Casar? Não, Espera!
17 Capítulo 17
Notas iniciais
– Ah, é isso?- Falou Duda fazendo pouco caso.
– É claro que é isso! Eu to desesperado! Se eu não encontrar o meu prego eu me jogo da ponte! EU JUROOO!
– Calma Lucas, não roubaram seu prego, eu que peguei.
– Como assim você pegou o Junim? E sem me avisar ainda por cima?
– Foi pro bem do Junim, eu tava arrumando as malas quando ele me olhou com cara de pidão e disse: Eu queria tanto ver um médico Mexicano!
– Como assim? Que papo é esse de médico Mexicano?
– O Junim queria visitar um hospital Mexicano entende? É uma chance única para um prego com um pai Super Protetor como você!
– Nem vem Duda, já conversamos sobre isso. Eu só faço isso pelo bem do Junim, sabe que eu amo aquele prego travesso!
– Eu sei, eu sei, mas eu também amo ele poxa... só queria realizar o sonho do Junim, aquele prego já passou por tanta coisa...- Duda e Lucas falavam como se estivessem falando de uma criança... não de um prego.
– Nem me lembre, ainda bem que eu salvei o Junim na hora que o martelo ia bater nele, se não fosse por mim o Junim seria um preguinho infeliz.
– Então... deixa ele comigo... sabe que eu vou cuidar bem dele.
– Ok, estou te dando um voto de confiança, mas se o Junim chegar enferrujado eu nunca vou te perdoar.
– Deixa comigo Lucas, pode deixar que todo dia vou passar óleo nele.
– Mas compra óleo do bom ta? Não passa óleo fajuto no meu preguim não.
– Ok, eu e o Junim vamos ficar bem, daqui a pouco eu e ele voltamos e você vai matar a saudade.
– Ok, mas diz que eu amo muito ele ta? E não se esqueça de dar um beijinho de boa noite nele... é que ele tem pesadelos.
– Ok, mas agora vou desligar ok?
– Ok, beijos e cuida bem do Junim!
– Ok, beijos.
Duda desligou o telefone e Vitor Huggo a encarava meio encabulado... afinal, ele escutou bem ou eles falavam de um prego?
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Sam e Freddie mal se falavam, falavam apenas o necessário, e mesmo assim quando era muito necessário.
Freddie dormia no tapete e acordava todo torto por conta da posição.
Sam estava de saco cheio daquele clima e tudo o que queria era voltar para casa.
Os dias em Cancún estavam acabando, Duda e Sam pegaram uma amizade rápida, porém verdadeira, a morena se dava bem até com Freddie, o que facilitava a vida dos dois já que quando não queriam se falar faziam a pobre menina de pombo de correio.
(In)Felizmente o dia de ir embora chegou, Sam e Freddie se despediam de Duda que dizia que logo iria voltar para New York e visitaria os dois assim que pudesse, apesar de ter passado uns dias entediantes e completamente estressantes, a viagem não foi tão perda de tempo assim, com certeza nunca iriam esquecer daquele lugar, e eu digo isso por motivos óbvios.
O avião pousou no aeroporto de New York e Sam e Freddie foram recebidos calorosamente por seus familiares e amigos, a mãe de Freddie não parava de chorar e reclamar que o tempo custou a passar já que ficar sem o bebê dela era horrível.
Pam já foi perguntando se a filha estava grávida, o que deixou Sam e Freddie constrangidos e os demais rindo da cara dos dois.
– Então Sam, aproveitou bem a Lua-de-mel?
– Mamãe! Por favor, vamos mudar de assunto?
– Ai, que filha careta eu tenho.
– Mas depois eu quero que me conte detalhe por detalhe do que aconteceu lá no México ouviu dona Samantha?- Falou Carly dando um de seus sorrisinhos.
– Ai gente, chega. Não teve nada de anormal, foi uma Lua-de-mel igual a de vocês.
– Igual a minha? Então pode encomendar um enxoval!
– Mamãe, pode parando de fogo em lugares que não deve. Eu não estou grávida ok?
– Argh! E eu toda esperançosa aqui.
– Já até tinha escolhido o nome, Clodovaldo seria o nome do meu netinho!- Falou Marissa toda orgulhosa com a escolha do nome.
– Que Clodovaldo o que mulher! É Brad Pitty!
– Se um dia a Sam ficar grávida podem apostar que não vai ser vocês duas que vão escolher o nome.- Falou Freddie achando um absurdo o nome de seu filho... espera, do seu não filho!
Com o carro cheio de gente e de risadas a viagem até a casa dos Benson's foi bem divertida e com várias situações embaraçosas criadas por Pam.
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