Catch Me
4 Capítulo 4 A partir de agora tudo vai dar certo.
Notas iniciais
PDV CHARLIE
De manha acordei e vi que René já tinha levantado, fui ao banheiro, fiz minha higiene pessoal e ao sair do meu quarto passei pelo quarto de Bella.
E lá estava minha princesa dormindo calmamente, vê-la assim me fazia tão bem, pois sabia que pelo menos em seus sonhos minha pequena tinha paz.
Desci e vi que o amor da minha vida já estava preparando algo para nosso café da manha, ela sempre fez questão de fazer todos os pratos do dia, porque ela dizia que pelo menos assim se sentia menos dondoca e além de que ela o julgar como sua própria terapia.
Eu a abracei por traz e falei em seu ouvido.
- Bom dia meu amor, porque acordou tão cedo hoje? – eu disse beijando seu ombro.
- Charlie você sabe por que – disse ela se virando pra mim e agarrando minha cintura. – To com medo do que esse novo médico vai disser sobre nossa Bella. Charlie a gente já escutou tanta coisa negativa que me fez perder inevitavelmente um pouco da fé que tenho...
- Não, não René... Você não pode perder a fé meu amor, pois você e Bella são o que me mantém firme. Se você não creditar mais o que será de mim. — disse olhando para aqueles lindos olhos que me encantaram dez do primeiro momento. – Vamos continuar creditando, pela nossa filha, tudo bem?
- Ok – ela me olho nos olhos e senti q ela sabia o que eu queria dizer de verdade. Que é duro desistir do que mais se ama e eu não podia desistir de Bella. E pela sua afirmação que ela também sentia a mesma coisa. — Mas preciso que me fale que vai dar tudo certo. – ela disse me abraçando e repousando sua cabeça no meu ombro.
- Sim meu amor, prometo que farei de tudo para dar certo. – disse a abraçando mais forte e passando confiança que eu no fundo já não tinha tanta, mais nunca a deixaria ver.
Nessa hora Bella entrou na cozinha e viu que estávamos abarcados, René percebendo algo diferente virou para traz e foi em direção a nossa filha.
-Oi meu amor, já acordou ainda é cedo. — disse dando um beijo no seu rosto que estava um pouco corado. E sei que ela estava assim, pois tínhamos nos pegado em um momento intimo de afeto.
- Sim eu não dormi direito hoje. – disse apertando uma mão na outra e indo se sentar na cadeira para começar a comer o seu café da manha.
René foi para perto dela de novo e separou suas mãos.
- Bella sei que esta nervosa por começar de novo em outro lugar, acredite também estamos, mais vamos fazer isso juntas minha filha – René sentou na outra cadeira pegando a mão dela e continuou a falar.- Sempre estaremos juntas, acredita nisso?
- Sim- disse Bella olhando para a mão dela entrelaçadas.
- Concordo com sua mãe – disse em juntando a elas na mesa. – sempre juntos como uma família deve ser e nada pode mudar isso. — disse olhando para os únicos bens que o dinheiro não me trouxe mais sim a vida e por isso sou muito grato por ela. – Mais agora vamos comer, pois temos um dia muito cheio hoje e Bella se algum rapazinho se meter a galanteador com você pode-me falar que mudamos de cidade hoje mesmo.
-Ta bom pai – disse ela sorrindo e olhando pra as comida . – Duvido que algum garoto queira um problema como eu.
- Nem vem sei que lá na sua antiga escola tinha vários arrastando assas mais ainda bem tenho uma filha ajuizada que afastava e continue assim. – disse arrancando gargalhadas dela e René também ria. Era assim que queria vê – lãs assim não importava como era a situação só queria as fazer sorrir.
E ficamos brincando assim até que decidimos q já era hora de se arrumar e irmos para nossos afazeres. E quando estava pronto as chamei.
- Mulheres de minha vida vamos embora ou vamos nos atrasar.
- Ok já estamos prontas, disse René toda arrumada segurando a mão de Bella que tava igualmente linda, porém sua cara estava um pouco preocupada.
- Vocês demoram tanto que já não vou levar a Bella pro ensino médio pois já passou muito tempo, vou levá-la agora para a faculdade. – disse com uma cara sarcástica e não é que a brincadeira deu certo as duas começaram a rir e a preocupação e medo de Bella se suavizaram.
-Ta engraçadinho, vamos – René entro no carro do meu lado e Bella foi no banco de traz.
E assim fui dirigindo pelas ruas de Forks procurando a nova escola de Bella o que não foi muito difícil já que a cidade é pequena. Não demorou nem minutos e já estava parado na porta da escola.
- Bom aqui é ultima para vocês meninas. – disse olhando pra as duas.
René saio do carro mais Bella permaneceu e olhava para fora com receio.
- Que foi meu amor?- disse me virando em direção a ela.
- Não quero parecer fraca... Mais estou com medo. – ela disse olhando para um grupo não muito longe do nosso carro, que estavam rindo e brincando.
- Não está sendo fraca meu amor, quem é fraco é quem não admite sentir medo. Está apenas receosa, mas quero que prometa que vai tentar mais uma vez. Sei que tudo é culpa minha, por você de novo passar por tudo isso, mais não posso ser tão culpado por Atenas ter esperança né. – disse tentando me desculpa, estava me sentindo tão mal por fazê-la sentir isso de novo.
- Tudo bem pai, você não é culpado de nada e pensando pelo lado positivo há uma grande probabilidade das pessoas me olharem feio pelo meu jeito de ser e só a partir de um bom tempo a minha vinha da será esquecida e eu serie feliz sendo invisível de novo. Como disse tudo vai dar certo, confio em você.
- Obrigado – disse e sai do carro indo para o seu lado, abri a porta peguei sua mão e a dei um abraço. – Te amo filha, você é a mais perfeita filha de todas pra mim.
- Ok pai agora vamos para com isso, pois não ta ajudando no meu plano de ser invisível, já que todos estão olhando pra cá. – disse ela olhando pra baixo com as bochechas coradas.
- Ta – falei rindo dei um beijo em sua testa e René também. Sabia que René tinha saído para justamente dar um espaço a nossa filha de se abrir comigo já que tínhamos uma maior cumplicidade do que as duas tinham. – Meu amor venho pegar você assim que cuidar de tudo e me ligar e você Bella a pego as uma ok. – disse já indo para o carro,
- Ok chau pai – chau amor. – disse as duas.
Entrei no carro e fui em direção ao hospital da cidade, pois já tinha ate marcado com a secretaria do Dr. Cullen uma conversa.
Cheguei ao hospital estacionei meu carro na vaga e rezava mentalmente para que finalmente conseguisse o que tanto procurava. Entrei e fui direto à recepcionistas.
-Olá eu marquei uma consulta com o Dr. Cullen pra agora. – ela começou a mecher no seu computador e se virou pra mim e disse.
- Senhor Charlie Swan?
- Sim sou eu – disse um pouco já ansioso.
- Dr. Cullen o espera – disse sorrindo simpática. – pegue o corredor e entre na porta A55 lá ele está o espera.
- Ok obrigado – disse saindo e indo direto para o lugar em que ela me mostrou. Cheguei, bati na porta e escutei um entre baixo.
Ao entrar me deparei não com um medico mais basicamente um modelo, me assustei um pouco, pois praticamente o homem tinha minha idade, porém algo me intimidava nele, balancei um pouco minha cabeça e deixei esses pensamentos pra lá já que eu estava ali por outro motivo.
- Bom dia, é o Charlie Swan né? – disse ele com uma voz super calam e tranqüilizadora.
- Sim Dr. Cullen
- Por favor, me chame de Carlisle, agora me fale porque procurou um medico. Está se sentindo mal?- disse ele me olhando interrogativo.
- Não, na verdade ano estou aqui por doença e sim por que preciso de uma orientação médica.
- Diga então, estou aqui para esclarecer todas suas perguntas se estiver em meu alcance. — ele disse parecendo um pouco surpreso quando disse que não estava ali para me consultar e ficou mais atento ao que eu falava.
- Bom na verdade venho enfrentando uma barra muito grande, pois há alguns anos descobri que minha única filha tem uma coisa chamada síndrome de Asperge, popularmente conhecida como síndrome do gênio. Entrei um pouco em choque, mais fui atrás de médicos que me dizem como agir, como ajuda — lá. Porém todos até agora me disse que não tem jeito, que ela nunca vai se interagir e indo assim de cidade em cidade tento encontrar alguém que em diga ao contrario, que ela pode viver uma vida normal com algum tratamento sei lá... – e assim fui dizendo tudo sobre meus anos de luta, todos meus dias presentes com a síndrome de Bella. Tentado o fazerele entender que eu não queria uma cura sim uma saída para ajuda — lá.
Ele escutou tudo sempre sem mostrar nenhuma emoção e quando acabei me disse.
- Bom não tenho muitas experiências sobre essa síndrome, mais estou curioso poderia conhecer sua filha? .Assim poderia tirar uma conclusão e se tiver ao meu alcance prometo tentar ajudar você. – disse parecendo fascinado pelo o que contei de Bella.
Levantei-me para ir embora e segurei sua mão que era um pouco gelada do que o normal mais mal liguei, pois ele foi o primeiro que não me expulsou de primeira ou disse que era uma luta em vão.
- Sim eu a trarei e obrigado mesmo por só me escutar e tentar me ajudar. – disse me sentindo confiante.
- Não se preocupe senhor Swan, prometo ajudar Bella como puder. – disse com um olhar sincero.
Sai do hospital indo em direção a escola, pois René já tinha em ligado para busca lá. Estava renovado e com esperanças de que tudo poderia ser diferente pelo menos uma vez realmente acreditava nas minhas palavras de que tudo iria dar certo.
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