Notas iniciais
Bem, é minha primeira original, então relevem. Espero que gostem da história.

Hoje, a história que irei contar a vocês é sobre o Reino de Bering, esse reino é famoso por suas lendas e histórias. Para muitos são apenas lendas, mas eu posso afirmar a vocês com toda certeza do mundo, que a história que irei contar, não é mentira.

Desde quando não se pode lembrar, até os dias de hoje, no Reino de Bering, havia uma caçada, exclusiva dos herdeiros da realeza. Deixe-me explicar melhor, todo principe ou princesa que fosse subi ao trono para ser Rei ou Rainha, precisa ir atrás da Coroa de Bering. Uma coroa de ouro puro, crafejada em diamantes e rubis. Mas, não é atrás da beleza que vão nessa caçada. Mas poder mágico que ela possue, não que, depois de encontrar a coroa o herdeiro ou herdeira do trono vá se tornar um feitiçeiro ou algo do tipo. Para enncontrar a coroa precisa de coragem e determinação e depois de encontra-la e coloca-la na cabeça você se torna sábio, poderoso, generoso, inteligente. Tudo que um alguém precisa, para ser um bom regente.

Mas de quem quero falar mesmo é a princesa Maya,nos auge de seus 19 anos, invejava todos no reino por sua beleza e determinação. Seus cabelos eram pretos, mais negros até que o carvão. Sua pele eram tão branca, mais branca que a neve. Um princesa perfeita, inteligente, bonita e generosa, mas esta princesa perfeita escondia um segredo. Que claro, não deve a mim contar. Mas entre todas as qualidades da princesa a que mais chamava a atenção, era a Meiguice, que muitos consideravam isso como um grave defeito. “ Ela é inocente demais, nunca achará a coroa” diziam uns. “ Ela nem precisaria da coroa, é inteligente e destemida por si só” diziam outros. Mas eu quero mesmo é que você tenha sua opinião própria, então vou apressar logo o começo dessa história.

Sentada num banco no do jardim real do palacio, Maya refletia sobre sua vida. “Minha vida até é boa” pensou a garota “ Tenho meu pais comigo, e eles gostam de mim, claro que eu gostaria de ter irmãos, mas isso nunca acontece em Bering. Os reis nunca tem mais de um filho e unca vão ter, não importa o que fazem. Mas o que me intriga mesmo é o cristal, já fazem dois dias que fiz e ele não acendeu” Isso mesmo, havia um cristal. Quando o Caçador da Coroa, nome dado aos principes e princesas que vão atrás da Coroa de Bering. Pois bem, quando o caçador da coroa, completa 19 anos um grande cristal preso no topo castelo se desprende e flutua até a sala do trono, então se acende num clarão azul, logo depois, o caçador de colocar a mão dentro do cristal e dele é retirada um colar, sua correte é de ouro e o pingente uma miniatura do cristal. De dentro dele, também é retirado um mapa, que a cada missão concluida aparece um novo local, nem me pergunte que missões são elas. Depois de pego o colar e o mapa, o antigo caçador da coroa, tira a coroa de sua cabeça e coloca no topo do cristal que logo desaparece.

Deixe-me lembrar de onde paramos... sim! Ela estava no banco do jardim pensando. Sabe a impressão que dava ao ver aquela garota? Dava paz! Aquela garota, mesmo angustiada, parecia confiante. Mesmo vivendo em um mundo mágico e imprevisivel, aquela garota ainda tinha paz no coração. Para muitos, aquele era o sinal de uma futura boa lider, ela sabia passar paz ao seu povo. E muitas vezes, o povo só precisava de paz.

Mas, um pouco longe daquela garota, havia uma mulher avorossada. Ela corria por entre o jardim, gritando o nome de Maya. Quando a mulher chegou perto de Maya, a garota levantou num pulo, assustada com os gritos avorossada da mulher.

- Samantha? O que houve? – Falou a garota aflita.

- O cristal!Acendeu! – A garota nem esperou pela mulher e saiu correndo para o portão de entrada para o palacio. Empurrou os grandes portões marrons e correu até a sala do trono.

- Abram o portões! – Gritou para os guardas que montavam guarda nos portões.

Eles logo se prontificaram a abrir os portões. Quem ousaria de não atender uma ordem de sua alteza real? Ninguém, obviamente. Quando os portões estavam escancarados, a garota pôde ver exatamente o que tinha ali dentro. Era o cristal, ele flutuavano centro da sala, sua cor era de um azul sinistro, tanto tons, que acabou confundindo cabeça da menina.

Com as mãos trêmulas e o coração acelerado, a garota forçava seu pé dá cada passo, olhou para o lado procurando os pais, que estavam sentados em seus tronos. Tirou o foco dos pais e recomeçou a andar. Andou por mais três ou quatro segundos, mas se perguntassem a ela, tenho certeza que ela diria que percorreu um maratona! Assim que chegou bem perto do cristal, tocou delicamente a parte externa do mesmo. Mesmo assim, onde Maya havia se tornou gelatinosa e de facil entrada. A menina ainda recuou a mão, mas ainda receosa resolveu por sua mão ali dentro. Com sua mão tateava em busca dos itens que a ajudariam na sua caçada. Logo que sentiu a corrente do colar e o papel do mapa, puxou sua mão de volta. Recuou um pouco e observou seu pai colocar a coroa que estava em sua cabeça no topo so cristal. Logo, o cristal subiu como um foguete e encaixou-se no topo do castelo.

Maya tirou dos olhos do cristal e olhou para o seu pai, que fez o mesmo que ela.

- Agora não tem mais volta. – disse ela

- É, eu sei. Mas se eu consegui, e não tinha nem um terço de sua inteligência. – falou o Rei Robert, o que fez Maya rir. – Mas, mesmo que você volte para casa sem a coroa, eu e sua mãe ainda te amaremos.

Antes de ser mencionada a Rainha Lucy já se aproximara, esticou os braços entre risinhos e a filha aproximou-se euforica, as duas deram um abraço apertado, e logo que se fastaram deixaram muitas lagrimas caírem, ainda com as mãos dadas, a mãe falou:

- chega de choradeira. – disse soltando um das mãos da de Maya e enxugando as lagrimas – Tenho um baile para preparar.

- Não, não quero um baile. A senhora sabe quanto mais rápido for, mais rápido voltarei e também... vocês sabem que odeio despedidas! – disse lançando um olhar cumplice para o pai.

- Mas... – disse a rainha

-Releve Lucy, vamos deixar deixar a garota ir agora, se ela quer assim, assim será.

A garota agradeceu a cumplicidade com uma piscadela e correu para seu quarto. Subindo as escadas de duas e duas e correndo pelos corredores, chegou rapidamente ao seu quarto.. diante daquela grande porta marrom, suspirou. Tirou a chave do bolso, e girou a fechadura. Logo que abriu deu um sorrisso, iria sentir falta daquele cantinho. Se aproximou da comôda e tirou um revolver, uma metralhadora, uma espada e centenasde balas. Pegou o soro dimutivo e derramou sobre aquelas armas e balas. Colocou as armas em pequenos bolsinhos de sua bota. Pegou sua jaqueta de couro preta, a mochila e saiu em disparada para a frente do castelo. Chegou mais perto da familia e deu um abraço na mãe que chorava intesamente. Chegou mais perto do pai, que encostou suas testas.

- Eu amo vocês. – Falou a garota em prantos

- Nós também te amamos. – disse o pai.

A garota se despediu e partiu. Para os pais a garota iria para alguma pousada e depois para o local o mapa. Mas a garota sabia que precisava se despedi de alguém, assim só se ouvia o zumbido da moto. Zrum...Zrum... Zrum...

Notas finais
E aí? gostaram? Espero que sim. Comentem,Moranguitos!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.