Notas iniciais
Boa Noite meninas prontas para embarcar em mais uma aventura do nosso Edward Delicia Cullen.....

PDV Narrador.

Com a porta entre aberta e a mão sobre a maçaneta de aço inoxidável, Jasper suspirou pesadamente e levantou ligeiramente a cabeça, voltando a encarar Edward. Este permanecia impassível, sentado confortavelmente na imponente cadeira de couro de seu luxuoso escritório, na sede de sua empresa.

- Tem certeza disto Edward?

Tornou a perguntar.

- Certeza absoluta Jasper.

Respondeu Edward sem desviar os olhos do grosso relatório que estava lendo.

- Alice não vai gostar, você sabe.

Jasper disse, tentando ponderar.

- Alice não é problema meu.

Retrucou o empresário, dando de ombros.

- Ela é sua irmã, Edward!

Bradou Jasper.

- E sua mulher, então resolva o problema você, droga!

Jasper revirou os quase sempre tranquilos olhos azuis.

- Por que não deixa Isabella em paz?

Insistiu o loiro mais uma vez, sabendo que de nada adiantaria. Há anos que o seu cunhado estava obcecado pela melhor amiga de sua esposa.

- Não existe essa possibilidade.

- Está mexendo num ninho de vespas...

Falou Jasper tentando abrir os olhos do presidente da empresa, que abriu um meio sorriso torto.

- Aprecio sua preocupação, mas sei me cuidar.

Retrucou, ignorando o aviso do amigo.

- Tudo bem, eu desisto. Não está mais aqui quem falou. Mas se fizer a madrinha da minha filha sofrer, saiba que até eu vou ficar contra você, Edward!

Edward o encarou cético.

- Não importa se é o meu chefe ou não!

Bradou Jasper, entregando os pontos. Ao ouvir tais palavras, Edward calmamente fechou o calhamaço de papéis, ergueu a cabeça e o fitou com os olhos verdes duros e frios como o aço inoxidável.

- Você está cansado de saber que eu desejo aquela mulher com loucura. Vou fazer o que for necessário, jogar baixo e até sujo se for preciso, mas Isabella Swan será minha, Jasper! Bella vai ser minha esposa! A decisão está tomada.

Enquanto isso...

Bella observava da janela do avião a paisagem abaixo da aeronave. Os pontos minúsculos que ela sabia serem casas, estabelecimentos comerciais e edifícios. Seus pensamentos estavam muito distantes dali. Suspirou e percebeu que a música voltara a tocar novamente em seu Ipod... Talking To The Moon. Deu um suspiro e escutou mais uma vez.

http://www.youtube.com/watch?v=K59Tmrs9YD0

Talking To The Moon – tradução.

Conversando com a luaBruno Mars

Eu sei que você está em algum lugar lá fora
Em algum lugar longe
Eu quero você de volta
Eu quero você de volta
Meus vizinhos pensam que eu sou louco
Mas eles não entendem
Você é tudo que eu tenho
Você é tudo que eu tenho

(Refrão:)
À noite quando as estrelas iluminam meu quarto
Eu sento sozinho
Falando com a Lua
Tento chegar até você
Na esperança de que você esteja do outro lado
Falando comigo também
Ou será que sou um tolo aqui sozinho
Conversando com a lua?
Estou me sentindo como se eu fosse famoso
Dizem pela cidade
Dizem que fiquei louco
Sim, eu fiquei louco
Mas eles não sabem o que eu sei
Porque quando o sol se põe
Alguém está falando de volta
Sim, eles estão falando de volta

(Refrão:)
À noite quando as estrelas iluminam meu quarto
Eu sento sozinho
Falando com a Lua
Tento chegar até você
Na esperança de que você esteja do outro lado
Falando comigo também
Ou será que sou um tolo aqui sozinho
Conversando com a lua?

Ahh... Ahh... Ahh...
Você já me ouviu chamando?
(Ahhh... Ahh.. Ahh..)
Oh oh ooh oooh

Porque todas as noites
Eu fico falando com a Lua
Tento chegar até você
Na esperança de que você esteja do outro lado
Falando comigo também
Ou será que eu sou um tolo aqui sozinho
Conversando com a lua?

Ohoooo...

Eu sei que você está em algum lugar lá fora
Em algum lugar longe

--------

Era exatamente isso que ela havia feito durante tantas e tantas noites naqueles seis longos anos... Conversar com a lua e sofrer por causa de um amor platônico: Edward. Um homem que nunca fora e nunca seria seu. Resignada, desligou o aparelho e notou que a senhora sentada ao seu lado a observava com curiosidade. Tentando ser simpática, sorriu.

- Pra onde você está indo, querida?

Perguntou a gentil senhora.

- Para casa, respondeu.

- Em Whashigton?

- Não, em Richimond, na Virgínia.

- Meu nome é Heidi.

Falou estendendo a mão enrugada para Isabella.

- Isabella Swan. Muito prazer.

- O que estava fazendo na Itália?

Bella sorriu diante da curiosidade da idosa.

- Estava fazendo um curso. Faço faculdade de Belas Artes e a Itália é um imenso berço cultural nessa área.

- Tadinha! Tão longe de casa...

Bella afagou a mão da senhora amigavelmente.

- Não se preocupe, sei me cuidar.

- Quantos dias permaneceu por lá?

- Apenas dez dias.

- Ficou em Roma?

- Sim. Mas também fui a Milão e a Veneza. Adorei a experiência, mas estou feliz em voltar. Estava com muitas saudades de casa.

- E do seu namorado também, suponho.

Antes que Bella pudesse retrucar, a aeromoça avisou para os passageiros se sentarem e colocarem seus cintos, preparando-se para a aterrissagem.

No escritório da Cullen Ltda...

Encarando Edward, o seu cunhado deu um longo suspiro.

- Seis anos é muito tempo Edward...

- Sei disso melhor do que ninguém, Jasper, mas quero Isabella na minha cama! E nada vai me fazer mudar de idéia, portanto desista!

Jasper contou até vinte. E em seguida até trinta.

- Seja razoável Edward. Ela não quer nada com você!

Isso ele pagava para ver. Edward era conhecido pela sua fama de conquistador e já havia partido o coração e destruído sonhos amorosos de várias mulheres.

- Por enquanto...

Jasper gemeu em desgosto. Mais uma vez, Edward o ignorou.

- Agora providencie tudo o que for necessário para que aquele doutorzinho de merda desapareça das minhas vistas.

Mike Newton, filho de uma família local emergente, estava concluindo a faculdade de medicina e andava assediando Bella há alguns meses. Aquilo conseguiu irritar Edward de uma maneira absurda. Quem aquele imbecil pensava que era?!

Recentemente os dois eram vistos juntos com certa freqüência em eventos sociais e até mesmo em boates badaladas. As colunas de fofocas enalteciam o novo casal e especulavam sobre um futuro compromisso. Instintivamente ele trincou os dentes e volveu os olhos para Jasper mais uma vez.

- Já está tudo pronto. Uma bolsa de estudos completa será oferecida a ele do outro lado do país.

- Ótimo. E certifique-se de que o meu nome não apareça. A última coisa de que preciso agora é do idiota Newton estragando os meus planos.

Seu cunhado mais uma vez suspirou.

- Se eles se amarem realmente a distância não vai adiantar nada, Edward.

Inspirando profundamente, Edward cerrou os punhos. Estava acostumado a sempre conseguir o que queria e Isabella estava no topo da lista de suas prioridades. Só de pensar naquela doce e linda mulher, seu pau se agitava dentro da calça do fino terno.

- Não aprecio seus comentários Jasper, portanto, guarde-os para você mesmo.

Respondeu com secura, voltando sua atenção para o relatório em suas mãos. Jasper se deu por vencido.

- Ok. Se não precisa mais de mim, vou embora. Ainda tenho que brincar de casinha com a Kate quando chegar.

Edward sorriu ao lembrar de sua pequena sobrinha de apenas um ano e meio. Os cachinhos louros como os do pai e o sorriso com quatro dentinhos derretiam o coração de todos que a conheciam.

- Ser pai não é moleza...

Completou Jasper vendo a sombra de um sorriso no rosto de Edward.

- Dê um beijo nas duas por mim.

- Darei.

- Por que não aparece para jantar essa semana?

Convidou Jasper tentando quebrar o clima de tensão.

- Assim que estiver mais folgado eu apareço, pode deixar.

- Certo. Até amanhã, então.

- Até amanhã, Jasper.

A porta de sua sala foi finalmente fechada e ele encostou-se na cadeira, apertando a ponta de seu nariz com uma das mãos, num gesto claro de cansaço.

Carlisle Cullen, o pai de Edward havia construído a Cullen Corporation nos arredores da Virgínia, começando do nada. Quando jovem ele trabalhava dia e noite numa oficina de reparos elétricos e estudava a noite, devorando os livros e aprendendo tudo o que podia. Alguns a nos depois fundou a empresa e já era um homem muito rico quando casou com Esme Foster, designer e única herdeira de uma das famílias mais abastadas daquele estado. Assim a empresa havia se tornado Cullen Designe e Corporation após a união.

Edward, Emmett, três anos mais velho e Alice, cinco anos mais nova, haviam nascido em berço de ouro. Todos frequentaram as melhores escolas e conviveram com as melhores famílias, inclusive a família Swan.

No entanto, tiveram de conquistar com esforço seus lugares no mercado de trabalho. Emmett escolheu ser advogado e desde a Universidade, trabalhava com o pai, na parte jurídica da firma. Mas o interesse de Edward sempre estivera voltado para projetos arquitetônicos de grande porte. Ele se realizava ao reformar determinadas construções como museus, praças, etc. Edward contava apenas com vinte e quatro anos quando com a aprovação do pai, desligou-se da empresa familiar e montou a sua própria firma, de menor porte, mas igualmente bem sucedida: A Cullen Ltda.

Agora, quatro anos depois, ele decidira que chegara a hora de se casar. Edward sabia que poderia escolher qualquer moça da alta sociedade de Richmond, cidade aristocrata onde moravam ou de qualquer outra cidade das regiões vizinhas, mas ele já havia feito sua escolha há muito tempo atrás.

Bella.

Dando um longo suspiro ele recostou na cadeira de couro e moveu o pescoço para os lados tentando aliviar a tensão do dia.

Isabella Swan e Alice haviam estudado juntas desde pequenas e frequentavam assiduamente às casas uma da outra. E Edward estava sempre envolvido com as brincadeiras da irmãzinha caçula e por consequência, com Isabella. Ora puxando suas tranças ou implicando com seu aparelho dentário horroroso. No fundo ele se divertia achando que a melhor amiga de sua irmã nutria uma paixonite infantil por ele e isso continuou até um belo dia, seis anos antes...

Flashback On.


Eu estava com vinte e dois anos na época e tinha acabado de transar com Tânia, uma amiga da faculdade, quando me levantei da cama, vestindo apenas minha cueca boxer e caminhei até o banheiro, cômodo em comum entre o meu quarto e o de Alice. Meus pais não permitiam certas liberdades quando Alice estava por perto, mas naquele fim de semana, eles estavam fora da cidade.

Havia duas portas lá. Uma dava para o meu quarto e a outra para o da baixinha. E nós sempre combinamos que quando um estivesse lá, fecharia o acesso ao quarto do outro. Empurrei a porta e ela cedeu, o que fez com que eu não me preocupasse nem um pouco. Tornei a fechar a porta e passei a chave me virando e dando de cara com Bella, de frente para o espelho, os cabelos ainda úmidos, vestindo só uma calcinha de seda azul e olhos escuros cheios de lágrimas...

Aquela visão me paralisou no lugar e ao mesmo tempo algo mudou dentro de mim. Meu coração deu salto e meu corpo todo estremeceu. Ela estava maravilhosa... A menina de dezesseis anos havia se transformado numa linda mulher... Os seios redondos e rijos... Os quadris arredondados... O ventre plano... As pernas longilíneas e bem feitas... As coxas sedosas e lisas... A bunda empinadinha e redonda...

Engoli em seco diante aquela visão.

Céus! Era a imagem da tentação em forma de luxúria. Uma ninfa... A fantasia secreta de milhares de amigos meus e minha também lógico... Eu queria tomá-la ali mesmo, fazê-la minha... E eu soube naquele exato momento que teria ela. De qualquer jeito. Eu faria qualquer coisa, iria até o inferno para que ela fosse minha...

Me aproximei devagar e ela não se moveu. Afaguei seus cabelos úmidos e os afastei para trás de seus ombros, fitando-a diretamente nos olhos. As lágrimas rolaram silenciosas por sua face e eu fiquei preocupado.

- O que houve princesa? Alguém te machucou?

Perguntei ansioso. Só de pensar que um daqueles adolescentes fedelhos e insolentes podia tê-la machucado, eu tremia de raiva.

Ela negou com a cabeça.

- O que aconteceu Bella?

Tornei a perguntar e ela mordeu o lábio inferior numa atitude ingênua e extremamente sexy. Meu membro vibrou dentro da boxer e eu gemi involuntariamente.

Porra... Eu havia acabado de gozar. Como o meu corpo podia estar totalmente alerta, reagindo à outra mulher daquela forma?

O tempo pareceu parar naquele momento e ela lentamente virou-se de frente para mim, o que me incentivou a chegar mais perto. O silêncio era absoluto e apenas nossas respirações eram ouvidas...

Caminhei até ficar a centímetros dela e levei minha mão a um dos seios, acariciando de leve o mamilo com o polegar... Ela gemeu e jogou a cabeça para trás, me dando permissão para continuar...

Esqueci-me de tudo. Do mundo, de Tânia, de Alice... Só existíamos eu e Isabella naquele banheiro. Puxei-a para os meus braços, beijei-a com ardor. Ela colou o corpo ao meu e eu gemi outra vez... Ela queria me matar? Doce Jesus...

Beijei-a e continuei acariciando os seios rijos, erguendo-a um pouco e sentando-a sobre a bancada. Ela enlaçou as pernas em minha cintura, me envolvendo e eu senti claramente o calor de sua excitação. Gemi outra vez e pressionei mais ainda o meu pênis sobre a calcinha delicada...

Eu tinha certeza de que Bella era virgem e vibrei ao saber que seria o primeiro. Continuei a beijá-la, deixando-a sem fôlego, até que ouvimos a voz de Tânia a algumas batidas na porta.

- Edward? Está tudo bem?

Bella pareceu acordar de repente e me olhou em choque profundo, espalmando as mãos em meu peito e me empurrando para longe. Pego de surpresa, recuei alguns passos, aturdido, e me virei para a porta de onde vinha à voz de Tânia, vasculhando minha mente em busca de algo para dizer. Mas antes que eu pudesse abrir a minha boca, Bella já tinha desaparecido para o quarto de Alice e fechado o meu acesso até ela.

Desde aquele malfadado dia ela vivia me evitando e a nossa amizade nunca mais foi à mesma... E quanto mais ela fugia de mim, mais crescia em meu peito o amor que eu sentia por ela... Crescia tanto que chegava a doer.

Fim do Flashback.

Voltando a realidade, ele levantou-se abruptamente e pegou o paletó do terno risca de giz e o casaco cinza que estavam jogados displicentemente sobre o sofá. O móvel moderno e caro de veludo cor de margenta havia sido escolha de sua mãe.

Sem olhar para trás, o dono da Cullen Ltda. abriu a porta, apagou as luzes e saiu em direção ao elevador privativo. Depois da maçante conversa com Jasper, necessitava clarear as idéias, limpar a mente e ajustar os pensamentos... E para isso, nada melhor do que um drinque depois de um exaustivo e desgastante dia de trabalho.

Na garagem, dispensou o motorista e se acomodou ao volante do volvo prateado, afrouxando a gravata em seguida, jogando o paletó no banco do passageiro. Deu a partida e acelerou forte, baixando os vidros do veículo e deixando o frio ar da noite o atingir.

Notas finais
UAU Garotas já estamos estreando com duas recomendações feitas por: JennyDay e elispreta obrigado amores, E mais de 45 reviews, valeu meninas.

Gente lembrando que esta e uma historia INSPIRADA EM UMA OBRA DE Linda. Acho que não vou precisar sitar isto todas as vezes que postar nê.

Lembrando também que eu sou a Beta (reviso e posto)quem escreveu foi a Tiih_Cullen.

Beijos e até Sábado vou tentar postar mais sedo Ok.
Kiki