Notas iniciais
Olá pessoal! Um mês sem postar, já estou sabendo. Semanas de provas e testes, amanhã aliás eu tenho prova e estou aqui postando porque pensei "poxa, preciso postar em change my life". ESTE CAPÍTULO É PARA A FAS QUE FOI A PRIMEIRA PESSOA QUE ME MANDOU UMA RECOMENDAÇÃO EM CHANGE MY LIFE GENTE ESTOU MUITO FELIZ POR CAUSA DISTO. PRA VOCÊ. Então aqui está, acho que vocês vão gostar. Boa leitura!

Era fato duas coisas no acampamento meio-sangue: 1- O paradeiro de Leo Valdez estava sendo cada dia mais suspeito e 2- Percy Jackson e Annabeth Chase estavam estranhamente misteriosos.

Piper McLean estava finalmente voltando ao normal, depois de vários dias sem saber do paradeiro de Leo, talvez, mas só talvez… Ele poderia estar realmente morto uma hora daquelas.

Nico Di Ângelo estava certo de que isto não aconteceu, de acordo com ele sentiria de forma pesada, e até mesmo torturante, a hora que Leo Valdez morresse. Estava muito perto de sua zona de poder e também da sua realidade para que fosse ignorado desta forma.

Thalia Grace discordava prontamente de seu namorado, era impossível que algum Deus, com capacidade e vontade o suficiente para sequestrar Leo Valdez no próprio acampamento de meio-sangues, não houvesse feito outra coisa senão mata-lo, da forma mas cruel possível.

Victória não concordava com nenhuma das pessoas acima, nenhum Deus perderia seu tempo para sequestrar um meio-sangue e logo depois mata-lo, Deus este que estava pronto para matar Valdez teria feito isto no próprio acampamento meio-sangue, e sem todo este mistério que rondava o meio-sangue.

Annabeth Chase recolheu todas estas informações, fazendo algumas entrevistas indiretas, e Percy Jackson foi estranhamente o mais sensato.

Ele fez a pergunta mais certa de todos os meio-sangues “Porque alguém iria querer matar ou sequestrar Leo Valdez? Quem era este cara, afinal? Um meio-sangue nem ao menos reclamado”.

Annabeth sabia que tudo isto eram boas hipóteses, não poderia concordar ou discordar de nenhum deles. A cada dia que passava, o mistério ficava mais e mais estranho. Mais e mais obscuro.

Na tarefa incubada por Quíron de tentar resolver o mistério, Annabeth ficava mais e mais estressada. Aquelas férias deveriam ter sido rápidas e práticas: Ir ao acampamento meio-sangue, mostrar para os romanos que ela estava ali representando a paz, ir embora de fininho e arrumar suas malas para a faculdade.

Naquele momento, porém, ela não poderia sair mais dali. Tinha que saber o que poderia acontecer com Leo Valdez, e percebia que aos poucos estava entrando novamente de cabeça nos assuntos do acampamento.

Neste meio tempo de stress total, ela tinha alguns relapsos para aliviar o stress, e nestes relapsos sempre se encontrava com Percy Jackson, em algum lugar escondido do acampamento meio-sangue.

Aquele dia seu stress estava no ápice, semideuses romanos já começavam a falar sobre alguma revolta dos deuses contra os gregos. Alguns componentes do acampamento Júpiter já começavam a cogitar a ideia de pegar Reyna, Jason e dar o fora dali o mais rápido possível.

Se isto realmente acontecesse, seria o fundo do poço para tudo aquilo que haviam lutado tanto para conseguir: a paz entre os acampamentos.

A cabeça de Annabeth latejava e doía só de pensar em todas as coisas que estavam acontecendo, os romanos ficavam cada vez mais inclusos em seu lado do acampamento.

Então, andando pelo acampamento na hora em que todos estavam jantando, seu olhar pairou no chalé cheio de ondas e bem ornamentado de Poseidon. Um dos mais grandiosos do acampamento, com certeza o mais temido.

Seus passos foram independentes de sua vontade, Annabeth se viu abrindo a porta do chalé 3 de leve, colocando a cabeça lá dentro para ver se tinha alguém.

Percy Jackson havia acabado de sair do banho, o que havia sido realmente um estranho azar para Annabeth Chase.

Ele andava pelo chalé com uma toalha enrolada na cintura,a outra ele usava para secar os cabelos.

A barba não feita só deixava as coisas ainda mais ruins, os pelos mal aparados o deixavam com ainda mais cara de homem, se possível.

–Percy? — Annabeth chamou com a garganta seca, a boca salivando. O moreno se virou para ela, sua sobrancelha negra levantando-se lentamente — Eu posso voltar depois, eu só queria que…

–Pode entrar — ele comentou enfim, um sorriso malicioso percorrendo seus lábios. Annabeth queria cavar um buraco e entrar com todo o seu corpo nele.

Havia entrado num acordo consigo mesmo de que não deixaria ser levada pelo charme de Percy mais uma vez. Não era possível que não conseguiria se controlar apenas ao ver os olhos verde esmeralda a fitando, com aquela presunção e provocação de sempre.

Annabeth fechou a porta atrás de si, tinha medo que Percy conseguisse ouvir os batimentos do seu coração: fortes e rápidos.

Para disfarçar sua vergonha, Annabeth começou a olhar para a pequena escrivaninha que havia ali, fotos com Vic, Grover e também a mãe de Perseu, Sally. Que nunca fora muito mencionada pelo filho.

–Posso saber o que você está fazendo aqui? — perguntou o moreno, sua voz grossa e rouca espalhando-se pelo chalé. Annabeth engoliu em seco, virando rapidamente para respondê-lo e percebendo que ele estava trocando de roupa ao vê-lo nu por trás.

Lindo.

Mordeu o lábio inferior e voltou a olhar para as fotos.

–Bem, acho que nem eu realmente sei… Estava pensando em todas as coisas que estão acontecendo e pensei em te ver — suas bochechas coraram — Não exatamente te ver, ver alguma pessoa que pudesse me distrair de alguma forma e…

Ela sentiu os passos de Percy vindo em sua direção, o moreno parando ao seu lado.

Virou-se para vê-lo melhor, ele tinha cheiro de loção pós barba e sabonete cítrico, tudo isto misturado com seu típico cheiro de maresia. Seus cabelos molhados estavam penteados para trás e contrastavam-se com a barba bagunçada. Era uma falta de educação para Annabeth ele usar apenas uma blusa e uma cueca, era óbvio que ele queria seduzi-la de alguma forma.

–Você nunca me falou sobre ela, e por ela ser uma escritora tão boa eu me sinto um pouco ofendida — Annabeth apontou para a moça de cabelos castanhos sorrindo ao lado de Percy. O filho de Poseidon apoiou uma das mãos na mesa, seu corpo levemente virado para o lado de Annabeth.

–Nós não tivemos muito tempo para falar de família ano passado — respondeu ele, sorrindo um pouco, mas logo ficando sério. Como era o costume deste novo Perseu.

O ambiente ficou tenso assim que ele disse as palavras “ano passado”, a nova relação de Percy e Annabeth estava baseada em nenhum deles se lembrar do fatídico dia em que se separaram, no ano passado. E também, nenhum deles se lembrarem de que não confiavam um no outro, e que não desejavam namorar mais uma vez, e que no fundo no fundo, queriam mesmo eram que o outro se ferrasse.

Tudo isto era ignorado apenas para poderem ficar conversando, e juntos, e às vezes puderem dar alguns beijos pelo acampamento.

Annabeth olhou rapidamente para ele e depois abaixou o olhar, balançando um pouco a cabeça ao se lembrar de todas essas coisas que havia ignorado num acordo silencioso com Perseu.

–Eu vou embora, foi uma péssima ideia vir aqui — ela comentou, desencostando-se da mesa e passando uma mexa do seu cabelo para trás. Percy, ao contrário dela, encostou-se na mesa, cruzando os braços ao vê-la tão confusa e pronta para ir.

Pegou no braço da loira quando ela deu alguns passos para ir embora, puxou seu corpo para perto do dele e passou suas mãos para a cintura dela.

–Para com isso — foi a única coisa que ele disse, olhando nos cinza tão cinza dos olhos de Annabeth que pareciam duas órbitas de fumaça — Me beija.

Em poucos momentos, bem raros aliás, Annabeth esqueceu do seu pensamento prévio, lembrando-se apenas que adorava Percy em todos os sentidos, e que adorava ainda mais o seu beijo.

Seus lábios encostaram-se no dele assim que ele acabou de falar, tão rápido e tão eficiente que chegou a ser ridículo o quão ela havia cedido fácil as coisas para ele.

As mãos de Annabeth foram para o rosto de Percy, segurando como se a qualquer momento ele pudesse fugir.

As posições foram mudadas bruscamente, Annabeth foi pressionada contra a mesa do chalé, seus lábios doendo por conta das mordidas de Perseu. Os lábios dele foram descendo por seu pescoço, mordendo e beijando. As mãos dele trabalharam em tirar tudo que estava em cima da mesa, colocando Annabeth encima dela em seguida.

Novamente a filha de Atena o puxou para um beijo de tirar o fôlego, as línguas se encostando de forma brusca e os movimentos sincronizados fazendo tudo ficar muito melhor. As mãos pesadas de Percy foram para a cintura da loira, levantando sua blusa.

Annabeth fez o mesmo com ele, os dois da forma mais rápida possível tentando se despir. Os pensamentos da loira ficaram nebulosos, a única coisa que ela pensava naquele momento era pegar em todos os lugares possíveis de Percy, acariciar e ser acariciada. Pegar e ser pega.

Percy puxou sua perna para baixo, fazendo ela sair de cima da mesa, suas mãos foram para os cabelos loiros e ondulados de Annabeth, puxando a presilha da loira e fazendo seus cabelos se soltarem por seus ombros.

Na última e única vez que transaram, Annabeth lembrou-se bem que Percy foi o mais cuidadoso possível, além disto, lembrou-se muito bem que não havia pegado nele em momento algum. A noite foi dela, e totalmente dela.

Isto a fez ter alguns pensamentos preocupantes, talvez Percy não houvesse tido o mesmo prazer que ela naquela noite. Naquela noite mágica para ela… Para ele, talvez, uma transa parecida com todas as outras.

Pensando nisto, Annabeth o jogou contra a cama com força, seus olhos passando do cinza escuro para o negro. Percy arqueou uma sobrancelha ao vê-la daquele jeito: felina.

Nunca pensou que veria a ex-barbie Annabeth Chase daquela forma. O pensamento o atiçou.

–O que você pretende fazer? — perguntou ele sorrindo de lado. Annabeth subiu encima da cama, engatinhando até ele e tirando a própria calça jeans.

Seus lábios roçaram em sua bochecha, depois desceram pelo seu pescoço, chupando e dando outros selinhos.

–Você tem problemas em ser comandado? — perguntou ela com um sorriso malicioso, os olhos faiscando de luxuria. Percy afundou a cabeça nos vários travesseiros e almofadas da sua cama.

Seus olhos se fecharam quando sentiu que sua cueca havia ido para longe, no canto do chalé. Os lábios de Annabeth brincavam em seu abdômen, beijando extremamente perto do seu pênis.

As mãos frias e as unhas grandes dela acariciaram sua virilha afastando as pernas e o fazendo se sentir ainda mais exposto.

Com aquela brincadeira, Annabeth percebeu o pênis de Percy endurecer e ficar ereto, cada vez mais.

Sorriu internamente ao perceber que estava realmente o excitando, era glorioso vê-lo mordendo o lábio inferior, seus músculos tencionados e fortes prontos para receber o carinho necessário no lugar necessário.

Enquanto beijava a virilha do poderoso filho de Poseidon percebeu que a cabeça de seu membro estava já com pré gozo, lembrou-se que reuniu toda sua coragem de semideusa não existente para tomar as rédeas da situação, e que provavelmente aquilo nunca havia acontecido antes com ele.

Que garota não deixaria ser comandada por Percy Jackson?

Bem, pelo jeito, Annabeth. E apenas ela.

Seus beijos passavam envolta do seu membro, mas nunca o beijavam realmente. Algumas vezes, sua língua chegou a lamber seus testículos, mas logo depois de aperta-los com a boca Perseu a puxou para cima, seus olhos verdes ficando negros de luxuria.

–Chega — ele sussurrou, suas mãos rasgaram o sutiã de Annabeth e por poucos segundos a expressão dela foi de puro susto, mas como havia sido dito anteriormente, ela não queria mais uma vez ser a comandada.

Ela amava mandar.

Annabeth fez Percy sentar-se na cama, apoiando as costas na cabeceira. A única peça que vestia era uma pequena calcinha de renda branca, e até aquilo já estava começando a incomodar.

Suas pernas ficaram envolta do corpo de Percy, sua mão puxou o cabelo dele com força, beijando-o da forma mais sedenta possível, suas duas intimidades já molhadas se tocavam de forma que os dois não conseguiam esconder os gemidos.

Os lábios de Percy desceram por seu pescoço, indo até os seus seios e os beijando e chupando com força. Annabeth tinha as mãos no seu cabelo, o guiando para continuar com aquelas carícias.

A cabeça dela pendeu para trás quando ele mordeu o bico do seu seio com força, soprando em seguida. Ela sentia que estava calor demais naquele chalé, e não era só porque era um verão de quarenta graus no acampamento.

As mãos do moreno contornaram seu corpo, chegando até a sua calcinha e puxando para trás, rasgando ao meio.

Seus lábios voltaram a brincar um com o outro enquanto o dedo de Percy brincava com seu clítoris, Annabeth mordeu a curvatura do seu pescoço, gemendo em seu ouvido de forma obscena.

Seu quadril rebolou encima do pênis de Percy, penetrando lentamente. Os dois pararam por um segundo tudo que estavam fazendo, fechando os olhos e sentindo aquele prazer fora do comum preenchê-los.

Os dois respiravam forte, enquanto o quadril de Annabeth descia e subia lentamente. Era uma maravilhosa auto-tortura.

Percy mordeu o lábio inferior da garota, com força e puxando-o para si. Annabeth tinha as mãos em seus ombros, apoiando-se enquanto calvagava lentamente.

–Adoro transar com você — ela sussurrou, gemendo em seguida. Os dois se entreolharam, sem sentimentos de vergonha ou culpa. Apenas prazer. Percy deu seu sorriso mais malicioso.

Sua mão pesada puxou o cabelo de Annabeth, trazendo seu rosto para perto do dele e beijando sua bochecha e pescoço.

–É um proibido tão gostoso ficar com você — respondeu ele, Annabeth deu um semi sorriso, ainda indo e voltando lentamente.

Os movimentos começaram a ficar mais rápido e mais forte, pelo simples fato de que eles não aguentavam mais aquilo.

Annabeth chegou no seu orgasmo antes do filho de Poseidon, que veio logo em seguida. Os dois suados, ofegantes e satisfeitos.

A loira saiu de cima dele, deitando-se enquanto o via apoiar a cabeça na cabeceira da cama.

–É impressão minha ou está muito calor aqui? — ela perguntou rouca, seus olhos fechados e seu peito subindo e descendo.

Percy riu.

–Está muito calor — comentou ele de volta, olhando pela janela fechada o quão abafado ali estava. Ele saiu de cima da cama, andando pelo chalé.

–Onde você vai?- perguntou Annabeth, sorrindo um pouco e sentindo aquela sensação boa pós orgasmo.

–A melhor coisa para um filho de Poseidon — seu sorriso aumentou um pouco — Água.

Annabeth voltou a se deitar na cama, sentindo algumas partes do seu corpo doloridas pelas recém atividades físicas. Ouviu o barulho do chuveiro e deu um meio sorriso, levantou-se lentamente lembrando-se perfeitamente da sua nudez.

Foi andando até o banheiro que estava entreaberto, vendo no chuveiro a água bater perfeitamente nas costas de Percy, que tinha a cabeça encostada na parede.

–Demorou — ele comentou com a voz rouca, ele com os cabelos molhados ficava ainda mais sedutor.

Annabeth andou até ele lentamente, percebendo o olhar do filho de Poseidon recair em seus seios.

Passou com os dedos lentamente pelo vidro do box, percebia que Percy acompanhava todo os seus movimentos, quando abriu o vidro por inteiro foi puxada para dentro com força e pelos braços fortes do moreno.

–Finalmente você pra mim — ele comentou com um sorrisinho perverso, Annabeth mordeu o lábio inferior dele, sorrindo também.

Até que ouviram gritos do lado de fora do chalé, gritos desesperados. Os dois se separaram e se entreolharam.

Não era naquela hora que Perseu teria Annabeth para ele… Mais uma vez.



Notas finais
Também é bem chato conseguir animar para escrever capítulos com tantos leitores fantasmas, se puderem aparecer pessoas que fiquem com a consciência pesada por lerem e não darem sinal de vida por favor comentem. Deixem seus reviews, elogie ou xingue. Não sei. Beijos e até o próximo!