Cavaleiros do Zodíaco - História Perdida
10 Capítulo 10 - As cortinas fecham! Queime os fios diabólicos!
Griffon com Vrion sob seu controle continuavam caminhando lentamente até o escorpião caído, prontos para finalizar:
— E o último ato do show começa agora! Mate-o, Pégaso. — O juíz fez um movimento com o dedo mindinho e o bronze ergueu o braço direito, pronto para atravessar o corpo de Carlos.
Por puro instinto, o espectro cancelou o ato ao sentir um cosmo ameaçador do cavaleiro dourado. Carlos olhou para Griffon com um olhar ameaçador igual um predador, dispersando ondas que afetaram o sistema nervoso do juíz e impediram sua movimentação, simulando um escorpião encurralando sua presa:
— Você ... é minha presa agora! Eu irei torturá-lo e depois vou pisar em seu corpo podre no chão! — O predador se ergueu, embora com quase todos os ossos de seu corpo quebrado. Toda poça de sangue deixou o solo extremamente quente a ponto de criar erupções de pura chamas.
— Não consigo me mexer! O que fez comigo?! É como se eu estivesse paralisado pelo veneno de um escorpião! — Minos se assustou por um momento, mas conseguiu manter a calma. Seu corpo continuava queimando intensamente por dentro.
— Agulha Incadescente! Antares! — Carlos liberou um calor gigantesco por meio de seu sangue que criou uma onda térmica gigantesca, devastando tudo que restou da floresta. Os fios no corpo de Vrion foram corroídos pela temperatura ambiente, e a sapuris do juíz foi destrúida na hora. O escorpião avançou com a unha escarlate na direção do corpo do juíz:
— É como se eu estivesse na superfície do sol ... Ou melhor, No núcleo do sol! Como ele suporta todo esse calor?! — Griffon dessa vez perdeu a calma e entrou em pânico, tentando escapar mas estava parado. O cavaleiro de escorpião atravessou seu cérebro com a Antares, causando uma dor indescrítivel internamente no juíz, que sentiu como se um sol estivesse queimando dentro dele.
— Que dor infernal! Maldito! Você é diabólico! — O espectro gritou enquanto Carlos colocou o pé em cima dele, com uma nova agulha no dedo indicador. Ele perfurou diversas vezes o corpo do juíz e lhe infligiu uma dor gigantesca, com suas feridas queimando como nunca e seu sistema nervoso se destruindo aos poucos.
— Eu disse que ia te torturar, não disse? É isso que farei! Hahahahah — Carlos assumiu um olhar psicótico no rosto enquanto se deliciava com o sofrimento do juíz.
Griffon conseguiu apenas mover o dedo indicador, que foi o suficiente para que um fio escondido no corpo do Dríade fosse acionado, fazendo ele perfurar o escorpião nas costas com um galho gigantesco e pontiagudo.
— Deveria olhar para suas costas! — Griffon sorriu diabolicamente, embora gritando de dor e agonia logo após.
O cavaleiro de escorpião vomitou sangue e seus olhos ficaram sem vidas por um instante. O juíz foi rastejando para longe, apenas para ser surpreendido por um pisão em seu crânio. O cavaleiro de escorpião foi andando com os ossos destrúidos e um rombo nas costas até o juíz, perfurando seu coração com a Antares.
— Eu o perfurei direto no coração, morrerá agora! — Carlos falou devagar, vomitando sangue enquanto o coração do espectro era corroído pelo calor gigantesco emitido da agulha, seguido de seu corpo que não restou nem os ossos.
Após isso, o cavaleiro de escorpião caiu de joelhos, sendo abordado por quatro espectros: Zelos de Sapo, Laimi de Verme, Stand de Besouro mortal e Rock de golem.
— Ele derrotou o mestre Minos, mas ficou nesse estado! Vamos matá-lo aqui mesmo! — Zelos berrou e quando todos os espectros iam atacar, viram apenas um clarão amarelo perfurar seus corações com uma unha rubra, pulverizando-os em sequência.
— Vocês falam ... demais. — Após proferir as palavras calmamente, Carlos caiu no chão por seus ferimentos gravíssimos e um rombo no estômago.
Vrion veio correndo ajudá-lo e selou o ferimento com seu cosmo, estancando a ferida. Ele deu um poderoso soco no peito do Escorpião que simulou um cometa, fazendo seu coração voltar a bater e sua hemorragia interna ser levemente diminúida; Após isso, fez ele se apoiar em seus ombros:
— Você salvou minha vida uma vez, Senhor Carlos! Permita-me salvar a sua! — O pégaso agarrou o escorpião em estado grave igual a ele, caminhando com dificuldades até o porto.
Antes mesmo de sair do lugar, diversas almas de coloração azul rodearam a área e uma fenda no espaço foi aberta. Cancri de Câncer surgiu com algumas almas rodeando seu dedo indicador, que sumiram logo em seguida:
— Ora ora, então vocês dois fracassaram na missão? São patéticos mesmo! Deveriam ter dado essa missão para mim! Eu venceria o espectro com apenas um dedo, hahahahaha. — Cancri zombou da dupla, embora por dentro reconheça a força do escorpião.
— Maldito! Ele deu sua vida nessa batalha e você fala isso? METEORO DE PÉGASO! — Vrion deu diversos socos no ar com a mão esquerda livre, liberando diversos meteoros contra o cavaleiro de Câncer, que parou todos com apenas um dedo.
— Haha, pivete. Para você me ferir só daqui 1 milhão de anos! Entre nesse portal que te levará para o santuário, fracassados como você não chegariam lá vivos. Eu vou continuar a missão daqui! — Cancri saiu do portal, passando pela dupla sem sequer olhar Vrion nos olhos.
— Eu ... eu apenas irei entrar pois ele precisa muito de ajuda! — Vrion exclamou apenas saindo do local com raiva, embora preocupado com Carlos ao entrar no portal, sendo levado até o santuário.
— Heh, fracos. O grande Cancri vai cumprir essa missão e acabar com isso rapidinho!
E então, o dominador do Sekishiki foi andando de maneira arrogante, ignorando o corpo dos espectros mortos, enquanto estava rodeado de almas azuis. Ele abriu um sorriso arrogante e cruel na medida em que andava até um castelo gigantesco.
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