Casamento Sob Suspeita.
3 Capítulo 3 – Reencontro.
Notas iniciais
PDV Edward Cullen.
Velocidade... Outra de minhas paixões. A primeira era Isabella, sem dúvida alguma. Eu a amava a tanto tempo, que cheguei a pensar que enlouqueceria. E justo agora, quando Charlie Swan estava perdendo aos poucos o seu patrimônio para o vício do jogo e eu finalmente decidi agir, colocando-a contra a parede, o paspalho do Newton surge como novo namoradinho da herdeira Swan.
Mas eu iria me livrar logo daquele pulha. Apertei o volante com uma força desnecessária. Bella seria minha esposa muito em breve, embora ainda não tivesse a mínima consciência disto. Sorri ao pensar que não via a hora de largar de vez aquela minha vida promíscua e badalada vida de solteiro.
Sem tirar Bella de minha mente, dirigi para o bar do meu hotel favorito na cidade e parei na entrada, descendo e jogando a chave para o manobrista. Os meus carros eram os meus bebês: O volvo prata, o Audi preta e o Jaguar vermelho. O prédio do hotel era bastante antigo, datava da época das primeiras construções no Estado da Virgínia e acho que era por isso que eu gostava do lugar. Locais antigos sempre guardam boas histórias. A noite estava um tanto fria e andei com passos largos até a recepção, querendo tomar uma boa e reconfortante dose de uísque.
O local era bastante agradável. Dois funcionários antigos me cumprimentaram e me indicaram o caminho que eu já sabia de cor. Entrei no ambiente parcialmente iluminado, o som do piano bar atingindo meus ouvidos com os leves e suaves acordes da música clássica. Uma de minhas favoritas... Debussy. Sorri apreciando a música e notei que o bar não se encontrava cheio. Ótimo. Ambiente selecionado, uma boa música e algumas doses de uísque puro, eram tudo o que eu precisava para relaxar.
Algumas mulheres viraram as cabeças para me observar, me lançando olhares convidativos e sensuais, mas ignorei cada uma delas. Eu sabia que atraía as mulheres como um ímã, mas hoje especialmente eu não queria companhia, pois Bella estava de volta. Suspirei. Ela havia ido fazer um curso rápido na Europa, mas havia chegado hoje pela manhã. Como eu sabia disso? Eu sabia tudo a respeito da minha escolhida. Era minha obrigação observar, vigiar, ver e cuidar dela de longe se fosse preciso.
Pedi uma dose e entornei de uma só vez, chamando o garçom e pedindo outra, quando uma voz familiar chegou aos meus ouvidos, despertando minha atenção. O meu coração se aqueceu. Não... Não podia ser... Girei minha cabeça na direção daquela voz e procurei pelo rosto amado e conhecido. Lá estava ela... Linda. Perfeita como sempre. Isabella.
Por um instante o mundo parou e fitei-a fascinado. A pele, o rosto, os olhos castanhos, os longos cabelos... Perfeita. Não acreditei na minha sorte... Esbanjando charme, ela estava de pé, junto a uma mesa cheia de gente. Usava um curtíssimo vestido preto, que deixava o colo exposto, as pernas e boa parte das suas coxas de fora. Não era de nenhuma forma vulgar, mas totalmente sexy e capaz de fazer miséria com a fértil imaginação masculina. Qualquer homem em seu juízo perfeito gostaria de arrancá-lo de cima dela com as próprias mãos. Não preciso nem dizer que odiei o tal vestido!
Logo lhe ofereceram uma cadeira. Minutos depois ela estava com um copo de bebida em sua mão e começou a bebericar. Sentado numa das banquetas do bar, observei o grupo disfarçadamente. Eram umas dez pessoas que conversavam animadas e um rapaz moreno, de cabelos escuros, se inclinou na direção dela e sorriu insinuante. Aquela cena me deixou doente de ciúmes.
Apertei os punhos com força e estreitei os olhos ao ver Isabella beber tudo que havia no copo de uma só vez. Ela sinalizou para o garçom, que prontamente a serviu com mais um drinque. O que ela estaria bebendo?
Esperei o garçom se aproximar de mim e perguntei do que se tratava, visto que tinha uma coloração interessante... Era uma especialidade da casa: uma mistura de vinho do porto com frutas tropicais maceradas, erva-doce e um toque de mel. Passado mais algum tempo, ela acabou mais esse e solicitou outro. E por que estaria bebendo daquela forma, como se quisesse esquecer do mundo? O que aquela maluca estava querendo? Cair bêbada diante de todos? O teor de álcool contido no vinho do Porto é bastante elevado. Suspirei exasperado e resolvi ir até lá.
Paciência nunca foi o meu forte mesmo. Me levantei e decidido a intervir. Dei alguns passos e deparei com o par de olhos castanhos. Ela tentou, mas não conseguiu esconder a surpresa, e em seguida desviou o olhar, fazendo um carinho insinuante no ombro do rapaz ao seu lado. A raiva que me atingiu era vermelha, quente, intensa e poderosa.
Parei ao seu lado, lutando para me controlar e ela ergueu o queixo, me fitando numa atitude desafiadora.
- Não acha que já extrapolou? Isso é vinho não suco de uvas.
Questionei sério.
- Não.
Tomei o copo de sua mão. Ela me encarou com raiva.
-Você não é o meu pai!
Exclamou raivosa. Me encostei no bar e sorri displicente.
- Mas posso fazer o papel dele se for preciso. Sou mais velho que você.
Falei com um toque de ironia na voz.
- Seis anos apenas.
Retrucou. O rapaz me fitou curioso e abriu a boca para dizer algo, mas o meu olhar assassino fez com o que o mesmo se calasse e logo em seguida pedisse licença e saísse. Nossos olhos encontraram-se mais uma vez e permaneceram assim por algum tempo. Embaraçada, ela desviou os olhos e fitou o copo vazio.
Puxei-a pela mão e Bella se deixou levar como uma criança que é guiada por um dos pais. Nós nos afastamos um pouco do grupo, mas a conversa entre as pessoas continuava animadamente. Levei minha mão até o seu queixo, erguendo sua cabeça, obrigando-a a me fitar. Bella corou e os olhos castanhos passearam pela minha camisa branca, o colarinho aberto, pelos meus ombros. Ela estava me avaliando e aquilo me agradou muito. Esperei com a respiração suspensa que seus olhos terminassem o percurso, mas no fim, ela desviou o olhar e permaneceu calada. O garçom se aproximou e eu pedi que trouxesse água com gás. Em minutos o rapaz retornou e olhou um pouco mais do que deveria para Bella, o que me fez dar um pigarro em advertência. Rapidamente ele se afastou e nos deixou a sós.
- Tome. Beba Bella.
Falei colocando o copo bem a sua frente. Ela me encarou e nós medimos forças por alguns minutos, mas dando de ombros ela desistiu e aceitou a bebida sem fazer maiores objeções.
Depois de tomar tudo, fez uma careta e empurrou copo para longe. Bella ficou de pé, mas em seguida, sentou-se outra vez. Percebi que devia estar tonta.
O grupo se aproximou e nos cercou, mas o rapaz moreno ficou um pouco mais atrás. Ótimo, ele havia entendido que Bella era território meu. Uma das garotas se aproximou e colocou a mão em meu braço, com franco interesse.
- Que tal irmos todos para um lugar um pouco mais agitado?
Perguntou sorrindo. Devolvi o sorriso. Eu conhecia de cor aquele jogo. Enquanto ela se empenhava em conseguir minha atenção, o amigo se encarregaria de Bella. Mas na arte da sedução eu tinha pós-graduação e doutorado.
- Hum?
Respondeu Bella esforçando para se concentrar na conversa. Retirei a mão da jovem do meu braço e levei até os lábios depositando um beijo casto, soltando-a em seguida.
- Não, obrigado.
Respondi indo até Isabella, inclinando-me para frente e passando a mão sobre os ombros dela. O toque me causou agradáveis arrepios.
- Vou levar Bella para casa.
Ela fitou a moça e sacudiu de leve a cabeça, confirmando. Sorri satisfeito por ela ter concordado ao menos uma vez comigo e novamente me afastei levando-a e guiando-a até o lado oposto do bar. Observei pelo canto do olho que o rapaz estava decepcionado e que eles estavam indo embora. Já vão tarde! Ajudei-a a sentar e me acomodei a sua frente. Ela me encarou com os olhos frios.
- Não precisa me levar para casa Edward. Não sou mais criança e não estou bêbada.
Sorri complacente. Uma vez rebelde, sempre rebelde.
- A mesma pestinha implicante de sempre.
Respondi divertido. Do ângulo em que eu estava sentado podia perfeitamente ver o início de seus seios, revelados pelo decote do sexy vestido. Como eu queria levá-la embora dali, arrancar aquela segunda pele que a cobria parcamente e me afundar em seu corpo macio até ficar completamente esgotado. Com essas idéias, o meu pau vibrou e mudei de posição tentando disfarçar minha ereção gritante.
- Vá se danar!
Exclamou com um meio sorriso.
- Se é dos problemas que está fugindo, beber não vai adiantar nada.
Eu falei e ela sorriu sarcástica.
- Falou o grande sabe tudo, Edward Thomas Cullen.
Suspirei.
- Bella...
- Por que você se incomoda então?
Eu não esperava por esta pergunta. O que eu iria dizer? Por mais que eu a amasse, tinha de ser cuidadoso e agir com cautela.
- Não sou seu inimigo, Isabella.
Ela não me respondeu. Resolvi mudar de assunto.
- Onde está o seu namorado?
Me odiei por fazer aquela pergunta, mas eu tinha que saber. Ela revirou os olhos de um modo engraçado.
- Mike não é meu namorado. Nós apenas saímos juntos de vez em quando.
Respondeu dando de ombros e as suas palavras foram como um bálsamo em minha alma atormentada pelo ciúme.
- Vamos lá. O que foi que o Newton fez?
Ela fez uma careta e em seguida desviou o olhar.
- Vocês brigaram?
- Não é da sua conta.
Respondeu emburrada.
- Uma briguinha besta de namorados ou foi algo mais sério?
Eu sabia como provocá-la desde criança.
- Cale a boca Cullen! Você não sabe de nada.
- O que está acontecendo Bella? Talvez se sinta melhor se falar sobre o que está lhe incomodando.
- Será Edward? Será que ao menos uma vez você seria capaz de me entender?!
Sua voz soou amarga. Assim que proferiu aquelas palavras, Bella ergue-se novamente, mas não conseguiu dar dois passos e cambaleou. Rapidamente eu a segurei, passando um dos meus braços em torno de sua cintura e joguei uma nota de cem dólares em cima da mesa. O garçom poderia ficar com o troco, porque agora eu iria cuidar dela... Minha paixão, minha futura esposa.
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PDV Isabella Swan.
Despertei meio zonza e desorientada. Tentei abrir os olhos mais pareciam que mil faíscas perfuravam minha vista. Que barulho infernal era aquele que martelava incessantemente?! Respirei devagar e aos poucos conseguir abrir minhas pálpebras. Segundos depois meus olhos se arregalaram em choque. Que. Droga Estava. Acontecendo. Ali?!
- Onde eu estou?
Falei para mim mesma.
- Ai!
Bastou um movimento para eu descobrir que o barulho que me incomodava era minha cabeça, latejando sem parar. A dor parecia que ia me consumir.
- Droga!
Naquele momento senti minha boca subitamente seca. As cortinas brancas e forradas, as paredes num tom pêssego, os lençóis de seda marrons e caros, iguais aos que eu usava em minha cama. O ambiente era estritamente masculino.
Tentei me levantar, mas meu estômago embrulhou e voltei a me deitar. Um suor frio escorreu pelas minhas costas. Puxei o lençol até o pescoço e levantei, olhando embaixo do tecido e me dando conta que a única peça de roupa que eu usava era minha minúscula calcinha preta de seda.
- Céus! O que eu fui fazer?!
Minha mente trabalha depressa. Onde eu estava santo Deus?! Tentei desesperada recordar alguma coisa sobre a noite passada, mas não consegui. Será que... Não! Meus olhos quase saltaram das órbitas com aquele pensamento.
Não era possível! Você perdeu sua virgindade com um desconhecido, sua tonta?! E agora?! Minha consciência me acusava. Tudo parecia bem. Não sentia dor no corpo, ardência e nem o meu corpo estava mole e relaxado, como Alice muitas vezes me descrevera que ficava sempre que ela e Jasper transavam.
Procurei meu relógio de pulso e não encontrei. O sol já estava alto e penetrava no quarto pelas enormes vidraças e pelas cortinas. Que horas seriam? Eu sabia que hoje era sábado, mas o que quer que houvesse acontecido ontem a noite ainda era um mistério. O que teria acontecido?!
- Merda!
Vagamente a imagem de Edward penetrou em meu cérebro. Eu teria o encontrado ontem à noite ou aquilo seria como de costume parte de um louco sonho ou de um estranho pesadelo? Pressionei minhas têmporas doloridas. Céus... O que eu não daria para voltar no tempo até a noite de ontem.
De repente um suspiro baixo chamou minha tenção. Virei a cabeça para a esquerda e arregalei os olhos, dando um pulo devido ao susto e apertando fortemente o lençol contra mim.
- GAH!
- BU!
Prendi a respiração... A última pessoa na face da Terra que eu queria encontrar, o homem que eu amava e desprezava desde os meus dezesseis anos, o irmão da minha melhor amiga, o homem deslumbrante que assombrava os meus sonhos à noite, encontrava-se displicentemente sentado numa poltrona de um dos lados da cama... Ele! Em carne e osso, músculos e muita, muita sensualidade.
- Não sabia que você falava sozinha. E não precisa me olhar assim. Sou eu em carne e osso e não um fantasma.
Falou divertindo-se. Eu estava estupefata. Edward Thomas Cullen estava sem camisa usando apenas uma calça jeans desbotada e justa. Seus lindos cabelos castanhos acobreados ainda molhados respingavam sobre seu peito definido e suas costas. Seu olhar era carregado de sensualidade e seu sorriso matreiro. Doce Jesus... Era um sonho. Tinha de ser um sonho!
Sem conseguir resistir corri meus olhos pelo corpo magnífico daquele homem lindo... Os ombros largos, o peito magro, mas definido. Fui descendo para o abdômen estreito, acompanhando a trilha de pêlos claros que desaparecia sob o cós da calça. Minha respiração acelerou e apertei o lençol com mais força.
As pernas rijas, o queixo firme, o volume escondido pela calça jeans, levando a minha mente a quase ter um colapso. E finalmente o eu rosto perfeito, uma mistura de modelo com as definições de um anjo. Que homem no mundo não daria tudo para possuir um rosto como aquele?! Meu coração batia fervorosamente enquanto ele me dava um sorriso torto desconcertante.
- Pode olhar à vontade, princesa.
Ele disse zombeteiro e eu corei até a raiz dos cabelos.
- Eu... Eu...
- Hum... Bom dia, Bella.
- Eu...
Ele sorriu cinicamente.
-Nem um bom dia? Puxa, estou decepcionado. A nossa noite realmente acabou com as suas ásperas e ferinas palavras.
Gelei.
- Nos, nossa noite?
Falei sentindo um arrepio gelado percorrer minha coluna espinhal de cima a baixo. Ele cruzou os braços sobre o peito e me fitou divertido.
- Sim.
- Como assim?!
Ele sorriu lascivo.
- Onde você acha que está Isabella Marie Swan?
- Não faço idéia.
Respondi seca.
- Em meu quarto, linda, na minha casa. Não se lembra mesmo?
Falou com sua voz de veludo e um arrepio me percorreu inteira, mas esse não tinha nada a ver com o primeiro... Pelo contrário. Meus seios reagiram instantaneamente.
- Como? Onde? Eu? Nós? Quando?
Não consegui completar a frase. Balancei a cabeça de um lado para o outro, sentindo um certo pânico tomar conta de mim, fazendo as borboletas saltarem no meu vazio estômago.
- Não. Não me recordo de nada Edward.
Ele lambeu os lábios e eu quase me derreti.
- Que pena...
Completou me deixando de orelhas em pé.
- Co- como eu vim parar aqui?
- O que diria se eu contasse que você se atirou nos meus braços?
Falou sorrindo. Eu estava paralisada, aterrorizada diante de tal possibilidade. Ele então levantou e me deu as costas indo até o banheiro anexo e voltando em seguida com um copo d’água e uma caixa de analgésicos. Agradeci a Deus por aquilo, pois alguém lá no céu com certeza tinha ouvido as minhas preces. Peguei a caixa das mãos dele que me olhou interrogativamente.
-Não exagere.
Falou. Era bom que os comprimidos fizessem efeito rápido. Tomei dois de uma vez e estendi o copo para ele. Nossos dedos se tocaram levemente, mas foi o suficiente para que um arrepio eletrizante transpassasse meu corpo. Engoli em seco e o fitei.
- Por favor, Edward, me responda.
- Claro.
Era óbvio que estava se divertindo.
- Exatamente como eu vim para aqui, no seu quarto?
Coçou o queixo e barba por fazer. Cretino! Contei até dez para me acalmar ou ele não abriria a boca.
- Bella...
- Se eu me lembrasse não precisaria perguntar a você!
Falei exasperada.
- Viemos juntos no meu carro quando deixamos o hotel.
Hotel... Eu me recordada vagamente. Será que bebi além da conta? As peças ainda não se encaixavam.
- O Richimond’s.
- Sim. Perguntei ao manobrista pelo seu carro, mas ele disse que você tinha ido de carona.
- Sim, cheguei de viagem ontem e não quis dirigir.
Concordou, cruzando os braços sobre o peito.
- Mas por que não me levou para casa?
Questionei friamente, enquanto ele abria um largo sorriso.
- O meu apartamento ficava mais perto e eu também achei que você não iria gostar que Charlie lhe visse no estado alcoólico em que se encontrava.
Edward sempre chamara papai pelo primeiro nome. Enrubesci todinha ao entender o duplo significado da frase. Nós havíamos transado?! Bom, a defesa é sempre o melhor ataque, por isso bradei em alto e bom tom:
- Você é desprezível Edward Cullen! Me trouxe aqui para abusar de mim, seu... Seu aproveitador!
Falei dando um salto e esquecendo momentaneamente que me encontrava quase nua. O lençol caiu e senti os olhos dele cravados nos meus seios e percorrendo todo o restante do meu corpo. Me baixei mais que depressa e peguei o lençol, me enrolando nele. Desci meus olhos para sua calça e volume lá era grande. Engoli em seco.
- Relaxe Bella. Eu nunca precisei abusar de mulher nenhuma em minha vida, muito menos de você.
Maldito! Ele estava se referindo aquela noite, seis anos trás quando meu corpo traidor praticamente implorara para que ele me possuísse. Estreitei os olhos, indignada.
- Não quero saber os detalhes da sua vida libertina Edward!
Cuspi com raiva. A lembrança dele com outras me deixava mal. Suspirei resignada.
- Escute aqui...
- Escute você Isabella. Bebeu demais ontem à noite. Tanto que quase caiu no meio do bar por duas vezes.
OMG! Senti meu estômago revirar novamente.
- Eu trouxe você aqui para evitar que desse um grande vexame e que esse seu lindo rostinho fosse o alvo das colunas sociais de fofocas de toda Richimond´s hoje. Portanto que tal você me agradecer em vez de ficar aí apenas bancando a donzela frágil, puritana e indefesa?!
Notas finais
Beijos até Quarta.
Kiki
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