Chance To Love
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Na manhã seguinte começaria a rotina, mas bem diferente eu estava ansioso para começar a trabalhar em casa para poder ficar aqui com Liz, Alice conversou comigo e disse que queria fazer o mesmo, pois o trabalho lhe cobrava muito e não teria tempo para ficar com Liz a não ser nos fins de semana. Liz estava quase dormindo na mesa esperando o café da manhã, ela saiu da cadeira que ela estava e veio para perto de mim estendeu os braços para que eu a pegasse. — Colo. Disse ela bocejando, eu a peguei e coloquei em meu colo, encostou sua cabeça em meu ombro e acabou por adormecer. — Tenho que parar de trabalhar no escritório rápido. Ela não vai agüentar ficar acordando todo dia de manhã, para nós que já somos adultos essa rotina já cansa, imagina para ela. — É eu não quero deixá-la com uma babá Jaz. Tantas vezes já ouvi de babás que maltrataram crianças, eu não tenho muita confiança. — Mas também ficar incomodando sua mãe todo dia?! É meio constrangedor. — É nisso você tem razão, apesar da minha mãe adorar crianças é chato ficar lhe incomodando. Ela colocou mamadeira na mesa e chamou Liz delicadamente. – Liz vamos tomar seu leite meu amor. — Não queio. Ela disse afundando a cabeça ainda mais. — Meu bem toma pelo menos um pouco de leite. Ela esfregou os olhinhos e pegou na mamadeira e começou a beber de vagar. Depois que ela terminou fomos colocar as coisas nos carros. — Eu a levo para a casa da sua mãe, você já está atrasada. — Obrigada Jaz. Ela me beijou e deu um beijo na bochecha da Liz que estava dormindo de novo, a levei até o carro e a coloquei na cadeirinha. Chegando à casa da Esme a tirei do carro peguei a bolsa com as coisas dela e toquei a campainha. — Oi Esme. A cumprimentei com um sorriso meio sem graça, não gostava de incomodar as pessoas ainda mais nessas horas. — Oi Jasper. Mas já ela estava toda feliz, bem disposta para cuidar da nova neta. — Ela ainda está dormindo espero não estar te incomodando. — Claro que não, eu mesmo me ofereci a cuidar dela, porque estaria me incomodando?! Além do mais, eu adoro ter uma criança nessa casa, sinto falta disso. — Bem, tenho que ir obrigado. Nos despedimos e fui para meu trabalho. Hoje não estava tão conturbado, mas teria muito trabalho pela frente. Leonardo entrou na minha sala com uns papeis. — Bom dia. — Bom dia. Eu respondi, hoje estava feliz e nem mesmo o trabalho iria me irritar. — Está feliz, conseguiu a guarda da menina? — Sim, toda a família aprovou. — Ótimo, então detesto acabar com a felicidade de todo mundo, mas é meu dever entregar as nossas novas missões, novo trabalhinho. Nós rimos. — Valeu senhor estraga prazeres. Ele saiu da minha sala rindo, então logo comecei meu trabalho. Na hora do almoço fui para casa da Esme, Alice já estava lá conversando com a mãe. Liz estava almoçando calmamente, enquanto eu e Carlisle caminhávamos até a mesa. Cumprimentei Alice, Esme e depois a Liz. Comecei a almoçar depois ainda tinha alguns minutos da hora do almoço. Liz começou a brincar perto de nós, quando deu a hora para eu ir, me despedi de todos e fui embora para mais algumas hora cansativas de trabalho. Comecei a trabalhar novamente. — Olha se não é novo papai. Chegou Paulo na minha sala. — E aí?! Não venha me dizer que tem mais trabalho. — Não, não é isso, ouvi dizer que precisa de uma babá. — E preciso mesmo, não quero ficar incomodando minha sogra todo dia de manhã. — Olha toma o número da minha antiga babá. — Ela é boa? Por que eu não quero alguém de confiança. — Bem para meu filho ela foi, cuidava bem dele. — E porque a antiga babá saiu? — Ela disse que precisava de algum tempo porque estava doente, acabou que eu tive que contratar outra. — Está bem eu vou olhar para ver se a chamo. — Tudo bem, eu vou indo preciso trabalhar. Ele saiu da minha sala, durante algumas horas fiquei trabalhando até finalmente deu a hora de ir embora. Liguei para Alice, ela já havia buscado Liz na casa de sua mãe, pois saiu do trabalho mais cedo. Fui direto para casa, quando abri a porta fui bem recebido pela Liz, ela veio correndo e pulou em meu colo, ainda a segurando a levei para a cozinha, com certeza esse cheiro maravilhoso saia de lá, Alice estava terminando de fazer o jantar. Enquanto isso Liz foi me mostrar os desenhos que fez na casa da avó. Ela estava muito alegre hoje. — Oi meu bem. Beijei a Alice. — Oi. — Como foi hoje? — Ótimo, hoje não tinha muito que fazer, meu trabalho foi rápido então pude ir na casa da minha mãe buscar a Liz. — É bom te ver mais feliz. A Liz ficou assim o dia todo? — Um hum, você precisava de ver quando ela perguntou pra minha mãe se podia chamá-la de avó. — Já devo imaginar, sua mãe desatou a chorar. — Foi tão lindo ela chegando perto da minha mãe e perguntando com aquela voz doce, minha mãe não resistiu. — Papá. Disse ela com uma voz dengosa. — O que houve meu anjo? Ajoelhei perto dela. — O joelho dói. Disse ela sobre o machucado de ontem. — Amor trocou o curativo dela? — Já troquei Jaz. — Meu anjinho vem no colo do pai que daqui a pouco passa. Ela estendeu os bracinhos e eu a peguei no colo esperamos que Alice acabasse o jantar. Depois ela comeu tudo direitinho, esperou que a gente acabasse também e depois fomos todos para a sala ver TV. Ela deitou desta vez no colo da Alice que acariciava seus cabelos loiros. — Alice devíamos olhar essa babá para a Liz. Entreguei o cartão que Paulo havia me dado. — Com quem você arrumou? — Com o Paulo, disse que ela é uma ótima babá. — Está bem, amanhã eu ligo para conversarmos com ela. — Tudo bem. Passado algum tempo nem havia percebido que Liz havia pegado no sono a não ser por um motivo, ela estava remexendo muito. – O que ela tem? — Deve estar tendo um pesadelo. Do nada ela acordou chorando. Queria colo da mãe. – O que você sonhou? — Gritos. Ficamos olhando um para o outro, o que seria os gritos? — Tudo bem meu amor, já passou. Disse Alice passando as mãos nas costas da Liz, para ver se ela parava de chorar, isso a confortou. Passado algumas horas já era hora dela ir dormir, mas ela estava tentando continuar acordada. – Liz vamos dormir? Ela negou com a cabeça, ela bocejou, estava cansada, mas não queria ir para a cama. – Eu prometo que fico com você até você dormir vamos? Ela apenas olhou para Alice e depois de muito tempo aceitou a oferta. Eu fui aproveitar para tomar banho. Quando ia para cama Alice já estava lá. — Conseguiu fazê-la dormir? — Ela demorou, tive que segurar a mão dela, ela estava nervosa. — Estranho. Joguei-me na cama e logo abracei Alice, ela me parecia tão bem nesses últimos dias, eu achei ótimo que ela esteja feliz com a adoção da Liz, só faltava ela para nossa felicidade fluir, começar a aparecer. Por fim depois de ver Alice cair no sono eu também me deixei entregar.
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