Notas iniciais
OLÁÁÁÁ depois de um longo tempo eu estou de volta para terminar essa história!!! Me desculpem de coração por ter sumido :C e espero que gostem desse capitulo, ele ficou um pouco pequeno em comparação aos outros...BOA LEITURA!!

Hoje faz duas semanas que chegamos em Bigzuo e já começamos nosso treinamento, Safira nos disse que devemos treinar nossas habilidades de "guerreiros" antes de ir falar com o cigano, bem de alguma maneira ela e o tal cigano sabem o propósito de estarmos aqui.

O treinamento está sendo feito separado e Safira nos deu equipamentos que tinha guardado, Tiff está treinando suas magias e poções, Arthur está com o arco e flecha e eu estou com a espada e facas de combate, Safira passa as instruções do que temos que fazer e fica a observar, apontando onde estamos errando, não sei como ela consegue prestar atenção em nós três.

– Bem por hoje está bom, vocês podem voltar para o prédio eu vou mais tarde, tenho que comprar asas de borboleta para o jantar! — Safira

Assentimos e logo Safira estava tomando o caminho para a cidade e nós estávamos terminando de recolher nossas armas.

– Já perceberam que na maioria dos dias ela sempre vai na cidade comprar alguma coisa e chega tarde ou nem vemos ela chegar? Aposto que ela esconde alguma coisa de nós, e isso me deixa muito preocupada. — Tiff leu meus pensamentos, é realmente suspeito ela sempre ter assuntos para resolver na cidade.

– Então vamos segui-la e descobrir o que ela esta escondendo! — Disse Arthur pulando em nossa frente — Viemos aqui atrás de aventura não foi? Então vamos lá stalkear a Safira pela cidade.

Não teve como protestar ou concordar porque Arthur já nos pegou e foi levando em direção à cidade. Quando estávamos cruzando a avenida principal vimos Safira entrando em um bar escondido entre duas lojas, corremos e ficamos em um lugar que dava para observar da janela principal e vimos ela indo em direção a uma sala no fundo do prédio.

– Vocês tem que ir para o fundo do prédio, deve haver alguma janela por lá, eu fico um pouco distante para que não percebam. — Disse Art

O bom de cidade grande é que as pessoas não reparam muito no que os outros estão fazendo, estão atarefadas de mais para isso ou simplesmente não ligam, e sem falar na variedade de povos que se encontra, Arthur fica praticamente invisível no meio de tanta gente e gigantes mais altos, é fácil se misturar, mas mesmo assim ele preferiu ficar distante.

Corremos para o fundo do prédio e como Art havia falado tinha uma janela que dava para a sala que vimos Safira entrar, ficamos bem atentas para escutar o que estava sendo falado do lado de dentro...

– Tome cuidado Srta. Bluens, não quero que uma peça rara como você se machuque! Meu informante disse que esses são difíceis- disse uma voz em tom malicioso e continuou — ... É por isso que estamos mandando você, nossa melhor caçadora de recompensas.

– Eu sempre sou cuidadosa. -Disse Safira e saiu.

Então ela trabalha como caçadora de recompensas? Não faz muito sentido...por que esconder da gente então? Será que fomos enganados e somos o alvo a ser capturado pela caçadora (Safira) ou algum tipo de prêmio, pude ver que Tiff também estava tentando entender os fatos, mas não tínhamos tempo de discutir esse assunto agora Safira já havia saído do bar. Continuamos seguindo ela pelas ruas, sempre mantendo uma distancia segura, até que chegamos em um local um tanto afastado da cidade, parecia uma fazenda abandonada, no começo do terreno tem um grande celeiro velho, na frente do celeiro uma estradinha de terra, depois muito mato e lá no fim o esqueleto de uma casa.

No celeiro velho vimos a silhueta de Safira entrando pela janela, e depois de alguns segundos que ela entrou um silencio assustador tomou conta do ambiente, nem grilos, nem corujas, muito menos folhas risonhas, nem mesmo o vento se manifestou.

– O que será que houve? será que...

Tiff nem completou a frase e seis brutamontes saíram do celeiro rindo e conversando enquanto esperavam uma espécie de carroça misturada com carruagem que se aproximava pela estradinha de terra, a frente da carroça/carruagem era puxada a cavalo e tinha o cocheiro que ficava dentro de uma pequena cabine cheia de botões, logo atrás a carruagem de alta qualidade parecendo um cofre preto altamente seguro com janelas que não possibilitava ver o lado de dentro, depois vinha uma pequena cabine com um volante no centro e alguns botões e depois a carroça coberta com uma lona.

Um dos brutamontes, o mais alto de cabelos ruivos e com um tapa olho esquerdo, carregava um saco branco que jogou na parte de trás da carroça, e uma mão ficou descoberta.

– É a Safira, só pode ser ela! Temos que fazer alguma coisa! — Eu disse me levantando, pronta para correr em direção a carroça.

– Mel, não! — Tiff me segurou e falou tentando sussurrar — Estamos em três e eles seis! sem contar que nossas armas são apenas de treino...

– Mas...não podemos ficar aqui observando e não fazer absolutamente nada! -puxei meu braço com tudo da mão de Tiff.

Não sei de onde tirei tanta coragem pra isso, só sei que agora estou correndo em direção a carroça e Tiff está atrás de mim, Arthur ficou um pouco distante com o arco e flecha prontos.

Notas finais
E ai, o que acharam? Deixem um comentário e até o próximo capítulo ;)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.