Notas iniciais
Olááá!!
Aqui começa o novo arco da fic, tcha nan nanaaan!
Espero que gostem. Novos personagens irão aparecer, hihih :B

- Natsu... É... É você mesmo?

A Titânia não acreditava no que via, assim como o restante da guilda. O rosado apenas estava parado de braços cruzados com um enorme sorriso.

- Mas é claro que sou eu! – falou ele.

- Não é possível... – lágrimas escorreram do olho direito da ruiva. Ela estendeu a mão para tocá-lo, mas foi interrompida.

- Natsu! – gritou Lisanna abraçando-o – Eu sabia! Sabia que você voltaria!

- É! – ele riu, assim como alguns em volta.

Happy se aproximou e colocou a pata sobre a boca.

- E aí, amigão?

- Natsu... – ele continuou estático – NATSU! – abraçou o amigo – POR QUE VOCÊ SEMPRE FAZ ISSO?! – litros de água jorravam de seus enormes olhos.

- Eu também senti a sua falta!

- Trouxe um peixe pra mim?

- É claro que não!

- Já esperava por isso...

E aos berros continuavam abraçados. Após esse reencontro, a guilda virou festa. Por pouco não desabou. Todos estavam extremamente felizes, afinal, achavam que Natsu estava morto, e de repente ele aparece ali, mais vivo do que nunca. Durante a festa, Natsu aproveitou para contar o que havia acontecido, como contou para Lucy.

Após muita diversão, todos voltaram para suas casas, embora alguns tenham dormido no bar mesmo.

- Ei, Natsu, eu tenho que te dar uma coisa, mas está lá em casa. – falou a loira de mãos dadas com ele.

- Ah é? – ele a olhou desconfiado.

- Não me olhe assim! – ela corou – Não é nada disso que você está pensando.

- Pensando no que?

- Você sabe!

- Você ta doida? Cana te deu bebida?

- Esquece, esquece... – ela bufou – Mas vamos logo, já está tarde.

- E daí? Você está comigo, esqueceu? Eu te protejo!

- Meio difícil isso. – ela riu dando um selinho nele.

Os dois continuaram caminhando, até que chegaram ao quarto da Heartfilia.

- CAMA! – Feito criança, ele pulou mergulhando na cama da namorada – Ai, que saudade, que saudade!

- Você ta sujando a cama! – ela gritou o expulsando de lá.

Ele fez um bico, e sentou-se comportado ao lado dela.

- O que é que você vai me dar?

- É uma coisa que você gosta muito.

Ele pensou um pouco... Algo que ele gostava muito... Fácil. Fechou os olhos e fez biquinho. Lucy riu.

- O que você está fazendo?

- Como assim?

Ela balançou a cabeça. Realmente aquela festa toda havia bagunçado as suas idéias. Ela se levantou, agachou, abriu uma gaveta, e de lá retirou um cachecol. Ao ver que era o seu cachecol, Natsu deu um pulo.

- Meu cachecol!

- Sim. Eu o guardei comigo, desde aquele dia. – ela entregou o cachecol nas mãos dele.

- Caramba, eu tava tão agitado que nem percebi que estava sem ele. – falou enquanto enrolava o cachecol em seu pescoço – Poxa, eu sabia que algo estava errado... Obrigado! – sorriu.

- Nada... – retribuiu o sorriso sem jeito.

- Agora é a minha vez. – ele a olhou sério.

- Hm?

O rosado se levantou, a abraçou de surpresa e pularam na cama, ambos rindo.

- Muito lenta – sorriu sentado sobre ela.

- Ah é? Duvido você beijar mais rápido do que eu.

Ele a olhou desconfiado. Ela trocou de posição com ele, e antes que o mesmo pudesse falar algo, seus lábios já estavam colados aos dela. De novo, de novo, e de novo...

- Assim não vale, você não deixa nem eu pensar! – fez biquinho zangado.

- Mas você nunca pensa...

- Há-há.

E assim, os dois continuaram até tarde...

Caminhando de um lado para o outro, a menina de cabelos negros e bagunçados, pensava...

- Kirino-sama, não deve ficar tão agitada – falou o mordomo de aparência jovem e paciente.

- Ai, você não entende! – ela bufou sentando-se em sua poltrona – Aqueles humanos idiotas estão usando as chamas azuis mais do que deviam!

- Mas você sabia das conseqüências.

- Eu sei! Mas, era só uma brincadeira... Queria ver como eles ficariam ao saber que poderiam ter as chamas de Satan...

- Seu pai não vai gostar disso...

- É por isso que eu tenho que dar um jeito de pegar o livro do papai!

- Seria melhor se você contasse a verdade.

- Ikuzo, você é louco? Esqueceu quem é o meu pai? Se ele descobrir, ele me deixa de castigo por mil anos lá no sétimo andar de casa!

- É... Isso não seria nada bom...

- Então, fica de bico calado e deixa que eu resolvo tudo. – ela sorriu – E aproveito para me divertir mais um pouquinho!

Ikuzo balançou a cabeça negativamente.

Não muito distante...

- Imagino o que Kirino está pensando em fazer... Acredito que será bem divertido assistir – ele riu.

Já era de manhã.

Lucy dormia tranquilamente em sua cama, e no chão, ao lado, estava Natsu que dormia sobre um tapetinho. Ele resmungou algo e então se virou ficando de bruços, logo em seguida, uma luz surgiu ao seu lado e após isso, a mesma se tornou um livro. O rosado se virou novamente, dessa vez abraçando o estranho objeto como se fosse algo ou alguém muito querido.

Passaram-se algumas horas, até que o despertador tocou. Toda descabelada, a loira acordou e o desligou.

- Nossa, já são dez horas.

Ela se levantou da cama e caminhou até onde estava Natsu deitado. Ela sorriu e agachou próxima dele.

- Você continua fofo quando dorme.

A loira passava os dedos entre os cabelos dele o acariciando. Foi então que percebeu que ele estava abraçado a algo, e que era um estranho livro de capa preta. Surpresa, ela o retirou das mãos dele, que nem se moveu.

- Mas... Esse livro... – pensou um pouco – Era o que Aoi estava usando naquele dia! – olhou para os lados assustada – É melhor esconder isso aqui. – foi até a cozinha, abriu o armário onde guardava comida, então o depositou lá – Aqui ninguém vai achá-lo. Eu espero.

Em algum canto do planeta Terra. Um enorme portão se abriu, e de lá, Kirino saiu acompanhada por um coelho preto.

- Ai, que saco! – ela se contorcia – Odeio esses corpos humanos.

- Por que? O seu é igualzinho ao que você usa em casa. – falou o coelho.

- Mas é apertado.

- Vamos, pare de reclamar, esqueceu o que viemos fazer aqui?

- Ah sim, é verdade. Bom, vamos ver, nós temos que encontrar aquele Haitus Dulkenheit, já que ele é o dono da maior parte das chamas aqui na terra.

- Kirino-sama, esqueceu que ele foi morto por aquele moleque impuro?

- Ah! Então, se antes o livro do papai estava com o Haitus, porque tinha a maior parte das chamas, agora deve estar com esse garoto, já que aparentemente ele derrotou Haitus, e as camas foram transferidas pra ele, certo?

- Isso mesmo.

- Waah! Então temos que encontrar logo esse menino... Só não sei como...

- Use o seu iDeath.

- Uh, boa idéia!

A garota pegou a sua bolsa, que carregava de lado, e de lá retirou um aparelho não muito comum. Deu alguns toques na tela, em seguida digitou algumas coisas. O coelho esperava ansioso, pois queria o quanto antes sair daquele corpo humilhante.

- Achei! – ela gritou – O nome dele é Natsu Dragneel, idade desconhecida, mora na cidade de Magnólia, reino de Fiore.

- E onde diabos fica isso?

- Sei lá, mas não tem problema, esqueceu quem eu sou? – riu.

- Como poderia? – ele revirou os olhos e então entraram novamente no portão.

Na Fairy Tail, todos estavam normais. Alguns pegando trabalhos, outros apenas comendo, ou bebendo.

- Quando vamos pegar um trabalho? – perguntou Gray.

- Não sei se é uma boa idéia, Natsu ainda está sendo caçado pelo conselho mágico – falou Erza.

- Poderíamos fazer um trabalho por aqui mesmo na cidade. – sugeriu a loira.

- Ai, decidam logo isso! – O rosado colocou as mãos na cabeça irritado – Vamos fazer qualquer um!

- Que tal esse? – perguntou Happy mostrando um papel. Todos concordaram.

Perto do parque da cidade, surgiu um portão, e de lá saiu Kirino e Ikuzo, ele novamente em sua forma de coelho que tanto odiava.

Com os seus cabelos bagunçados, ela vestia um casaquinho rosa, um vestido preto tomara que caia, e nas pontas alguns babados até a metade da coxa. Usava uma meia calça preta e uma bota que ia até o joelho, de mesma cor. Com um laço no pescoço, esse era o visual de Kirino.

- Por que esses humanos não param de olhar pra mim? Há algo de errado com a minha roupa?

- Você ta parecendo aquelas... Como se diz? Ah, Gotic Lolita, algo assim. – ele riu.

- Ah, cala a boca!

Eles caminharam um pouco.

- Vamos perguntar para aquele homem se ele conhece esse Natsu bocó.

A menina e o coelho foram até o homem que passava por lá.

- Ei, humano fedorento, você conhece este ser? – ela mostrou a foto de Natsu em seu iDeath.

- E-eu não! Sai pra lá! Cruz credo! – assustado, o homem saiu correndo, ela o puxou pela blusa tentando impedi-lo que fosse embora, mas de repente ele caiu no chão.

- Kirino-sama, você o matou! – falou Ikuzo.

- Aaah, é culpa dele!

- Você disse que iria controlar os seus poderes.

- Foi sem querer, seu chato. – ela bufou – Não seja por isso, eu o revivo. – ela estalou os dedos e então o homem recobrou a consciência. Ele se levantou assustado.

- O... Eu... Eu morri?

- Some daqui antes que eu te prenda no inferno por dez mil anos!

- S-SIM!!! – e se foi.

De repente o iDeath começou a apitar, ela olhou e sorriu.

- Vamos, Ikuzo, já sei onde ele está. Tenho um plano.

Ela riu, e o coelho nada respondeu, apenas a seguiu.

Notas finais
Geeeeeenete, será que esse livro é perigoso? E essa Kirino? Quem é? :O
Algum palpite?
Desculpem qualquer erro.
Bjs, até o próximo cap.
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