Castlecalibur: Especial de Natal
5 Parte 5: as filmagens do block buster
Rafael, Amy, George Lucas, Ewan McGregor, Liam Neeson, Natalie Portman, Steven Spielberg e Harrison Ford estavam no jardim do castelo filmando algumas cenas do filme do Príncipe Rafael.
— Liam, agora você vai dizer “eu sinto que a força é forte no príncipe Rafael, mestre”! – pediu George Lucas.
— Mestre... eu sinto que a força é forte no príncipe Rafael! – disse Liam Neeson, virando-se para Harrison Ford.
— Agora o Harrison fala “esse artefato pertence a um museu”! – pediu Steve. [frases dos filmes Star Wars e Indiana Jones, ditos pelos respectivos atores].
— Esse artefato pertence a um museu! – e Harrison pegou o chicote dos Belmont e ajeitou o chapéu.
— Agora é a cena da Amy e da Natalie! Amy é a criada que vai proteger a senadora, que está sendo perseguida pelos nazistas!
— Eles estão com o diário do Sean Connery! – disse Natalie para Amy.
— Nada tema, senadora! Eu vou me passar por você!
Uma explosão cenográfica aconteceu.
— Os nazistas derrubaram a nossa nave! Vamos ter que parar nesse planeta, mesmo!
— Que planeta é esse? – quis saber Natalie. – Tatooine?
— Não é um planeta... é o Reino da Caveira de Cristal! – respondeu Amy, fazendo um pouso de emergência com a nave cenográfica.
— Agora entra o Príncipe Rafael! – disse George pelo megafone.
Ewan McGregor entrou com uma roupa de época montado em um cavalo motorizado com um sabre de luz em mãos e derruba o boneco do Jabba que estava ali representando um dragão, para depois ser modificado por um dragão por computação gráfica.
Nessa cena, o príncipe perde o chapéu. O dragão joga uma bola enorme que sai rolando atrás do príncipe. Ewan correu enquanto a bola cenográfica vinha atrás dele até que escorregou por uma passagem por onde a bola não passaria, puxando o chapéu logo em seguida.
— Perfeito! Perfeito! Estou até emocionado! – comentou Rafael, quando encerraram a cena. — Não ficou exatamente como eu escrevi, mas ficou muito bom!
— Isso se chama adaptação cinematográfica, meu caro! – comentou Steve Spilberg.
— Steve, será que conseguimos lançar o filme antes do Natal?
— Claro, George.
— Steve... olha só aquele menino! Ele pode fazer o Príncipe Rafael quando criança! – comentou George, olhando Alucard.
— Não, não quero expor meu filho! – respondeu Mathias, pegando Alucard no colo.
— Ah, mas é só uma ceninha de flash back! – tentou convencer Spielberg.
— Não, ele é muito novo! – e Mathias entrou no palácio, sendo seguido pelos dois diretores e Rafael.
Jean-Eugène estava com um telefone na mão, e correu para perto de Mathias quando o viu com Alucard nos braços.
— Mat, telefone pra você! É o CPTG europeu! O Centro de Pesquisa das Torradas com Geléia, eles querem uma informação urgente!
— Espere, senhor Cronqvist, empreste seu filho um instantinho! – pediu Steven.
— Mat! O Siegfried disse que eu sou tirana e ditadora! Você tem que ensinar uma lição pra ele, já que já passou do meu horário! – lembrou a alemã.
— Não, Mathias, foi a Hilde que começou, deixa ela de castigo! – pediu Sieg. – E acabou a ração do Link!
— Mat, o meu chicote parou de funcionar e o Trevor disse que é porque eu não usei com nenhum vampiro e... – começou Leon, se aproximando.
— Eu disse para ele que deveríamos caçar o Drácula, mas ele fica teimando... – seguiu Trevor.
— Senhor Mathias, as contas estão para vencer... – lembrou Rinaldo. – Tomei a liberdade de trazer os boletos para cá...
— Por favor, é só uma ceninha, o menino não vai se importar...
— O centro de pesquisa tá esperando, quer saber o sabor da geléia...
— A lista do super-mercado...
— A Hilde...
— Foi o Siegfried...
— O Alucard...
— AHHHH!!! – gritou Mathias, sem agüentar tamanha pressão sobre sua pessoa, e caiu desmaiado no chão.
Fale com o autor