Notas iniciais
Olá! Obrigada a todos vocês pelos reviews no primeiro capítulo, que ótimo que tem pessoas que estão acompanhando a segunda temporada. Boa leitura.

Dois jovens esquisitos de 20 anos andavam pelas ruas de Nova York.

É necessário colocar aqui que não eram jovens normais. Além, é claro, de terem uma aparência gótica/emo, eram um casal extremamente assustador, misterioso e sexy. E aquelas jaquetas de couro preta não ajudavam em nada a aparência dos dois.

Por isto, quando eles estavam na porta de um normal colégio do conglomerado de Nova York, era um pouco confuso para os alunos que saíam do último horário encontrarem eles na porta.

Ou estava tendo um show de uma banda emo por aí, ou uma família de vampiros decidiu residir aquele colégio pelo jeito. ­­

Annabeth era uma das últimas a sair, sempre. E não era por falta de vontade, lhe garanto. Mas sim porque existia três tipos de pessoas diferentes no colégio 1. Aqueles que tinham capacidade mental de meninos de 10 anos e saíam correndo assim que o sinal batia 2. Aqueles populares que andavam conversando por isto demoravam e 3. Os que esperavam todos estes babacas passarem.

Thalia Grace quase não reconheceu Annabeth Chase quando a viu sair pelo colégio, com enormes óculos de grau e roupas desleixadas. Ela e Nico Di Ângelo se entreolharam, confusos. Quiron tinha certeza mesmo que aquele era o colégio que ela estudava?

Annabeth olhou para frente, não era difícil ver o casal Nico Di Ângelo e Thalia Grace no meio da multidão. Primeiramente porque eles estavam na linha reta da escadaria até o estacionamento, bem no meio. E depois, eles tinham algo que ninguém naquele colégio tinha: Exalavam poder.

Não só poder de meio-sangue, daqueles que você sente uma aura dourada envolta do indivíduo, mas aquele poder de que eles eram melhores que todos os babacas que estavam ali. E realmente eram.

Este poder Annabeth não via ou sentia em sua vida desde que havia saído do acampamento, e também do convívio com os "elitistas", nome que seus meio irmãos davam a certos meio-sangues acima do padrão. E que só depois, repensando um pouco sobre isto, Annabeth descobriu que não poderia ser mais apropriado o nome.

Então, foi uma questão de segundos: Ela olhou para eles, eles olharam para ela. Ela saiu correndo e deu meia volta pelo estacionamento.

E os dois seguiram ela.

Enquanto corria, Annabeth voltava com seus malditos óculos para o lugar. Ela não gostava de entrar em detalhes sobre aquilo, mas desde que tinha tido uma arranhada de um monstro sem nome pelas ruas de NY, seu olho direito nunca mais foi o mesmo.

Pelo jeito a arranhada tinha algum tipo de veneno brabo porque sua linda órbita cinzenta direita não enxergava mais de longe, e como ela tinha uma tremenda alergia a lentes, a sua única opção foi usar os malditos óculos.

Seu carro havia mudado de um ano para outro, agora era uma Ferrari vermelha. Daquelas que faz você ficar parado olhando por um tempo e se perguntando o que diabos tinha feito em outra vida para não poder ter um carro daqueles.

Ela virou a chave do carro e pisou fundo no acelerador, seu belo carro atendeu seu pedido na hora e acelerou firme, deixando alguns alunos extremamente assustados. Estava ela na saída do estacionamento, e acelerando ainda mais, e foi assustador o que aconteceu em seguida.

A poucos metros da sua frente, um raio caiu tão forte que o asfalto queimou, ela freiou bruscamente. Arregalando os olhos em seguida e pondo a mão no coração, muito assustada.

Ela olhou para o lado e Nico Di Ângelo estava no seu banco de carona, dando-lhe (ou tentando) dar um sorriso simpático. A porta de trás foi aberta, e Thalia entrou.

–Olá, Annabeth Chase. É um prazer revê-la — disse a morena, seu sorriso era um pouco mais simpático do que do seu namorado. Annabeth estava com os olhos arregalados.

–Sai do meu carro.

–Bem legal a manobra que você fez ali no estacionamento... Com um carro destes é difícil dirigir mal — Nico ponderou — Agora você poderia, por favor, acelerar para irmos para sua casa ou quem sabe outro lugar? O Central Park, talvez?

–O Central Park está a três horas daqui.

–Ok. Nada de Central Park, então vamos para sua casa mesmo — Annabeth ficou revezando o olhar entre Thalia e Nico. Seus óculos caindo em seu nariz.

–Que porra está acontecendo no acampamento? Porque vocês estão aqui? Quando vocês vão embora? — Annabeth arregalou os olhos, gesticulando para os dois meio doida.

Thalia e Nico se entreolharam, e o que foi realmente assustador... Eles sorriram ao mesmo tempo.

–Nós vamos embora até o fim desta semana — anunciou Thalia — E você vai conosco.

(...)

Depois de algumas "você está de brincadeira?" e "esta merda só pode acontecer comigo mesmo" e "que caralho este trânsito da porra" Nico percebeu que Annabeth havia falado mais palavrões do trajeto colégio-casa do que todos os meses no acampamento meio-sangue.

Agora, enquanto olhavam a imensa casa de Annabeth Chase, depois de passarem, é claro, pelo portão codificado, os seguranças, o jardim e o caminho de pedras que parecia do filme do Mágico de Oz, eles haviam enfim chegado ao casarão que poderia ser chamado de casa ou quem sabe intitulado de castelo moderno.

A terceira ou quarta sala foi aonde os três ficaram, Annabeth andava de um lado para o outro, nervosa e estressada.

–Uau, Annabeth, você acha que está tendo outra guerra? — perguntou Thalia. Por mais que isto realmente pudesse acontecer dali a alguns dias. Annabeth sorriu com escarnio.

–Algo do gênero, para vocês virem encher o saco.

Thalia ficou surpresa com a falta de educação generalizada da filha de Atena, ela nunca havia recebido uma tirada daquelas nos meses que Annabeth estava no acampamento. Mas, pelo que parecia, ela não era mais uma garota tão “esnobe”.

–Hm, Annabeth... — Nico começou, mas a filha de Atena o parou com a mão.

–Eu não vou voltar, eu meio que já pendurei as chuteiras — começou ela, sorrindo. Nico arqueou uma sobrancelha.

–O quê?

–Você sabe, virei conveniada do governo... Aposentei... Como meio-sangue, é claro. Mas aposentei.

Nico olhou para Thalia que olhou para ele e tudo aquilo estava começando a irritar Annabeth profundamente.

–Não tem como você aposentar, não é uma profissão ou condição, você é uma meio-sangue — Nico revirou os olhos — Se você fugir do que é, vai apenas ser pior para você.

Annabeth parou por um segundo, seus olhos cinza não tiveram medo de fitar Nico Di Ângelo nos olhos, como a maioria das pessoas tinha. A loira chegou perto dos dois outros garotos que estavam ali perto.

–Eu não estou fugindo de nada — ela falou sibilicamente — Eu saí do acampamento com a permissão de Quíron, e eu não vou voltar.

–Annabeth, o lanche da tarde está servido — disse uma empregada ao lado, a loira se recompôs, seus olhos cinza voltando ao normal.

–Obrigada, Gertrude, já estamos indo — Thalia se levantou, pegando no braço de Annabeth com força.

–Nós precisamos de você, os romanos estão chegando no acampamento e Reyna precisa ver você lá, não importa se você tenha aposentando ou não. Depois se você quiser sumir do mapa, você some. Mas por enquanto, esta semana... Nós precisamos de você.

Os olhos azuis elétricos de Thalia olhavam no fundo dos seus olhos, Annabeth tirou seu braço da mão da morena.

–Eu não quero ver ninguém que está lá. Nem Reyna, nem os romanos, nem... ele — a última palavra foi quase cuspida de nojo. Nico levantou rapidamente um de seus braços, falando em seguida:

–Só pra você saber, o Percy não está no acampamento — o nome Percy parecia ter feito o ar ficar mais impuro porque os olhos de Annabeth ficaram ainda mais enraivecidos — Caso o "ele" que você está falando seja Perseu Jackson.

Os três olharam um para o outro. A cabeça meio-sangue de Annabeth finalmente começara a pensar, talvez pelo fato de saber que Percy não estava lá, e ela não tem o mínimo de curiosidade em saber onde ele está também. Talvez pelo fato de algumas coisas não encaixarem na sua cabeça.

E se não encaixavam, é porque provavelmente estava faltando alguma peça.

Primeiro: Porque eram Nico e Thalia que estavam ali? Se fosse pensar em termos de amizade ou algo do tipo, Vic e Zac seriam o ideal.

Segundo: Porque diabos Reyna queria justamente ela por lá? Não eram melhores amigas nem nada, e muito menos haviam se falado neste ano que se passara. Porque Annabeth?

Foi interessante o que aconteceu em seguida, quando se sentaram para comer, Thalia começou a perguntar o que havia acontecido com ela durante o ano, e que faculdade queria cursar.

Quando ela falou Princeton, Thalia e Nico deram uma pequena risada, o que fez Annabeth ficar ainda mais encabulada. Mesmo não decidindo perguntar nada. De qualquer forma, era interessante como eles sabiam separar bem as coisas.

No fim, quando eles estavam indo embora, Annabeth não pode deixar de perguntar:

–Porque eu voltaria para lá? Me contem, se estivessem no meu lugar, qual seria a vantagem? — Thalia se calou.

–Pelo mesmo motivo que todos estamos lá: Para que todos que amamos fiquem seguros — Nico cruzou os braços — Para que não sejamos uma granada que vai explodir tudo em nossa volta. E basicamente será isto que vai acontecer caso você não esteja lá. O outro conflito entre gregos e romanos se deu numa guerra mundial. Lembre-se sempre disto.

Annabeth olhou para o nada, pensando. Nico e Thalia não ficaram ali para observar. Eles entraram na sombra de uma árvore e simplesmente a loira não sabia mais onde eles poderiam estar.

(...)

Victória estava com aquela carta nas mãos, lia e relia ela tantas vezes que sua mente já estava até cansada das palavras doceis de Percy:

“Esta é a sua chance, Vic. A chance de sermos aquilo que sempre sonhamos ser: De termos uma profissão e uma família. E quem sabe… Um dia, sermos totalmente normais. Aqui é ótimo, de verdade. É legal, universitário e pecaminoso do jeitinho que deveria ser. Eu amo aqui, e sei que você também vai amar”

Ela respirou fundo, olhando para uma carta que a fazia estremecer e ao mesmo tempo não sentir nada demais. Era só ler cada vez de um ponto de vista diferente que ela sentia coisas diferentes .

Ouviu a porta do chalé ser batida, e disse um “entre” murmurrado.

Zac nunca viu Vic daquele jeito. Ela estava com seus cabelos loiros soltos e revoltados, os olhos cansados não paravam de ler aquela carta. Ele revirou os olhos, mas ainda sim sentia uma pontada de receio em seu coração. E se ela fosse embora mesmo?

–Oi — ele disse assim que passou da porta. Vic olhou para ele, assentindo com a cabeça.

–Oi — então ela voltou a olhar a carta azul, com o cheiro de maresia de Perseu. Seu melhor amigo. Aquele que tinha certeza que Princeton a faria bem.

Zac se sentou ao seu lado na cadeira, mordeu o lábio inferior pensando no que Vic deveria estar pensando.

–Você vai, não vai?

–Não sei.

–É o Percy, você faz tudo que ele quer — a filha de Vênus o olhou com raiva.

–Já pensou na hipótese que pode ser o que eu quero também? — Zac deu uma meia risada, parecia triste.

–Já.

Os dois se entreolharam. Aquilo era ridículo, tão ridículo que Vic nem sabia o que pensar. Ela era apaixonada por ele há tantos anos que nem se deu conta que na realidade, era ele que fugia dela há muitos anos. A raiva que ela sentia mesmo era deste último ano, ela nunca havia o visto ficar com tantas garotas diferentes (e muitas fora do acampamento) e nunca havia se sentido tão triste em relação a “galinhagem” dele.

Zac teve o ano todo para se declarar, caso gostasse dela. Aquele foi o ano para tudo dar certo para os dois. Só que não havia dado. Ele não havia se declarado, e ela começava a desistir de tudo.

–Santo Apolo, o que está acontecendo Vic? — ele cruzou os braços acima do peito. Seus olhos azuis estavam tão escuros quanto os dela, era interessante ver aquela briga de qual parecia mais chateado.

–Eu não sei. Realmente, não sei — ela pôs uma das mãos no ombro do filho de Apolo.

Zac não gostava de Vic. De jeito nenhum, nunca gostou dela nem do fato de desconfiar que ela gostava dele. O que era algo esquisito, porque todos a volta dele falavam o quão bonita ela era, o quão majestosa filha de Afrodite Vic poderia ficar. E estranhamente, de dois anos para cá ele realmente estava começando a sentir algo deste tipo.

Sempre que olhava para ela seu coração apertava de alguma forma esquisita, definitivamente ele sendo um filho de Apolo as coisas com as garotas eram sempre fáceis. Ele basicamente via uma menina, achava ela gata ou algo do tipo, a seduzia de forma vergonhosamente fácil, acabava transando e então ia embora. Perdendo o interesse.

Com Vic ele queria beija-la e beija-la e nunca mais parar de fazer aquilo, como um desejo sem fim. Mas ela era seu porto seguro, se tudo desse errado. Seu plano B. E Vic não queria ser o plano B de ninguém. Quando as coisas eram boas, ela era deixada de lado. E quando coisas ruins aconteciam, ela era a primeira para quem ele pedia ajuda.

Então, quando ele avançou para beija-la, ela simplesmente virou o rosto, sentindo os lábios quentes do filho de Apolo em sua bochecha.

Zac parecia confuso.

–Eu achei que… — os cabelos loiros dele acabaram tampando seus olhos azuis. Vic se levantou, guardando a carta de Percy e suspirando.

–Eu não sou igual todas as garotas que você fica pegando, ok? Eu sou especial — ela se sentou novamente. Zac não conseguia parar de olhar para seus lábios preenchidos de gloss e a leve sombra rosa em seus olhos azuis — Se você está pensando em ter algo comigo ou querendo ter algo comigo, infelizmente você vai ter que conquistar. Eu sou a filha número 1 de Afrodite, e não é tão fácil assim ficar comigo. É impressionante, é só quem sabe eu ir embora que você pensa em mim. É só depois da perda que você dá valor. Homens são ridículos.

Ela foi até o fim do chalé, estendendo o braço para ele ir embora. Zac se levantou, um sorriso de lado em seu rosto. Ele parecia convicto.

–Você não vai embora — concluiu ele. Agora a filha de Afrodite parecia confusa, seu rosto foi em direção ao chão.

–E eu posso saber porque?- O corpo dele chegou tão perto do seu que ela se arrepiou, eles nunca haviam ficado tão próximos um do outro. Os lábios dele encostaram levemente no pescoço da loira, indo depois para seu ouvido.

–Porque nenhuma garota consegue ficar longe de mim depois que se apaixona.

Vic abriu a boca para responder, mas quando abriu os olhos Zac já estava longe. Andando com estilo pelo acampamento meio-sangue. Ela negou com a cabeça, nada era fácil para um meio-sangue mesmo.

(...)

Annabeth andava por ruas desconhecidas por ela, que era algo meio difícil de acontecer com a própria em Nova York. Então ela começou a desconfiar do Google Maps, e começou a se sentir um pouco assustada.

Eram ruas bem assustadoras, aliás. Mas apenas no Brooklyn tinha os livros que ela queria, pelo que parecia, a única livraria realmente completa estava ali.

Andou mais rápido, é óbvio que ela não viria com uma Ferrari para o Brooklyn, era a mesma coisa que pedir para ser roubada. Então pegou o metrô como uma pessoa normal e agora estava ali. Naquelas ruas mórbidas. Vez ou outra checava se estava no lugar correto, e ficou triste em saber que sim. Era por aquelas bandas que ficava a livraria.

Era um tanto esquisito para ela recusar um pedido tão importante como havia recusado, então seu plano era se afundar em livros para não ter que pensar naquilo. Era sexta feira, pelo que parecia… Os romanos chegariam no acampamento justamente naquele dia.

E infelizmente Annabeth não poderia ajudar Nico e Thalia a completarem aquela missão, ela não poderia voltar para o acampamento meio-sangue, ela não se sentiria bem naquele lugar. E pior, ela não estava interessada em meio-sangues, guerras, romanos, Deuses ou qualquer coisa do tipo. Numa forma coloquial, ela estava pouco se fudendo para o mundo mitológico.

Continuou andado, e quando chegou num beco sem saída, percebeu que havia se distraído com os pensamentos sobre o acampamento e acabou saindo do trajeto. Olhou para seu celular mais uma vez, ela teria que voltar e fazer uma volta de 180º pelas ruas. Pelo que parecia, se não fosse por aquela merda daquela parede neste beco sem saída ela estaria bem perto da livraria.

Suspirou. Quanto azar.

E quando um rugido nada humano fez seu cabelo esvoaçar, ela sabia que definitivamente não tinha nenhuma sorte. Olhou para trás, era uma coisa nojenta com mais de quatro metros de altura.

Tinha umas tais de umas garras que fizeram Annabeth estremecer, os óculos em seu rosto deixavam claro que ela não tinha lá um bom histórico com monstros cheios de garra.

Ela guardou o celular no bolso, uma atitude estúpida sendo que não era um ladrão e sim uma droga de um monstro gigante.

Annabeth já estava encostada na parede, e aquele monstro já estava muito próximo dela. Mais do que ela gostaria que estivesse. Ficou com raiva de si mesmo por não ter trago sua adaga.

E quando ele levantou suas garras, Annabeth quase chorou, porque sabia que ficaria cega da próxima vez que garras como aquela parassem em seus olhos. Fechou-os então, esperando a droga de um ataque.

Porém, depois de alguns minutos ali, esperando. Percebeu que nada havia acontecido, abriu um dos olhos, e depois o outro.

Thalia e Nico olhavam para ela, os dois com os braços cruzados. Eles guardaram suas armas, suas roupas pretas sujas de pó dourado.

Um clarão passou pelo rosto de Annabeth, mais algum tempo no acampamento e ela conseguiria matar um monstro daquele rápido e silenciosamente igual Nico e Thalia haviam feito.

Percy Jackson não estava lá — sua mente apitou tão alto que quase lhe deu dor de cabeça. Talvez fosse o calor do momento, talvez o medo de outro monstro com garras ir em sua direção, ou quem sabe fora sua mãe que havia lhe dado um pouco mais de sabedoria, mas acho mesmo que aconteceu as três coisas quando ela disse:

–Eu vou. Eu já estou indo para o acampamento meio-sangue.

Notas finais
Hm, pessoal. É meio cedo para reclamar disto, mas ainda sim eu tenho que falar dos fantasminhas. Mais de 100 pessoas estão acompanhando a história e 50 apenas comentaram. Metade dos leitores são fantasmas, não custa nada comentar, ok? Aqueles seres maravilhosos que estão ativos na minha história, muito obrigada mesmo. Deixem seus reviews. Estou de férias, então postarei rápido. Até o próximo!