Notas iniciais
O capítulo ficou meio pequeno, mas estava meio sem imaginação, mas espero que aproveitem e
Feliz natal para todos.

O fim de semana tinha passado bem, quero dizer mais ou menos, Alice teve mais algumas crises de enjôos e tonturas, típico de mulheres grávidas, hoje tinha que levar Alice no médico, deixamos Liz na casa dos avós e fomos até a clínica do médico. Lá Alice começou há ficar um pouco nervosa, pois o medo não era ter um filho neste momento, mas sim pelo o fato do aborto do nosso primeiro bebê, que pelo visto iria mexer com os sentimentos dela para sempre. O médico começou a atendê-la perguntou o que ela estava sentindo, como ela estava e seus sintomas e logo após pediu que ela fizesse alguns exames. No dia seguinte já à tarde, ela voltou para outra consulta, o médico conferiu os exames. Ao olhar o resultado apesar de já achar o que era, abriu um sorriso em seu rosto para nos dar a notícia.

— Parabéns vocês terão um filho. Vi Alice sorrir meio preocupada. – Olha para não ocorrer como da sua última gravidez vamos fazer os exames com mais freqüência está bem? Não precisa ficar preocupada Alice, aquela era sua primeira gravidez e normalmente o feto de algumas mulheres não estão preparados e não resistem. Ela apenas confirmou com a cabeça. No fim da consulta fomos buscar Liz na casa da Esme.

— Então era mesmo o que vocês achavam? Alice sorriu e confirmou com a cabeça, logo abraçou a mãe, eu sorri ao ver aquela cena, Liz estava na cozinha com o avô comendo algo. Fomos para perto deles, Liz ficou feliz de já termos voltado abrindo um sorriso ao nos ver ainda sentada no colo de Carlisle. Depois de ela ter comido tudo, esperamos um pouco ela então decidiu pedir o avô que contasse uma história, então Carlisle começou a contar uma de suas fabulosas histórias.

Depois da história voltamos para casa Alice queria conversar com Liz sobre o novo irmãozinho ou irmãzinha que ela ganharia. Ao chegar lá fomos para sala diretamente para sala um lugar típico e clássico de conversas.

— Liz mamãe quer lhe dizer uma coisa. Ela disse chamando a pequena garotinha linda que sempre nos trazia felicidades, ela era tão linda e não cansaria de dizer isto e incrivelmente ela tinha os cabelos loiros e com pequenas ondulações nas pontas, parecendo com o meu.

— O que é? Disse ela meio curiosa, se sentando rapidamente no lado da mãe, Alice por sua vez passou o braço em volta do pequeno corpo de Liz lhe trazendo para mais perto. Eu fui me sentar perto delas também no sofá.

— Mamãe e papai vão ter um bebê, vamos lhe dar um irmãozinho ou uma irmãzinha. Ela sorriu, percebi Alice ficar mais feliz do que já estava, abraçou a filha em um abraço forte. Percebi que Liz estava contente em ter um irmão ou uma irmã. Sinceramente pensei que Liz fosse ficar com ciúmes, ela sempre foi filha única e sempre tinha nosso amor e carinho apenas para ela e agora do nada ter que dividir o carinho com um irmão seria complicado, mas ela não demonstrou isso e acho que isso já era um bom sinal.

— O que você prefere um irmão ou uma irmã? Perguntei para ela, ela apenas deu de ombros, como se ela não se importasse com isso. – Adoraria ter mais uma menininha correndo nessa casa. Eu a peguei no colo depositando um beijo em sua bochecha e ela riu tão docemente que eu não me contive em apertá-la em mais um abraço.

— Vida rodeada de mulheres senhor Jasper? Alice disse. – Eu acho que vai ser um menino. Alice disse passando a mão na barriga sorrindo em nossa direção.

— Pressentimento de mãe, já perdi, vou ter um campeão aqui em casa, porque a princesa eu já tenho. Disse enquanto beijava a bochecha de Liz.

— Aah mamãe eu queria uma irmãzinha. Ela resmungou um pouco fazendo beicinho Alice riu e eu também não me contive.

— Minha princesinha não fica assim, de qualquer maneira quando ele ou ela crescer vocês poderão brincar juntos. Alice disse passando a mão no rosto da filha que logo desfez o beicinho e sorriu para a mãe.

Mais tarde tivemos que arrumar os assuntos de trabalho, não poderíamos deixar passar de hoje, Liz como sempre adorava ficar na sala vendo desenho, as vezes quando tinha que ficar o dia inteiro na frente desse computador eu acho que sou um pai irresponsável, em ver Liz na frente da TV durante tanto tempo e quando ela vinha me pedir para brincar com ela e não podia era a pior coisa, não agüentava ter que dizer não para ela, as vezes eu lhe explicava por que e ela entendia, mas tinha dia mesmo tendo que concordar ela não gostava e ficava quieta no canto dela brincando sozinha e isso partia meu coração. Ficamos resolvendo as coisas de trabalho, Alice acabou por resolver as coisas do catálogo, no qual Liz iria fazer as fotos semana que vem. Ela era tão linda parecia mesmo uma modelo, uma fadinha, espero que o futuro seja bom para ela, mas no que vier estaremos sempre aqui à família dela.

Mais tarde ela veio correndo para perto de nós, havia realmente perdido a hora. Ela dizia que estava com fome, fui preparar algo para comermos um lanche leve, já que não demoraria muito para o jantar. Depois de comermos voltamos cada um para seu lugar, bem Alice resolveu dar um tempo do computador não agüentava mais, então foi ver desenho no lado de Liz, as duas ficaram vendo TV juntinhas bem abraçadas.

Passados alguns minutos eu estava cansado levantei para tomar um copo de água e percebi que estava silenciosa demais aquela sala, as olhei no sofá, estavam dormindo abraçadas. Eu sorri ao ver aquele momento e já estava imaginando com nosso bebê ali, se fosse um menino provavelmente seria inquieto, queria jogar bola comigo. Se fosse uma menina, iria adorar do mesmo jeito, Liz iria ter mais companhia, ela não era muito sociável, ainda, mas acho muito cedo para dizer sobre isso ela é apenas uma criança e nem está na escola ainda.

Mais tarde jantamos tranquilamente, depois fomos para a sala ver TV, Alice estava meio inquieta, eu estava preocupado, apesar do medico dizer que os desmaios e enjôos eram normais para a gravidez.

— Você está bem meu amor? Perguntei chegando mais perto dela e passando a mão pelo seu braço, sentindo sua temperatura que estava normal, sua pele um pouco quente, ela logo olhou para mim.

— Estou sim. Percebi que ela estava mentindo, mas ela não queria preocupar Liz. Assim que Liz pegou no sono ela decidiu ir para o quarto. – Eu vou ir descansar, coloca a Liz para dormir? Ela perguntou enquanto estava aconchegada em meu ombro, com aquela sua voz meio sonolenta.

— Claro. Subimos as escadas juntos, ela foi direto para o quarto e eu deitei Liz com cuidado na cama, a cobri e lhe dei um beijo, fiquei por alguns minutos a observando dormir tão inocentemente, como eu queria que menininha continuasse assim, é mesmo muito difícil ver nossos filhos crescendo, depois eles saem de casa e faca apenas as lembranças e saudades desta época que foi tão boa para nós, mas ainda demoraria muito para Liz se tornar totalmente independente de nós disso eu tinha certeza.

Assim que cheguei ao meu quarto vi Alice se apoiar na parede e piscar fortemente como se ela quisesse clarear um pouco sua visão, eu fui rapidamente para seu lado, ela estava meio pálida e juro que se isso não estivesse acontecendo normalmente esses dias eu ficaria assustado.

– Alice. Eu a peguei antes que caísse. – Alice acorda. Eu a balancei um pouco de fraco, mas ela estava bamba, ela novamente tinha perdido os sentidos. Peguei seu braço e passei-o pelo meu ombro e em seguida passei meu outro braço pegando suas pernas, minha sorte era que Alice era realmente leve e pelo seu tamanho ela se encaixava quase que perfeitamente em mim. Depois de algum tempo Alice começou a abrir os olhos e olhar para um lado e para o outro meio confusa, se levantou devagar, se sentando na cama assim que viu que eu a encarava profundamente deitado na cama ao seu lado. – Alice. Disse meio aliviado, não me acalmava enquanto ela não acordasse e me dissesse que estava bem. Ela apertou os olhos, como se estivesse os forçando para abri-los. – Você está melhor? Eu tirei uma mecha de seu cabelo da frente de lindo e doce rosto.

— Estou. Ela se sentou endireitou na cama, lhe dei um copo de água e ela bebeu um pouco e sorriu um pouco para me dar mais confiança de que ela estivesse realmente bem. – Não se preocupe tanto, eu realmente estou bem. Ela passou sua delicada mão em meu rosto, fazendo como se nossos rostos estivesse como atraídos por imãs, nos aproximamos para um delicado beijo e logo que aquele delicioso momento teve que acabar eu lhe olhei profundamente com um sorriso meio tranqüilo no rosto.

— Eu acredito em você, mas... Agora você tem que descansar, ordens médicas. Ela sorriu para mim e não resistir e dei mais um beijo nela antes de deitarmos.

Eu me deitei ao seu lado, não consegui dormir a noite toda ficava sempre observando Alice, se ela estava bem, se ela dormia bem. Quase chegando de manhã peguei no sono. Voltei a acordar só depois das oito da manhã. Levantei rápido e fui lavar meu rosto. Depois desci para a cozinha, as duas estavam tomando café, fui até Liz lhe dei um beijo na testa ainda com cara de sono e logo após até Alice e demos um selinho rápido e durante isso percebi que Alice apenas comia algumas frutas, ela devia estar mesmo mal com esses enjôos constantes.

Abri a geladeira e fiquei a frente dela como se estivesse pensando em um borrão nada se passava pela minha mente mal dormida, peguei o jarro de suco e fui me sentar a mesa que estava em silêncio, uma coisa que era normal em todas as manhãs. Pequei um copo de suco e uma torrada e comi calmamente enquanto observava Liz comendo seu cereal que ela tanto gostava com leite, ela sorriu para mim e eu lhe devolvi um sorriso meio sonolento ainda, passado alguns minutos Liz haviam acabado de comer seu cereal, mas continuou sentada a mesa provavelmente nos esperando, hoje seria novamente um daqueles dias que eu não gostava que não daria tempo de dá-la um mínimo atenção, precisava entregar este projeto amanhã ainda não poderia atrasar e ela provavelmente iria ficar chateada, ela sempre tentava não demonstrar, mas via-se que para ela era difícil. Logo após o café da manhã tive que continuar o trabalho de ontem que ainda não havia acabado. Pelo visto o dia ainda seria longo, como todos os outros.