Casamento Sob Suspeita.
34 Capítulo 34 - Revelação Surpresa.
Notas iniciais
PDV Isabella Swan.
Quando estávamos saindo do banheiro, uma gritaria infernal começou. Assovios, palmas, flashes espocando por todos os lados sem parar... Um verdadeiro tumulto.
- Que droga tá acontecendo?!
Rose exclamou, mas eu mal ouvi. O barulho no restaurante era ensurdecedor. Tapei meus ouvidos e tentamos voltar à mesa, mas as pessoas se amontoavam a nossa frente e quase que nós não conseguíamos andar.
- Céus! Que confusão é essa?!
- Estou começando a achar que o Edward tinha razão quanto a jantar aqui hoje.
Disse minha prima. Concordei.
- Olhem, elas estão ali!
Gritou uma mulher próxima. Nós duas nos viramos ao mesmo tempo e acompanhamos os olhares dos demais. O meu queixo quase caiu: Três mulheres usando apenas sutiãs vermelhos e saias curtíssimas de colegiais estavam fazendo poses, caras e bocas para as fotos. Uma delas havia acabado de sentar no colo de um dos clientes, que na mesma hora apertou a bunda da loira, levando uma tapa de leve.
- Mais o que é isso?! Alguma pegadinha?!
Falou Rosalie irritada. Eu engoli em seco. Eram mulheres bonitas e sensuais. Os meninos com certeza deveriam estar babando.
- Que pegadinha nada! Elas são coelhinha da Revista Playboy. São trigêmeas, francesas e adoram tirar a roupa em público.
- Coelhinhas?!
- Da Playboy?!
- Oh meu Deus!
Exclamamos ao mesmo tempo aturdidas. Olhei para Rose chocada. Ela me devolveu o olhar, em pânico. Voltei a olhar lá para baixo e uma delas estava dançando de frente para outro cliente, desabotoando o sutiã. Ela abriu a peça e os gritos triplicaram. Com certeza aquele senhor de certa idade teria algum problema no coração esta noite. Os clientes gritavam ensandecidos e pediam para que a moça se virasse. Ela colocou a peça de volta sobre os seios e depois se virou em nossa direção, fazendo charme e jogando um beijo para o público. Meu coração disparou. Rose segurou minha mão e praticamente saiu me arrastando até Emmett e Edward. Tínhamos que tirar os nossos maridos dali o mais depressa possível!
Chegamos à mesa com o fôlego preso na garganta, mas o local estava ocupado por outros clientes. Nos fitamos sem entender nada. Onde eles teriam ido?! O maitre então apareceu e nos informou que devido a agitação crescente, eles haviam pago a conta e saído pelos fundos. Suspiramos aliviadas. Eu sabia que Edward detestava aquele tipo de coisa, mas o Emmett...
O funcionário do restaurante disse que teria prazer em nos conduzir pelo mesmo caminho. Nós assentimos e o seguimos, passando pela cozinha, aquela altura em polvorosa devido à chegada das loiras francesas e descendo uma escada lateral, que dava para o estacionamento, mas ficava encoberta por várias árvores. Edward e Emmett nos aguardavam no fim da escada. Eles estavam conversando baixinho, não dava para escutar o que diziam, mas o Emmett estava rindo muito. Quando nos viram interromperam a conversa e vieram nos receber.
- Vamos embora daqui.
Todos nós concordamos. Rapidamente nos despedimos e cada casal seguiu para um carro.
PDV Emmett Cullen
Caralho! Meu pau estava duro, doido para foder. Minha mulher que me aguardasse, porque eu ia entrar e sair daquele corpo espetacular a noite inteira! Ver aquelas loiras lindas e gostosas se exibindo me excitou muito, mas ouvir meu irmão contando a noite de orgia dele com as três irmãs num Hotel em Los Angeles...
- Como você as conheceu?!
- Numa festa dos Kardashians.
Assenti. Em L. A. rolava cada festa carregada da porra.
- E elas toparam?!
Perguntei salivando. Ele sorriu.
- Foram elas que sugeriram. Você sabe que a maioria das mulheres são liberais, na Europa.
E continuou me dando todos os detalhes sórdidos. Aquilo me deixou louco, maluco, ensandecido, alucinado de tesão! Sem falar na inveja que eu tive do Edward... Porra... Comer três mulheres gostosas, na mesma noite, na mesma cama, de frente e de verso... Enfiei o pé no acelerador, surtado para chegar logo na casa dos meus pais.
PDV Edward Cullen.
Depois que entramos no carro eu pude finalmente respirar, aliviado. As francesas não tinham me visto e esse meu segredinho estava seguro com o meu irmão. Olhei para Bella sentada ao meu lado no carro. O vestido havia subido de vido a posição e só em ver mais da metade das coxas macias, meu desejo cresceu. Até me casar com ela, nunca havia me arrependido da vida promíscua que tinha levado. Mas hoje, ao saber quem estava causando furor naquele restaurante, minha consciência pesou.
- Sobre o que você e Emmett estavam falando?
Perguntou arrancando-me dos meus devaneios.
- Sobre os meus pais, — respondi de forma rápida.
Ela me fitou curiosa. Dei meu melhor sorriso torto e senti que Bella prendia a respiração. Muito bom.
- Eles estão dormindo no quarto ao lado dos meus pais e parece que D. Esme e Carlisle tiveram muita agitação na madrugada de ontem...
Bella arregalou os olhos, surpresa.
- Edward!
Reclamou, batendo de leve no meu braço.
- O que foi?
Indaguei ainda sorrindo.
- Isso não se faz!
- Mas eu não fiz nada amor, eu só ouvi. Você vai ter que ralhar é com o grandão e não comigo!
- Sabe o que vocês dois mereciam?! Umas boas palmadas, isso sim!
- Hum, sabe que eu adoro quando você fica selvagem!
Ela me deu um sorriso provocante, o que me lembrou de outra coisa.
- Você não disse que tinha uma surpresa para mim no final da noite?!
- Sim, Tigrão.
Ronronou como uma gata o que me deixou duro imediatamente.
- O que é?
- Estou sem calcinha.
- O que?!
Exclamei deliciado.
- Tomei um banho de imersão demorado, passei o meu hidratante de uvas da Victória Secret em todo corpo e depois vesti o vestido... Sem nada, absolutamente nada por baixo.
As palavras entraram como um tornado em meus ouvidos e reverberaram de forma potente no meu pau. Dei a volta no carro rapidamente e ela me fitou confusa.
- A mansão está muito longe amor. Estou indo agora para o meu apartamento!
Ela riu e recostou sua cabeça no banco. Minha mulher estava sem calcinha?! Cacete! A revelação surpresa mexeu demais com a minha libido. Milhões de idéias pervertidas passavam pela minha mente. Eu estava amando a ousadia dela. A noite estava começando e era apenas uma criança.
Chegamos ao estacionamento do edifício em dez minutos. Puxei Bella para cima de mim e começamos a nos beijar ainda no carro. Levei minha mão a sua bunda apertei com força, sentindo a firmeza dos músculos. Começamos a nos tocar, nossas mãos buscando as zonas erógenas dos nossos corpos excitados, numa esfregação só, mas aí chegou um carro e a luz alta dos faróis nos cegou por um instante. Praguejei irritado com a interrupção. Bella mais que depressa voltou para o lugar do passageiro, se arrumando, enquanto eu mudava de posição, ajeitando meu pau latejante e insatisfeito, tentando disfarçar. Nós precisávamos saltar e subir no elevador e no estado em que eu me encontrava era praticamente impossível.
Esperei o casal subir e desci do caro, dando a volta e abrindo a porta para que ela descesse.
-Vamos sair daqui logo, ou eu vou te possuir aqui mesmo, princesa, nesse estacionamento.
- Prefiro um pouco de privacidade, Edward.
Respondeu sorrindo. Beijei sua mão e trouxe-a comigo. Juntos, chamamos o elevador que chegou cinco minutos depois. Entramos. Incapaz de me conter, levei meus dedos até os longos cabelos castanhos, enrolando-os nos fios.
- Você é linda.
Sussurrei.
- Você também.
Respondeu. Os olhos dela estavam mergulhados nos meus e numa fração de segundos estávamos um nos braços do outro novamente. O aroma de morangos dos cabelos sedosos e longos invadiu minhas narinas. Meus olhos caíram em sua boca, os lábios rubros e levemente inchados pelos beijos trocados ainda há pouco. Gemi por dentro quando eu a vi morder o lábio inferior. Nossas bocas se encontraram outra vez. Seus lábios se separaram e ela gemeu baixinho quando minha língua entrou em sua boca aveludada, deslizando sensualmente contra a dela.
Bella me deixava maluco. Ela era o meu tudo. Meu mundo. A cada dia eu me tornava mais consciente da presença dela em minha vida. Minhas mãos apertaram seus cabelos. Moldei-a ao meu corpo faminto. O elevador subiu lentamente. A qualquer momento alguém poderia entrar e nos flagrar. Mas eu não ligava a mínima para isso. Eu a queria agora. E eu a teria. O que começou como um momento, sem pressa e suave foi rapidamente crescendo num intenso turbilhão de sensações avassaladoras. Meus lábios se tornaram gananciosos, incitando, degustando, provocando. Sentir a boca macia contra a minha aos poucos me consumia. O elevador parou, as portas duplas de aço cromado se abriram. Segurei em seu braço, levando-a comigo. Minha mão tateando a procura da chave em meu bolso.
- Precisamos entrar minha linda, ou eu não respondo por mim.
Ela ficou na ponta dos pés e beijou o meu queixo. Um arrepio carregado de tensão sexual me percorreu de cima a baixo.
- Então pegue logo a chave, senhor Cullen, porque vizinhos sempre são muito, muito curiosos...
Enfiei a mão esquerda no bolso puxando as chaves de uma só vez, e abri a porta da cozinha. Ela entrou e eu acendi a luz, fechando a porta e trancando-a.
- Eu nunca estive aqui antes.
Disse Bella examinando atentamente o ambiente. Seus olhos vagaram pelo piso de porcelanato branco rajado, as paredes brancas, as janelas altas, os armários de madeira escuros, as bancadas em granito preto e vários eletrodomésticos de aço inoxidável.
- Se não gostar de alguma coisa nós podemos mudar depois.
- É perfeito. Mas agora...
Nossos olhares se encontraram novamente. O desejo e a luxúria se fundiam na necessidade premente que nos assolava.
- Quero você.
- Também quero você amor, — respondi.
Minha boca encontrou a dela num beijo feroz e, em um movimento rápido, deslizei o zíper do vestido para baixo, tirando a peça por cima e para fora de seu corpo, jogando-o no chão da cozinha. Ela tinha dito que não estava usando nada embaixo da roupa, mas eu tinha que ver... Salivei ao ver Isabella nua, só de sapatos de salto, me fitando com um misto de vergonha e despudor em seus olhos. Segurei os dois lados da minha camisa e puxei com força, arrebentando vários botões, deixando-a cair em qualquer lugar por ali.
Ela sorriu e me puxou, sua boca na minha, nossas línguas deslizando uma contra a outra. Pressionei meu pau doído contra seu corpo e ela gemeu baixinho, levando as duas mãos até minha calça, lutando contra o zíper.
- Eu preciso de você, Bella, — murmurei contra seus lábios, por entre o beijo.
Ela suspirou em minha boca, gemendo com a sensação dos seios nus contra os pêlos do meu peito. Seus dedos enfim abriram minha calça e ela puxou-a para baixo, fazendo meu pênis ereto pulsar ainda mais. Eu nunca tinha estado anteriormente com uma mulher que me fez sentir como se eu estivesse com alguém igual a mim. Mas ela me correspondia em cada palavra, em cada beijo, em cada toque. Nada mais existia além de nós dois naquela cozinha fria... Meu pau roçando no ventre plano. Com as mãos nos quadris de Bella, virei-a de costas para mim e coloquei as palmas das mãos delicadas sobre a bancada da cozinha mais próxima. Ela percebeu minha intenção e empinou a bunda linda.
- Você sabe o quanto eu quero você Bella? Todas as coisas que eu quero fazer com você, bebê? Diga-me, Bella. Diga-me para foder você agora, linda.
Pressionei meu pau duro contra sua bunda enquanto dizia isso em seu ouvido. Um soluço escapou de seus lábios. Gemendo alto, ela jogou sua cabeça para trás, os olhos fechados.
-Agora Edward. Venha. Estou pronta para você, amor.
PDV Isabella Swan.
A mão dele deslizou no meio das minhas pernas, me fazendo gemer e implorar por mais. Eu estava completamente molhada. Edward circulou meu clitóris lentamente, com a respiração ofegante. Inclinei ao seu toque e dois dedos longos me invadiram. A sensação era boa demais para ser explicada. Os toques insinuantes me deixando zonza. Arqueei meu corpo um pouco para frente, pressionando minha bunda ainda mais contra o pênis endurecido. Ele gemeu e lambeu minha orelha. Seu hálito morno me deixando fraca. Rebolei, pedindo por mais. Ele retirou a mão de minha vagina e me empurrou de leve, aumentando o ângulo da inclinação do meu corpo, a ponta do pênis agora pressionando minha entrada úmida. Meu corpo inteiro ansiava por aquilo.
- Me possua Edward, quero você dentro de mim Tigrão. Agora!
Ele agarrou meus quadris com as duas mãos e me invadiu. Uma só estocada. Forte, precisa. Gememos alto com a sensação dos nossos sexos unidos. Único, indescritível, perfeito. Eu estava completamente tomada por ele, que ia me alargando e pedindo passagem. Edward começou a falar coisas eróticas e aumentou os movimentos de vai e vem. Eu choraminguei, levando minha cabeça para frente junto ao granito. Ele me puxou para fora e enfiou-se profundamente de volta em mim. O som de nossos quadris se chocando, os gemidos abafados na cozinha, nosso reflexo no refrigerador de inox... Eu na frente, ele atrás. Meus seios balançando, ele me segurando. Nossos olhares presos um no outro. Ele quebrou o momento e passou a distribuir beijos pelas minhas costas, onde sua boca alcançava e eu estremeci involuntariamente. Nossos corpos se movendo no mesmo ritmo, na mesma dança, empurrando e puxando, entrando, saindo, retirando e voltando, um contra o outro. Mais uma vez os nossos olhos se encontraram eu quase me declarei. Quase. O amor transbordava como uma cachoeira em meu coração.
- Edward, eu...
- Você gosta disso amor?
Ele perguntou baixinho, com a respiração ofegante.
- Sim, muito...
Respondi com a respiração acelerada e entrecortada. Mais uma vez ele saiu do meu corpo e voltou para dentro de mim, me preenchendo toda.
- Eu imaginei isso Edward...
Ele deu um gemido gutural. Fechei os olhos.
- Você fantasiou... Isso?! Fantasiou que eu estava te comendo na cozinha amor?!
Sussurrou baixinho.
- Sim, muitas, muitas vezes...
- Porra Bella!
Sua voz soou desesperada e terrivelmente sexy. Senti o meu orgasmo se iniciando. Acho que de alguma forma ele também sentiu, pois levou uma mão até o meu clitóris, deslizando e esfregando aquele ponto com precisão. Os movimentos frenéticos dos nossos quadris aliados aos dedos libidinosos mergulhados em meu sexo, me levaram a loucura. Cerrei meus olhos com força, me deixando conduzir ao abismo do prazer. Eu sabia que não conseguiria segurar nem mais um segundo sequer.
- Isso princesa, goza pra mim.
- Eu estou tão perto...
Sibilei. Ele aumentou as investidas dos quadris e dedos, me fazendo perder a noção de tempo e espaço... me apertei toda em torno dele, o orgasmo me tomando completamente. Caí sobre a bancada, exaurida, devastada, e só não desabei no chão porque ele continuava me segurando, seu corpo sacudindo num espasmo violento, dominado pelo êxtase. Senti quando ele se contraiu, liberando seu jato quente dentro de mim, jorrando sua semente.
A única coisa que se ouvia eram o som de nossas respirações descompassadas. Ficamos em silêncio por um tempo, naquela mesma posição. Ele levou as mãos até os meus seios, friccionando os mamilos e me fazendo gemer baixinho outra vez. Nossos corpos perfeitamente encaixados. Ele inclinou-se sobre mim e falou enfatizando cada palavra:
- Agora eu vou te levar para o meu antigo quarto senhora Cullen e começar tudo de novo... Até você gozar outra vez.
Eu quase desfaleci só em escutar aquilo. Ele então me ergueu nos braços e me levou para dentro do apartamento.
Notas finais
Beijos
Kiki
Ps. Olha so, as reivews vão ser todas respondidas na próxima semana ok. A tiih esta super hiper ocupada e eu também, mais vão ser todas respondidas em breve.
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