquele recinto já estava infernal, mas somente para Clint que não estava entendendo nada. Ele olhava seus companheiros e não entendia suas expressões, mas estava com preguiça demais para perguntar algo a eles, só que não o suficiente para iniciar uma conversa.
– Hoje vocês estão estranhos. – Todos viram a sua atenção ao arqueiro – Sinceramente, parece que vocês estão se comendo com os olhos, menos o Thor que está com essa cara de cachorro abandonado.
O asgardiano encara o loiro com fúria, mas da de ombros voltando aos seus devaneios.
– Parece que sou o único normal aqui hoje. – Clint diz mais para si mesmo.
– O que está havendo Thor? – Natasha encara o loiro.
Thor trava um pouco, mas relaxa, mudando seu olhar para um triste.
– Jane terminou comigo. Hoje quando fui vê-la me disse que não fico tempo suficiente com ela, e não queria ter um namorado ausente.
– Eu te entendo cara. – Tony que esta ao seu lado dá leves tapas no ombro do amigo. – E você não faz ideia.
– Eu sei disso, Pepper terminou com você quase pelo mesmo motivo que o meu.
– E o que vai fazer agora? – Natasha parecia a mais curiosa.
– Vou voltar para Asgard, faz tempo que não vou lá. Vou visitar minha família, sinto saudades de meu pai.
– Talvez lá você se interesse por uma asgardiana, quem sabe já se esquece da Jane. – Clint tenta anima-lo.
– Não comece. – Steve o reprova.
Antes que alguém pudesse dizer mais alguma coisa o jato aterrissa. Os Vingadores descem dele vendo as propagandas de animes e sushis em estilos chibis grudados nos prédios de Tokyo. Era impossível não se hipnotizar por aquelas telas enormes e o que se passava nelas.
– Fico feliz que tenham vindo. – Um senhor de terno preto e olhos puxados os saldam. – Meu nome é Yukki.
– Oi. Então, por que precisam de nós? – Tony foi direto ao ponto, não estava com paciência para enrolações.
– Uns bandidos roubaram de minha empresa armas de luta, de mais alta tecnologia. Preciso que a recuperem. Se eles quiserem podem destruir cidades inteiras com elas. – Diz o senhor aflito.
– É só nos dar a localização deles que iremos recuperar suas armas. – Pela primeira vez Steve se pronunciou.
– Claro, aqui estão. – Yukki entrega um papel ao Tony.
– Já vamos pra lá. Ate mais. – Todos voltam ao jato. Tony passa a localização ao Jarvis que segue para lá.
Eles não dizem nada o caminho inteiro, queriam respeitar o que Thor está sentindo.
Prontos, foram ao endereço. Podiam-se ouvir risadas de dentro de um galpão abandonado. Eles se separaram ficando em pares nas entradas. Juntos chutaram as portas e entraram no local.
Os japoneses alarmados pegaram as armas e atiraram nos Vingadores. Bruce correu dos tiros sentindo a raiva lhe consumir, ele se jogou no chão sentindo dores em seu corpo, foi perdendo a consciência aos poucos e até Hulk entrar em seu lugar. O esverdeado urrou e correu aos japoneses, esses recuaram assustados mirando todas as armas no monstro verde. Todas aquelas balas feitas de substâncias nucleares apenas afundaram a pele do Hulk, mas não ao ponto de rasga-la ou sair sangue.
Tony aproveitou essa distração a acertou seus raios em alguns deles enquanto Thor cuidava do resto.
Em menos de dez minutos todos os bandidos estavam desmaiados no chão e suas armas sendo levadas pelos Vingadores. Eles a entregaram ao dono da empresa e se hospedaram em um dos hotéis. Cada um tendo seu próprio quarto.
Tony relaxou ao entrar em seu quarto e ver os traços da cultura japonesa, as mesas mais baixas com travesseiros no lugar das cadeiras, as camas macias a baixas e os vários incensos pelo lugar.
Ele foi arrancando sua roupa até chegar ao banheiro onde se despiu de vez. Entrou embaixo daquela água quente e se derreteu de tão bom que era.
Foi se lembrando do beijo e sentiu como isso reagia a seu corpo. Podia ver que isso o excitava, mas não queria acreditar. Sempre que se interessava por alguém ia lá e eles transavam, mas não podia chegar ao Capitão America e dizer que quer dormir com ele. Mas também como seria? Nunca havia ficado com um homem para saber como é o sexo entre eles. E tudo isso girava em sua cabeça.
Tony sai do chuveiro e coloca qualquer roupa. Dirige-se ao quarto de Steve e bate na porta. Logo ela é aberta e um Steve completamente nu com uma apenas uma toalha em sua cintura e os cabelos todos molhados aparece na porta.
Tony fica atônito ao ver isso e várias coisas impróprias aparecem em sua mente.
– Queria falar com você. – Tony diz – Posso entrar?
– Claro. – Steve responde meio incerto.
Tony entra no quarto e se senta na cama de maneia relaxada.
– Pode me esperar aqui? Preciso me trocar. – Diz Steve apontando ao banheiro.
Tony dá uma ultima olhada no loiro seminu e sorri malicioso.
– Claro. – Ele responde.
Minutos depois Steve reaparece com um jeans e uma camisa azul sem imagens. Ele se senta na cama ao lado de Tony.
– Sobre o que queria falar?
– Sobre o dia em que eu fiquei bêbado. – Tony chega mais perto de Steve. – E depois eu te beijei.
Steve recua um pouco envergonhado.
– Não precisa logo nos esqueceremos disto.
– E quem disse que eu quero esquecer? – Tony vai se aproximando cada vez mais de Steve que já está na beirada da cama – Não precisa fugir. Sei que você gostou daquele beijo tanto quanto eu, senão não teria correspondido.
O loiro nada responde, apenas fecha seus olhos e espera pelos lábios do moreno. Tony sorri ao ver aquela cena e sem pensar duas vezes junta seus lábios aos do loiro. Steve ao sentir a maciez da boca do moreno levou suas mãos à cintura dele e apertou lá, enquanto moreno envolvia seus braços no ombro do mesmo.
Tony se inclinou para frente, jogando todo o peso de seu corpo sobre Steve fazendo o beijo se aprofundar. Suas línguas dançavam em suas bocas, buscando descobrir todas as suas extensões. Steve com falta de ar amansou o beijo, mas Tony não querendo que isso acabe continuou de um jeito feroz e selvagem.
Entre seus corpos não havia nenhum espaço, é músculo roçando em músculo.
Para Tony isso já está melhor do que seu sonho. Ele joga mais de seu peso sobre o loiro que vai se deitando aos poucos na cama. Tony vai subindo em cima dele desgrudando seus lábios e iniciando vários beijos no pescoço do loiro que se arrepia. Eles se fitaram novamente com os olhos brilhando de malicia e-
– Tony eu sei que você está ai, pare de flertar com Steve e vocês dois venham ao quarto de Thor. – Grita Natasha batendo na porta.
Os dois param imediatamente o que estavam fazendo e vira sua atenção à porta.
Eles ouvem os passos da Natasha indo embora e relaxam um pouco.
– Acho melhor irmos. – Steve diz com as bochechas rubras.
– Você tem razão. – Concorda o moreno um pouco triste por isso.
– Tony...
– O que?
– Eu preciso me levantar.
– Então se levante.
– Mas você está em cima de mim.
– Ah foi mal. – O moreno se levanta ajudando o loiro depois – Vamos?
– Sim.
Eles saem do quarto e vão direto ao de Thor.
– Por que nos chamaram? – Pergunta Stark chamando a atenção de todos.
– Pararam de ficar se pegando? – Natasha zomba.
– Eu os chamei aqui para me despedir. Vou a Asgard ver meu pai, mas espero voltar o mais rápido possível. – Thor diz a todos vestido com seu traje asgardiano e seu martelo na mão.
– Quando voltar estaremos em minha mansão. Apareça por lá. – Avisa Tony.
– Claro, obrigado amigo. Agora devo ir. – Ele acena a todos e sai do quarto.
Todos os outros vão à janela e veem uma luz cheia de cores descer ao chão e puxar o Deus do Trovão.
– Nós vamos embora? – Pergunta Clint.
– Vamos. – Tony dá de ombros – Quando Thor voltar devemos estar no centro dos Vingadores. Vou preparar meu jatinho.
oOo
O argasdiano subia pela Bifrost ate se encontrar com Heimdall.
– Meu amigo, como tem passado? – O loiro o abraça.
– Bem, tenho te vigiado. Vi os feitos quem fez naquele reino.
– E meu pai? Vim aqui para vê-lo.
Heimdall muda sua expressão de feliz para séria.
– Ele mudou um pouco desde que partiu. Não é mais aquele homem sério que conhecíamos e sim um que leva tudo na mais pura brincadeira. Mas agora que voltaste quem sabe ele não volta a ser quem era antes. Eu espero isso.
O loiro não entendeu isso muito bem. Seu pai sempre fora um homem sério e comprometido com seu reino, não entende o que Heimdall está dizendo.
– Verei isso com meus próprios olhos, se me der licença. – O loiro se dirige a ponte do arco-íris e gira seu martelo antes de dar um pulo e voar no ar. Ele olha para as pessoas de seu reino, todos pareciam felizes e bem.
Entrou em seu castelo, nenhum dos servos estava diferente. Começou a procurar pelos seus companheiros de batalha, os procurou por todos os cantos do reino, mas nem sinal de nenhum deles.
– Onde estão meus amigos? – Ele pergunta a uma das servas.
– Saíram para uma batalha, há dias estavam dizendo que estão entediados, acho que só voltaram daqui a uma semana.
– E meu pai?
– Está sentado em seu trono. – O loiro acena com a cabeça e a serva volta a seus afazeres.
Ele se dirige ao trono encontrando Odin sentado no mesmo.
– Heimdall me avisou que está de volta. – Odin se levanta de seu trono e dá um abraço no filho. – Fico feliz que tenha voltado.
– Somente por uns dias, não pretendo ficar.
– Ainda está com essa ideia na cabeça de proteger os nove reinos?
– Sim e não pretendo muda-la.
Odin dá um longo suspiro e dá de ombros.
– Não posso controla-lo e obriga-lo a fazer minhas vontades. Mas espero que não continue por muito tempo com essa tolice em sua mente.
– Só o tempo nos dirá meu pai.
Odin volta a se sentar em seu trono de maneira encurvada apoiando o cotovelo em um dos braços. Ele sorria para seu filho, mas não aquele sorriso pequeno e acolhedor, e sim um largo que afinava seus lábios enquanto o olhava com certo brilho nos olhos. Thor já tinha visto isso antes, mas não se lembrava de onde.
– Você está melhor depois da morte de mamãe? – Thor ousa perguntar vendo o rosto de seu pai se contorcer.
– Estou. Foi difícil me recuperar, mas não deixo a raiva pensar com por mim. – Ele diz de uma maneira calma. Thor está desconfiando de quem possa ser.
– Ainda me lembro do dia em que me deu este martelo. – O loiro joga o Mjolnir no ar e o pega. – Por que não o segura? Já faz um tempo que não o empunha.
Pode-se ver que Odin ficou nervoso.
– Eu não quero. – Responde Odin áspero. – Fique com esse objeto, ele não é nada mais para mim do que um de meus brinquedos que tenho em coleção.
– Talvez você não consiga. – Thor procura manter seu ar sério e se manter na defensiva. Pode ver que seu pai ficou um pouco pálido, além de mover os lábios buscando uma resposta.
Essa foi à gota d’água. O asgardiano aperta a mão em seu martelo e o joga em seu pai que voa junto a ele e cai bruscamente no chão. Mjolnir fica em cima de seu peito. O Pai de Todos tentava com todas as suas forças tirar aquele objeto pesado de cima de si.
Thor a passos pesados se agacha diante de seu pai e o puxa pela gola.
– Se fosse mesmo meu pai teria erguido este martelo, quero que se revele! – Esbraveja o loiro.
A expressão séria e surpresa de Odin mudaram para um olhar sarcástico e um sorriso malicioso.
A face envelhecida foi mudando para um rosto jovem e magro. O olho outrora azul foi para uma esmeralda brilhosa. A roupa dourada foi para um verde e preto mostrando um corpo esguio. Agora se podia ver perfeitamente quem era. Loki.
– Olá irmão. – O moreno diz com um sorriso largo e um tom de voz calmo e venenoso.
Thor, enfurecido, lança um soco certeiro no rosto de seu irmão, marcando a área em um tom arroxeado.
– Cadê o nosso pai? – Ele grita exasperado.
– Ele não é meu pai! – Loki devolve no mesmo tom de voz. – Não repita essa frase, filho de Odin.
– Me diga onde ele está!
– Eu não sei. Quando voltei do reino dos Elfos Negros não o encontrei nesse reino, e por que não me aproveitar de sua ausência e pegar o seu lugar ao trono?!
Thor se controlava para não desferir outro soco em seu irmão.
– Promete que não está mentindo?
– Posso ser o Deus da Mentira, mas prometo que dessa vez falo a verdade.
O loiro suspira longamente, mas em desistência retira seu martelo no peito de Loki e se levanta. Não tinha o porquê de brigar com seu irmão sendo que ele o ajudou a salvar Jane além de ter cuidado do reino no sumiço de Odin.
– Você não faz ideia pra onde noss... Meu pai pode ter ido?
– Já disse que não.
– Espero que ele volte logo. Não o entendo de seu sumiço.
– Eu não me importo. Prefiro as coisas assim. – Os olhos de Loki brilham em divertimento. – Sinto muito por sua humana. Heimdall me informou hoje de seu termino.
Thor sentiu um vazio lhe consumir, não está mais sentindo raiva de Loki, mas queria soca-lo por estar com aquele sorriso largo estampado em sua face.
Ele nada diz, apenas sai cabisbaixo. Estica a sua mão e pega o Mjonir.
Ao abrir a porta de seu quarto se depara com Loki encostado na parede.
– O que você quer? – Pergunta ríspido o asgardiano.
– Apenas lhe servir de consolo. – Loki se aproxima do maior, ficando a milímetros de distancia – Sei que está sofrendo pela mortal, mas posso diminuir seu sofrimento. – O menor se transforma em Jane usando uma camisola branca de tecido fino. Ele ergue seus pés, fazendo o maior sentir seu halito quente.
Thor cede, tentando esquecer que na verdade era Loki se fantasiando de sua amada, mas assim que seus lábios iam se tocar ele põe sua mão livre abaixo do queixo do menor, fazendo parar a aproximação.
– Se for para ficar com você, que seja com sua face verdadeira. – Ele diz calmamente ao menor que o encara estupefato. Mas sorri voltando a sua forma original.
– Se você prefere assim... – Ele volta a se aproximar do loiro, que concede sem nenhuma relutância. Calmamente roça seus lábios ao dele, juntando-os por fim.
Thor deixa cair seu martelo ao chão, deixando um baque ecoar por aquele corredor vazio. Com a mão livre a envolve no meio da costa de Loki, grudando aquele corpo esguio ao seu cheio de músculos.
Ele anda para dentro de seu quarto não desgrudando seus lábios com o do moreno um segundo sequer. Ele fecha a porta com um chute e aperta mais o moreno.
Loki apertava os músculos do braço do loiro enquanto sua língua explorava aquela boca alheia. Para provocar o loiro diminui a intensidade do beijo, voltando a um calmo. Ele se separa do loiro, o deixando com um olhar raivoso e triste pelo encerramento do beijo.
Thor, impaciente aperta firme suas duas mãos no quadril do moreno e o empurrou até sua enorme cama.
– Pra que a pressa irmão? — Loki zomba vendo aqueles olhos azuis lhe consumir por inteiro.
– Você está me deixando assim Loki.
O loiro inicia um novo beijo jogando calmamente seu peso por cima do moreno que caia na cama aos poucos, enquanto o mesmo subia em cima dele.
Loki vai tirando a roupa de cima de Thor, deixando os elmos fazerem barulho ao cair no chão.
Thor, para não ficar para trás, também retira essa peça de Loki, passando os dedos por aquele peitoral magro apenas com iniciação de músculos. Ele vai descendo seus lábios para essa região, distribuindo beijos por onde passava. Ele para naquela calça apertada e a retira junto à cueca, apreciando toda a visão a sua frente.
– Vai ficar me olhando? – Loki pergunta sarcástico.
– É claro que não. – O loiro responde retirando o resto de suas roupas.
Ele se senta em cima de Loki que dá leves chupões em seu pescoço. A mão do menor vai descendo passando pelos músculos até chegar ao membro ereto do maior. Thor geme rouco.
Loki sorri satisfeito, começando movimentos circulares pela glande, ele vai passando a mão por toda aquela extensão subindo e descendo cada vez mais rápido.
Thor gemia pelo prazer, soltando ocos urros pelo êxtase. Enquanto Loki estava se deslumbrando por ver o grande Deus do Trovão tão submisso e dependente a si nesse momento. Vendo que Thor já soltava o pré-gozo mostrando que está perto de seu ápice para com tudo que fazia, deixando Thor o encarar frustrado.
– Você gosta de me provocar não é irmão? – Thor joga mais de seu peso sobre o menor deixando-o imobilizado sobre a cama.
Ele toca no membro do moreno e começa a masturba-lo, ouvindo os gemidos contidos de seu irmão.
Ele vai aumentando a velocidade, vendo Loki se contorcer abaixo de si. Agora ele que está se divertindo. Ele vai percorrendo por toda a extensão, vislumbrando as expressões de prazer do menor. Podia ver que Loki estava perto de seu ápice, mas continuou no mesmo ritmo, ate o gozo se esparramar por sua mão. Ele se encanta ao ver o rosto pálido do menor todo corado, nunca o tinha visto dessa forma, e está gostando disso.
Thor abre as pernas do menor, passando o esperma por toda aquela extensão. Com o dedo lubrificado força a entrada até ele entrar.
– Ah! – Loki solta um grito baixo pela intrusão.
Thor espera alguns segundos, começando o vai e vem. Ao ver que o menor havia se acostumado com intrusão, adentrou outro dedo voltando às estocadas.
Loki soltava baixos gemidos, tanto por prazer quanto por dor, mas ao começar os movimentos de tesoura, gritou sentindo a dor aumentar.
Thor retira seus dedos de dentro do moreno e pega em seu pênis posicionando-o na entrada. Ao ver que Loki não sentia tanta dor, foi entrando lentamente. Loki aperta suas mãos nas costas do loiro, enfiando suas unhas cada vez que a dor aumenta.
Thor espera alguns segundos para o moreno se acostumar com a intrusão. Ao ver isso começa as estocadas lentamente.
– Ah! – Grita o moreno sentindo aquilo se movimentar dentro de si.
Thor vai aumentando o ritmo, indo cada vez mais rápido, mas com cuidado ao ver que era a primeira vez de seu irmão ao ser o passivo.
Loki já está se acostumando com a dor, mesmo sendo alta podia aguentar, e além do mais não iria demonstrar ao seu irmão que está inferior a ele neste momento.
Thor já estava indo em um ritmo rápido, vendo que seu irmão parará de lhe arranhar. Podia ver que estava perto de seu ápice, mas continuou na mesma velocidade até sentir um alto prazer percorrer seu corpo e soltar um longo suspiro. O loiro se derrama dentro do menor, não conseguindo avisa-lo antes. Exausto, tomba ao lado de Loki na cama, que se vira para ele calmamente com certa expressão de dor.
O loiro dá um selinho do menor que sorri.
– Boa noite, Loki.
– Boa noite filho de Odin.
Na manhã seguinte:
O loiro acorda sentindo os raios de a manhã bater em seu rosto, ele cobre a luz com seu braço e boceja longamente. Ao se acostumar com a luz se espreguiça esticando os braços, ao fazer isso sente algo liso e macio roçar contra seu punho. Flashs da noite passada passam por sua cabeça deixando-o com um frio na espinha. Ele vira seu pescoço bem devagar e se depara com um corpo pálido e esguio enrolado em seu lençol branco dormindo tranquilamente. Ele arregala os olhos sem saber o que fazer.
Loki se contorce sobre os lençóis abrindo os olhos lentamente. Ele respira fundo e sorri para o loiro.
– Bom dia irmão. – Ele se aproxima de Thor abrindo os lábios.
O loiro sem saber o que fazer, recua. Ele cai no chão batendo a cabeça.
– O que está fazendo? – Loki o encara.
– Você... E eu... Nós... – Thor não conseguia achar as palavras certas.
– Nós fizemos sexo? – Loki o indaga com o sorriso brincalhão nos lábios. – Pelo que eu me lembre você gostou.
– Mas isso é errado. Somos irmãos. E se nosso pai ficar sabendo?
– Seu pai! Não sei por que tanto drama. Ontem você não estava se preocupando com isso. Ninguém ficara sabendo. Nenhum servo nos viu.
– Espero que sim. Mas e agora? Como ficaremos?
– Como sempre. Ontem a noite não significou nada. – Thor sentiu uma pontada no peito ao ouvir Loki dizer isto. – Você volta para aqueles seus amigos e eu governo este reino na forma de Odin.
– Pra mim está ótimo. – Thor se levanta, cobrindo sua parte intima com o lençol. – Pode me dar licença?
Loki solta risadas.
– Não tem nada abaixo desse lençol que não tenha visto noite passada.
Thor em desistência solta o lençol que cai sobre o chão. Ele coloca os seus trajes sobre o olhar de malicia de Loki.
– Não vai se levantar? – Thor o pergunta.
– Mais tarde. Meu quadril ainda está um pouco dolorido. – Responde o moreno.
Thor cora um pouco se lembrando do por que.
– Então é aqui que nos separamos. – O loiro se curva. – Adeus irmão.
– Adeus Thor.
O loiro sai às pressas do quarto não entendo nada, mas de uma coisa é certa para si, não quer que aquilo não tenha significado para Loki, sendo que para si teve, e quer que se repita, e não seja mais uma noite na vida dos dois.
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