Notas iniciais
Olá pessoal, e aqui estou eu com mais uma fic. Como eu já havia dito, essa é a parte 2 de "I Have a Confession" que acabou de ser finalizada e que eu amei escrevê-la. Demos um salto no tempo e 4 anos já se passaram, a pequena Celine agora já está grandinha e o amor ainda reina na vida de Emma e Regina. Queria dizer que a parte 1 foi muito importante pra mim por ter sido a minha primeira ideia de fic SwanQueen (embora não tenha sido a primeira postada), e que a história dela se desenvolveu de uma maneira linda pra mim, resultando nessa parte 2 que eu já considero especial. Queria agradecer a todas as pessoas que me ouviram, que eu enchi o saco com essa fic e que me apoiaram em sua postagem. Sim gente, confiança, a auto-confiança é tudo. Obrigada gente, de verdade ! ♥ Vamos lá :)

4 anos já haviam se passado desde que as mudanças começaram na vida de Emma e Regina. Enfim as dores haviam ficado para trás e agora elas desfrutavam da família linda que tinham e da vida de casadas. Todos estavam presentes na vida delas, os amigos de Storybrooke e principalmente Mary e David, além dos filhos. Henry já havia completado seus 15 anos e a pequena Celine já tinha 4 aninhos.

O Natal estava se aproximando, a árvore já repousava em um dos cantos da mansão, porém ainda apenas verde, sem os enfeites. Ainda não haviam arrumado nada, mas logo enfeitariam tudo. Faltavam algumas semanas para o Natal e nesse ano passariam na mansão. Acontecia assim nos últimos 4 anos, revesavam as comemorações das datas festivas na mansão e na casa de Mary e David, quando não eram no Granny's. Mas sempre em família.

E hoje o dia havia começado assim, David estava na mansão desde cedo, ele e Mary haviam comprado os enfeites natalinos, e ele foi levar na mansão e acabou ficando por lá para almoçar. Mary foi pra lá logo depois de sair da escola e aproveitou para ajudar a preparar o almoço já que Regina estava atolada de trabalho na Prefeitura, afinal era fim de ano e haviam várias pendências da cidade para se fechar. Emma ajudava sua mãe na cozinha, as duas haviam firmado a relação de mãe e filha que tinham. Após o nascimento da pequena Celine, Emma e ela pareceram entender melhor do que essa relação se tratava e agora aproveitavam dos momentos juntas. Emma também estava mais próxima de David, que agora guardava todos os enfeites que haviam comprado para usarem no Natal.

Estavam na cozinha quando a porta da mansão abriu e Regina entrou avisando que havia chegado. Largou as coisas na sala e foi em direção da cozinha.

–O cheiro tá bom. -ela falou sorrindo enquanto entrava no cômodo. -Não acredito, Emma ajudando a cozinhar. O que é isso ? A magia do Natal ? -completou fazendo todos rirem enquanto a loira lhe fazia uma careta e Regina se aproximava pra lhe beijar.

–Consegui ela por alguns minutos aqui na cozinha. -Mary falou sorridente enquanto Regina se sentava em uma cadeira na frente da bancada.

–E já guardamos todos os enfeites, agora é só esperar para arrumar a casa. -David completou pegando algo para comer na cozinha e recebendo um tapa de Mary em sua mão.

–David, ainda não está pronto. -ela falou os fazendo rir, enquanto David lhe dava um beijo no rosto.

–Eu nem sei como agradecer vocês dois pela ajuda. Vocês devem ter a casa de vocês pra arrumar também e ainda foram comprar as coisas para nós, e Mary, muito Obrigada por ajudar com o almoço de hoje. -Regina falou alcançando a mão de Mary em cima da bancada.

–Imagina Regina, nós arrumamos nossa casa rapidinho, não é mesmo David ? -Mary se virou e lá estava David na panela de novo. Ele resmungou um sim e ela revirou os olhos e se voltou para Regina que ria. -E nós vamos passar a ceia aqui, nada mais justo que ajudar. -ela terminou de falar e então se viraram e viram Emma, debruçada do outro lado da bancada apenas os olhando com um sorriso no rosto. -Que sorriso é esse ? Era de se imaginar que você ia fugir logo, logo daqui.

–Não, é só que não importa quanto tempo passe, eu sempre vou ficar feliz vendo essa cena. -Emma apontou para os três na cozinha. -Minha família reunida e feliz. Eu nunca imaginei que um dia eu seria tão feliz assim. -ela completou com um enorme sorriso, assim como o que seus pais lhe deram também.

Regina então se levantou e foi até ela lhe dando outro beijo, fazendo Mary e David disfarçarem remexendo nas panelas. As duas se separaram e deram risada quando viram os dois na cozinha, mas a loira lhe roubou mais um beijo. Até se juntarem de novo ao outro casal.

–E a Celine, já chegou da escolinha ? -a morena perguntou segurando na mão da loira, que entrelaçaram e não soltaram desde o beijo.

–Já, ela veio mais cedo hoje. -foi Emma que respondeu. -Mary me ligou e eu fui buscar ela.

–Por quê ? O que aconteceu ? -Regina perguntou franzindo a testa preocupada.

–Ela foi correndo e chorando atrás de mim na sala dos professores na hora do recreio, eu perguntei o que tinha acontecido e ela me falou que alguns coleguinhas da outra turma estavam rindo dela. Então eu liguei pra Emma ir buscá-la e logo depois vim pra cá também. Imaginei que fossem precisar de ajuda com tudo por aqui. -Mary explicou enquanto Regina a olhava ainda preocupada.

–Mas estavam rindo dela por quê ? -a morena perguntou.

–Como o Natal está chegando, tudo lá na escolinha tem girado em torno do assunto família, e ela me contou meio por cima só, mas parece que eles disseram que a família dela não era normal porque ela tinha duas mães e não tinha nenhum pai. -Mary completou e Regina respirou fundo e olhou para Emma.

–Por isso eu queria que você desse aula pra ela Mary. -Regina falou ainda com a testa franzida. -Assim ficaria ao lado dela o período todo.

–Regina, não se preocupa. Ela tá bem. -Emma falou segurando na mão da esposa.

–Cadê ela ? -Regina perguntou não conseguindo esconder que ainda estava preocupada. -Você conversou com ela ?

–Eu tentei. Ela veio o caminho todo com a cara emburrada e quando chegamos ela correu e se trancou no quarto. Eu fui lá conversar com ela e ela jogou o travesseiro em mim. Achei melhor deixar ela em paz. -Emma falou erguendo os braços e conseguindo dar um riso, assim como a morena. -Vai lá, ela se abre melhor com você.

Emma completou e Regina assentiu com a cabeça e correu subir as escadas. Foi direto para o quarto da filha, onde tinha na porta uma plaquinha colorida com o nome dela, "Celine", e um monte de adesivos de gatos e anjinhos. A pequena amava os felinos e os anjos também, pois era assim que a chamavam desde pequena. Regina então devagar abriu a porta do quarto e perguntou:

–Posso entrar ?

–Pode. -ela escutou a voz da filha abafada e assim que entrou viu ela deitada na cama, e enfiada em baixo das cobertas.

A morena caminhou lentamente e se sentou na cama da filha e passou a mão em sua perninha que estava coberta.

–Hey, o que aconteceu meu amor ? -Regina perguntou de maneira calma e após alguns minutos de silêncio, Celine retirou as cobertas de cima dela e olhou para a mãe com a carinha vermelha de choro. -Oh meu Deus, o que fizeram com a minha pequena ? -Regina perguntou enquanto Celine se levantava e ia abraçar a mãe.

Celine sempre foi de se abrir mais com Regina, com a morena ela tinha os momentos mais complicados, mas também tinha momentos assim com Emma. Dependia da ocasião.

–Mamãe ... -Celine falou após o abraço, enquanto estava em pé na cama e esfregava os olhinhos ainda fazendo bico e Regina a segurava pela cintura. — ... foi na escola.

–Brigaram com você ?

–Não. -Celine respondeu e a morena franziu a testa. -Brigaram com você e a mamãe Emma.

–Quer me contar o que aconteceu ? -a morena perguntou enquanto sentava a pequena em seu colo e colocava o cabelinho dela, que estava todo bagunçado, atrás da orelha.

–Eu tava brincando no recreio, aí vieram uns alunos da outra sala ... -Celine explicava remexendo as mãozinhas. — ... e perguntaram o que eu ia fazer no Natal. Aí eu falei que ia montar a árvore cheia de coisa com você e a mamãe Emma e aí eles riram. -ela completou fazendo bico e enfiando o rostinho no colo da morena que beijou a cabeça da pequena várias vezes.

–Por que eles riram ?

–Porque eles falaram que eu não tinha um manho.

Regina franziu a testa e soltou um pequeno riso antes de perguntar: -Um pai, você quis dizer ?

–Isso, e aí eles falaram também que nunca viram uma família com duas mães. -ela completou e cruzou os bracinhos franzindo a testa. Regina acariciou o rostinho da pequena e a olhou esperando ela se acalmar. Celine então a olhou com carinha triste e continuou: -Aí eu briguei com eles, falei um monte de coiseira. Mas depois eu não aguentei e chorei e corri pra vovó Mary.

A morena pegou o rostinho da filha e beijou sua bochecha várias vezes, a abraçou forte e foi correspondida no mesmo instante.

–Você quer ter aula com a vovó Mary ?

–Não. -a pequena se separou do abraço e respondeu. -Não pode, porque se não a vovó não vai dar aula, porque ela disse que quer me abraçar toda hora que ela me vê. E eu gosto da minha professora.

Regina sorriu para a pequena e falou: -Ta bom então. Agora deixa eu conversar com você. -a morena sentou a pequena na cama e a olhou nos olhos, respirou fundo e começou: -Isso que os seus amiguinhos falaram ...

–Colegas. -Celine a corrigiu.

–Colegas. -Regina falou sorrindo e continuou: — ... isso que eles disseram não é verdade. Não existe regra quando o assunto é família. Uma família pode ser do jeito que ela quiser, pode ser com pais, com mães, com os dois, com os avós. A única coisa que importa é o amor que existe nelas, e a nossa família é cheia de muito amor. Você nasceu de mim, mas tem um pedacinho da mamãe Emma em você também, e por isso a nossa família é especial assim. -ela completou acariciando o rostinho da filha que sorriu pra ela antes de correr abraçá-la de novo.

–Eu já sabia de tudo isso. -Celine falou fazendo Regina rir.-Foi isso que eu falei pra eles. Aí eu escrevi no meu diário também.

–No seu diário ? -Regina franziu a testa. Celine ainda estava aprendendo a escrever, mas já tinha um diário, onde ela escrevia tudo da maneira dela. A morena sabia disso, mas nunca se atreveu a perguntar nada sobre ele, queria que a filha mostrasse pra ela quando se sentisse a vontade.

–É mamãe, aquele caderninho onde a gente conta as coisas profundas. -Celine respondeu e pulou da cama no chão.-Vem aqui, eu vou ler pra você. -ela falou puxando a mãe pela mão e indo até a sua estante.

Então pegou o diário nela, com capa de gatos, aliás tudo no quarto tinha gatinhos, inclusive o móbile do berço que ela ainda mantinha alí. Celine retirou todos os unicórnios dele e substitui por gatinhos e anjinhos. Então se sentou no chão e Regina se sentou junto dela e a puxou para seu colo. Celine abriu o diário, mas antes de começar a morena lhe perguntou.

–Tem certeza que quer ler ? O diário é seu.

–Você pode, é minha mamãe. -ela respondeu fazendo Regina sorrir e lhe beijar o rostinho de novo. Então encostou seu rosto no da pequena e viu vários rabiscos no diário, letrinhas e palavras jogadas. Celine começou a ler. -"Querido Diário, hoje na escola disseram coisas bobas pra mim, mas eu não liguei, eles disseram coisas bobas e erradas. Mamãe Emma e mamãe Regina que sempre dizem a coisa certa, elas dizem que a nossa família é linda e perfeita. Eu sou uma menina sortuda como a vovó e o vovô me dizem, porque eu tenho duas mães lindas, e era essa família que eu queria. Eu vejo o mano Henry com o tio Neal e eu acho bonito, é a família dele apesar dele também ter as minhas duas mamães, mas eu queria as minhas duas mães e eu não trocaria elas nem por todos os gatos do mundo".–ela completou e Regina tentava em vão segurar as lágrimas, Celine se virou e perguntou com o rostinho tomando uma expressão triste. -Mamãe, você ta chorando por quê ? Falaram coisa feia pra você também ?

–Não meu amor, não falaram. -Regina respondeu limpando as lágrimas e conseguindo rir. -Eu acabei de ouvir um monte de coisa linda da minha princesinha. -ela falou e a pequena sorriu pra ela, antes de virar a página do diário e mostrar um desenho que ela havia feito da família delas. No desenho estavam Emma, Regina, Henry e ela junto com um gato. Regina deu risada e beijou a filha várias e várias vezes. -A mamãe te ama muito, ta bom ? Muito, muito, muito. -ela falou olhando nos olhos da pequena que a abraçou forte.

Celine então segurou o rosto de Regina com as mãozinhas e deu um beijo nele: -Eu te amo mamãe ! -ela falou e a morena a abraçou de novo. -Muito, muito, muito. -a pequena completou e Regina riu.

Alguns minutos depois Emma abriu a porta do quarto em silêncio e se deparou com a cena. Regina sentada no chão, com Celine em seu colo abraçada a ela, enquanto folheavam o diário da pequena e davam risada.

–E então, parou de chorar ? -Emma perguntou se aproximando delas. -Tá mais calma ? -ela perguntou se ajoelhando no chão na frente delas. Celine então se levantou e correu para os braços de Emma que a pegou no colo e se levantou. -Os travesseiros não vão voar mais ? -a loira perguntou brincando e a pequena a abraçou de novo.

–Desculpa mamãe. -ela falou com o rostinho com uma expressão triste de novo.

–Meu amor, a mamãe ta brincando. -Emma falou passando a mão pelos cabelos da pequena. -Não precisa pedir desculpa. Eu sei que você não tava bem.

–Você vai contar pra mamãe Emma o que aconteceu ? -Regina perguntou se levantando também.

–Você já viu meu diário ? -Celine perguntou olhando para a loira que negou com a cabeça. -Quer ver ?

–Se você me mostrar, eu quero. -Emma respondeu e então colocou a pequena no chão, que correu pegar o diário dela logo em seguida puxando a loira pela mão e fazendo as duas se sentarem na cama. Regina ficou em pé do outro lado assistindo.

Celine então abriu o diário e leu o que havia lido antes para a morena e explicou o que aconteceu na escola. Emma respirava fundo, também tentando não chorar, e a morena percebendo isso se aproximou delas ficando ao lado de Emma, com a mão apoiada em seu ombro.

–E foi isso que aconteceu. -Celine completou mexendo as mãozinhas as colocando pra baixo e os olhos da loira estavam cheios de lágrimas. Ela então se aproximou da filha e lhe beijou várias vezes.

–Sabe o que eu acho ? -ela perguntou e a pequena negou com a cabeça. -Que esses seus coleguinhas não sabem o quanto a gente te ama, porque se eles soubessem, iriam ficar de boca aberta, e então fariam os travesseiros começar a voar como em uma guerra. -ela completou jogando um travesseiro em cima de Celine que riu enquanto caía deitada na cama com Emma lhe atacando com cócegas.

Então a loira se deitou junto da pequena, com as duas brincando. Eram nesses momentos em que Celine ficava mais com Emma, e Regina amava assistir aquelas cenas. A loira não pôde assistir Henry crescer, e agora compensava tudo com a pequena Celine. Emma então abraçou a pequena enquanto as duas estavam deitadas, e a pequena Celine pegou seu diário logo se juntando a mãe de novo e lhe mostrou o desenho.

–Essa mãe loira é você, e a mãe morena é a mamãe Regina. -a pequena falou apontando para a morena que havia se sentado na beirada da cama.

–E essa pequena aqui ? Quem é ? -Emma perguntou apontando para a Celine do desenho e logo em seguida piscando para Regina.

–Ué, sou eu mamãe. -ela falou largando o diário em cima da cama e encarando a mãe fazendo as três darem risada.

–Fala que é a princesinha Celine. -Regina falou piscando pra pequena.

–É a princesinha Celine. -a pequena repetiu olhando a loira.

Emma então ergueu a cabeça e olhou em volta, logo em seguida tornando a olhar a filha: -Não vejo nenhuma princesinha Celine aqui, vejo só uma menina sapeca. -ela completou voltando a fazer cócegas na pequena que ria. -Minha sapequinha. -ela parou e olhou a filha por alguns segundos logo em seguida lhe beijando a bochecha repetidas vezes. -Eu amo você, meu anjinho !

–Eu amo você ! -Celine falou dando ênfase no "eu" e fazendo elas rirem.

Regina então cruzou os braços e ficou olhando para as duas com um sorriso no rosto.

–E eu tô aqui esquecida, é isso ? -ela brincou estreitando os olhos.

–Não seja por isso, travesseiro na mamãe Regina também. -Emma falou atirando o travesseiro na morena fazendo Celine dar risada.

A pequena então ficou em pé na cama e tentou correr para o colo de Regina, mas Emma a segurou a fazendo rir enquanto brincava com a filha. Mas logo a levando até Regina, como se ela estivesse voando da mesma maneira que costumava brincar quando Celine era pequena.

O momento foi interrompido apenas por Mary gritando lá de baixo:-Hey, logo o almoço vai estar pronto.

–Vamos descer então, que logo seu melhor amigo também vai chegar. Você pediu pra mim convidar ele pra almoçar e eu convidei. -Emma falou se levantando da cama assim como as duas também.

–Vamos tirar esse uniforme então, que você ainda não tirou ? -Regina perguntou e a pequena correu para o seu guarda-roupa deixando as duas um minuto sozinhas.

Emma envolveu Regina em um abraço e a morena a olhou nos olhos pra dizer:

–Você me deu a filha mais perfeita de todas. -as duas sorriram.

–Ela parece com você. -a loira falou as fazendo rir e logo em seguida se beijaram de maneira apaixonada. -Vou esperar vocês lá em baixo, ta bom ? -Emma perguntou e a morena assentiu com a cabeça antes da loira lhe beijar mais uma vez fazendo a morena rir logo em seguida enquanto Emma saía do quarto piscando pra ela.

–Vou colocar esse de princesa. -Celine veio com o vestidinho em mãos e a morena a ajudou a se trocar, logo em seguida lhe pegou no colo e desceram para almoçar.

Notas finais
Eitaaa, que eu amo criança e escrever sobre uma me deixa boba. *-* Eu amo gatos e por isso enfiei eles aí, mas acreditem que eles terão importância de certa forma. E essa família é perfeita. Fiz a Mary (principalmente) e o David bem presentes mesmo que é pra firmar que são uma família, por isso a Mary tem tanta liberdade dentro da casa da Regina kkkk .. e eu fiz isso mesmo, terminei o capítulo com essa dúvida: "Quem será o melhor amigo da Celine ?" ;) .. eu realmente espero que tenham gostado e que queiram ver mais dessa história. *-* Enfim, Obrigada desde já. Deixem reviews !! ♥ PS: o que acharam desse primeiro capítulo ? Do que aconteceu ? *-*