Cat Boy
10 Enquanto Isso no Espaço
Notas iniciais
Eu vou embaralhar a cabeça de vocês, isso aconteceu na noite do capítulo Felis Catus.
[Quando ela ia começando a contar, Óliver apareceu.
— É, eu acho que fui interrompida. — Dizendo isso, ela fez um gesto simbólico, do qual não entendi bulhufas de símbolo algum, e O Real fez uma aparição tão exibicionista quanto a do Matt, e tão espetacular quanto a do Gato: um número de trapézio com a música do filme Missão Impossível!
— This mensage will selfdestruct in 3, 2, 1! — Olie, vulgo brincalhão da corte dizendo uma frase dita após o final da música, verdadeiros explosivos destruíram o aço que o sustentara.
— Sente-se Olie. Diga-me, o que te motivou a ser um herói sem poderes?
— Eu tenho poderes, só porque eu não sou um Mutado, ou Feiticeiro não significa que não tenho poderes.
— (Regras são regras, principalmente as regras do entrevistado.) — Falou entre dentes. — O que o levou a ser um Herói Amutado?
— O Batman, o Arqueiro Verde, o Gavião Arqueiro, o Capi... — Ele ia falando Capitão América, mas o Boris, que era meticuloso com relação ao patriotismo brasileiro, fez uma cara horrível. — Enfim, herois de EMPRESAS AMERICAS DE QUADRINHOS... — Dirigindo-se ao Boris. — Que não tinham poderes.
— Óliver eu...
— Cala a boca Larissa! — Jô, Line, Boris, Matt, e Ólie ao mesmo tempo.
— Continuando... Antes de ser interrompida pela descrição do Óliver... — Angeline tentando retomar o fio da meada. — Tudo bem, eu não me chateei. — Dirigindo-se ao Óliver — Mas aquele dia não foi só o que o Boris contou, não é Ólie? — Ela deu um sorriso malicioso, e o Meu Herói ficou com uma cara de espanto:
— O que, como assim, o que você não me contou. PORQUE?!, Olie, eu, eu, eu... — SEM PALAVRAS.
— Foi uma situação muito, muito normal, eu confesso que se não fossem ALGUMAS COISAS eu teria tido... — A Line com o Ólie?
— CALA A BOCAAAAA!! — A voz do gêmeo no gravador parou a de Angeline, Joline, pelo menos, tinha parado antes do resto da gravação (ela roubou aquele gravador do Matt na cara dura), mas a platéia não se conteve:
— SUA VA**!! — Foi o que bastou para Jô, e Line começarem um bate-boca do século, Ólie com a cara de: “O QUE FOI QUE EU FIZ!?”, Boris defendendo a gêmea, e Larissa botando mais lenha na fogueira, dessa vez Matteo que disse aquela frase:
— CALEM SUAS BOCAAAAS!! — A essa altura, os gêmeos estavam quase transformados, Joline vertia um fogo esverdeado pelos olhos, e tinha energia nas mãos, mas quando Matt inflou-se de autoridade, foi o que bastou para deixar um dos primos (Boris) com orelhas e cauda felinas, e a outra (Angeline), com pele azul, e voltarem ao normal, Jô parou com a espetacular exibição de magia ali mesmo, e Larissa fez o que “mais” sabia fazer: ouvir o berrador em forma de gente. — Vocês são primos! Tá, o que a Sra Angeline Yani fez não foi legal, mas foi a muuuuuito tempo. Boris Yan!! — Grito EN-SUR-DE-CE-DOR. — A vida amorosa da sua irmã não lhe diz respeito, talvez a da boca aberta da sua prima lhe diga respeito, — (Menção a Joline) — mas é porque ela te quis contar, prima, continue... E EU ENVENENO QUALQUER UM QUE A INTERROMPA!! — A cauda dele se movia tão freneticamente que dava medo.
— Foi um dia normal, tá, não foi, primeiro que eu nem dormi em casa, quero dizer, dormi, mas às 3:00 AM eu tinha trabalho a fazer...]
Era uma tranquila madrugada de primavera, fria, e com uma brisa seca que arrepiava meus cabelos, o meu sonho?
Eu estava andando em meio à escuridão, em um barro vermelho com gramíneas, eu cria que era soja, então uma luz azul iluminou a área ao meu redor, eu vi Annie à minha esquerda, ela tinha aquela aparência de índia, muito bonita, com o cabelo absurdamente liso, o “estrangero” bonitão Herdinando, à minha direita, eu vinha sonhando com ele desde a colônia, ah! Um disco dourado inca surgiu em plena rotação à nossa frente, girando e girando até a cena ficar mais visível, a cena do dia que encontrei Guil(x)&En se passou na minha frente, e o disco virou a nave de ouro branco, gesso (não era mármore), e uma luz azulada, e o extraterrestre do planeta Csinétos, apareceu diante de nós, Lunny, que não tinha aparecido até agora, ficou azul-marinha, e minha pele ficou da cor do céu, o alienígena falou:
— Olá terráqueos, eu sou Guil(x)&En, Princ& dos Csinéticos, entrem em minha nave, e disfrutem de minhas comida e bebida — O seu português era perfeito, ele olhou feio na direção do Nando, falou suukátsikon, quase sussurando, e alguma frase em esperanto:
— Vi eathling? — Ele retribiui:
— Mi ne scias, sinjoro. Kilfoye mi vidas aĵojn... Kiel mi diris tion? — Guil(x) deu um sorriso, e se dirigiu para dentro, pedindo-nos para entrar, obedecemos subindo a escada de gesso e ouro branco, lá dentro, era como se imagina se os helicópteros fossem circulares, mas lá era tudo branco, e os consoles emitiam luz azul, ele falou:
— Encontrai-vos dentro de Kristo, um Ĉasado Blanca, ou, como vós dizíeis, um Caça Branco. Comam, há panquecas com mel, leitão com molho de abacaxi, e Farofa Ambrosia, para beber tenho néctar. — E havia, as panquecas eram maravilhosas, o molho de abacaxi deixou o leitão divino, e a “Farofa Ambrosia”, era um pó roxo, que ele solicitou umedecer em um molho de amoras, virou uma berinjela roxa listrada de azul, e interior branco com gosto de farofa de bacon e qualquer fruta que pudessem imaginar, o néctar tinha aparência de água, cheiro de coquetel de morango, e o gosto de qualquer suco imaginável. Comemos como R&eis. O Princ& falou:
— Nosso encontro não foi por acaso, fomos predestinados a nos tornarmos amigos. — Nós estávamos saindo,e quando estava colocando sua nave em vôo, gritou: — QUANDO SE DIRIGIREM A ESTRATERRESTRES, FALEM QUE SÃO HOMMOS DO PLANETA HOMMÆ!
Acordei de sobressalto, sentando-me a uma velocidade inacreditável, aquele sonho sempre me perturbou, ainda não sabia se era a lembrança da minha missão na Colônia Allen, ou um mero devaneio tolo, a me torturar, oooooooooooh! Eu fui beber água, e quando voltava para o quarto, comecei a sentir um temor de... Não sei bem o que e fiquei muito inquieta, fui para a sala, olhei pela janela, pela porta, e algo, quebrou a janela, detalhe: ela tinha barras de ferro, a fera veio rapidamente em minha direção, eu fui socá-la, e uma armadura lilás surgiu no meu braço direito, soquei, e ela voou, mas pulou para fora e me puxou com uma cauda negra, eu cai no chão, e quando ela ia terminar o serviço, um anjo veio voando, e perfurou-a, Guil(x) apareceu vestido com um gibão dourado, com um terno azul-escuro por baixo, preso por um broche dourado de um urso azul com unhas brancas, ele proferiu uma ordem em esperanto:
— Lazero! — E uma luz azul voou da sua mão, e bateu no bicho em cheio, desintegrando-o, e gritou:
— Angel!
— Jes Sinjoro.
— Patrulhe a área, e acostume-se, eu vou falar muito o português.
— Claro, meu Senhor. — E saiu voando.
— Princ&ss@ K(h)il@ra!
— Sim irmão?
— Diga a Angeline, — Como ele sabia eu nome? — o que somos, e como agimos, por obséquio.
— Olha, eu vou logo avisando, é muito diferente. — Ela era uma criatura azul de 1,42m, cabelo azul-escuro, liso escorrido, vestia um vestido longo azul-marinho, e um gibão igual ao do irmão. — Nós somos uma espécie de...
— Patrulha estelar. — O irmão a irritou.
— Aham. — Deu uma olhadela no irmão. — Uma espécie de “Patrulha Espacial”, os “Deuses do Ol(Eg)i(to)mpo”.
— Olegitompo? — Fiquei confusa.
— Não, Ol(Eg)i(to)mpo, que seria para você querida: “Olimpo ou Egito, tanto faz”, nós somos um grupo de Csinétos, Christopus, e Suukátsikons Domados, que protegemos o Universo da ameaça dos “ povos maléficos”, temos uma base fixa aqui em Hommæ, porque seu planeta está a um passo da malevolência, e aqui é um planeta de muito interesse cósmico, que, portanto, não pode ser destruído. Nos interessamos em seu poder.
— Que poder?
— Esse aqui. Transformo! — Aquela armadura voltou, cobrindo meu corpo todo, uma lança surgiu atada às minhas costas, um escudo grego, e lilás redondo, de 1m de diâmetro, surgiu no meu braço esquerdo, e uma espada lilás de 80cm, em uma bainha perto da perna esquerda, e ela perguntou?
— Aceita ser recrutada por nós?
— A primeira missão é aonde?
Estávamos dentro de um Ĉasado Rapida, de nome Lumrapideco, o seu interior era de ouro pintado de azul, com fiação azul no console, por fora, segundo K(h)il@ra, era azul também, embora à noite parecesse negro como ébano, também segundo a princ&ss@ csinética, a nave alcançava cerca de 700 km/h, mesmo que, para mim, ela não se movesse, mas ela parecia confiável mesmo assim, ela e Guil(x) estavam pilotando aquele freesbie branco ultraveloz, enquanto Angel, Octopolvo, e Negro, estavam parados atrás e em pé, seus membros inferiores estavam atados ao ouro do piso, um, um anjo dourado, outro, um csinético sem pés, mas com oito tentáculos para sustentá-lo, e Negro, bem, com pele negra, na verdade, eles se chamavam Okpulpo e Nigra, mas os nomes romanizados eram mais fáceis para decorar.
Eu estava perto de uma mesa, com um mapa virtual e sensível ao toque, eu estava acompanhando o movimento da cidade de Tókio, em tempo real, e com um zoom tão poderoso que dava medo de usar, andei até a extremidade da nave, todos os seus 360º tinham uma janela, que não mostrava praticamente NADA do exterior, o vulto preto enjoava-me, decidir ficar à direita de Nigra, e um pouco de ouro do chão agarrou meus pés, foi aí que eles usaram o hiperespaço, e frearam bruscamente, a nave, ouvi o barulho de um redemoinho, devia ser um efeito colateral da velocidade.
Os jovens da realeza, levantaram, se posicionaram na fileira do meio, Guil(x)&en ficou entre Angel e Negro, K(h)il@ra, entre Octopolvo e eu, todos levantaram os braços, e, Angel, Okpolpo, Gul(x), K(h)il, Nigra, falaram na ordem:
— Ĉielo!
— Maro!
— Konduki!
— Fajro!
— Lando! — Eu fui a única a não falar nada, principalmente por não saber falar aquela língua artificial, mas disse por instinto:
— Peli! — Cabrummm, um raio saiu de nossas mãos, e começou a girar à nossa volta, só víamos um raio rodando e rodando, como se estivéssemos dentro de um redemoinho, o mundo parecia que estava fazendo AMBAS Translação e Rotação na velocidade da luz, e eu caí.
[ — Ei! Eu quero saber do Óliver!! — A Larissa vai ser envenenada... ha hahahaha!
— CALA A SUA BOCA!!
— Obrigada Matteo, continuando eu caí e...
— Cala a boca você! Sou eu quem comanda aqui, Ólie, conte como foi esse dia.
— Bem no meio da cena de ação? — A multidão se juntou às queixas de Boris:
— DEIXA ELA CONTAR! DEI-XA ELA CON-TAR! DEIXA ELA CONTAAR!
— Tá. — A Louca cedeu.
— Então, irmã, você caiu e...
— Eu caí em um lugar escuro do qual eu não conseguia ver nada...]
Começava a entender, em parte o que tinha acontecido, o raio tinha tomado meu corpo, e me jogado em algum lugar, os outros estavam comigo lá, comecei a perceber uma enorme rachadura no chão, e depois conseguir distinguir estrelas acima da minha cabeça, pisava em areia, achei que era uma praia, tentei procurar o mar, mas só via o brilho das estrelas e não mais de um metro à minha frente, minha visão não conseguia se acostumar, alguém tocou minha testa dizendo: “Transformo”, e então eu vi um solo rochoso, e uma rachadura aos meus pés, que transformou um pouco daquela pedra uniforme, que depois percebi que estava cheia de crateras e montanhas, e um planeta azul e verde à minha direita, parecia a Terra, bem que a Terra era menos azul e verde que aquilo, eu perguntei pro nada:
— Isso é? — Octopolvo respondeu:
— Homæ. — Então eu entendi aonde estava e cantarolei “Fly me to the moon” freneticamente, enquanto os príncipes falavam, eu nem me liguei sobre o que:
— Do kion ni faras?Mia princess@.
— Ĝi estas unu el niaj mezo Hommo. Kial ni varbis la, mi princ&? — A palavra “Hommo” me seduziu a prestar atenção:
— Sim, mas não é hora de falar sobre isso.
— Entendo... — Disse olhando para mim. — Mas, mesmo assim, o conhecimento sempre vem.
— Sempre vem. — Tirei minha atenção da conversa, e ouvi:
— Ŝi ne aŭskultas, mi princ&.
[— Pensei que príncipe e princesa em esperanto fossem princo e princico.
— Princ& e princess@, são títulos do planeta deles, são como os únicos que podem ser eleitos antes dos 50 para R&ei, uma espécie de rei escolhido pelo povo.]
Voltei a escutar direito, e ouvi:
— Verdade, irmã?
— Nem tanto agora.
— O que tem naquele armazém?
— Alumínio transparente — E isso existe?
— Entramos por uma passagem subterrânea?
A passagem era um buraco pressurizado e com gravidade artificial, escuro como o esgoto, e sem fim, depois de andarmos 30m no escuro, a princess@ cansou do negrume e falou:
— Lumon Bonvulo! — A mão dela ficou azul-turquesa e luminosa, a situação era tão estranha que decidi quebrar o gelo, falando sobre mágica:
— Quando eu vou começar a fazer essas coisas?
— Quando falar esperanto, com convicção, e instintivamente.
— Como?
— Luz por favor! Jesus me dê a benção; eu quero mais, é fogo na boca; a água é vida, me sinto uma feiticeira...
— A verdade sempre vem... — Ainda não sei se isso era um feitiço ou um lema, mas aqueles dois viviam falando. — Eu, por exemplo, uso os raios-laser, gritando “Lazero”, e minha irmã, dizendo:
— Serioze, mi volis lazero el mia mano.
— Depende da sua criatividade. — Agora que eu fiquei mais confusa, e continuamos a andar pelos túneis sem-fim, até que vimos uma porta e chegamos em um plantio de espécies verde-cintilantes, continuamos andando, e Guil(x) veio com um papo estranho:
— O seu irmão desenvolveu superpoderes.
— Boris? Mas ele nem consegue andar por causa da distrofia muscular e...
— Escaneamos a sua casa, nem um sinal de câncer, mas uma energia químio-radioativa que destruiria o câncer em uma cidade inteira. Na primeira quinta-feira do período letivo (o dia seguinte) você vai ser sequestrada por um colega seu com o cabelo de um cantor canadense teen, e seu irmão vai te salvar. — A minha cara de “Ele conhece o fulano e o Justin também”. — Um menino vai serfinalmente tentado a te beijar, encantado pelo seu cabelo angelical, seus olhos doces e sua pele macia. — Foi uma cantada E.T? — Ele vai descobrir um segredo real. E a propósito, se esquecera que seu irmão voltou a andar a quase duas semanas?
— Desculpe. — Ouvimos vozes depois desta onda de informação, e seguimos para outra ala do depósito, onde caixas e mais caixas de vidro, ou nilon, verde, estavam sendo empilhadas em uma nave por vampiros amarelos sofredores de nanismo. E a ação aconteceu:
Estávamos agachados, observando a descarga do almejado material, e então um dos seres estranhos nos viu, e deu um grito terrível, todos pegaram suas armas: eu arranquei minha espada lilás, Nigra uma espada medieval negra, Angel mostrou seus escudo e espada dourados, K(h)il@ra pegou um chicote negro, que estalou e pegou fogo, Octopolvo pegou umas 6 espadas (dois dos tentáculos de sustentação foram usados como braços), o que o deixaria sem sustentação, mas mais rápido, só não vi Guil(x)&en... Até que um clarão azul-claro iluminou o ambiente, e vimos uma mão enfiada por baixo das vestes de um dos vamfajros (é o nome dos páli... quero dizer, dos amarelados), que caiu ao chão, a mão era de Guil(x), pelo que parecia, ele era especialista em laser.
A cena seguinte: eu, instintivamente, finquei a espada no “vampiro do fogo” à minha esquerda, que se incendiou, e começamos a correr, cortando e queimando uma multidão, Negro, lutava como um verdadeiro Templário, mas fazia uma sombra em forma de cristais de grafite girar à sua volta, pelo que parecia, ele utilizava TODAS as técnicas da idade média: magia, corpo-a-corpo de cavaleiro, kung fu, jujitsu, e até ninjitsu (técnicas ninjas, ele usava estrelas-ninjas), Okpulpo, lutava como se fosse três, e jorrava água das ventosas (ele é meio polvo), o que fazia os vamfajros secarem (água = veneno, gostei disso), K(h)il@ra, estalava seus chicotes flamejantes, Eu saí com fúria animal (ou fervor humano), e atacando bravamente, avancei um pouco para proteger o “Rei”, princ&, desculpe, ele estava com uma soqueira na mão esquerda, exalando uma energia intensa, jogando discos de luz da direita (alien canhoto), e desaparecendo às vezes, ele era INCRÍVEL, eu fui ajudando com um pouco de ferocidade, mas depois de um minuto, o fervor desapareceu, e eu percebi que os outros membros do time recuavam na nossa direção: estávamos cercados, e eu tive uma vontade de furar o chão, controlei a vontade, enquanto o que parecia ser o líder dos “vampiros amarelos”, falava:
— En trosdonate la armiloj kaj forkuru.
— Eu repito, entreguem as armas, ou... SOFRAM AS CONSEQUÊNCIAS. — Aquela vontade de furar o chão insistia...
— Vocês tem 10 segundos. — Vontade INSURPOTÁVEL de furar o chão.
— Naȗ... — A vontade me consumia tanto que não conseguia entender esperanto.
— Ok, sep, ses, kvin... — Ô vontade de furar o chão...
— Quatro, três...
Notas finais
Pessoal, no dia 7 de Novembro chega o próximo capítulo, assim como no 7 de Dezembro, e por aí vai... Em alguns meses eu enviarei dois Capítulos
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