Catarina e Petruchio
8 Capitulo 7- parte2/2
Notas iniciais
Eles se olham... ele olha pra boca dela, ela olha pra ele cheio de desejo e de vontade de beija-la.
Não dizem uma palavra, se beijam novamente Petruchio a abraça com muito carinho, carrega-a em seus braços até perto da cama e a coloca no chão. Eles se olham novamente, abraçados ela passa a mão por seu rosto, surge outro beijo…
Catarina tira o lenço molhado de sua cabeça e atira-o ao chão, se beijam de novo com muita intensidade. Catarina cada vez apertava mais o cabelo de Petruchio, cada vez diminuía a distância entre eles. Os beijos eram cada vez mais demorados cada vez mais intensos.
Catarina afunda seu rosto no pescoço dele sentindo seu cheiro, se arrepiava com seu cheiro de homem, com a barba dele raspando sua pele, ao mesmo tempo que tirava o casaco dele molhado.
Se abraçam, se olham, Catarina mordia os lábios, pegando em seu rosto Petruchio os beija, mordendo-os.
Começa a descer o fecho do vestido dela ao mesmo tempo que a abraçava cheirando sua nuca, ela baixa o rosto agarrando a camisa dele com força. O vestido dela cai no chão. Ela fica de combinação, que era branca, feita de um tecido que como estava molhado era quase transparente, ele olha pra ela por alguns momentos, ela o abraça com carinho por alguns instantes, depois pergunta:
“Não vai fazer mal pra ele?"- Diz inocentemente preocupada com o filho, ainda abraçada a ele.
Apesar de tudo Catarina era inocente, tudo o que sabia sobre um homem e uma mulher foi Petruchio que lhe mostrou, foi ele quem despertou seu corpo.
Petruchio sorri, olha pra ela que fazia um olhar preocupado.
“Não! Confia em mim meu favo de mel.”- Dizia, enquanto ela segurava na mão dele com força acenando com a cabeça, olhando pra ele de forma meiga. Ele passa a mão por sua barriga, se beijam com muito carinho.
Ele a deita na cama com muito cuidado, a beija, ela fecha os olhos, beija cada canto de seu corpo, chega aos pés, tira suas botas com carinho, toca em seus pés como se estivesse massajando, sobe sua combinação, tira a meia que chegava até sua cocha, depois tira a outra. Beija seus pés suas cochas. Pega em suas mãos, ela se levanta com a ajuda dele, eles se olham nos olhos, ele levanta sua combinação á medida que ela levantava os braços de forma que ela saísse por cima. Seus seios agora mais inchados ficam nús, sua barriga parecia um complemento de seu corpo.
Ela deita no colchão lentamente fechando os olhos, mostrando que depois de tudo que havia acontecido estava finalmente ali se entregando de corpo e alma em seus braços. Ele olha pra ela cheio de desejo, beija seus lábios abraçando seu corpo. Fica sobre ela de modo a não machucar sua barriga. Ela envolve as pernas á volta dele, eles se beijam com muita intensidade, ele beijava o pescoço dela, os ombros, os seios... ela apertava o cabelo dele louca de desejo mordendo o lábio.
....
Ela sobe em cima dele o beija e começa a desabotoar cada botão da camisa dele á medida que beijava cada canto que se desvendava.
Passa as mãos lentamente pelo peito dele, de olhos fechados, depois abre os olhos e olha-o com desejo, com saudade. Enquanto Petruchio apertava suas cochas, os glúteos.
Catarina sentia o órgão dele cada vez mais endurecido e com isso ela ficava ainda mais tremula, cada vez mais ansiosa para que ambos se unissem num prazer inexplicável.
Os corpos soavam...
Catarina se deita sobre Petruchio beijando-o ao mesmo tempo que começava a descer lentamente o fecho da calça dele, ele apertava cada vez mais suas cochas.
Ela se levanta vai se chagando pra trás até chegar em seus pés ainda calçados, ela sorri ao vê-lo morrendo de desejo, ela tira a botina dele muito lentamente, ele não conseguia deixar de olhar pra ela, naquele momento ela queria cuidar dele do jeito que ele gostava, tira a outra botina, tira as meias, Petruchio sorria, pois ninguém tinha as mãos tão macias como as de Catarina e cada vez que sentia seu toque em qualquer parte de seu corpo era como se um pedaço de si viajasse atá ao paraíso.
Ela volta a subir gatinhando que nem uma onça em direção a ele sorrindo, ele sorria pra ela, os olhares se aproximaram, ela volta a subir pra cima dele e o beija sensualmente. Ele pega em seu rosto com suas duas mãos e diz em seus olhos.
“Minha mulher…”- Sorrindo, acenado com a cabeça.
Ela sorri e o beija novamente:
“Sua, toda sua…”
Sem mais demoras Petruchio se levanta, ela também se levanta, sentada em cima dele. Ficam frente a frente, ele passa as mãos por suas pernas, se beijam novamente. Lentamente Catarina vai descendo a mão até seu órgão... depois o empurra novamente para a cama, deita do lado dele, de lado, com uma das pernas em cima dele, abraçando-o e beijando seu pescoço.
Ele se coloca de joelhos e cima dela, a abraça sentido seus seios contra seu peito, sua pele macia encostando na dele. Eles se olham e ela acena com a cabeça, querendo dizer que estava pronta para o próximo passo…
...
Ele se aproxima ainda mais dela, as testa estavam coladas, Catarina estava deitada como uma princesa, Petruchio por cima dela a abraçava de tal forma que parecia querer protege-la, demonstrando em gestos que a amava.
Finalmente ele penetra, ela agarra os lençóis da cama com força a medida que ele se movimentava em cima dela, soltavam-se gemidos de prazer, gritos abafados... sorriam e olhavam um para o outro, se beijavam, ele passava a mão pelo rosto dela ela e depois a beijava novamente com muita intensidade.
Ele a abraça e levanta em seus braços, sem sair de dentro dela. Ela o abraça pelo pescoço enquanto ele cheirava e beijava o seu. Ela revirava os olhos e apertava seus cabelo ao mesmo tempo que se acomodava em cima dele e o abraçava com muita força.
Petruchio passava a mão por seus cabelos, por suas costas...
...
...O som da chuva invadia o quarto...
...
Ofegante ela sussurra em seu ouvido:
“Deita na cama, deita…”-diz com um sorriso safado.
Ele a aperta e beija seu pescoço e com muita agilidade pega nela e a senta na cama, depois deita do lado dela.
Ela observa cada gesto, não conseguia tirar os olhos dele, se coloca de joelhos, admirando-o deitado na cama, por um instante pensando na saudade que tinha de cada canto do corpo dele.
Sobe em cima dele colocando o órgão dele dentro dela, ele se contrai e aperta as pernas dela, ela passa a mão por seu peito e começava a se movimentar em cima dele, ele a observa de olhos fechadas louca de prazer, apertava seus seios, suas pernas…Os corpos estavam molhados, ela o puxa pra ela, ele a abraça beijando seus seios, seus ombros, os lábios que já estavam vermelhos de tanto beijar.
Ela passava as mãos por todo o corpo dele, apertava seu cabelo, seus braços… Eles se deitam no colchão, se movimentavam muito com muita intensidade. Ouviam-se as respirações aceleradas, os gemidos, os barulhos da cama…
...
Alheios a tudo, amavam-se intensamente num local improvável, num dia improvável... um casal improvável...
…Entretanto lá em baixo decorria uma festa (ás escuras) embora eles tivessem esquecido…
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