Chances Of Fate
1 Never Say Never ...
Notas iniciais
Olá Directioner *--*
espero que você goste da minha fanfic que foi feita com muito carinho, qualquer critica ou elogio, mande nos comentários serei toda ouvidos.
So Enjoy It...
Oxford, Reino Unido:
6:46am
Ana Elisa Wordepen’s POV
Abri os olhos assustada, olhei em volta, tudo escuro, meu coração parecia sair pela boca, sentei na cama virei-me para a esquerda e desliguei o despertador essa droga sempre me assustava, olhei as horas e percebi que eram 06h46min da manhã, suspirei pesadamente hoje no meu primeiro dia de férias de inverno tenho que me acordar cedo, graças a minha mãe, Michelle, que iria viajar para o Brasil, e precisava de ajuda.
Aqui em casa os papeis são completamente invertidos, do tipo, eu cuido da minha mãe ao invés dela cuidar de mim, quando eu digo cuidar é tipo: acordar para ir trabalhar, fazer o café da manhã, coisas do tipo. Sinceramente não sei o que seria da minha mãe sem eu por perto pra dizer-lhe oque fazer.
Suspirei e me levantei da cama, e tropeçando nos meus próprios pés abri a porta e me direcionei até o quarto da minha mãe, dei uma batida forte.
- Mãe acorde, vamos.- Pude ver um gemido preguiçoso dela.
Fui até a cozinha preparar o café e percebi que a cafeteira programada para ligar as 6:45am já havia parado de funcionar, mas quando ia me servir um pouco, ouvi a campainha tocar, fiz uma careta, só podia ser meu padrasto Robert Schelmmer. Ele vai com a minha mãe. Rolei os olhos e fui abrir a porta, pode ver pelo vidro que era ele mesmo, mas não parecia estar sozinho. Dando de ombros abri a porta.
- Oi.- Disse.
-Bom dia, Aninha. Não esta pronta?-Perguntou, me olhando dos pés a cabeça percebendo que ainda estava de pijamas.
- Minha mãe e eu decidimos que eu não preciso ir se eu não quisesse... E eu não quero.- Dei de ombros.
-Okay, que pena.- Ele não pareceria, estar triste.- De qualquer forma quero lhe apresentar minhas filhas: Alexia e Ariela. – Disse e apontou para duas garotas que estavam paradas ao seu lado- que eram tão silenciosas que nem havia reparado sua presença ali- elas eram lindas- cabelos pretos e compridos até os quadris, olhos claros, sorrisos deslumbrantes- Podia dizer que achei elas feias, mas ia ser puro recalque, pude perceber que elas eram gêmeas, e altas, bem vestidas, perfeitas, já falei que eram lindas?
- Muito prazer, papai falou muito de você.- Falou A...Aí, eu não sei quem foi!
- Igualmente.- E acabou o assunto, ficou um silencio desconfortável na sala, deveria ser pelo fato de que todos estavam olhando pra mim, esperando que eu tomasse alguma atitude, como não sabia oque fazer fiquei parada também. Até que Robert quebrou o silencio e perguntou:
- Por que não vai chamar sua mãe?- ele parecia impaciente.
- É uma ótima ideia. -Dei um sorriso.- Fiquem a vontade.- Falei gesticulando para o sofá.
Saí da sala me segurando para não correr enquanto subia as escadas, depois de sair do campo de visão deles corri pelo enorme corredor até o quarto da minha mãe, e sem bater na porta, entrei nem me lembrando de fechar a porta atrás de mim.
(Nota da Autora: Sempre que eu usar negrito nas falas, foi por que os personagens estão falando em português, mas a falta de negrito nos pensamentos não quer dizer que ela não pense em português Okay?).
-Mãe, você não esta pronta ainda?- Perguntei.
-To quase, só falta arrumar meu cabelo.- Ela gritou da sua suíte.
Não querendo voltar para o climão lá da sala me sentei em sua cama, ainda bagunçada, e fiquei olhando para os lados.
-Robert, já chegou?-Gritou.
- Sim...E as filhas-gêmeas dele também.
-Hum.
-Você sabia que elas iriam vir?
- Claro né, Ana Elisa.
- Então por que você não me contou?- joguei os braços para o alto em frustação.
- Eu deveria? — Ela disse, saindo da suíte toda se requebrando em um salto plataforma.
Minha mãe era tipo, fora do comum, tenho certeza que sua mãe não se parece com ela- Loira, alta, magra, olhos azuis, cabelos perfeitos, roupas de piriguete, (diga-se de passagem) um rebolado inconfundível, ela tinha já seus 40 anos, mas se perguntasse sua idade jurava de pés juntos que tinhas 36 , é essa é a tia Michelle.
- Sei lá, faz dois meses que você namora esse cara e vocês já vão a altas viagens, com as filhas dele...Se não ta indo muito rápido não?- Perguntei.
- Rápido? Pode ser, mas, meu amor, quando se tem a minha idade, você tem que ser rápida, não posso perder tempo eu já sou velh...-Hesitou.-Eu já não sou mais tão jovem como você, não tenho tempo de ir devagar...Por etapas.
- Não entendo, só não quero que você mergulhe de cabeça igual da ultima vez e acabe como antes. — Falei realmente preocupada com minha mãe, pois da ultima vez...O seu ultimo relacionamento foi um desastre dos grandes.
Minha mãe namorou um cara-mais novo- cinco meses depois se separam por conta de uma traição da parte dele, minha mãe ficou tão deprimida, que nós nos mudamos para a Inglaterra, compramos uma casa na floresta, perto de um lago esquecido na cidade na qual moramos até hoje, mas o detalhe mais importante foi que minha mãe gastou, assim, quase todo o nosso dinheiro nessa casa fazendo com que nos meio que falíssemos, e então ela conheceu o Tio Robert Schelmmer que é rico (diga-se de passagem) e esta namorando ele. E fim! Estranho não? Pois é Welcome to my life.
-Vamos?- Minha mãe perguntou dando uma ultima retocada no batom, percebi que ela havia colocado um casaco de pelego com estampas de onça, bem perua.
- Você vai com esse casaco?-Perguntei.
- Vou por quê?- Ela falou se dirigindo a porta e saindo, me levantei e segui-a.
- Você vai para o Brasil, é calor lá.
- É claro que eu vou trocar né, cabeção.- Disse e deu um tapinha amigável na minha testa.
Quando descemos as escadas, Robert começou a gritar finalmente, eu e suas filhas rolamos os olhos, não gostava dele. Depois de muito enrolar e descer toneladas de malas da minha mãe eles resolveram sair.
- Então vamos. – Minha mãe perguntou olhando no relógio.
- Claro.- Todos- menos eu- se levantaram do sofá, e dirigiram-se a porta.
- Hey, Anie, você não vai se levantar?- Perguntou minha mãe. Não entendi eu e minha mãe havia combinado que eu não iria.
- Por quê?
- Ué, alguém tem que nos levar né bobinha.
- Por quê?
- Pra trazer o carro. — Ela já estava perdendo a paciência, e eu também. Sem argumentos e vontade me levantei do sofá desligando a TV.
- Okay.
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Oxford, Reino Unido, Aeroporto.
7:47am
Harry’s POV:
Tédio essa era a palavra que descrevia minha manhã, estava sentado em uma parte isolada de um aeroporto esperando minha agente chegar, para poder ir embora os meninos haviam ido tomar café e eu não quis ir, mas acabei me arrependendo, pois simplesmente não tinha oque fazer além de mexer no twitter.
Mas as coisas ficaram mais, assim, interessantes depois que uma menina com um gorro verde e os olhos azuis passou para ir ao banheiro- eu estava bem perto do banheiro feminino- Ela era tão linda e diferente não parecia ser mais uma garota fresca e chata percebi isso, pois ela parecia ainda usar seus pijamas- usava uma calça de pijama cinza, um moletom do superman, um tênis amarelo, e para completar um gorro verde- aquilo me fez sorrir, fiquei cuidando enquanto ela desaparecia da minha visão entrando no banheiro. Confesso que fiquei um pouco triste por ela nem ter me percebido ali, mas estava tão quieto que seria pedir demais.
Um tempo se passou quando ela voltou falando no telefone em uma língua na qual eu não entendia:
-Ta mãe to indo.- Será que era espanhol?
Quando vi ela saiu correndo, corria bem rápido enquanto desviava das pessoas e em uma dessas tentativas pude ver que seu gorro caíra no chão, sem pensar duas vezes, me levantei e fui lá, levantei seu gorro do chão, percebi que na parte interior estava escrito em caneta preta: “Pertence à Ana mais que demais.“
Aquilo me fez soltar um risinho bobo, Ana até que era um nome bonito. Quando olhei para cima, não pude mais vê-la, decidi que iria atrás dela. Sai correndo e desviando das pessoas apressadas, que por mim passavam. Então a vi, não sabia bem oque fazer ela estava tão distante, arrisquei gritar seu nome:
- Ana, ei, espera. – Mas aquilo não foi uma boa ideia, fazer isso chamou a atenção para mim, fazendo algumas garotas, gritarem desesperadas, e começaram a me cercar...Então eu a perdi.
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Ana Elisa’s POV:
Sai correndo para encontrar minha mãe antes dela pegar o avião, tentava desviar das pessoas, mas era difícil, quando já estava quase lá pensei ouvir alguém me chamando, mas quando me virei, não encontrei ninguém, só um bolinho de garotas rodeando alguém, um famoso talvez, sem me preocupar voltei a correr, talvez depois eu passe e veja quem era.
Quando cheguei perto da zona de embarque minha mãe estava tão apressada que só me deu um abraço, e disse para mim me cuidar, o mesmo foi com Robert, até suas filhas eu abracei. Quando estavam partindo gritei:
- Boa viajem.- Eles olharam para trás e me mandaram beijo, mandei beijos e sorri para todos.
Quando voltava estava quase pulando de felicidade, eu iria ficar um mês sozinha naquela casa enorme, daria festas, andaria pelada, sorri com esse pensamento.
Quando já estava lá fora no estacionamento senti um friozinho estranho, na minha nuca, botei minha mão na cabeça procurando minha touca e nada.
-Droga. – Sussurrei. Ela deveria ter caído enquanto eu corria.
Decidi que voltaria lá dentro para ver se achava, eu já havia perdido tantas coisas, mas aquela touca era o meu xodó e nas noites de inverno gostava de dormir com ela.
Corri para chegar mais rápido, resolvi ir até a zona de embarque talvez estivesse lá.
Procurei, e nada, no banheiro, na lanchonete, perguntei para o zelador e ele também não viu. E sem esperanças, resolvi voltar.
Mas quando ia andando de novo eis que ouço alguém gritando:
- É ela! Hey Ana- Parecia uma voz masculina.- Olhei para os lados e nada.- Ana! Espera.- E agora não era mais uma voz mas sim muitas.- Olhei para trás e vi cinco meninos, vindo em minha direção, percebi que um deles de cabelos encaracolados estava com minha touca e vinha correndo em minha direção, corri para ele também.
Com medo de escorregar no gelo fino, olhei para o chão, mas quando olhei para cima de novo...
Merda! Foi só oque pensei antes de tudo ficar escuro.
Notas finais
Se vocês gostaram comentem que eu postarei o segundo capitulo *--*
Confesso que eu estou um pouco nervosa, e se alguém tiver alguma sugestão de capa vou ficar muuito feliz :)
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