Casamento Arranjado?

14 Capítulo 13 - Biscoito Da Sorte(Ou Não)


Notas iniciais
Primeiramente, peço desculpas. u.u
Segundo, eu voltei, e por favor me perdoem pela demora.
Demorei um pouco pra escrever, mas saibam que eu perdi um domingo de sol pra ficar escrevendo, por que eu amo todos vocês ♥
Espero que gostem, e tenham uma boa leitura!

Casamento Arranjado? – Capítulo 13 – Biscoito Da Sorte(Ou Nao)

Tic...

Tac...

Tiic

Taac...

Tiiic…

Taaac...

TRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM!!!!!

- AAAAAAHH!!!

Puum!

- Aii…

Droga! Eu acabei de cair da cama… O maldito despertador está tocando sem parar!

Mas por quê que ele está...

- AAAH!!! SÃO 7 E 15!!! ESTOU SUPER ATRASADA!!

Joguei os cobertores pro alto e pulei da cama. Corri pro banheiro e tirei o pijama em milésimos de segundos e pulei no chuveiro do banheiro. Tomei o banho mais rápido da minha vida e peguei uma toalha estendida no Box. Depois de seca, escovei meus dentes e corri pro quarto. Peguei o meu conjunto de roupas da escola que estava estendido em cima de uma poltrona e o vesti.

O uniforme era muito bonito, eu usava uma blusa branca de seda por baixo do colete vermelho com detalhes dourados em todas as laterais, o bordado tinha o símbolo da escola, que era um conjunto de notas musicais com algumas partituras. A saia era preta com as laterais também bordadas de dourado, e as sapatilhas pretas com as fivelas douradas. Tinha um laço (que podia ser trocado de acordo com a quantidade de cores que você tinha. Eu, no caso, tenho todas as disponíveis).

Peraí. Quem é que deixou essa roupa pra mim?

Aaahrg! O despertador ainda não parou de tocar!

Não pensei duas vezes em pegá-lo e o jogar em um canto qualquer. Acidentalmente ele caiu e fez um barulho enorme quando quebrou na porta. Ouvi um grito do lado de fora da porta, e paralisei quando o ouvi. Era um grito feminino, isso eu tinha certeza.

- O-ohayo, Hime-sa-a-ma!

Minha empregada, Aoki Lápis tinha cabelos azuis e um bom humor diário, mas desde pequena insistia de chamar de “Hime-sama”. Tinha um rosto inocente, mas era uma pessoa totalmente maliciosa, a mente mais poluída que eu conheço. Mas tinha um coração de ouro, isso sim.

- Hime-sama! O que aconteceu?!

- Desculpe Aoki-chan! Estou atrasadíssima! – Corri pro banheiro e peguei uma escova de cabelo, e fui penteando enquanto andava até o quarto.

- Eu sei Hime-sama, foi por isso que eu deixei seu uniforme separado na poltrona enquanto você tomava banho. – Disse com um sorriso, enquanto dobrava os cobertores.

- Arigatou, Aoki-chan! Tenho que ir! – Peguei minha bolsa e meu material escolar e sai correndo pra cozinha.

- Hai, Hime-sama!! – A ouvi gritado enquanto eu corria pra cozinha.

Peguei uma fruta qualquer e corri para a porta, abri e antes de sair gritei “Arigatou, Aoki-chan”, e ela respondeu “Até, Hime-sama”, quando eu fechei a porta. Desci pelo elevador, que parou apenas algumas vezes para pessoas entrarem, as quais eu cumprimentei com um “Ohayo”.

Quando cheguei ao estacionamento, corri para o carro e quase bati nele quando o encontrei. Ia pegar a chave do carro no bolso, quando me lembrei que estava de saia. Peguei minha bolsa e comecei a procurá-la. Impaciente, a coloquei sobre o capô do carro, que fez um barulho com o peso, e logo a encontrei. Abri o carro e em segundos já estava nas ruas.

Não sei se já ouviram falar, mas o transito de Tóquio é ENORME. Você está parada no sinal vermelho e quando olha pro lado você vê pessoas diferentes e carros, e quando olha pro outro você vê pessoas diferentes e carros também. E na frente e atrás também!

Sorte que o colégio fica a mais ou menos 20 minutos da minha casa... Mas, considerando que eu estou atrasada, e que as aulas começam 8 horas...

Eu estou ferrada!

Imagina a cara da Rin e da Luka quando eu chegar atrasada...!

Elas vão me matar!

E quando minha okaa-san e meu otou-san souberem?! Meu histórico pode ficar manchado! E por que eu acordei atrasada?! Por que eu fui dormir tarde por causa daquele maldito, irritante, baka, alien pervertido do...

- Peeeen!!!

Uma buzina do carro detrás tocou impaciente, e dei um pulo, assustada. Olhei pra trás e vi um homem com terno levantando as mãos pra cima, irritado. Voltei-me ao volante e segui caminho até a escola.

Alguns minutos depois vi os grandes portões da escola, tentei achar uma vaga no estacionamento (o que raramente acontece, por isso que eu estaciono na frente do colégio) mas por sorte vi o carro da Rin perto da porta do colégio, segurando uma vaga pequena, que certamente dava pro meu carro. Estacionei e tive um pouco de dificuldade pra sair, mas ser magra ajuda. O que não ajuda é uma bolsa enorme que você tem que tirar de um lugar minúsculo !

As portas principais estavam quase se fechando, já que eram automáticas, e quase fiquei entalada ali. Comecei a correr pelos corredores, subindo até o 3º andar, e quando dobrei o corredor e avistei minha sala, já estava arfando.

Meu coração quase parou de bater (considerando que isso seria impossível já que batia muito rápido) quando avistei o professor de História. Ai.Meu. Pobre. Coração...

Só uma palavra estava na minha mente: Corre!

Comecei a correr, e tentei não fazer muito barulho, mas as sapatilhas não ajudam. Quando o professor notou o crescente barulho na sua direção, olhou para a frente, já que parecia estar distraído, e pulei dentro da sala de aula.

É agora. Luka e Rin vão querer me matar.

Por falar nelas, essas estavam nos seus lugares olhando para a porta, provavelmente me esperando. Quando elas me viram, tiveram duas reações: Uma: Miku, você chegou! Dois: Nós vamos te matar, isso é um fato.

Ainda estava arfando, mas me arrastei com as minhas últimas forças nas pernas pra minha cadeira. A classe tinha quatro fileiras, e sete alunos em cada uma. Eu sentava na terceira cadeira ao lado da janela, Luka na minha frente e Rin do meu lado.

Quando eu sentei e elas se aproximaram com olhares mortíferos, e começariam a me dar o sermão, o professor chegou.

Salva pelo gongo! Não literalmente, mas...

- Bom dia, alunos.

- Bom dia, professor. – Disseram todos os alunos em um coro preguiçoso.

- Credo, eu tenha de professor girafales pra vocês me receberem assim? – Disse em tom zombateiro enquanto abria a pasta.

Alguns alunos riram, outros estavam quase dormindo. Eu tinha até certa dó deles, mas alguns ficavam até tarde acordados por livre e espontânea vontade.

- Muito bem, entreguem os trabalhos que eu pedi na sexta feira.

Nós três nos entreolhamos, tendo uma conversa silenciosa de quem se daria ao trabalho de levantar e ir até a mesa do professor. Rin pegou o trabalho debaixo mesa, enquanto eu tirava o meu da mala. Luka já estava com o trabalho em mãos.

- Eu fui na última vez. – Ela estendeu o trabalho na nossa direção, e caiu na minha mesa – Agora é entre vocês duas. – E se espreguiçou na cadeira, em seguida cruzando os braços e colocando a cabeça por cima, nos observando.

Olhei pra Luka, mas ela apenas colocou o trabalho em cima do da Rin. Fiz uma cara de interrogação e tombei a cabeça pro lado esquerdo.

- Eu vou na próxima. E você nos deve explicações, senhorita. – Disse com os olhos estreitados. De repente veio uma idéia na cabeça, como uma lâmpada acesa que acabou de acender.

- Esqueceu que você também me deve? Lembra da aposta? Você não conseguiu cumprir, e tem que fazer algo que eu mandar.

- Ih, ferrou. – Rin disse, mas logo escondeu o rosto no braços.

O fato de fazermos tanta “festa” pra entregar os trabalhos é que geralmente acabamos encontrando uma amiga e ficamos conversando até o professor pedir pra sentar. E isso acontece mais comigo do que com elas duas juntas.

- Eu quero que você entregue todos os meus trabalhos até o fim do ano.

- Há respeito sobre a aposta, eu não teria tanta certeza... – Ela se virou pra frente e jogou os longos cabelos rosa claro pro lado.

- Como é?! – Rin e eu falamos, quer dizer, gritamos. Entreolhamos-nos de boca aberta.

- Mais alguém vai entregar os trabalhos? – O professor perguntou antes de nos dizermos qualquer coisa. Levantei-me num pulo (o que está virando costume pra mim) com os trabalhos em mão. Caminhei rapidamente até a mesa do professor e quando ia colocar os trabalhos na pilha de deles, acabei derrubando o trabalho de outra pessoa.

- Gomen, eu...

Abaixei-me pra pegar o trabalho, olhei pra pessoa ao lado e paralisei na hora. Era Meiko.

Já esperava que ela começasse a falar mal de mim indiretamente, mas ela apenas se abaixou, pegou o trabalho e o colocou na mesa. Antes de se virar e ir embora, ela olhou pra mim com olhos vagos e densos, e não soube o que ela quis passar com isso.

Voltei ao meu lugar e a aula começou.

Três horas depois...

Segunda-feira. Dia chato e entediante para muitas e muitas pessoas do mundo todo. Geralmente eu tenho aulas legais e chatas, mas a única coisa que quebra o dia é a hora do lanche e da saída. Agora era hora do lanche.

Infelizmente parece que travamos batalhas intensas de empurrões e gritos pra chegar até a cantina. É, isso é trágico. O pior é que ficou pra mim a “missão” de pegar os lanches hoje.

E como eu não esqueci de jantar ontem, peguei dois lanches.

Luka disse que contaria tudo o que aconteceu ontem com ela, mas só se eu pegasse o lanche dela. E Rin, que não é besta nem nada, concordou com ela.

A fila estava um pouco grande, mas teve um dia que ela chegou até a porta da saída, juro, e tirei fotos. Consegui pegar o lanche depois de alguns minutos, e fui pra a árvore que costumamos ficar no intervalo. Era uma árvore meio afastada da cantina, o que quer dizer que eu tinha que caminhar pra chegar até lá.

Quando cheguei lá, Luka estava sentada revirando os olhos de braços cruzados, enquanto Rin andava de um lado pro outro, emburrada. Elas me viram e vieram pegar os lanches, me puxando pra perto delas. Quase ficaram com os olhos esbugalhados com os meus dois lanches. Contei pra elas que esqueci de comer ontem, mas achei melhor contar depois que Kaito veio em casa e roubou meu primeiro beijo. Rin estava nervosa demais pra saber da notícia da Luka, e se eu contasse que também tinha uma notícia muito importante, ela cairia dura no chão de tão nervosa. Fazer o quê? Ela tem pavio curto...

- Agora desembucha Luka! – Disse Rin, que deu uma mordida grande no croissant.

- Dá pra ter calma?

- Luka – Eu disse – Conta logo, por favor. Senão eu vou ter que repensar no que devo pedir pra você fazer. – Ajeitei-me perto dela, com cuidado pra não sujar a saia.

- Ah, você vai ter que pensar de novo mesmo... – Deu de ombros e deu uma mordida no lanche – Bem, por onde eu começo...

P.O.V. Luka

Tinha acabado de deixar Rin na casa dela quando minha mãe me ligou uma segunda vez, dizendo que eu estava atrasada, e eu disse que estava perto.

Um tempo depois cheguei em casa. Era um condomínio chique, e as casas eram grandes e de frentes uma pras outras. A minha era a última da rua, a maior e era de frente (quando se entrava ali).

Dirigi até lá e entrei na garagem. Notei que tinha um carro desconhecido ali também, mas veio a lembrança da minha mãe me ligando. Devia ser uma visita pra ela estar agitada.

Entrei em casa pela cozinha, e ouvi umas vozes conhecidas na sala de estar. Andei até lá, sem fazer muito barulho com o meu salto. Chegando lá, quase desequilibrei e cai: Era a família do Gakupo e da Gumi.

Duas perguntas: Como e por que eles estavam ali?

Eu poderia ter ido pela escada dos empregados da cozinha, que ficava perto da geladeira e da porta da lavanderia, que dava acesso ao segundo andar! Aí eu não encontraria essa “surpresa” que a minha mãe fez. Fico me perguntando se ela planejou isso ou se foi de surpresa também.

Gakupo estava rindo, e virou o rosto, e acabou me vindo. Ele pigarreou e todos voltaram seus olharem pra mim. Gumi primeiramente sorriu e veio me abraçar, toda feliz. Minha mãe veio em seguida, e quando me abraçou, sussurrou no meu ouvido que poderia explicar tudo, e pediu para me comportar na frente deles. Meu pai e o de Gakupo estavam conversando, e pararam quando cheguei. Meu pai veio logo depois, e me deu um abraço apertado.

O pai de Gakupo era sério, mas sorriu ao me ver. Cumprimentou-me normalmente, dizendo coisas comuns quando se cumprimenta alguém. Gakupo veio logo em seguida e deu um breve beijo na minha bochecha. Com certeza ele deveria lembrar-se da última vez que nos vimos, na festa da Meiko. Acabamos bebendo demais e ele quase me beijou.

- Luka-chan, que bom que você finalmente veio! – Disse Gumi, e entrelaçou nossos braços, contente. Gumi e eu somos boas amigas, desde a infância, e estávamos até na mesma classe. Só que por causa de sua família, ela acaba se afastando um pouco das pessoas.

- Bom Luka, já está na hora do jantar, e eles são nossos convidados essa noite. Vamos jantar? – Minha okaa-san, que era uma cópia minha e vice-versa, nos guiou para a sala de jantar.

Fomos para a sala de jantar e minha okaa-san deixou que eles escolhessem os lugares, e nos entreolhamos, seu olhar dizia: Seja educada, te explico depois.

Infelizmente, Gakupo acabou sentando do meu lado. Na mesa retângular, ficou assim: Na ponta, meu otou-san do lado esquerdo dele era a minha okaa-san, e do lado direito o pai de Gakupo, do lado dele, Gumi. Na outra ponta estava Gakupo, e eu do seu lado esquerdo, fiquei ao lado da minha okaa-san.

Droga.

As empregadas vieram e serviram em silêncio, enquanto nossos pais conversavam animadamente.

O jantar seguiu sem muitos problemas, apenas olhares discretos de Gakupo sobre mim. Percebi algumas indiretas de nossos pais, mas ignorei ou fingia que não tinha entendido.

Quando chegou a hora de eles irem, o telefone tocou e eu fui atender. Chegando na sala, peguei o telefone e quando disse alô, a pessoa do outro lado desligou. Só podia ser trote, isso sim. Quando me virei, bati em alguém. Dei um passo pra trás e vi que era a pessoa que eu menos queria ver: Gakupo. Ele estava com uma cara de sério, e se aproximou mais de mim, e eu fui recuando e recuando, não sei por que, acho que foi instinto. Aquele perfume dele era forte, e deixava minha cabeça fora de si, do meu estado normal.

Ele acabou me prensando na parede, com os braços ao lado da minha cabeça, e olhei para os lados, e por sorte ou não, ninguém estava ali.

- O que pensa que está fazendo?!

- Você se esqueceu de uma coisa ontem... – Disse no meu ouvido, e me segurei pra não estremecer — E fiz questão de vir aqui te devolver.

E então antes que eu percebesse, ele se jogou sobre mim e me beijou. Ele manteve os olhos fechados, mas algo dentro de mim pedia pra deixar aquele beijo rolar e o outro implorou pra empurrá-lo.

É claro que eu segui o segundo lado.

Reuni toda a minha força nos braços e o empurrei, mas ele quase me puxou junto, e me distanciei dele, depois me virei e saí dali. Já tinha me despedido deles mesmo, então não precisava sair. Deixei isso com minha okaa-san e meu otou-san, já que eles é que inventaram isso.

Subi pro quarto, tomei um banho relaxante, porém rápido já que estava tarde, e quando estava penteando meu cabelo cheio de nós, minha okaa-san apareceu no quarto. Ela disse que não podia ter contado por que meu pai queria fazer surpresa, e que eu estava de parabéns (coisa que ela não falava muito) e que compraria um livro novo pra mim amanhã.

P.O.V. Luka off

- Ser rica e filha única têm suas vantagens, isso sim. – Luka se vangloriou, jogando os cabelos pro lado.

- E você ficou com o Gakupo! – Eu disse. – Acabou sem querer cumprir a aposta.

- Atrasada, mas eu cumpri.

- Isso não vale! – Fiz bico.

- Ahh, deixa ela, projeto de alho-poró... O sinal já vai tocar e a gente ainda ta aqui... – Rin se espreguiçou e levantou, tirando a sujeira da saia.

Levantamos-nos e por fim começamos a caminhar de volta ao prédio da escola.

- EI! – Disse e parei subitamente de andar, fazendo Luka e Rin que estavam atrás de mim trombarem nas minhas costas. E devo dizer que elas são pesadas!

- O que foi? – Perguntou Luka, indo pro meu lado.

- É, o que foi?

- Vocês se lembram do que aconteceu sábado?

- Claro. Aposta, festa, bebida, “acidentes” – Rin gesticulou os dedos essa última parte – Trabalho, Meiko, hum, ta faltando mais alguma coisa?

- Se lembram dos biscoitos da sorte?

- Aaah! Eu me lembro sim...

- Eu também.

- Eles estavam certos na previsão!

- Verdade!

- Não todos. Pra e pra Luka sim, mas pra você, nem tanto, né?

- Sobre isso... – Coloquei a mão atrás da cabeça, fingindo coçar a nuca.

- Mikuu! – Ambas me repreenderam, e eu abaixei o olhar.

- Pode começar a falar sua...

Rin pulou de susto quando o sinal tocou, e xingou com isso.

- Você vai contar pra gente, mesmo que seja depois.

Luka ficou entre nós duas e cruzou nossos braços, nos interligando. Caminhamos meio desajeitadas, até a sala de aula. Ninguém falou nada no caminho.

Mas eu sabia que eu estava ferrada, ah isso sim.

Notas finais
Okaa-san - Mãe Otou-san - Pai
Eu sempre me esqueço do que eu tinha pra dizer nas notas finais >< Pobre Miku, daqui a pouco você já era... Brincadeirinha kkkkk Gostaram, comentem por favor! Leitores fantasmas também!
Gostaram do capitulo muito grande? Ou não? Devo fazer do tamanho
normal? A Dark Miku infelizmente não apareceu hoje, mas logo ela volta (eu seria louca se deixasse ela ir embora)
Qualquer duvida, deixem nos comentários, please!
p.s. Bruno, desculpe por enrolar, estou bolando uma entrada maneira pra você na estoria u.u No próximo você aparece!