Casamento por Contrato

29 28. Minha Pequena Sophia Cullen


Notas iniciais
Demorei eu sei. Só tenho desculpas a dizer, meu tempo está muito corrido, estou fazendo o possivel.
Agradeço a todos os revies e as duas recomendações: nickcole_cullen e Raay, obrigado queridas, fiquei emocionada com suas palavras.
Bom espero que gostem
Até lá embaixo, tenho avisos;

Pov. Bella



–Ai... Mais estou imensa. Sem falar em meus seios – Exclamei passando a mão pela minha barriga, que parecia prestes a explodir. Meu ventre encontrava baixo, e Sophia fazia algumas pressões como se estivesse achando posição para sair de dentro de mim. Já meus seios, pareciam duas bolas cheias de leite, estava até usando proteção para não vazar.

–E eu não sei. Esta um continente próprio de tão grande. Mas a parte dos seios eu gosto, muito– Sorriu Edward me abraçando por trás, e apertando meus seios, já que eu estava só de roupas intimas. Depois suas mãos foram em direção a protuberância de minha barriga. Onde deu um vislumbre perfeito de nós dois no reflexo do espelho. Seus olhos estavam mais verdes do que nunca, e exalavam uma tranqüilidade sem tamanho.



–Não era essa hora que você olhava para mim e dizia: “Amor, você não está grande, está grávida”. – Brinquei imitando sua voz. . Mas era a verdade. Ele sempre dizia que eu nunca estava gorda. E agora vem dizer que estou grande? Eu não entendo os homens. Quer dizer, eu não entendo meu marido. — E eu já disse para parar de tarar meus seios, seu safado.



–Eu não falei que você estava gorda, só disse que está grande. E é a verdade. Além do mais, Sophia pode nascer a qualquer momento. .– Nisso ele tinha razão, a qualquer momento, nossa princesa estará em meus braços. — Mas quanto à outra parte, não posso fazer nada. Não posso cegar meus olhos de tanta beleza. — Falou.



–Você não tem jeito mesmo. Mas estou louca que ela nasça logo.

Sim. Eu já estava com nove meses. Ainda nem acredito como o tempo passou tão rápido. Lembrou-me como se fosse ontem, quando descobri minha não planejada gravidez. Claro que no momento fiquei em que descobri fiquei com medo. Medo de não ser uma boa mãe, medo de Edward não aceitar a idéia, medo de falhar. Afinal, eram tantos medos. Mas quando olho agora vejo que foram todos tolos. Apesar de que ainda não me sinto segura cem por cento. Só que depois de todos esses meses para me acostumar. Vi que com o tempo vou aprendendo a conciliar tudo. Sei que nunca serei normal, mas farei o impossível para ser uma boa mãe. E Sophia será a responsável por me mudar completamente, já que dizem nada como um filho para mudar vida, e nos fazer amadurecer mais rápido, e acho que isso aos poucos, está acontecendo.



–Por que não ver a hora disso acontecer? – Edward me tirou dos meus pensamentos.



–Primeiro; quero Sophia em meus braços, segundo; estou imensa, e mal consigo dormir, terceiro; meus pés estão inchados e minhas costas doloridas, e quarto... – Iria continuar só que fui interrompida por certo idiota. Esqueçam a historia do emadurecimento, pois isso só acontecerá com Sophia. Mas o pai dela que adora me tirar do serio é outra exceção. Pois ele me faz voltar ser a Bella de antes em segundos, mas segundo ele amava a Bella durona e respondona, depois que não venha reclamar.



–Acaba mais não é? – Esse traste ainda tira onda.



–E quarto; — Ignorei-o totalmente- Não agüento mais ficar na seca, sabe Ed, está sem sexo há quase um mês é horrível me deixa fraca sem combustível. Sabe como isso pode ser torturante?



–E você acha que para mim também não. Ainda pensar que tem o negócio do resguarde – Nem quero lembrar isso. Só de pensar da vontade de chorar. Como iria agüentar mais um mês, se já estou subindo pelas paredes. Podem até dizer que estou exagerando, mais tenho um marido insaciável em casa, graças aos céus. E nem reclamo, pois posso ser pior, fico até imaginando quando voltarmos a ativa tenho certeza que até quebra de cama vai existir. Mas sabe de uma coisa, cinqüenta por cento de culpa é dele por ter me engravidado. Apesar de nunca ter me arrependido.



–Isso é para você aprender a nunca mais me engravidar e segurar seu brinquedinho. Está me ouvindo? – Ele acha o que? Que só ele sofre de combustão é muito bom fazer o baby, mais quem sofre com as conseqüências sou eu, que tenho que carregar nove meses, e pior, senti a dor do parto. Nem quero pensar nisso.



–Não me lembro de pessoas fechando a perna. Alias lembro-me de gritos e gemidos. Dos piores sabe. – Tá bem, nisso não poderia discordar. Mas a culpa não é minha se meu marido é o rei do sexo. Gemer só fazia parte do pacote, já que o poder de satisfação que ele causava era totalmente excitante.



–Mas é um idiota. – Tentei sair por cima, mesmo isso sendo falho; já que sempre Edward ganhava essas briguinhas sem noção. Era até legal, pois só ele conseguia dobrar meu humor todo esse tempo, e sem reclamar, por incrível que pareça. Pois se fosse outro teria desistido.



–Que você idolatra... – Nada convencido.



–E maltrata. –Não vou mentir que isso vem se tornando meu passatempo favorito. Afinal, quando não se tem nada a fazer, irrite ou maltrate o adversário, e sempre faço as duas coisas.



–Ainda bem que você sabe. Tenho que ir me arrumar. Já estou atrasado. – Falou indo para o closet pegar seu terno.



Chegada a hora que eu mais odiava. Pois fico super entediada sem Edward em casa. E evito sair dela, pois não posso ficar abusando da sorte, batendo perna e não tendo descanso. Isso só prejudicaria a Sophia já que seu parto seria prematuro; e a mim; pois acabaria em um risco de ter complicações em meu parto.



–Vai não. Fica aqui comigo, estou carente. – Pedi manhosa enquanto ele saia de lá, vestindo a camisa.



–Não faz isso querida. Você sabe, melhor que ninguém que se eu pudesse ficaria com você sem chiar. Ainda mais com você em estado de alerta. – Murmurou na cama, calçando os sapatos. E olhando para mim depois de terminar.



–Ok! Irei deixar você trabalhar, mas não chegue tarde. Promete? – Deixei nossos rostos próximos, curvando-me um pouco, já que Edward estava na cama, tentando dar um nó em sua gravata – Deixa que faço isso para você.



–Obrigado. Saiba que vou fazer o impossível. Vai que nossa filha seja igual a você, adiantada, e nasça antes de eu está em casa.

–Isso é bem provável. – Respondi rindo, terminando de dar o nó. Mas tinha que concordar com ele. Pois do jeito que ela continuava em minha barriga chutando como se fosse me rasgar no meio,possivelmente ela sairia hoje. E as chances cresciam a cada momento.



–Se cuida, ok? E nada de se esforçar. – Reforçou o pedido, pegando meu rosto em suas mãos. Dando-me um beijo castro, e apaixonado. Quando se afastou, eu ainda estava um pouco zonza tentando recuperar os sentidos.



–Não se preocupe com isso. – Disse em tom de promessa



–Isso será impossível. – Decretou rindo, o que me fez acompanhar, depois de ter percebido o que tinha falado; como a verdade mais absoluta. –Eu te amo.



–Eu também.



–Tenho que ir. Até mais tarde. –Afastou-se, não antes de dar um beijo em minha barriga.



–Ficarei com saudades. – Disse-lhe quando estava perto da porta.

–Eu sei que sim. – Mas era convencido mesmo, mandou um beijo no ar. Antes de sumir da minha vista.



–Convencido. – Murmurei para mim; pois em meu convívio de pessoas. Não havia pessoa mais convencida que Edward Cullen, mas o problema é que ele pode.



Como ainda era 09h00min da manha e Edward só chegaria as 18h00min, e eu ainda estava com sono, decidi dormir. Quando acordasse iria assistir algum filme e comer, só para o tempo passar. Já que essa era minha rotina.



[...]



Acordei era 14h00min da tarde. Sim, minha soneca durou mais que o previsto. Fui para a cozinha preparar algo. Anastácia não poderia vim durante alguns meses, já que estava resolvendo problemas familiares. E como eu não queria ninguém cuidando de minha cozinha sem ser ela. Decidi esperar o tempo que for. E enquanto isso, irei me resolvendo com a cozinha. Pois como eu tinha tempo, poderia cozinhar, e aos poucos aprendia coisas novas. E Edward que sempre era minha cobaia, nunca reclamou.



Fiz um cardápio simples, arroz, batata frita e carne grelhada. Estava gostoso. Depois fui assistir qualquer coisa que estava passando na tevê. Acabei deixando em um programa de grávidas. Onde meninas, adolescentes, ficavam grávidas com apenas 16 anos. Algumas até mais novas, sempre era difícil a situação. No episodio que estava assistindo o namorado da garota estava nem ai, era um verdadeiro idiota. E ainda botava a culpa na menina. Ele estava merecendo de uns bons tabefes naquela fuça. A ser Edward fizesse isso. Iria terminar meu pensamento. Mas fui interrompida pelo toque estridente do telefone. Sei até quem é que está ligando.



–Oi amor. Tem nada para fazer não é? – Perguntei, sem antes olhar o nome, ou até mesmo ouvir a voz dele.



–Como você sabia que era eu? Está em tempos de vidência é? – Perguntou rindo.



–Intuição. Quer dizer,eu tinha certeza que era você, já que me liga quase todo instante.



–Se eu ligar, você não liga. E você sabe, fico... – nem dechei-o terminar



–Preocupado. Eu sei, já avisei que ficará com cabelos brancos.



–Não importo. Ficaria até um coroa gostoso- Ri de sua frase. Mas era safado mesmo. – Mas e ai. O que estava fazendo.



–Assistindo um programa de gravidez.



–Está se adaptando mesmo hein.



–Mas esse é diferente. Fala sobre mães adolescentes. É cada pai idiota, acredita que quase sempre eles botam a culpa na garota. Bando de sem noção, a culpa é meio a meio.



–Eu já vi um episódio. Concordo com você. Ainda bem que você encontrou um cara perfeito como eu. – Disse serio, enquanto eu só ria- Por que esta rindo?



–Nada não. Só que querido, se você fosse como eles, pode ter certeza que te daria uns tapas antes de lhe dar um pé na bunda.



–Sorte minha que não sou como eles – Sua voz saiu temerosa, era para ter medo mesmo. Faz o filho e quer correr, sonha. Continuamos conversando, até que senti uma dor forte abaixo do ventre.



–Ai! –Exclamei de dor. Colocando a mão na barriga. A dor cada vez ia aumentando. – Ai Edward.



–Que houve Bella. Fala comigo. – Pediu desesperado.



–Minha barriga esta dando umas pontadas fortes, e está doendo muito. – Sussurrei, tentando reprimir a dor. Quando senti um liquido molhar meu short. –Ah Deus!



–Está muito forte?



–Está tão forte que Sophia irá nascer. – Falei entre dentes.



–Como assim?



–Minha bolsa estourou Edward. –Disse-lhe desesperada.



–Deus do céu. Não sai daí estarei em ai o mais rápido possível. – Deu para ouvir que derrubou algo, pelo jeito as chaves. Quando desliguei ainda ouvi o barulho do motor do carro.



Tentei me levantar, consegui com muita dificuldade. A dor estava progredindo de uma forma rápida e dolorosa. Os minutos iam passando, até que Edward entra desesperado, pelo jeito estava mais nervoso que eu.



–Meu Deus Bella o que faço? – Perguntou desesperado.



–Primeiro pegue uma roupa para mim. Passe no quarto de Sophia para pegar a bolsa dela, e terceiro vamos para o hospital – Estava prestes a estourar, como o nervosismo de Edward.



–Eu não sei se consigo. – Testou minha paciência.



–Olhe aqui, eu estou com uma dor horrível, e nem por isso estou agindo como uma florzinha. Então haja como homem e vá logo fazer o que mandei. – Nem preciso dizer que no instante ele tomou coragem. Mas é cada uma que me aparece, eu aqui na pior. E esse safado com frescuras. Quando voltou, ajudou-me a colocar a roupa e me levou para o carro.



Deu partida dirigindo em alta velocidade. Em quando eu gritava de dor no banco traseiro.



–Eu juro que você jamais irá fazer outro filho em mim. Ai que dor – Exclamei já chorando



–Calma Bella estamos chegando



–Você ainda pede para eu ter calma. Eu aqui morrendo de dor pareço até que estou abrindo ao meio, e você me pede para ter calma. Você só deve está pedindo para morrer – Ignorei seu pedido, pois calma era a ultima coisa que teria agora.



Quando chegamos ao hospital, colocaram-me em uma maca. E fui diretamente para um quarto. Eu aqui pensando que iria ter logo Sophia me enganei. Meu medico Alec, veio me consultar e disse que eu ainda estava com três centímetros de dilatação, i isso era pouco já que só seria perfeito quando chegasse a oito centímetros. Daqui para lá estaria desmaiada.



Edward ficou a todo o momento do meu lado. Fazendo carinho em minha barriga, e conversando com a bebê. As vezes funcionava já que a dor cessava u m pouco, mais depois vinha com força total. Fazendo-me chorar e gritar. Minha família já estava toda no hospital, Edward tinha ligado para eles. Mamãe já tinha vindo falar comigo, desejando-me sorte. Até que não agüentei mais, e pedi para darem a injeção. Sorte a minha que eu já podia tomar, com isso acelerou o processo. E depois de sete horas de contrações, eu estava com a dilatação perfeita. E meu anjinho estava pronta para vim ao mundo.



–Força querida. Força, Sophia já está coroando. – Estava entre gritos e empurrões a quase meia-hora. Com Edward ao meu lado. Estava segurando, ou melhor, apertando sua mão. Mas parece que ele nem percebia a força que eu fazia em sua mão.



Depois de muitos empurrões, ecoou pelo quarto um choro estridente. Sophia havia nascido. Meu pequeno e barulhento milagre, depois de nove meses a espera, havia nascido. Desabei na cama sem forças, e chorando.



–Nossa filha nasceu amor. Nossa Sophia nasceu. Obrigado. – Falou Edward beijando meu rosto suado.



–É uma linda menina. – Falou o Dr. Alec, entregando-me um embrulho rosa pequeno.



Ela era linda, parecia um anjo, o anjo dos meus sonhos. Minha pequena Sophia Cullen



Continua...



One-Shot: All About Us, Dêem uma passadinha lá:

https://www.fanfiction.com.br/historia/191173/One-shot_All_About_Us

Espero que gostem

Bjos


Notas finais
Gostaram? Odiaram? Mereço reviews? Recomendações?
Bom comunico a vocês que casamento por contrato terá no maximo mais 6 capitulos, para chegar ao seu fim.
ENTÃO A HORA É AGORA DE COMENTAR E DEIXAR RECOMENDÇÕES RSRSRS
Bom é isso.
Bjos
Até o proximo
Tentarei não demorar