Casar? Não, Espera!

34 Penúltimo. Dedicado à Sincera Porque Sim.


Notas iniciais
Então, eu sou uma... Uma... Eu mereço um xingamento, mas eu não xingo, então fica a critério de vocês. Bem, esse era pra ser o último, mas eu só consegui escrever esse, e tem ainda algumas coisas pra acontecerem, aí ficaria ENORME. Bem, tenho uma notícia boa. VAI TER HOT. Pra quem gosta, é claro. Eu não gosto, só que como vocês pediram... Foi escrito divamente pela DIVA da "Dama de Ferro". Já tô com saudade de "My Guardian Angel". O hot vai ser no epílogo, pra fechar com chave de ouro. Outra coisa super importante é a SUPER RECOMENDAÇÃO QUE EU GANHEI! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH Nossa, você me matou! Eu estava agoniada por você ter feito a recomendação e eu com bloqueio criativo. Olha, não tá a melhor coisa do mundo, mas foi o que consegui. Até o próximo... Que eu espero que saia bem rapidinho...

Carly me puxou pra um canto, enquanto eu tentava reaprender como se respira.

– Calma! Não fica com isso na sua cabeça, você tá assim atoa. Pode ser que ele nem se lembre desse tal contrato.

– Pode ser Carly, mas também pode não ser. Eu gosto dele.

– E ele gosta de você.

– Até pouco tempo também gostava de você, quando antes ficou com a Missy, e depois com a Ciriema. Não tenho certeza de nada que venha do Nerd. Pensando bem, você não acha que pra um nerd, ele ficou com gente demais?

– Sam! Foco, ok? Você age normalmente, como se nem se lembrasse desse tal contrato, se ele tocar no assunto você se faz de desentendida, e se ele quiser terminar, vo...

– Eu mato ele!

– Mentira.

– Mentira por quê?

– Porque você não sabe bater em quem ama.

– Não quero falar disso.

– Pois bem, eu também não. Vamos fazer assim, nós voltamos pra lá, e fingimos que nada aconteceu ok?

– Ok.

Nós voltamos pra onde Lulu e Duda -que tinha acabado de chegar- estavam.

– Aí Carly, Lulu... An, estava falando o quanto você ficou bonita com essa roupa. — Duda, a peste das pestes. Eu queria rir da desgraça de Lulu, mas o coitado já tá sofrendo demais, então...

– Sério gato? Awnn, você é tão fofo! — Carly literalmente se jogou em cima de Lulu, o que ela não esperava é que o idiota a deixasse cair. Pronto, desgraça feita, lembra daquilo de não poder rir? Escafedeu-se!

Desatei a rir, e Duda, que é tão psicolouca quanto eu começou a rir também.

– Hei, parem de rir e me ajudem a levantar! — Pediu Carly estérica, com uma cara de brava.

Ajudamos ela a levantar, e então Carly olhou pra Lulu com um olhar mortífero. O biba arregalou os olhos. Carly deu um passo pra frente, Lulu, dois pra trás.

– É MELHOR VOCÊ CORRER, PORQUE VOCÊ FEZ EU SUJAR MINHA ROUPA. — Agora a coisa ficou séria. Lulu, você é um biba morto!

Meu personal biba saiu correndo enquanto Carly corria atrás, meio mancando, devo ressaltar.

Eu e Duda caímos na gargalhada e fomos para as nossas salas.

Na sala, o professor de Direitos Humanos ditava algo e eu apenas escrevia, sem realmente prestar atenção.

É por isso, por isso que eu evito gostar de alguém. É por isso que eu não gosto de pessoas, porque eu sei que de algum modo elas vão me machucar, me magoar.

Freddie é importante pra mim, mesmo eu não querendo admitir.

Saí da sala, e logo o Nerd idiota me aparece. Aparece sorrindo. Sabe o que é isso? Meu ponto fraco. Nerd idio...

– Sam, adivinha quanto eu tirei!

– A maior nota?

– É!

– E por que tá tão feliz?

– Porque foi a maior nota. A maior nota da turma. — Ele falou meio pausadamente, fazendo gestos exagerados como se estivesse explicando pra uma criança.

– Eu entendi Nerd. Só não entendi o porquê da felicidade.

– Sam! É a maior nota da turma!

– Eeee?

– E que é a maior nota da turma! — Falou ele com uma cara irritada. Adoro irritar o Nerd tanto quanto adoro bacon. Pois é, pra tu ver em que patamar chegamos.

– Tá, entendi. O que eu não entendo é o porquê dessa felicidade toda, já que desde que você começou a fazer provas, sempre tirou notas boas. Bem, tirando aquela vez na Ridgeway...

– Tá, batata e uva.

– Batata e uva! — Falei feliz relembrando da minha esperteza, e da burrice do professor...

– Tá, que tal se eu te pagar um X-Bacon, Princesa Puckett?

– Seria grata para o resto de minha vida, Rei dos Nerd's.

– Vambora!

O Nerd pegou minha mão e nós fomos. Seria estranho não ter a mão dele junto da minha de novo...

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O dia passou rápido. Muito rápido. Rápido demais pro meu gosto.

Eu sentia, sentia que alguma coisa naquele dia estava errado. Estava com medo de abrir os olhos acabar vendo que tudo o que vivemos foi uma mentira. Que ia acabar assim, sem mais nem menos. Como se fosse... Um sonho.

– Saaam! Amor, o despertador já tocou faz um tempo e você nem se mexeu! Vai acabar se atrasando.

– Tôo iiindooo. — Falei preguiçosamente, prolongando as letras.

Levantei e nem olhei pra cara do Nerd. Não sei se pelo meu medo, ou pela vergonha da provavelmente cara horrível que eu estava. Não que eu me importe com isso, então provavelmente era o medo. Pois é vida, eu admito, eu estou com medo.

– Sam?

– Hum...

– Cê só vai comer isso?

– É, sei lá, acho que sim. — Falei olhando para aquela fruta estranha. É impressão minha ou a fruta tá rindo de mim?

– Você não tá bem. O que houve?

Ah, sei lá. Pode ser o aquecimento global, os coelhos que estão cada vez mais perto de dominarem o mundo, ou TALVEZ PODE SER O FATO DE VOCÊ PODER COGITAR A IDEIA DE TERMINAR COMIGO!

– Eu tô super bem Nerd, você que tá estranho.

– Eu não tô estranho! — Falou ele com uma voz esganiçada. Oh não, ele está mentindo.

Droga de Nerd!

– Fala logo Nerd, ou eu juro que...

– Quê...?

– Fala logo!

– Huum, você lembra como tudo isso começou?

Oh Meu Deus.

Eu sabia!

Droga! Mil vezes droga!

– Isso o quê? O fato de você ser estranho? — Resolvi me fazer de desentendida pra ver se ele parava com esse papo.

– Não Sam! Tô falando... Falando do nosso casamento.

– Ah. — Falei tentando terminar com o assunto.

– Ah? — Ele perguntou, obviamente não querendo terminar com o assunto. Opostos...

– Ah. — Eu repeti, meio desesperada.

– Sam. É sério.

– O que é sério?

– Essa conversa, caramba!

– Tá bom. Fala logo de uma vez.

– Bem, você lembra do contrato?

– Hã... Sim? Quero dizer, depende do contrato que você tá falando.

– O contrato, Sam. O do nosso casamento.

– Ah. – Não falei pra irritar. Só não tinha mais o que dizer. Não pense que vou compactuar com essa besteira de terminar a droga desse casamento.

– Sam, não vamos começar de novo.

– O que você quer que eu faça? O que quer que eu fale?

– Eu... Eu não sei. Só acho que precisa dizer algo.

– Ok. Eu digo que tô com dor de cabeça e que não vou pra faculdade hoje. Preciso dormir.

Subi as escadas correndo e me tranquei no quarto. Espera, Samantha Puckett fugindo? Samantha Puckett fugindo de Fredward Benson?

Droga.

O munda tá cada vez mais pirado.

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POV Lulu

– Lulu! – A esclerosada/recalcada da Duda veio correndo na minha direção. Era só o que faltava!

– Falaa. – Fiz a minha cara de tédio pra ela ver o quão feliz eu estava.

– Tô tão feliz quanto você por ver essa sua cara. Mas olha, tenho uma coisa importante pra falar.

– Fala.

– A Sam...

– O que tem ela? – Perguntei arqueando minhas divas sobrancelhas.

– Ela me mandou essa mensagem. – Falou Duda enquanto me mostrava uma mensagem assim:

“Eu vou preparar a minha meia de manteiga. Você e Lulu fiquem de olho no Nerd. Eu tenho certeza que ele vai querer divórcio. E eu juro que assim que ele pedir o divórcio eu bato com a meia nele. Nerd idiota! Duda, você e Lulu sigam o Nerd. Na verdade, é melhor o Lulu, já que a besta não assiste a aula mesmo...

Eu tô em casa, se alguém morrer durante essa operação traga o corpo pra cá. Eu vou saber o que fazer. O clube B.I.B.A vai entrar em ação!”

Caramba, isso tudo por causa de um bofe que nem é isso tudo...

– A Sammy endoidou.

– É, mas é melhor fazer o que ela diz. Ela tá pirada, mas ainda é forte. Cê leu aquela parada de corpo? Eu que não vou ser esse tal corpo. Siga o Freddie que eu vou pra aula. Beijo.

Duda saiu correndo, e eu queria muito que ela tropeçasse.

Sou bicha; não mentiroso.

De longe vi Freddie indo até a área verde do colégio. Hummm, o bambi vai pastar.

O segui discretamente. Porque vocês sabem, eu sou um ninja.

O celular dele tocou. Um toque meio gay... Eu entendo dessas coisas...

– Oi Amor. (...) É que eu vi errado. (...) Não, tudo bem. (...) Eu já disse que vou terminar com ela, mas não é fácil. Ela tá fugindo. (...) Brad, você não entende, é a Sam. Eu tenho certeza que quando eu disser que quero terminar ela vai me bater. (...) Eu sei... É justamente pra gente ficar junto que eu tô fazendo isso. (...) Tá, mas você precisa fazer sua parte. (...) Te encontro hoje a noite? (...) Ok, Brad. Prometo que vou fazer tudo certo. Você vai ver, no final a gente vai ficar junto pra sempre. (...) Tá, tchau.

OMG

ABAIXA A PRESSÃO QUE EU TÔ EXPLODINDO!

O FREDDIE...

ELE...

É GAY!

Sempre soube mesmo...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.