Catalepsia

4 Capítulo 3. Clandestinas


Notas iniciais
Olá o/ Mais um capítulo para vocês!!!! Esse está recheado de provocações hehehe Espero que gostem ^^ ~Ana-Chan ~~~ Treeeetas e mais tretas heuheuh esse também tem várias partes da história original, mas espero que gosteeeem ^-^ Ps: lendo esse capítulo, acabei percebendo que tem mais LuNa nessa história do que cenas do casal principal kkkkk Tá aí ;p ~LuCambraia

Assim como há três anos, Alabasta continuava quente e seca, sem um pingo de chuva. O calor do lugar deixava-o hostil, e, de certa forma, quase inabitável em certos lugares. Rachaduras nos prédios e casas eram vistas em qualquer lugar do pobre país, que enfrentava uma grande rebelião.

Todas as noites o vento soprava forte, destruindo os buracos que um velho senhor cavava todos os dias com a esperança de encontrar água no deserto um pouco mais longe da cidade.

Um certo grupo de amigos, porém, assim como o velho senhor, não perderam a esperança. Os Mugiwaras estavam com toda a força e a todo vapor, lutando pelo reino de sua amiga.

Depois de muito andarem, finalmente chegaram em Rainbase, também conhecida como cidade dos sonhos. Cansados e com sede, Luffy e Usopp correram para dentro do bar.

— Podemos beber água agora, Ussop!! Queremos água, tia!!

— Em barris! 5 barris d’água!! — Dizia o mentiroso, com água na boca e batendo suas mãos na bancada junto ao capitão.

— Tem algo cheirando mal nesse país... — Escutava-se uma conversa ao lado. — eu posso sentir um poder imenso por trás disso.

— Mas tem certeza que é o Crocodile e sua organização? — Dizia a mulher, com voz curiosa.

— Água, águaaa!!! — Eles batiam e gritavam com força enquanto esperavam a garçonete com a bendita água.

— Não posso dizer com certeza... — Começa a voz rouca.

— Hhmmm! Que água maravilhosa, putz!! — Disse Luffy, após finalmente provar da água.

— Não descobri nenhuma ligação entre o bando do Chapéu de Palha e a Princesa, também.

— É, hmmm, carambaa!! Vamos levar o resto pr...

Com os olhos arregalados e a adrenalina à mil, os dois chapéus de palha cospem toda a água na cara dos dois oficiais da marinha, Smoker e Tashigi, como uma rajada de vento, e soltam um grito.

Correndo de um lado para o outro, loucamente, e depois para fora do bar, os piratas dão início a mais uma fuga contra os marinheiros.

~

Fugindo tanto da Marina como dos integrantes da Baroque Works, os Mugiwaras resolvem entrar na toca do inimigo. Uma grande pirâmide com um crocodilo do topo, chamada Rain Dinners.

Luffy começa uma luta com Smoker. Nami e Ussop vão em direção ao Cassino de Crocodile e Vivi vai em direção ao palácio.

Zoro fica para trás para lutar contra alguns marinheiros. A diferença de força e poder era visível. Ele deixava a todos desacordados e sorria com um ar de vitória.

Ele só não esperava encontrar ela lá. A garota míope de óculos com a armação vermelha e o cabelo na altura do pescoço, de coloração azul. Parecia mais difícil fugir dela do que de qualquer outra pessoa.

— AAH! Você não... — Dizia Zoro levando um susto, quase engasgando.

— Roronoa Zoro!!

— Tashigi!

— Então nos encontramos de novo...!

— Olhe, eu não quero lutar com você! Nossa batalha já terminou!! — Ele se posicionava para fugir. Zoro não era de fazer isso, mas com ela era diferente.

— Não terminou nada! Não lutamos de verdade ainda!!

— Pare de ser desse jeito!!! — Zoro estava furioso. E apontava pra ela como se a culpasse pela morte de Kuina. Ele simplesmente não poderia aceitar a existência de alguém tão parecida com sua amiga de infância.

— O Q...! O quê??! — Dizia ela, também com raiva. -Ora, seu horroroso! Como ousa me humilhar?! -A marinheira se posicionava para atacar.

— Droga!! Não posso lutar com ela!! — Zoro já estava correndo. Embora odiasse Tashigi com todas as suas forças, não poderia matá-la.

Para ele, matar Tashigi, seria como matar a única gota de esperança e luz que existia dentro de si.

~

Miss All Sunday estava com o rei Nefertari Cobra como refém, ela iria até a oeste do palácio, onde ficava um templo.

O templo que escondia todos os segredos que ela queria descobrir.

Ninguém poderia impedir a assassina de chegar ao seu objetivo. O poder da realeza, de ser punida por sequestrar e maltratar um rei não a impediria de seguir com seu objetivo. E muito menos a marinha.

— Saiam do caminho, estamos com pressa. — Dizia com frieza nas palavras.

— Não! Já sabemos tudo o que está acontecendo nesse país. Você faz ideia de quem seja esta pessoa que você está segurando?

— Não me interessa. — Dizia com um sorriso cínico. — Se não me deixarem passar...

— Eu nunca deixarei que você passe!! — A sargento da marinha grita, para que ficasse bem claro que não deixaria a criminosa passar.

— Então... terei que matar você. — O olhar sombrio invadia o rosto da morena, com tamanha frieza inimaginável.

— Esperem, soldados! — O rei gritava. — Não liguem para mim! Às 16:30 no perímetro do palácio, haverá um bombardeio! Vocês precisam impedi-lo de alguma forma!!

— O quê?! Mas só faltam sete minutos!

— Mas nós podemos salvá-lo e depois controlar a rebelião!

— Não me atrapalhem! — Com seu poder da Akuma no Mi vários soldados da marinha foram gravemente feridos. — Eu não disse que estava com pressa? Não me provoquem.

— Tenente! Leve todos para o palácio e parem a explosão!

— Mas sargento... ! — Dizia um dos oficiais olhando para Tashigi, que tomava posição de batalha para enfrentar a usuária.

Enquanto os soldados, mesmo feridos, iam em direção ao palácio, Miss All Sunday apenas usava sua habilidade para criar braços nos ombros e mãos de Tashigi, que não pôde fazer nada além de apanhar e viver uma humilhante derrota.

Nesse momento, nasceu uma grande rivalidade entre essas duas grandes mulheres.

~

— É uma ordem!! — Gritava a oficial, para que todos pudessem escutá-la.

— Mas sargento! Essa é uma chance única! Precisamos prendê-los agora, enquanto ainda estão inconscientes.

— Nesse momento... eu não permitirei que ninguém... toque ou machuque eles!!! — Após ditar a sentença de Crocodile, Tashigi e seus subordinados foram a procura dos Mugiwaras, que se encontravam descansando de suas lutas em um beco.

Estavam desmaiados, depois de salvarem o país, e a azulada não permitiria que os prendessem em um momento tão vulnerável como aquele, ainda mais depois do que fizeram.

— Mas por que não?! Estão todos aqui, só esperando para serem presos!!

A chuva não estava mais sendo controlada. Ela caiu sobre o reino por muito tempo, assim como a culpa caia sobre a espadachim.

~

— Bom vê-la novamente, Tashigi. — Dizia uma mulher com longos cabelos rosados à sua frente.

— Hina-san. Olá... desculpe, eu preciso descansar. — Disse com um peso na voz. — Eu voltei, Smoker-san.

— Sim, bom trabalho. Eu soube do Bando do Chapéu de Palha...

— Desculpe, eu deixei que eles se recuperassem. E deixei que escapassem quando podia capturá-los. — Dizia baixando a cabeça. — Esse tipo de comportamento é algo vergonhoso de mais para alguém da marinha.

— Por que está se desculpando? Não foi essa a sua decisão? — Dizia o caçador branco, com os olhos semi serrados e a voz rouca, observando a garota à sua frente.

— Não. — Disse como que num suspiro, depois aumentando o tom de voz. — Era a única coisa que eu podia fazer. Mesmo sabendo a localização do inimigo... a única coisa que pude fazer foi dizer aonde ele estava. Mesmo sabendo quando o bombardeio começaria... — A essa altura, Tashigi já estava gritando. —...a única coisa que pude fazer foi lhes dar cobertura!! — Com a voz engasgada e fraca, ela continuava. — Eu não tive nenhuma opção... nenhuma justiça pra escolher.

A expressão do capitão era intrigante. Uma mistura de apreensão com uma de reprovação. A face suave tornava-se assustadora em poucos segundos. Tirando seus dois costumeiros charutos da boca, Smoker apenas profere algumas palavras quase inaudíveis para a mesma.

— Idiota...! Se isso te importa tanto a ponto de chorar... apenas se torne forte!!

Brilhantes, as lágrimas da sargento caiam sem a permissão da mesma. Escorrendo pelo rosto e indo até a curva do pescoço e das clavículas.

— Eu irei!! — Disse tentando esconder as lágrimas, e indo em direção ao navio, para pensar em tudo o que havia acontecido.

Com toda a confusão e o relatório feito por Tashigi, a marinha resolveu promover os dois oficiais. Todo o trabalho dos piratas, assim como o crédito pelos seus feitos, foi em gratificação à marinha. Encobrindo toda a verdade sobre o acontecido, o governo apenas fingia não saber sobre a ação dos Chapéus de Palha.

Claro que a melhor reação do Caçador Branco a isso tudo foi mandá-los à merda.

~

No meio da noite, enquanto os Mugiwaras ainda iam em direção ao Merry, a mais nova sargento promovida da marinha se infiltrava no pequeno navio. E mesmo que tivesse um eterno ódio por Roronoa Zoro, ela devia muito aquela pequena tripulação.

Ela se sentia na obrigação de encontrá-los e agradecê-los por ter salvo o país. De encontrá-los e pedir desculpas por ser reconhecida como salvadora quando na verdade não faz nada além de apanhar e avisar a localização do inimigo.

Esse era o seu senso de justiça.

E seria a última vez que se permitiria encontrar com piratas e não prendê-los.

Ela tinha uma honra a zelar. Ela era uma espadachim. Não importava se era mulher. Ela era uma guerreira. E não permitiria que o governo estraçalhasse os seus princípios dessa forma.

Ela agradeceria e pediria desculpas.

Pelo menos é o que esperava. Embora tenha conseguido se infiltrar sem ser vista por Bon Clay, não esperava encontrar ela lá. A mulher que a derrotou.

— Olha só quem está aqui. — Dizia com um sorriso sarcástico no rosto e um olhar divertido. — Chegou em ótima hora.

Essas foram as últimas palavras que Tashigi ouviu antes de desmaiar.

Estavam em um quarto cheio de livros e mapas. Algumas lingeries e vestidos estavam jogados em cima da cama. Agora só restava esperar.

~

— Hm... acho que a marinha já não está mais atrás da gente. — Dizia Usopp aliviado, mas resmungando.

— Escapamos deles, não é?! — Nami dizia com uma voz triste.

— Oe, por que diabos ainda estão chorando... !? — Pergunta Zoro ao perceber a depressão em que seus companheiros entraram.

— Estamos com saudades!!! — Luffy, Nami, Usopp, Sanji e Chopper diziam em uníssono, chorando na sacada do navio.

— Parem de frescura!! Se não queriam ter dito adeus, deviam tê-la trago a força pra dentro do navio.

Enquanto todos xingavam Zoro, e Usopp tentava ensinar a Luffy como insultar alguém, uma porta se abre, silenciando a confusão.

— Então finalmente saímos da ilha... Bom trabalho. — A pele branca contrastando com os fios negros. Os olhos azuis profundos observando a reação de cada um dos tripulantes do navio.

— Veio se vingar?! Eu vou... — Zoro começava ameaçando a intrusa.

— O que está fazendo aqui?!! — Nami gritava com todas as forças e, inconscientemente, se escondeu atrás do capitão.

— MELLORINEEEE!! — Dizia Sanji com corações nos olhos ao constatar a linda mulher a sua frente.

— Inimigo a bordo!! Inimigo a bordo!! — Usopp gritava em um alto-falante, para que todos já soubessem o óbvio.

— AAAAHH!! Quem é ela? — Chopper se escondia atrás do mastro. Tampando apenas, é claro, um de seus olhos enquanto o resto estava completamente visível.

— É você! Então ainda está viva... — Não. Não era essa a reação que alguém esperaria de Luffy.

— Eu já disse para não apontarem essas coisas para mim. — Miss All Sunday faz nascer braços em Zoro e Nami, que apontavam suas respectivas armas para ela, impedindo-os de a atacarem.

— Hmm! HHM!!!

— Oe, que barulhos são esses? — Dizia Chopper com medo, fazendo biquinho e subindo no pescoço de Zoro.

— Está vindo do seu quarto Nami! — Usopp a empurrava para dentro do quarto, já que os meninos eram proibidos de entrar no quarto da ruiva, para a mesma descobrir o que era aqueles barulhos.

— HMM!

Nami estava relutante em entrar no quarto. Estava com medo e não sabia o que esperar.

De longe viu o capitão com uma carranca estampada no rosto, talvez por causa de Usopp a empurrar para o dormitório feminino. A navegadora abriu um pequeno sorriso quando percebeu tal ato. O sorriso estampado no rosto da ruiva não durou muito quando viu um corpo pálido, amarrado com cordas dentro de uma coberta branca, mostrando apenas os pés e a cabeça virada, se remexendo em cima de sua cama.

Dando um grito agudo e assustando Usopp, que salta para longe, Nami recua alguns passos para trás, e acaba tropeçando no pé do mentiroso que, com o grito da navegadora, saiu de perto da porta.

Nami corou ao perceber que todos olhavam atentamente a posição em que estavam. Luffy estava atrás da navegadora, a segurando por trás, por ter se colocado no meio da porta para que ela não se machucasse.

Com todos ao redor de Nami, que fingia ter se machucado, – só para que fosse levada para a enfermaria no colo de Luffy – o único tripulante disposto a procurar saber o que se passava no quarto era Zoro, que o adentrava sem hesitar.

Não reconhecendo imediatamente o corpo que estava deitado de lado na cama, de costas para o mesmo, Zoro se aproxima e encosta a palma da mão direita no que ele supostamente pensava ser o ombro da pessoa, a fim de virá-la. Com certo estranhamento, o esverdeado começa a dar tapinhas no “ombro”, quando percebeu que esse estava macio demais para ser o mesmo.

Escutando resmungos, Zoro percebeu que esses agora estavam mais agudos, e resolveu mudar de posição para ver o rosto da pessoa.

Olhos arregalados saltavam do rosto do espadachim quando percebeu que aquela pessoa amarrada era Tashigi.

E, bem... ele não estava pegando exatamente no ombro dela.

— Marimo! Quem é a pessoa amarrada? Robin-chwan me disse que capturou alguém... OE!! ONDE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ PEGANDO NESSA JOVEM DAMA?!

— N-Nenhum lugar! Lugar nenhum!! — Zoro tirava a mão rapidamente de cima da azulada, ficando levemente corado, mas não por tempo o bastante, já que o cozinheiro começou uma briga por causa do assunto.

Depois que o espadachim desamarrou a oficial da marinha, que por sinal estava muito zangada por ter sido tocada, todos esperavam explicações das duas clandestinas.

— Bem, — Começou a arqueóloga. — como eu já disse antes, apenas entrei para que o mugiwara pagasse sua dívida comigo. Quando eu estava escondida, a Tenente-san entrou no barco de emboscada, provavelmente para capturar vocês mais tarde.

— Eu já disse que... — Tashigi dizia alterada e corada, mas sendo cortada pelas palavras de Robin.

— Então apenas pensei em capturá-la primeiro, e ganhar um voto de confiança de vocês. — Ela estava com um pequeno e agradável sorriso, porém, com a voz firme. — Aliás Navegadora-san, obrigada pelas roupas, são lindas.

Com uma ruiva maluca gritando obscenidades para a morena e um capitão segurando-a pela cintura para que não atacasse ninguém, o bando do Chapéu de Palha se perguntava o que realmente estava acontecendo.

— Mas eu já falei que entrei aqui apenas para agradecer. Se não acreditam apenas deixem que eu vá! — A marinheira estava com um semblante sério e encarava a arqueóloga raivosamente.

— Não podemos apenas deixar uma marinheira que invadiu nosso navio ir assim, ela pode ter vindo para espionar nosso bando. — Zoro dizia friamente.

Para que não tentassem fugir e nem atacar ninguém, acharam melhor prender os pulsos das invasoras com uma corda. Mas uma simples corda não deteria uma usuária de Akuma no mi, então apenas deixaram-na solta, sobre a vigia de todos da tripulação.

Como o “melhor fazedor de nós de toda a Grand Line” estava com medo de mais de se aproximar de uma marinheira, e todos os outros se preocupavam em se manterem seguros de Robin, Zoro era o único que sabia dar bons nós, já que aprendeu a fazê-lo em sua infância.

O espadachim passou leve e lentamente a mão pelos braços brancos e macios da tenente Tashigi, até chegar nas mãos finas e calejadas da mesma. Com o peitoral quase encostado nas costas frágeis e retas da azulada, e segurando firmemente as mãos dela, o vice-capitão aproxima o rosto lentamente no pescoço da garota que lembrava tanto a sua amiga.

Sem perceber, Zoro estava suspirando suavemente em sua nuca, respirando profundamente o cheiro inebriante que ela exalava.

Algo como o perfume de flores misturado com o cheiro de ferro.

Tensa e nervosa por ser mantida de refém em um navio pirata, e ser falsamente acusada, Tashigi estava decidida a escapar dos braços morenos que a prendiam.

— Eu gostaria apenas que você não existisse. — Zoro sussurrava com um tom triste, para que apenas ele escutasse.

— Eu te odeio... — A marinheira estava com os olhos marejados, e dizia com uma voz fraca e tremida.

— O que? — Zoro não tinha escutado direito, apenas ficou intrigado com a reação da sargento. Depois apenas se afastou um pouco, mas ainda segurando as mãos dela com as suas.

— Eu disse que eu te odeio!! — Agora já dizia quase que gritando. — Eu vim aqui para agradecê-los por ter salvo um país!! Pra... pra pedir desculpas por ter levado o crédito por tudo isso!! — Os dois encontravam-se sozinhos no quarto de Nami, e a garota já chorava com todas as forças. — E o que eu recebo em troca?! Sou sequestrada, amarrada e desrespeitada. Estou num lugar onde ninguém acredita em mim!! Claro que eu não poderia esperar menos de piratas!

— Eu não tive a intenção de tocar em você daquele jeito...

— Claro que não! Aliás, quem tocaria em alguém que não quer que exista?! — Interrompia Zoro, e gritava num tom cada vez mais alto. Apenas não eram escutados por causa da algazarra que o capitão fazia no lado de fora.

— Não era pra você ter escutado. — Disse num tom rude e com um olhar frio.

— Como eu não escutaria se você disse no meu ouvido?! AI!! Não precisa amarrar a corda desse jeito!!

— Isso não tem nada a ver com você. — Zoro apertava cada vez mais as cordas de Tashigi. A raiva do espadachim era visível. As mãos dela começaram a ficar com uma coloração rosada e em volta dos pulsos ficou branco, como se o sangue parasse de correr ali.

Ele largou os braços da mulher de uma vez e se posicionou na frente dela, curvou-se com as mãos no bolso das calças até que seu rosto quase tocasse a face da marinheira, causando uma reação inusitada na mesma, que sentiu seu rosto se aquecer com a proximidade do espadachim e formar uma leve coloração rosada nas bochechas, mesmo com toda a raiva que sentia.

Com um sorriso de canto debochado, apenas sussurrou algumas palavras no ouvido dela.

— Aliás, eu não tenho culpa se você tem uma bunda tão pequena que se parece com um ombro.

Notas finais
Até o próximo capítulo genteem o/* Ps: Comentários são super bem vindos de todas as formas *-* Pss: Leitores fantasmas!!! Porque vocês não aparecem? Nós não vamos mordê-los ^w^ Psss: Não muito *3*