Changes of Destiny

9 Selando acordos e descobrindo novidades


Notas iniciais
Tem Seddie? teeem! Tem capítulo de 4 mil palavras? teeem também! Boa leitura, povo!

Aquela primeira semana na escola havia passado tão devagar que Sam duvidou se seria possível terminar o ano letivo.

Não havia conseguido se encontrar com Freddie a sós desde segunda-feira, porque Carly ou Griffin sempre sugeriam ideias para relaxarem depois da escola. Os quatro sempre estavam indo a lanchonetes ou bares para se distrair.

Freddie aceitava porque tudo seria melhor do que aguentar sua mãe em casa. Sam sentia que merecia sempre uma recompensa por ter conseguido suportar mais uma manhã no que ela chama de inferno. Então, assim tinha sido os dias por toda a semana.

Felizmente, era sexta-feira e Sam se acomodou na casa de Carly, como sempre.

— É ridículo que ela saia com você por causa de um smoking, Spencer! — Carly gritava da cozinha enquanto Spencer se aproximava.

— É verdade, valeu? Ela sempre me rejeitou, acho que tem mesmo uma tara por terno! — o irmão falou mais alto do que alguém normalmente falaria.

A morena revirou os olhos rindo de canto.

Sam também riu levantando-se do sofá para abrir a geladeira.

— Vocês estão sem presunto! — a loira falou vasculhando as prateleiras.

— Só compro por sua causa! Esqueci dessa vez.

Spencer se dirigiu ao seu quarto para procurar a lista que tinha feito para as compras do mês.

Sam se encostou na bancada da cozinha desanimada quando Carly fora sentar na frente do computador para fazer algo importante.

A loira sentiu tédio só de pensar que provavelmente Shay estava entregando um trabalho escolar ou pesquisando sobre algo que foi falado no colégio. Se pudesse realizar um desejo, o que pediria, com certeza, seria para se formar sem precisar fazer nenhuma prova ou estudar. Estava, definitivamente, exausta daquilo tudo.

E ainda nem tinha começado direito.

— Você acha que o Griffin se sente intimidado por mim? Sabe, por eu estar afim dele...

Carly olhou atentamente a loira. Fazia tanto tempo que ela não mencionava Griffin então, a morena se assustou com aquele comentário. Havia passado um tempo já que tudo na festa tinha acontecido, Carly pensara que a esse ponto sua amiga já tinha desencanado um pouco dessa ideia. Ela não podia ter certeza de que Freddie estava fazendo corretamente a sua parte do plano, mas achou esquisito os quatro terem saído todos os dias daquela semana juntos e Sam não ter comentado nada sobre o bad-boy até então.

— Por que ficaria? Você já está começando a sacar como o Griffin é. Às vezes, chega a ser cara de pau. — Carly dissera lembrando-se quando ele tomou iniciativa ao beijá-la.

— É verdade, mas ele parece ser mais afastado de mim do que é de você.

Não podia transparecer, mas Carly havia ficado nervosa.

— Deve ser só impressão. — começou tentando parecer indiferente — Também sinto isso do Freddie em relação a mim. Mas, pode ser só nesse primeiro momento em que todos nós não temos tanta intimidade como um grupo.

Sam achou isso sensato, apesar de saber exatamente porque Freddie era mais próximo dela do que de Carly. Ganha-se uma intimidade muito rápida quando você, literalmente, pulou uma etapa de amizade para se aventurar de primeira numa relação íntima casual. Sam conhecia o corpo de Freddie nos mínimos detalhes e isso era estranho para dois inimigos-afastados.

Fredward, de fato, foi muito amigo de Carly há alguns anos. Na infância os dois eram vizinhos de porta e brincavam juntos o tempo inteiro. Mas, após Shay se tornar inseparável com Sam, Benson recuou levemente esfriando o laço que existia entre os dois. Desde o começo Freddie era zoado pela loira e ele nunca conseguira se tornar amigo íntimo dela.

Agora, eles eram íntimos até demais.

— Não paro de pensar em presunto... — Sam disse olhando para o teto batendo um de seus pés inquieta — Será que esse mercadinho da esquina ainda está aberto?

— Claro, fica aberto até às dez. — dizia Carly concentrada no computador.

— Falou!

A loira dirigiu-se até a porta correndo e saiu do Bushwell as pressas. Tinha dias que ela simplesmente precisava de presunto e por isso não ponderou antes que aquele era sua última quantia de dinheiro da semana.

Observou a direita da calçada prestes a atravessar a rua, quando percebeu que vinha um moreno muito bem arrumado cabisbaixo caminhando até a entrada do prédio de Carly.

Mesmo que já fosse noite e os postes daquela rua não iluminassem tudo com clareza, ela sabia muito bem quem era o dono daquele topete impecável.

— Freddie! — gritou ela se aproximando do garoto.

Fredward a olhou tentando esboçar algum ânimo, mas ele sabia que não havia funcionado. Estava arrasado e nem conseguia disfarçar seu olhar de pleno descontentamento. Balbuciou um "oi" tão desanimado que sua voz falhou. Seus olhos estavam inchados, seu nariz parecia mais avermelhado do que o normal e seu corpo estava curvado.

— O que aconteceu? Você está péssimo! — Sam exclamou sem muito pensar.

— Valeu, loira. É ótimo ouvir isso! — disse em sarcasmo enquanto se movia para abrir a porta do prédio.

Sam segurou seu braço tentando ser delicada para chamar a atenção do garoto. Ela realmente estava preocupada, porque sempre via Freddie com postura de campeão e de confiança em si mesmo. Antes, ela achava isso arrogante, mas agora estava começando a admirar.

— O que você está fazendo aqui no Bushwell? — ela perguntou.

Freddie se virou para a garota soltando um longo suspiro.

— Eu venho para a escada de incêndio daqui desde que sou um moleque quando estou me sentindo mal. No Canadá, senti falta disso e hoje quero ver se ficar sozinho aqui melhora meu estado. — apontou para a portaria ainda do lado de fora — Vou precisar subornar o Lewbert para que ele me deixe entrar.

Sam fez um sinal com a cabeça confiante.

— Não precisa. Eu estou com a Carly, digo que vamos subir juntos e você aproveita para ir a escada. O que acha?

Freddie deu um leve sorriso e assentiu com a cabeça.

Depois dos dois ouvirem gritos insuportáveis do pior porteiro do mundo, conseguiram, finalmente chegar onde Freddie tanto queria.

Sam o lançou um aceno enquanto comprimia os lábios e se moveu em direção a saída.

— Espera, Sam... — Freddie disse tão falhado que era capaz da loira não escutar.

— O quê?

— Por que você não fica aqui comigo um pouco?

Ele não sabia o que estava fazendo. Nem com Griffin tinha contado um problema daquela gravidade. Não estava nem pensando em falar para alguém antes de ver Sam sendo tão generosa com ele aquela noite.

A garota achava que valia a pena fazer companhia a um amigo — eles poderiam ser considerados assim? — e ir buscar presunto depois.

— Tudo bem. — Puckett disse um pouco confusa.

Depois de sentar-se juntamente ao nerd naquela espécie de muro baixo que existia entre os corredores do prédio e a parte descoberta em que estava a escada propriamente dita, Sam se assustou ao ver que os olhos do moreno estavam um pouco marejados.

— O que você tem, Freddie? — Sam disse tentando o tranquilizar enquanto repousava suas mãos como forma de conforto em suas costas.

Ela realmente estava começando a ficar preocupada. Claro que os dois não eram nada e até poderia se dizer que eles se odiavam, mas ela não podia ignorar que aquilo tinha causado uma tristeza imediata em seu coração.

— Por quê ele tem que ser assim, Sam?! — Freddie disparou a olhando com uma mágoa aparente em seu olhar — Por que tem que ser o pior pai do mundo? Já não basta ele ter abandonado nossa família, precisa ser um interesseiro de merda e querer voltar a ter contato comigo por causa do meu dinheiro! O dinheiro que eu ganhei, Sam! Eu me isolei do mundo trabalhando nos meus projetos de tecnologia para suprir a falta que ele me faz. Para esquecer que minha mãe virou uma paranóica por culpa dele!

Freddie respirava pesadamente e seu tom não era mais tão baixo. Ele estava começando a ser consumido pela raiva.

— Conquistei tudo o que tenho pelo o que eu criei. Não preciso dele para nada! — o moreno não conseguia conter as lágrimas gordas que desciam em seu rosto — Ajudei minha mãe a conseguir uma casa melhor no centro de Seattle, gerei emprego no Canadá com minha invenção e ainda investi sozinho em ações conseguindo meu próprio patrimônio. O que ele fez da vida, Sam? Além de ter estragado minha mãe e me criado traumas idiotas? Nada! Ele é a pessoa mais podre que eu conheço!

Seu peito subia e descia pela respiração acelerada que mantinha. A adrenalina fervia correndo em suas veias e ele esfregava brutalmente as lágrimas que insistiam em cair em seu rosto.

Sam havia se impressionado com as ações de Freddie, ele não merecia nada daquilo que estava acontecendo com ele. Sentiu-se mal por primeiramente ter o julgado como soberbo, o Benson, na verdade era orgulhoso de suas conquistas porque havia se superado. Não há nada de errado nisso.

Envolveu um de seus braços por cima de Freddie e o fitou nos olhos.

— Saiba que ninguém nunca vai poder tirar de você o que conquistou. — Freddie direcionou seu olhar a ela um pouco mais calmo — Não importa que ele tente se aproveitar de você, não importa que ele seja desse jeito. Você não é e deveria se orgulhar de si mesmo por isso.

Fredward sorriu fracamente enquanto tentava assimilar cada palavra que a loira o dizia com tanto cuidado.

— Pais são uma merda. — continuou — Eles erram o tempo todo. Eu me esforço todos os dias para não ser como a minha mãe. Ela vive enchendo a cara e esquecendo que eu existo, é negligente com as outras pessoas e não parece pensar em ninguém que não seja ela mesma. No final, eu já acostumei, mas quero muito não me parecer com ela.

Freddie a lançou um olhar cheio de ternura. Percebeu que ela também não tem uma vida nada fácil. Admirou-a profundamente pela generosidade e doçura que a garota escondia a sete chaves dentro de si. Admirou, também, que ela havia compartilhado aquilo com ele só para que o mesmo pudesse se sentir melhor.

— Você não se parece em nada com ela — disparou.

Fitou seu olhar penetrante azulado completamente escuro pela pouca luz que batia nela. Seus cachos não estavam completamente definidos e ele a achou atraente daquele jeito. Estava com uma roupa simples que, provavelmente, se sentia confortável. Freddie adorava perceber que ela sempre estava extremamente bonita, não importava se usava maquiagem ou não, se estava arrumada ou não. Ela simplesmente era linda.

Posicionou sua mão em cima do queixo dela os aproximando para um beijo calmo e sereno. Sam correspondeu sentindo que aquilo mais parecia um carinho entre línguas e não estava cheio de desespero sexual como eles sempre costumavam fazer.

Quando se afastaram, Sam não hesitou em perguntar.

— O que estamos fazendo, nerd?

Ela não se referia ao beijo, mas sim ao fato de eles sempre se beijarem quando estavam a sós. A loira amava foder com ele, é verdade, mas os dois nunca haviam conversado sobre o porquê disso ter se iniciado. Foi tão rápido que nem deu tempo de racionalizar.

— Eu não sei. — ele disse desviando o olhar e se levantando — Desde que te vi lá na festa, me senti atraído por você. Sei lá, Sam. Só aconteceu... quando você me beijou no hotel, eu não quis resistir. Eu queria aquilo tanto quanto você.

A loira sorriu lembrando-se da situação.

— E quando você me puxou para o armário do zelador aquele dia na escola? Foi por quê?

Ele virou para ela com um olhar um pouco provocativo. Não estava óbvio?

— Porque eu quis te ter de novo. Você nem pode ousar negar que é bom quando a gente faz.

— Eu não estou negando, só queria entender o que é. Eu sou zero o tipo romântica, não quero que isso nos leve para um lance sério ou qualquer coisa do tipo.

Ele riu pelo nariz.

— Estamos em comum acordo fazendo algo que os dois gostam. Não é um relacionamento, é diversão. Enquanto for bom para os dois, a gente continua. Gosta dessa ideia?

Ela gostara. Era exatamente assim que pensava e aquela frase do nerd podia ter sido, facilmente, dita por ela. Afinal, sempre questionou-se porque as pessoas continuavam em situações "amorosas" que não era nem um pouco prazeirosas mais.

Sam levantou-se de onde estava e se aproximou de Freddie. Se pôs a beijá-lo sem pudor como se fizesse isso em vez de responder aquela pergunta.

Freddie sentiu sua espinha gelar e segurou a cintura dela aproximando ainda mais os dois. Sorriu entre o beijo, enquanto se propunha a tirar a blusa de Sam.

Nenhum dos dois entendia muito bem o que acontecia quando se aproximavam. Os corpos podiam dar choque de tanta eletricidade que soltavam. Essa sensação era viciante para ambos, achavam que nunca poderiam se saciar um do outro.

Sam colocou seus lábios perto da orelha de Freddie e mordiscou o lóbulo devagar.

— Queria que tivesse me fodido mais vezes depois de segunda. — sussurrou e sentiu Freddie tremer levemente e arfar.

Benson já pensava estar em outro mundo ao ouvir Sam Puckett sussurrando coisas extremamente sujas ao pé de seu ouvido. Já tinha mandado o mundo lá fora — principalmente seu pai — para o inferno.

Colocou seus cachos para o lado e começou a beijar delicadamente o pescoço dela. Parecia estar enxergando sua sanidade ir para o espaço assim que teve contato com o gosto excitante que aquela garota possuía.

Seu maxilar caiu enquanto ele soltava um suspiro alto que mais parecia um gemido assim que Sam havia abaixado sua calça. A garota se pôs a brincar com os testículos, mesmo por cima da cueca boxer preta que ele estava usando. O pau de Freddie latejava de tanto tesão e desejo pela mulher.

— Você me deixa louco, diaba loira. — dizia enquanto a virava de costas ele afim de roçar seu pau na bunda dela.

Nem os grossos jeans que a garota usava poderiam diminuir o que aquele contato estava o causando. Sentia puro tesão na bunda grande que Sam tinha e considerava aquele momento seu paraíso astral.

A loira começou a gemer quando Freddie encostou com fúria em sua vagina ainda coberta. Estava se movendo acompanhando os movimentos que Freddie fazia enquanto se deliciava com aquele contato entre os dois.

Ele se moveu um pouco mais para o lado e afastou o tecido fino daquela lingerie sem bojo que cobria o seio esquerdo da mulher e o chupou com volúpia. Entrou em êxtase ao pensar que aquele par de seios lindos que a loira possuía haviam sido feitos apenas para ele.

Sam gemia alto enquanto Freddie mexia sua língua freneticamente em seu mamilo. O moreno a arrancou um beijo molhado e se virou para tirar completamente aquele sutiã que ela usava. A virou de frente para ele novamente e os dois retornaram a se beijar calorosamente nos lábios.

Aproveitando a pausa que deram no beijo, Sam começou a tirar sua calça com medo de causar mais um incidente parecido com aquele que aconteceu no armário. Ela não era tão rica quanto Benson, então não podia sair detonando suas calças jeans assim.

Ele apertou o lábio inferior vendo a loira só de calcinha em sua frente. A agarrou pela cintura e a fez levantar sobre ele enquanto ela se apoiava com as duas pernas em cima de seu quadril.

Freddie sugou com mais força um dos seios de Sam e ela virou a cabeça para trás soltando um gemido mais baixo. O garoto segurou seu rosto com certa brutalidade e se pôs a beijar mais uma vez a boca deliciosa que a diaba possuía.

Olhou para baixo enquanto descia sua cueca ate perto do joelho e se sentou na espécie de murinho e mantinha Sam ainda na mesma posição por cima dele. A loira se posicionou colando os dois corpos ainda mais enquanto se levantava um pouco para que fosse mais fácil se conectar inteiramente com Freddie.

Ele a olhou com um sorriso bobo e usou sua mão livre para colocar uma mecha do cabelo dela atrás da orelha. Sorriu mais uma vez a roubando um selinho e afastou a calcinha de Sam para o lado em seguida.

Quando Sam desceu para encaixar as partes de ambos, a penetração fez com que os dois se beijassem imediatamente sem muita delicadeza.

Freddie segurava os quadris de Sam com as duas mãos guiando seus movimentos em cima dele. A garota amava o fato de que ele não continha nenhum gemido com ela, Freddie simplesmente se entregava ao prazer.

— Eu adoro te ter só pra mim, Sam... — dizia entrecortado — Você foi feita sob medida. Oh, isso, senta assim, gostosa.

A loira sorria maliciosa ao ouvir Freddie se deliciar com o seu desempenho. Ele, com certeza, aflorava o lado mais safado dela e Sam adorava isso.

Benson a beijava por toda a extensão de seu colo e mordiscava seu mamilo direito enquanto Sam acelerava seus movimentos dentro dele. Era insano como os dois já conheciam o ritmo perfeito. Freddie achava que a cada transa, aquilo se superava no prazer e na vontade de ter mais e mais.

Ele a sentiu tão molhada e quis se deliciar mais com aquilo.

A levantou de seu colo e pediu para que Sam se sentasse na mureta. Se abaixou de encontro com a vagina dela e admirou mais uma vez o quanto aquela mulher era perfeita em todos os seus detalhes.

Beijou em urgência a parte interna de sua coxa e sentiu a garota ansiar pelo o que ele estava prestes a fazer.

Arrancou totalmente aquele tecido que já o estava incomodando e começou a deslizar seus dedos por toda a extensão da intimidade da loira.

Ela mordeu seu lábio inferior acompanhando aquela movimentação.

Freddie chupou o clitóris dela vagarosamente querendo decorar cada gosto que possuía. Se pôs a lamber com delicadeza seus pequenos lábios e repetiu aquilo algumas vezes até voltar ao ponto sensível da loira.

— Freddie... — suspirava ela — eu estou completamente molhada pra você.

Ele se afastou levemente e sorriu.

— Hoje eu quero sentir o seu gosto na minha boca.

Antes que pudesse ser interrompido por qualquer fala dela, Freddie introduziu dois dedos em sua entrada e estimulava um maior êxtase lambendo com desejo o ponto G. Enquanto explorava o interior de Sam com movimentos bruscos e sua língua frenética não dava intervalos em cima do clitóris da garota, ela gemia alto e repetia seu nome múltiplas vezes.

O nerd estava concentrado em a fazer gozar, então quando Sam afastou seus dedos de dentro dela, ele cedeu a apenas continuar seus movimentos rápidos com a língua. Com as mãos livres, começou a se masturbar para chegar ao ápice junto com ela.

— Oh, nerd! — exclamou num grito fino — Estou chegando!

Sem parar seu movimento em seu pênis, ele, então chupara toda a extensão da vagina da loira procurando sentir o gosto que ela soltava naquele orgasmo delicioso.

Gemia rouco enquanto ainda se tocava e suspirou ao chegar no seu auge também.

Levantou de onde estava ajoelhado e deu um beijo estralado na loira em sua frente.

— E agora, como ficamos?

A olhava sorrindo ainda bobo com o que tinha acabado de acontecer.

— Na mesma... — a loira respondeu ofegante — fazendo isso até quando ainda seja bom para nós dois.

Ela sorriu para ele como se aprovasse o que eles haviam feito. Freddie a beijou mais uma vez naquela noite de um jeito mais calmo, selando o acordo que fizeram.

— A propósito, desculpa começar esse clima todo depois do papo sério que tivemos. Eu não queria me aproveitar da sua fragilidade, nem nada do tipo. Podemos conversar mais sobre quando você quiser. — a loira soltou com sinceridade.

Ele sorriu de lado percebendo que Sam Puckett não era mesmo mais aquela garota de dois anos atrás. Claro que ela ainda gostava de o chamar de nerd, mas agora ele parecia até gostar desse apelido.

Sentiu-se injusto ao se lembrar que antes estava convicto de que ela é o próprio demônio. Ela era boa, conseguia ser doce quando queria e realmente era bem capaz de sentir empatia. Havia o acolhido de um jeito incrível e Freddie admirara isso.

Não havia soltado frases prontas e realmente se importou com o que ele tinha a dizer. A loira fazia tudo com espontaneidade e o garoto passou a se encantar com seu jeito. Ele tinha certeza que Puckett não havia feito por mal, ela não estava se aproveitando dele coisa nenhuma.

Adorou transar com Sam mais uma vez e realmente havia se sentido melhor depois daquilo. Achava até que a loira merecia seus agradecimentos.

Estava surpreendido com sua faceta meiga e acolhedora, ele precisaria conhecer novamente Samantha Puckett.

Os dois passaram um pouco mais de tempo ali na escada de incêndio conversando sobre o passado e rindo. Parece que não havia mais nenhuma mágoa por parte de ambos em relação a tudo, até seria coerente deduzir que eles haviam se desculpado um com o outro formalmente, mas isso não aconteceu. Repentinamente, parecia que já estava tudo bem na relação deles sem precisar de toda essa cerimônia.

Depois de Sam alertar Freddie de que poderia contar com ela sobre a situação de seu pai, eles se despediram e garota retornou ao apartamento de Carly.

— Você demorou! — Carly a olhou do sofá enquanto a loira abria a porta — E onde está o presunto?

Sam estava tão tranquila e bem humorada que nem lembrou de presunto nenhum.

— Ah, não tinha mais... — mentiu dando de ombros — procurei em outros lugares, mas já estava tudo fechado.

Sentou-se ao lado de Carly e percebeu que ela estava assistindo Celebridades debaixo d'água. Agora que estava com preguiça de ir mesmo comprar presunto, decidiu fazer uma pipoca para quebrar a fome.

— Vou fazer pipoca, Carlotta. — falou se dirigindo a cozinha.

Três horas já haviam se passado, as meninas viram mais quatro episódios do programa e riam todas as vezes que parecia que uma das celebridades ia morrer. Sam sentia-se mal por ter que mentir para a melhor amiga, realmente a amava como família. Mas, seria o fim se essa história chegasse no ouvido de Griffin. Carly não era fofoqueira, longe disso, mas ela acidentalmente deixava escapar coisas demais às vezes.

Samantha ainda estava convencida de que o motoqueiro era seu número e ainda babava ao pensar que ele tinha aquela Harley Davidson maravilhosa de lataria brilhante. Freddie era apenas um passa-tempo e ela ainda não havia desistido de que Griffin poderia se interessar por ela depois de toda essa lembrança do vexame da festa passar.

— Quero ficar por aqui essa noite, tudo bem? — Sam disse desligando a TV. Em seguida se virou olhar Carly que acabava com o balde de pipoca.

— Claro, mas por que não quer ir para casa?

Sam suspirou.

— É deprimente ver minha mãe daquele jeito. Ela nunca está em casa e quando chega está tão bêbada que dorme. Estou tentando evitar ficar olhando pra isso todos os dias.

— Você precisa conversar com ela assim que tiver a oportunidade, Sam. — Carly dizia a olhando com seriedade, mas doçura — Isso te machuca e você não pode mais fugir desse problema.

Era difícil falar com Pam Puckett. Sam sabia exatamente de quem tinha herdado suas menos nobres características. Conhecia a mãe melhor que ninguém.

— Eu prometo que vou tentar.

As duas subiram para o quartinho de visitas e conversaram mais um pouco sobre toda essa situação. Carly disse a Sam que se precisasse ajudaria as duas a procurar um psicólogo de qualidade que não cobrasse tão caro ali em Seattle.

Quando a morena sentiu sono se dirigiu ao seu quarto para dormir.

Sam deu uma última checada em seu celular e se surpreendeu ao ver que tinha uma mensagem do nerd.

Obrigado por hoje, foi muito maneiro o que você fez. Posso te agradecer de algumas formas, rs! Zoeira... tenho que parar de ser safado com você toda hora. Enfim, valeu mesmo, Sammy, você foi incrível comigo.

Seria uma coincidência estranha Carly também ter checado uma mensagem que havia acabado de receber de Griffin?

É, foi isso que aconteceu.

Ponto pra gente, linda. Freddie acabou de me contar tudo que tem rolado entre ele e a loirinha. Os dois já estão se pegando firme bem embaixo do nosso nariz! Acredita? O plano tá dando certo!

Notas finais
E esse momentinho Seddie totalmente diferente? hmmmmm Esse plano aí... o que será que vai rolar no meio dele?